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Instalação do Debian GNU/Linux 2.2 para arquitetura Intel x86: Passos e Recomendações, Notas de estudo de Design

Este documento contém instruções detalhadas sobre a instalação do sistema operacional debian gnu/linux 2.2 em arquiteturas intel x86. Ele aborda o processo de instalação, detalhes importantes sobre o sistema, suporte a interfaces gráficas e dispositivos não suportados. Além disso, oferece recomendações para obter o sistema e configurá-lo. O documento também aborda o sistema debian gnu/hurd e o suporte a pcmcia.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 13/08/2010

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Não perca as partes importantes!

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Comitê de Incentivo a Produção do Software Gratuito e Alternativo – CIPSGA
Instalando
Debian GNU
Linux 2.2 para
Intel x86
Autor: Gleydson Mazioli da Silva
Agosto de 2000
Instalando o Debian para Intel (i386) − www.cipsga.org.br − [email protected] − Página 1
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Baixe Instalação do Debian GNU/Linux 2.2 para arquitetura Intel x86: Passos e Recomendações e outras Notas de estudo em PDF para Design, somente na Docsity!

Instalando

Debian GNU

Linux 2.2 para

Intel x

Autor: Gleydson Mazioli da Silva

[email protected]

Agosto de 2000

Erro de leitura

Instalando Debian

GNU Linux 2.

para Intel x

Versão 2.2.

Comite de Incentivo a Produção

do Software Gratuito e Alternativo

CIPSGA

Autor:

Gleydson Mazioli da Silva

[email protected]

[email protected]

Agosto de 2000

Copyright (c) 2000, Gleydson Mazioli da Silva Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by the Free Software Foundation; with the Invariant Sections being LIST THEIR TITLES, with the Front−Cover Texts being LIST, and with the Back− Cover Texts being LIST. A copy of the license is included in the section entitled "GNU Free Documentation License".

Copyright (c) 2000,Gleydson Mazioli da Silva E garantida a permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da GNU Free Documentation License, versão 1.1 ou qualquer outra versão posterior publicada pela Free Software Foundation; sem obrigatoriedade de Seções Invariantes na abertura e ao final dos textos. Uma copia da licença deve ser incluída na seção intitulada GNU Free Documentation License.

  • RESUMO..........................................................................................................................................
    1. BEM VINDO A DEBIAN................................................................................................................
    • 1.1. O QUE É A DEBIAN?
    • 1.2. O QUE É GNU/LINUX?
    • 1.3. O QUE É A DEBIAN GNU/LINUX?
    • 1.4. O QUE É HURD?
    • 1.5. OBTENDO A VERSÃO MAIS NOVA DESTE DOCUMENTO
    • 1.6. ORGANIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO
    • 1.7. ALERTA: ESTE DOCUMENTO ESTA EM TESTE
    • 1.8. SOBRE COPYRIGHTS E LICENÇAS DE SOFTWARE
    1. REQUERIMENTOS DO SISTEMA..............................................................................................
    • 2.1. HARDWARE SUPORTADO
      • 2.1.1. Arquiteturas suportadas
      • 2.1.2. CPU, Placa mãe, e suporte de Vídeo.
        • 2.1.2.1. CPU
        • 2.1.2.2. Barramento
        • 2.1.2.3. Placa Gráfica
        • 2.1.2.4. Notebooks
      • 2.1.3. Processadores múltiplos
    • 2.2. MEIOS DE INSTALAÇÃO
      • 2.2.1. Sistema de armazenamentos suportados
    • 2.3. REQUERIMENTOS DE MEMÓRIA E ESPAÇO EM DISCO
    • 2.4. PERIFÉRICOS E OUTROS HARDWARES
    • 2.5. OBTENDO HARDWARES ESPECÍFICOS PARA GNU/LINUX
      • 2.5.1. Evite proprietários ou hardwares fechados
      • 2.5.2. Hardware Específico do Windows
      • 2.5.3. Paridade Falsa ou RAM com paridade "virtual"
    1. ANTES DE VOCÊ INICIAR.........................................................................................................
    • 3.1. BACKUPS
    • 3.2. INFORMAÇÕES QUE PRECISA SABER
    • 3.3. PRÉ−INSTALAÇÃO DO HARDWARE E SISTEMA OPERACIONAL
      • 3.3.1. Acessando o menu de Setup do BIOS
      • 3.3.2. Seleção de dispositivo de BOOT
      • 3.3.3. Memória Extendida vs Memória Expandida
      • 3.3.4. Proteção de Vírus
      • 3.3.5. Shadow RAM
      • 3.3.6. Gerenciamento Avançado de Energia
      • 3.3.7. A Chave Turbo
      • 3.3.8. Overclock da CPU
      • 3.3.9. Módulos de Memória Defeituosos
      • 3.3.10. CPUs Cyrix e erros em disquetes
      • 3.3.11. Configurações diversas da BIOS
      • 3.3.12. Configuração de Periféricos de hardware
      • 3.3.13. Sistemas com mais de 64 MB de memória RAM
    1. PARTICIONANDO SEU DISCO RÍGIDO....................................................................................
    • 4.1. INTRODUÇÃO
      • 4.1.1. A estrutura de diretórios
    • 4.2. PLANEJANDO O USO DO SEU SISTEMA
      • 4.2.1. Limitações dos discos do PC
    • 4.3. NOMES DOS DISPOSITIVOS NO LINUX
    • 4.4. ESQUEMA DE PARTICIONAMENTO RECOMENDADO
    • 4.5. EXEMPLO DE PARTICIONAMENTO
    • 4.6. PARTICIONANDO ANTES DA INSTALAÇÃO
      • 4.6.1. Particionando a partir do DOS ou Windows
    • 4.7. REPARTICIONAMENTO NÃO DESTRUTIVO QUANDO ESTIVER USANDO DOS WIN−32 OU OS/2
    • 4.8. PARTICIONANDO PARA DOS
    1. MÉTODOS PARA INSTALAÇÃO DA DEBIAN...........................................................................
    • 5.1. VISÃO DO PROCESSO DE INSTALAÇÃO
    • 5.2. ESCOLHENDO O KERNEL CORRETO
    • 5.3. FONTES DE INSTALAÇÃO PARA DIFERENTES ETAPAS
      • 5.3.1. Iniciando o sistema de instalação
      • 5.3.2. Origens e passos de instalação
      • 5.3.3. Recomendações
    • 5.4. DESCRIÇÃO DOS ARQUIVOS DO SISTEMA DE INSTALAÇÃO
      • 5.4.1. Documentação
      • 5.4.2. Arquivos para o processo inicial de inicialização
      • 5.4.3. Arquivos de Controladores
      • 5.4.4. Arquivos do Sistema Básico
      • 5.4.5. Utilitários
    • 5.5. DISQUETES
      • 5.5.1. Confiança em disquetes
      • 5.5.2. Booting from Floppies
      • 5.5.3. Instalação do Sistema Básico via Disquetes
      • 5.5.4. Criando Disquetes através das Imagens de Discos
        • 5.5.4.1. Gravando Imagens de Disco através de um sistema Linux ou Unix
        • 5.5.4.2. Writing Disk Images From DOS, Windows, or OS/2
    • 5.6. CD−ROM
    • 5.7. DISCO RÍGIDO
    • 5.8. INSTALANDO ATRAVÉS DO NFS
    1. INICIANDO O SISTEMA DE INSTALAÇÃO...............................................................................
    • 6.1. PARÂMETROS DE INICIALIZAÇÃO
    • 6.2. INTERPRETANDO AS MENSAGENS DE INICIALIZAÇÃO DO KERNEL
    • 6.3. BOOTING FROM A HARD DISK
      • 6.3.1. Booting from a DOS partition
      • 6.3.2. Instalando através de uma partição Linux
    • 6.4. INSTALANDO ATRAVÉS DE UM CD−ROM
    • 6.5. INICIALIZANDO COM O DISQUETE DE INICIALIZAÇÃO
    • 6.6. BOOTING FROM CD−ROM
    • 6.7. TROUBLESHOOTING THE BOOT PROCESS
    1. USANDO ‘DBOOTSTRAP’ PARA CONFIGURAÇÃO INICIAL DO SISTEMA............................
    • 7.1. INTRODUÇÃO AO ‘DBOOTSTRAP’
    • 7.2. ‘‘MENU PRINCIPAL DE INSTALAÇÃO − SISTEMA DEBIAN GNU/LINUX’’
    • 7.3. ‘‘CONFIGURAR O TECLADO’’
    • 7.4. ÚLTIMA CHANCE!
    • 7.5. ‘‘PARTICIONAR O DISCO RÍGIDO’’
    • 7.6. ‘‘INICIALIZANDO A PARTIÇÃO SWAP... ’’
    • 7.7. ‘‘INICIALIZAR UMA PARTIÇÃO LINUX’’
    • 7.8. ‘‘MONTAR UMA PARTIÇÃO LINUX JÁ INICIALIZADA’’
    • 7.9. ‘‘INSTALAR O KERNEL DO SISTEMA E OS MÓDULOS’’
    • 7.10. ‘‘CONFIGURAR O SUPORTE PCMCIA’’
    • 7.11. ‘‘CONFIGURAR OS MÓDULOS DOS CONTROLADORES DE DISPOSITIVOS’’
    • 7.12. ‘‘CONFIGURAR A REDE’’
    • 7.13. ‘‘INSTALAR O SISTEMA BÁSICO’’
    • 7.14. ‘‘CONFIGURAR O SISTEMA BÁSICO’’
    • 7.15. ‘‘FAZER O LINUX INICIALIZAR PELO DISCO RÍGIDO’’
    • 7.16. ‘‘CRIAR UM DISQUETE DE PARTIDA’’
  • 7.17. O MOMENTO DA VERDADE.................................................................................................
    • 7.18. ESCOLHER A SENHA DO ROOT
    • 7.19. CRIANDO UM USUÁRIO ORDINÁRIO
    • 7.20. SUPORTE A SENHAS OCULTAS
    • 7.21. REMOVENDO PCMCIA
    • 7.22. SELECIONANDO E INSTALANDO PERFIS
    • 7.23. ENTRANDO NO SISTEMA
    • 7.24. CONFIGURANDO O PPP
    • 7.25. INSTALANDO O RESTO DE SEU SISTEMA
    1. PRÓXIMOS PASSOS E PARA ONDE IR A PARTIR DAQUI......................................................
    • 8.1. SE VOCÊ É NOVO NO UNIX
    • 8.2. ORIENTANDO−SE COM A DEBIAN
    • 8.3. REATIVANDO O DOS E WINDOWS
    • 8.4. FUTURAS LEITURAS E INFORMAÇÕES
    • 8.5. COMPILANDO UM NOVO KERNEL
    1. INFORMAÇÕES TÉCNICA SOBRE OS DISQUETES DE INICIALIZAÇÃO...............................
    • 9.1. CÓDIGO FONTE
    • 9.2. DISQUETE DE INICIALIZAÇÃO
    • 9.3. TROCANDO O KERNEL DO DISQUETE DE INICIALIZAÇÃO
    • 9.4. OS DISQUETES DO SISTEMA BÁSICO
    1. APÊNDICE...............................................................................................................................
    • 10.1. FURTHER INFORMATION AND OBTAINING DEBIAN GNU/LINUX
      • 10.1.1. Informações úteis
      • 10.1.2. Obtendo a Debian GNU/Linux
      • 10.1.3. Mirrors (espelhos) da Debian
      • 10.1.4. GPG, SSH e outros Programas de Segurança
    • 10.2. DISPOSITIVOS DO LINUX
    1. ADMINISTRIVIA.......................................................................................................................
    • 11.1. SOBRE ESTE DOCUMENTO
    • 11.2. CONTRIBUINDO COM ESTE DOCUMENTO
    • 11.3. MAIORES CONTRIBUIÇÕES
    • 11.4. RECONHECIMENTO DE MARCAS REGISTRADAS
  • NOTA DOS AUTORES...................................................................................................................
    • CONTROLE DE VERSÕES
  • GNU FREE DOCUMENTATION LICENSE.....................................................................................

oferece a base do Open Source Free Software Guidelines (http://opensource.org/osd.html).

  • A Debian tem uma extensiva especificação de nossos padrões de qualidade, o documento Debian Policy (http://www.debian.org/doc/debian−policy/). Este documento define a qualidade e os padrões que os pacotes da Debian devem ter.

Os desenvolvedores da Debian também são involvidos em um número de outros projetos; alguns específicos a Debian outros específicos a comunidade e o Linux em geral, por exemplo:

  • designando o Linux Standard Base (http://www.linuxbase.org/) (LSB). O LSB é um projeto almejado na padronização dos sistemas básicos do Linux, que permitirão softwares de terceiros e desenvolvedores de hardware fácilmente projetarem programas e controladores de dispositivos para o Linux em geral, ao invés de uma distribuição Linux específica.
  • O Filesystem Hierarchy Standard (http://www.pathname.com/fhs/) (FHS) é um esforço para padronizar a estrutura do sistema de arquivos do Linux. Isto permitirá os desenvolvedores de softwares concentrar seus esforços no design de programas sem se preocupar como o pacote será gravado nas diversas distribuições Linux.
  • O Debian Jr. (http://www.debian.org/devel/debian−jr/) é um projeto interno, almejado para ter certeza que a Debian tem muito a oferecer a nossos jovens usuários.

Para mais detalhes sobre a Debian, veja a Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/).

1.2. O que é GNU/Linux?

O projeto GNU desenvolveu um conjunto compreensivo de ferramentas de software livre para uso com o Unix(TM) e outros sistemas operacinais compatíveis com unux, tal como o Linux. Estas ferramentas permitiram qualquer um fazer tudo de tarefas simples como copiar ou remover arquivos do sistema a compilar programas e fazer edições sofisticadas de uma variedade de formatos de documentos.

O Linux é um sistema opearcional livre para o seu computador. Um sistema operacional consiste em vários programas básicos que são necessários pelo seu computador para a execução de programas. A parte mais importante é o kernel. O kernel é, simplesmente, um programa que faz a manipulação do hardware como o acesso as portas seriais, gerenciamento do disco rígido, acesso a memória. Ele também é responsável pela inicialização de programas. O Linux como tal é apenas o kernel e as pessoas coloquialmente se referem ao Linux como um sistema GNU/Linux, que é baseado no Linux kernel (http://www.kernel.org/) e muitos outros programas GNU.

O Linux apareceu primeiramente em 1991 e foi escrito por Linux Torvalds da Finlândia. Hoje em dia milhares de pessoas estão ativamente trabalhando no kernel. Linus está coordenando o desenvolvimento e também decide o que estará ou não no kernel.

1.3. O que é a Debian GNU/Linux?

A combinação da filosofia e metodologia Deiban, com as ferramentas GNU e o kernel do Linux resultaram em uma distribuição de softwares única que é conhecida como Debian GNU/Linux. Esta distribuição é feita por um grande número de pacotes de programas. Cada pacote consiste em executáveis, scripts, documentação e informações de configuração e possuem um maintainer que é responsável pelo pacote. O pacote é testado para se ter certeza que funciona perfeitamente com outros pacotes da distribuição. Tudo isto resulta na alta qualidade, estabilidade e distribuição escalonável que é a Debian GNU/Linux. Ela é facilmente configurável como um pequeno firewall, computador desktop, estação de trabalho ou um cliente/servidor/provedor high− end para uso em uma rede Internet ou rede local.

A característica que mais distingue a Debian de outras distribuições GNU/Linux é seu sistema de gerenciamento de pacotes; ‘dpkg’ e o conjunto de programas ‘dselect’ e ‘apt’. Estas ferramentas dão ao administrador de um sistema Debian o controle completo sobre os pacotes que possui, incluindo atualização automática de toda a distribuição ou marcando pacotes que não devem ser atualizados. Até mesmo é possível dizer ao sistema de gerenciamento de pacotes sobre programas que você mesmo compilou e que dependências deve resolver.

Para proteger seu sistema de cavalos de tróia de outros softwares mal intencionados, a Debian verifica se os pacotes tiveram origem de seus maintainers. Os pacotes da Debian também oferecem um método de configuração segura; caso problemas de segurança sejam encontrados com os pacotes obtidos, as correções rápidamente estarão disponíveis. Apenas atualizando seu sistema periódicamente, você estará baixando e instalando as correções de segurança.

O método primário (e melhor) de se obter suporte do sistema Debian GNU/Linux e se comunicar com os seus desenvolvedores é através das mais de 80 listas que a Debian mantém. Para se inscrever em uma das listas da Debian, vá até a página the subscription page (http://www.debian.org/MailingLists/subscribe).

1.4. O que é Hurd?

A Debian GNU/Hurd é o sistema Debian GNU que está usando o kernel Hurd. Em contraste com o kernel do Linux monolítico, o kernel Hurd é um micro−kernel baseado no kernel MACH. O estado atual é ainda sendo desenvolvido embora sua base está funcionado e totalmente operacional. em um nutsheel: o sistema Hurd será tratado como o sistema Debian GNU/Linux mas ele tem outro gerenciamento de kernel. Se está curioso e deseja aprender mais sobre o Debian GNU/Hurd, veja a página Debian GNU/Hurd ports pages (http://www.debian.org/ports/hurd/) e a lista de discussão <debian−[email protected]>.

1.5. Obtendo a versão mais nova deste

documento

Este documento é periodicamente alterado. Verifique sempre o endereço Debian 2.2 pages (http://www.debian.org/releases/2.2/) para novas atualizações sobre a versão 2.2. Versões atualizadas do manual de instalação estão disponíveis na área das páginas do manual de instalação oficial (http://www.debian.org/releases/2.2/i386/install).

Uma vez que tenha seu sistema instalado, você pode ler Capítulo 8, ‘Próximos passos e para onde ir a partir daqui’. Este capítulo explica onde procurar mais informações sobre Unix, Debian e como trocar seu Kernel. Caso desejar criar seus próprios discos de instalação a partir dos fontes, de uma olhada em Capítulo 9, ‘Informações técnica sobre os disquetes de inicialização’.

Finalmente, informações sobre este documento e como contribuir para sua melhoria, pode ser encontrado em Capítulo 11, ‘Administrivia’.

1.7. Alerta: Este documento esta em teste

Este documento é inicial, uma versão pré−revisada do manual de instalação oficial da Debian. Ele esta incompleto e não terminado, e provavelmente contém erros, problemas gramaticais, etc. Se você ver ’’FIXME’’ ou ’’TODO’’, você pode estar certo que esta seção esta imcompleta. Tenha cuidado. Qualquer ajuda, sugestão, e especialmente patches, serão muito apreciados

As versão não−x86 deste documento estão particularmente incompletas, não exatas, e não testadas. Necessitamos de ajuda para estas plataformas!

Versões em desenvolvimento deste documento podem ser encontradas em http://www.debian.org/releases/2.2/i386/install. Aqui você pode encontrar subdiretórios contendo diferentes versões do documento. O subdiretório ‘source’ contém fontes SGML para o documento, que é a área apropriada se você deseja criar patches. Note que aquela área é reconstruida diariamente fora da área do CVS‘boot−floppies’.

1.8. Sobre Copyrights e licenças de software

Eu tenho certeza que você já deve ter visto muitos contratos de licenças de muitos Softwares comerciais − Eles dizem que você somente pode usar e instalar uma cópia do programa em um computador. Com o sistema operacional Linux Debian/GNU é diferente: nós incentivamos você a colocar uma cópia em cada computador na sua escola, comércio, empresa. Empreste aos seus amigos, e ajude aquelas pessoas que querem instala−lo em seus computadores. Você pode sempre fazer várias cópias do Debian e vende−las (com algumas restrições). Isto porque o Debian é baseado no Software Gratuito(free).

Software livre não que dizer que não tem direitos autorais, e não significa que o CD que esta adquirindo não possui custos. Software livre, em parte, refere a licenças de programas individuais que não requerem pagamento de licenças para seu uso ou redistribuição. Ele é o meio que qualquer um pode extender, adaptar, e modificar o programa, e distribuir os resultados de seu trabalho sem problemas. [1]

Muitos dos programas no sistema são licenciados sobre o termo da GNU General Public Licence, ou GPL. A GPL requer que você faça o código fonte dos programa estarem disponíveis a qualquer um que distribuir o programa; isso assegura que você, usuário, possa modificar o programa. Assim, nós incluímos o código fontes de todos os programas no sistema Debian. [2] Existem outras diversas formas de direitos autorais e licenças de softwares usada pelos programas na Debian. Você pode encontrar estes direitos autorais e licenças em cada programa verificando o arquivo ‘/usr/doc/<nome−do−pacote>/copyright’ após instalar seu sistema.

Para mais informações sobre licenças e como Debian decide o que é livre o bastante para ser incluido na distribuição principal, veja Regras do Software Livre Debian (http://www.debian.org/social_contract#guidelines).

A mais importante notícia legal, é que este programa vem sem garantias. Os programadores que tem criado este programa, tem o feito em beneficio da comunidade. Nenhuma garantia é feita sobre qualquer atendimento do software a um determinado propósito. No entanto, desde que o programa é livre, você pode modificar o software para atender suas necessidades −− e assim desfrutar dos benefícios daqueles que liberaram os programas deste modo.

[1] Note que nós deixamos disponíveis muitos pacotes que não segue nosso critério de ser livre. Estes são distribuidos na área ‘contrib’ ou na área ‘non−free’; veja a Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/), abaixo de ’’The Debian FTP archives’’.

[2] Para informações em como localizar e descompactar pacotes fontes da Debian, veja a Debian FAQ (http://www.debian.org/doc/FAQ/).

2. Requerimentos do Sistema

Esta seção contém informações sobre qual hardware você precisa para instalar a Debian. Você sempre encontrará links para procurar detalhes sobre hardwares suportados pela GNU e Linux.

2.1. Hardware suportado

Debian não impõe requerimentos do sistema além dos requerimento do Kernel do Linux e da GNU tool−sets. Então, qualquer arquitetura ou plataforma no qual o Kernel do Linux, libc, ‘gcc’, etc, for adaptado, e no qual a Debian ofereça suporte, pode executar a Debian.

Existem, no entanto, muitas limitações em seu disquete de inicialização a respeito de hardwares suportados. Muitas plataformas suportadas pelo Linux não são suportadas por nossos discos de boot. Se este é seu caso, você deverá criar um disco de recuperação personalizado, (veja Secção 9.3, ‘Trocando o kernel do disquete de inicialização’), ou verificar as instalações da rede.

Além das diferentes configurações de hardwares com suporte para Intel x86, esta seção contém informações gerais e referências para que detalhes adicionais sejam encontrados.

2.1.1. Arquiteturas suportadas

Debian 2.2 suporta seis arquiteturas: Arquitetura baseadas no Intel x86; Máquinas Motorola 680x0 como o Atari, Amiga e Macintoshes; máquinas DEC Alpha e Máquinas Sun SPARC; ARM e StrongARM; e algumas máquinas IBM/Motorola PowerPC, incluindo máquinas CHRP, PowerMac e PReP. Estas são referidas como i386, m68k, alpha, sparc, arm, e powerpc, respectivamente.

Para utilizar as vantagens de múltiplos processadores, você deverá substituir o kernel padrão que acompanha o Debian. Verifique como fazer isto em Secção 8.5, ‘Compilando um novo Kernel’. Neste ponto (kernel versão 2.2.17) o meio para ativar o SMP é selecionar a opção "symmetric multi−processing" na seção "General" da configuração do kernel. Se você compilar os programas em sistemas com multiprocessadores, veja a opção ‘−j’ na documentação do make(1).

2.2. Meios de Instalação

Existem quatro meios de instalação que podem ser utilizados com a Debian: Disquetes, CD− ROMs, partição de disco local, ou pela rede. Diferentes partes da instalação da Debian podem ser usadas utilizando estes diferentes meios de instalação; nós falaremos sobre isto em Capítulo 5, ‘Métodos para instalação da Debian’.

A instalação mais comum é a feita através de discos flexíveis, embora geralmente, menos recomendada. Em muitos casos, você deverá fazer o primeiro boot através de disquetes, usando o disquete de inicialização. Geralmente, tudo o que precisa é de uma unidade de disquetes de alta densidade (1440 kilobytes) 3.5 polegadas. A instalação através de Disquetes de (1200 Kilobytes) 5.25, também está disponível.

A instalação através de CD−Rom é suportada em muitas arquiteturas. Em máquinas que suportam CD−Roms inicializáveis, você provavelmente terá uma instalação muito facilitada. Caso seu sistema não suportar a inicialização pelo CD−Rom, você pode usar o CD−Rom em conjunto com outras técnicas para instalar seu sistema, após inicializar através de outros meios, veja Secção 6.4, ‘Instalando através de um CD−ROM’.

Ambos CD−Roms IDE/ATAPI e SCSI são suportados. Em adição, todas interfaces de CD− Roms não padrões suportadas pelo Linux são suportadas pelo disco de inicialização (como unidades Mitsumi e Matsushita). No entanto, estes modelos requerem parâmetros especiais de inicialização ou outros meios para funcionarem, e a não inicialização destas interfaces não− padrões é desconhecida. O Linux CD−Rom HOWTO (http://www.linuxdoc.org/HOWTO/CDROM− HOWTO.html) contém informações detalhadas de como utilizar um CD−Rom com Linux.

Instalação através de um disco rígido local é outra opção. Se você tiver o espaço livre nesta partição maior que o espaço que será ocupado pela sua instalação, esta é definitivamente uma boa opção. Muitas plataformas sempre tem instaladores locais, i.e., para boot através do AmigaOS, TOS, ou MacOS.

A última opção é a instalação pela rede. Você pode instalar seu sistema via NFS. A instalação sem disco, usando a inicialização pela rede e um NFS montado no sistema de arquivos locais, é outra opção. Você provavelmente precisara de 16MB de memória RAM para esta opção.

Após seu sistema básico ser instalado, pode−se instalar o resto do seu sistema por diversas conexões de rede (incluindo PPP), via FTP, HTTP, ou NFS.

A Descrição completa destes métodos, e dicas úteis para escolher qual método é melhor para você, pode ser encontrado em Capítulo 5, ‘Métodos para instalação da Debian’. Por favor continue lendo o documento para ter certeza que os dispositivos que você deseja inicializar e instalar são suportados pelo sistema de instalação da Debian.

2.2.1. Sistema de armazenamentos suportados

Os discos de inicialização da Debian contém um kernel que é criado para funcionar com a maioria dos sistemas. Infelizmente, isto faz o kernel grande, com vários drivers que nunca serão usados (veja Secção 8.5, ‘Compilando um novo Kernel’, para aprender a construir seu próprio). No entanto, suporte para diversos tipos de dispositivos é feito para o sistema Debian ser instalado nos mais diversos tipos de hardwares.

Geralmente, o sistema de instalação da Debian inclui suporte para disquetes, drives IDE, disquetes IDE, dispositivos IDE de porta paralela, controladoras e drives SCSI. Os sistemas de arquivos suportados incluem MINIX, FAT, extensões FAT Win−32 (VFAT), entre outros. (note que o NTFS não é suportado pelo sistema de instalação; você pode inclui−lo mais tarde, como descrito em Secção 8.5, ‘Compilando um novo Kernel’).

Ao invés de tentar descrever os hardwares suportados, é muito mais fácil descrever os hardwares que não são suportados pelo sistema de boot (inicialização) da Debian.

As interfaces de disco que emulam a interface de disco "AT" que são normalmente chamadas de MFM, RLL, IDE ou ATA são suportadas. Discos rígidos muito antigos de 8 bits usados nos computadores IBM XT são suportados somente através de módulos. Controladores de disco SCSI de diversos fabricantes são suportados. Veja o HOWTO de Hardwares compatíveis com Linux (http://www.linuxdoc.org/HOWTO/Hardware−HOWTO.html) para mais detalhes.

Não são suportados drives IDE SCSI e muitos controladores SCSI, incluindo:

  • Protocolo EATA−DMA compatíveis com adaptadores SCSI host como o SmartCache III/IV, família de controladores SmartRAID e os controladores DPT PM2011B e PM2012B.

  • Família de controladores SCSI 53c7 NCR(exceto os controladores 53c8 e 5380 que são suportados).

2.3. Requerimentos de memória e espaço em

disco

Seu computador deve possuir, no mínimo, 12MB de memória RAM e 64MB de disco rígido. Se você quiser instalar alguns dos programas da distribuição, incluindo o sistema X−Window, e muitos programas de desenvolvimento e bibliotecas, você precisará no mínimo de 300MB. Para uma instalação mais ou menos completa, você precisará ter em torno de 800MB. Para instalar tudo disponível na Debian, você provavelmente precisará ter em torno de 2GB. Atualmente, não faz muito sentido instalar tudo, desde que alguns pacotes entrem em conflito com outros.

2.4. Periféricos e outros Hardwares

Linux suporta uma larga variedade de dispositivos de hardware como mouses, impressoras, scanners, modems, placas de rede, dispositivos PCMCIA, etc. No entanto, nenhum destes dispositivos são requeridos no momento da instalação do sistema. Esta seção contém informações específicas sobre dispositivos não suportados pelo sistema de instalação, embora

2.5.2. Hardware Específico do Windows

Uma tendência que pertuba é a proliferação de Modems e impressoras específicos para Windows. Em muitos casos estes são especialmente fabricados para operar com o Sistema Operacional Microsoft Windows e costumam ter a legenda WinModem, for Windows, ou Feito especialmente para computadores baseados no Windows. Geralmente isto é feito retirando−se os processadores embutidos daquele hardware e o trabalho deles são feitos por drivers do Windows que são executados pelo processador principal do computador. Esta estratégia faz o hardware menos expansível, mas o que é poupado não é passado para o usuário e este hardware pode até mesmo ser mais caro quanto dispositivos equivalentes que possuem inteligência embutida.

Voce deve evitar o hardware baseado no Windows por duas razões:

  1. A primeiro é que aqueles fabricantes geralmente não fazem os recursos disponíveis para criar um driver para Linux. Geralmente, o hardware e a interface de software para o dispositivo é proprietária, e a documentação não é disponível sem o acordo de não revelação, se ele estiver disponível. Isto impede seu uso como software livre, desde que os escritores de software grátis descubram o código fonte destes programas.
  2. A segunda razão é que quando estes dispositivos tem os processadores embutidos removidos, o sistema operacional deve fazer o trabalho dos processadores embutidos, freqüentemente em prioridade de tempo real, e assim a CPU não esta disponível para executar programas enquanto ela esta controlando estes dispositivos. Assim o usuário típico do Windows não obtem um multi−processamento tão intensivo como um usuário do Linux, o fabricante espera que aquele usuário do Windows simplesmente não note a carga de trabalho que este hardware põe naquela CPU. No entanto, qualquer sistema operacional de multi−processamento, até mesmo Windows 95 / 98 ou NT, são prejudicados quando fabricantes de periféricos retiram o processador embutido de suas placas e colocam o processamento do hardware na CPU.

Você pode reverter esta situação encorajando estes fabricantes a lançarem a documentação e outros recursos necessários para nós desenvolvermos drivers para estes hardwares, mas a melhor estratégia é simplesmente evitar estes tipos de hardwares até que ele esteja listado no HOWTO de hardwares compatíveis com Linux (http://www.linuxdoc.org/HOWTO/Hardware−HOWTO.html).

2.5.3. Paridade Falsa ou RAM com paridade "virtual"

Se você perguntar por paridade de memória RAM em uma loja de computadores, provavelmente obterá módulos de memória com paridade virtual ao invés de uma memória com checagem de paridade verdadeira. SIMM’s com paridade virtual podem freqüentemente (mas nem sempre) ser distinguidas porque elas possuem um chip a mais do que uma memória SIMM sem paridade, e aquele chip extra é mais pequeno que os outros. A memória SIMM com paridade virtual, trabalha exatamente como a memória sem paridade. Elas não lhe avisam quando ocorre um erro em um bit de RAM como na memória SIMM com paridade verdadeira em uma placa mãe que implementa paridade. Nunca pague mais por uma SIMM com paridade virtual do que por uma

memória sem paridade. Espere sempre pagar um pouco mais por uma memória SIMM com paridade verdadeira, porque você esta atualmente comprando um bit extra de memória para cada 8 bits.

Se você deseja informações completas sobre o assunto RAM Intel x86, e qual é a melhor RAM a comprar, veja PC Hardware FAQ (ftp://rtfm.mit.edu/pub/usenet−by− hierarchy/comp/sys/ibm/pc/hardware/systems/).

3. Antes de você iniciar

3.1. Backups

Antes de iniciar a instalação, faça a cópia de segurança de todos os arquivos de seu sistema. O programa de instalação pode destruir todos os dados em seu disco rígido! Os programas usados na instalação são completamente confiáveis e muitos tem diversos anos de uso; ainda assim, um movimento falso pode ter seu custo. Até mesmo depois de entender, tenha cuidado e pense sobre suas respostas e ações. Dois minutos de pensamento podem salvar horas de um trabalho desnecessário.

Igualmente se estiver instalando em um sistema com multi−inicialização, tenha certeza que possui os discos da distribuição ou de qualquer outro sistema operacional presente. Especialmente se você reparticionar sua unidade de boot, você pode achar que precisa reinstalar o boot loader de seu sistema operacional, ou em muitos casos (i.e., Macintosh), todo o sistema operacional.

3.2. Informações que precisa saber

Antes deste documento, você deve ler a página de manual do cfdisk (cfdisk.txt), página de manual do fdisk (fdisk.txt), o tutorial dselect (dselect−beginner.html), e o Hardwares compatíveis com o Linux HOWTO (http://www.linuxdoc.org/HOWTO/Hardware−HOWTO.html).

Se ou seu computador está conectado em uma rede 24 horas por dia (i.e., uma conexão Ethernet ou equivalente −− não uma conexão PPP), você deve perguntar a seu administrador da rede por estes detalhes:

  • Nome do HOST (você mesmo pode decidir isto)

  • Nome de domínio

  • O endereço IP de seu computador

  • Endereço IP de sua rede

  • A mascara de rede usada em sua rede

Pressione Del durante o POST

Award BIOS Ctrl−Alt−Esc, ou tecla Del durante o POST

DTK BIOS Tecla Esc durante o POST

IBM PS/2 BIOS Ctrl−Alt−Ins após Ctrl−Alt−Del

Phoenix BIOS Ctrl−Alt−Esc ou Ctrl−Alt−S

[De: [email protected] (Mike Heath)] Muitas máquinas 286 não possuem um menu de configuração da CMOS na BIOS. Elas requerem um programa de configuração da CMOS. Se você não tem o disquete de instalação e/ou diagnóstico de seu computador, você pode tentar utilizar um programa shareware/freeware. Verifique em ftp://oak.oakland.edu/pub/simtelnet/msdos/.

3.3.2. Seleção de dispositivo de BOOT

Muitos menus de configuração da BIOS permitem a você selecionar o dispositivo que será usado para iniciar o sistema. Configure para procurar o sistema operacional da unidade ‘A:’(o primeiro disco flexível), então opcionalmente o primeiro dispositivo de CD−ROM (possivelmente entre ‘D:’ ou ‘E:’), e então de ‘C:’(o primeiro disco rígido). Esta configuração ativa o boot (inicialização) de seu disquete ou CD−ROM, que são os dois dispositivos de boot mais utilizados para se instalar a Debian.

Se tiver uma controladora SCSI nova e um CD−ROM conectado nela, você provavelmente poderá inicializar através da unidade de CD−ROM. Tudo o que precisa fazer é permitir a inicialização através do BIOS SCSI de sua controladora. Adicionamente você poderá inicializar através de um disquete. Isto é configurado na BIOS do seu PC.

Se seu sistema não inicializar diretamente a partir do CD−ROM, ou você simplesmente não sabe como fazer isto funcionar, não se desespere, você pode simplesmente executar ‘D:\install\boot.bat’ dentro do DOS (troque ‘D:’ pela letra da sua unidade de CD−ROM identificada pelo DOS) para iniciar o processo de instalação. Veja Secção 6.4, ‘Instalando através de um CD− ROM’ para detalhes.

Também, se você esta instalando a partir de uma partição FAT (DOS), você não precisará de nenhum disquete. Veja Secção 6.3.1, ‘Booting from a DOS partition’ para mais detalhes sobre este método de instalação.

3.3.3. Memória Extendida vs Memória Expandida

Se seu sistema possui as memórias es_ten_dida e ex_pan_dida, configure−as para ter mais memória estendida e o mínimo possível de memória expandida. O Linux somente utiliza a memória estendida e não usa memória expandida.

3.3.4. Proteção de Vírus

Desative qualquer opções antivírus existentes em seu BIOS. Se você possui uma placa de proteção contra vírus ou outro hardware especial, desative−o ou remova do computador enquanto estiver executando GNU/Linux. Elas não são compatíveis com GNU/Linux, além disso, devido as permissões do sistema de arquivos e a memória protegida do kernel do Linux, vírus são praticamente desconhecidos. [1]

[1] Após a instalação você pode ativar a proteção do Setor de Boot se desejar. E se não for necessário alterar o Master Boot Record (MBR) após o boot manager (gerenciador de inicialização ser instalado). Isto não oferece segurança adicional no Linux mas se você usa o Windows, ele pode prevenir uma catástrofe.

3.3.5. Shadow RAM

Sua placa mãe deve possuir shadow RAM ou cache de BIOS. Você pode ver configurações para "Video BIOS Shadow", "C800−CBFF Shadow", etc. Desative todas shadow RAM. Shadow RAM é usada para acelerar o acesso as ROMs em sua placa mãe e em muitas das placas controladoras. Linux não utiliza estas ROMs após ser iniciado porque ele possui seu próprio e rápido programa de 32bits ao invés dos programas de 16 bits nas ROMs. Desativando a shadow RAM torna mais memória normal disponível para utilização dos programas. Deixando a shadow RAM ativada pode interferir no acesso do Linux aos dispositivos de hardware.

3.3.6. Gerenciamento Avançado de Energia

Se sua placa mãe possui Gerenciamento Avançado de Energia (APM), configure para que o gerenciamento seja controlado pelo APM. Desative o doze mode, stand by, suspend, nap, modo sleep e desligamento do disco rígido. Linux pode fazer o controle destes gerenciamentos, e possui um sistema de gerenciamento de energia melhor que o da BIOS. A versão do Kernel do sistema operacional dos disquetes de instalação, porém, não tem suporta a APM, porque tivemos relatórios de alguns Notebooks travaram na instalação enquanto configuravam o APM. Depois que o Linux estiver instalado, você poderá instalar uma versão personalizada do kernel do Linux; Veja Secção 8.5, ‘Compilando um novo Kernel’ para detalhes de como fazer isto.

3.3.7. A Chave Turbo

Muitos sistemas tem uma chave turbo que controla a velocidade da CPU. Selecione a configuração de alta velocidade. Se sua BIOS permite a você desativar o controle de softwares da chave turbo (ou controle de software da velocidade da CPU), você pode ajustar seu sistema para o modo de alta velocidade. Nós temos registros que em um sistema particular, enquanto o Linux esta auto−verificando (procurando por dispositivos de hardware) ele pode acidentalmente acionar o controle de software da chave turbo.

3.3.8. Overclock da CPU

Muitas pessoas tem tentado operar com CPU’s de 90MHz em 100MHz, etc. Isto normalmente funciona, mas a sensibilidade a temperatura e outros fatores podem danificar seu sistema. Um dos