
































































Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Apostila - Apostila
Tipologia: Notas de estudo
1 / 72
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!

































































1 Escalas
Escala é a razão ou relação de semelhança estabelecida entre a o desenho e o objeto que ele representa, ou seja, entre a distância gráfica e a distância real. Pode ser utilizada tanto para a representação de objetos muito grandes (escala de redução) quanto de objetos muito pequenos (escala de ampliação). Quando o desenho for representado do mesmo tamanho do objeto, a escala chama- se Natural. As escalas podem ser numéricas ou gráficas. As numéricas são representadas por algarismos e as gráficas são representadas por meio de linhas divididas e subdivididas em partes iguais.
1.1 Escalas Numéricas É o número que informa quantas vezes o desenho é menor (ou maior) que o objeto que ele representa.
Onde: d – distância gráfica D – distância real 1/Q - escala Exemplo: Um arquiteto deseja representar a localização de uma residência em um terreno, cuja forma é retangular e mede 15 X 20 m. No papel cada 1m será representado por 1 cm, portanto o terreno será representado por um retângulo de 15x20 cm. Se cada metro é representado no papel por 1 centímetro e, se cada centímetro é a centésima parte do metro, temos então 1 cm por 100cm, ou ainda escala 1:100. Portanto, o desenho do terreno é representado com uma redução de 100 vezes. Escala de Redução: quando as medidas do desenho são menores que as medidas reais do objeto (1/n ou 1:n). Por comodidade, foram padronizadas algumas escalas de redução, como por exemplo: 1:100, 1:125, 1:20, 1:50, 1:75. Escala de Ampliação: quando as medidas do desenho são maiores que as medidas reais do objeto (n/1 ou n:1).
d = 1 D Q
1.2 Escalas Gráficas As escalas gráficas são a representação gráfica das escalas numéricas. A representação da escala no modo gráfico é mais comumente utilizada em cartografia.
Fonte: http://mapas.terra.com.br/Callejero/mapa_callejero.asp O uso da escala gráfica permite, através de métodos fotográficos ou copiadoras, quando necessária uma redução ou ampliação do objeto representado, saber a escala em que o objeto está representado. A Escala Gráfica nos permite realizar as transformações de dimensões gráficas em dimensões reais sem efetuarmos cálculos. Para sua construção, entretanto, torna-se necessário o emprego da escala numérica. Em alguns casos utiliza-se também um segmento à esquerda da origem (zero) denominada de Talão ou escala de fracionamento, este é dividido em sub-múltiplos da unidade escolhida, graduada da direita para a esquerda (geralmente é utilizada uma subdivisão decimal).
Fonte: http://trimbase.locaweb.com.br/doc/Escala.doc
2 Traçado de retas paralelas, perpendiculares e oblíquas
A utilização correta dos esquadros em desenho geométrico é de fundamental importância para a obtenção da precisão necessária na solução dos problemas. Estes são utilizados para o traçado de linhas horizontais, verticais, e também serve como apoio. O traçado de retas paralelas ou perpendiculares a uma determinada direção pode ser realizado movendo-se um esquadro apoiado sobre o outro, que permanece fixo.
Podem ser utilizados também para o traçado de linhas em ângulos determinados (30º, 45º, 60º e outros).
Um recurso para o traçado de linhas com ângulos diferentes é a combinação dos esquadros apoiados como nos exemplos.
Exercícios: a) Traçar retas paralelas utilizando o jogo de esquadros. b) Traçar retas perpendiculares às traçadas no item a. c) Traçar retas paralelas formando um ângulo de 15º com as retas do item a.
2.1 Aplicações do traçado de paralelas Uma das aplicações do traçado de paralelas é na divisão de um segmento qualquer em partes iguais ou proporcionais (Teorema de Thales). A aplicação deste teorema pode ser exemplificada pela divisão de cercas e determinação da altura dos degraus de uma escada.
Exemplo: Dividir um segmento de reta AB em 5 partes iguais.
Exemplo: Dividir o segmento de reta AB em partes proporcionais a 2, 5, 1 e 3.
Exercícios: a) Dividir o segmento AB de 7 cm em 9 partes iguais. b) Dividir o segmento CD de 12 cm em partes proporcionais a 4, 6, 1 e 3.
3.4 Retas paralelas É o conjunto de pontos eqüidistam de uma reta do plano.
3.5 Arco capaz
É o conjunto de pontos que vêem um dado segmento segundo um determinado ângulo k.
A semi-circunferência é o lugar geométrico dos pontos que vêem o segmento AB (diâmetro) segundo um ângulo reto (90º).
Exercícios: a) Determinar os pontos que distam simultaneamente 50 mm de A e 30 mm de B.
b) Dividir o segmento AB em 8 partes iguais.
c) Traçar uma reta perpendicular a um segmento AB que passe por um ponto C fora do segmento. (^) C
g) Desenhar o lugar geométrico dos pontos que distam 20 mm da reta r.
h) Determinar a distância entre as retas paralelas r e s.
i) Determinar a bissetriz do ângulo formado entre as retas r e s.
r
r
s
r
s
4 Circunferência Elementos da Circunferência:
Exercícios:
a) Traçar uma circunferência que passa pelos pontos A, B e C.
s t
n
4.1 Tangência Traçar uma tangente em um ponto dado da circunferência.
Traçar circunferências tangentes à outra circunferência.
Retas tangentes à curva passando por ponto fora dela.
t
Unir duas circunferências por tangentes exteriores.
Unir duas circunferências por tangentes interiores.
r-r’
r'
r+r’ r'
d) Traçar uma circunferência de raio 30 mm, tangente a circunferência em T.
e) Encontrar as tangentes exteriores às circunferências de r = 3,5 cm e r’ = 1 cm. Sabendo que seus centros distam 7 cm. f) Encontrar as tangentes interiores às circunferências de r = 3 cm e r’ = 1,5 cm. Sabendo que seus centros distam 9 cm.
4.2 Retificação da Circunferência A retificação de uma circunferência consiste em determinar o segmento de reta cujo comprimento seja o da circunferência em questão. Isto pode ser determinado a partir da relação constante entre a circunferência e seu diâmetro, pois sabe-se que o comprimento da circunferência é aproximadamente o triplo mais um sétimo do seu diâmetro (cujo valor aproximado é constante e igual a 3,1416).
Onde: C – comprimento da circunferência r – raio da circunferência D – diâmetro da circunferência
Processo de Arquimedes:
Processo de Terquem:
Exercícios: a) Retificar a circunferência de raio 25 mm através do processo de Arquimedes e de Terquem, e após, comparar os resultados.
1/7 D 21 43 65 7
1 D (^) 1 D 1 D
C
O
M E F G H
A
D
B
½(2? r)
Exercícios: a) Dividir uma circunferência de raio = 30 mm em 6 e em 12 partes iguais. b) Dividir uma circunferência de raio = 25 mm em 8 e em 16 partes iguais. c) Dividir uma circunferência de raio = 30 mm em 9 partes iguais. d) Dividir uma circunferência de raio = 35 mm em 13 partes iguais.
5 Ângulos
5.1 Construção de ângulos Os ângulos são formados por duas semi-retas que tem a mesma origem. A grandeza de um ângulo é representada pela abertura dos lados. A origem dos ângulos corresponde à divisão da circunferência em 360 partes iguais, sendo cada parte (1/360) chamada de grau, portanto a circunferência tem 360 graus.
O ângulo entre duas retas pode ser representado através de um raio e uma corda (notação: ab (raio,corda) ).
5.2 Classificação Os ângulos podem ser classificados, conforme a abertura dos lados, como: RETO – lados perpendiculares, mede 90º; AGUDO – menor que o ângulo reto, mede menos de 90º; RASO – mede 180º; OBTUSO – maior que o reto e menor que o obtuso, mede entre 90º e 180º.
lado
lado abertura vértice
bissetriz V
5.3 Transporte de Ângulos O processo de transporte de ângulos é o mesmo que para construir um ângulo igual a um outro ângulo dado. Para tanto, basta utilizar uma abertura qualquer do compasso, traçando um arco sobre o ângulo dado, em seguida, sobre a reta a que se quer transportar o ângulo, desenha-se o mesmo arco, após este processo, basta medir a corda do ângulo dado e transportá-la para o arco desenhado. Encontrado o ponto, basta ligar ao vértice do ângulo.
5.4 Operações com ângulos Os ângulos são quantidades que podem ser somadas, subtraídas, multiplicadas ou divididas graficamente.
ADIÇÃO: basta construir os ângulos, da mesma forma como visto anteriormente, porém lado a lado, fazendo com que o vértice e um de seus lados coincida com um dos lados do ângulo anterior.
SUBTRAÇÃO: basta construir os ângulos, da mesma forma como visto anteriormente, porém de forma a que fiquem um dentro do outro, fazendo com que o vértice e um de seus lados coincida com um dos lados do ângulo anterior.
MULTIPLICAÇÃO: os ângulos podem ser multiplicados por um número graficamente, sabendo que a multiplicação é a uma soma de parcelas iguais, portanto, basta construir os ângulos, lado a lado, repetidamente.
DIVISÃO: a divisão gráfica de um ângulo não é sempre possível, embora a divisão aritmética seja. É possível dividir graficamente o ângulo em 2 partes, 4, 8... de forma precisa, através da determinação de sua bissetriz, porém não é possível dividi-lo em 3 partes (com exceção do ângulo de 90º).