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Determinação de ph da farinha, Manuais, Projetos, Pesquisas de Químca dos Alimentos

LAudo técnico sobre análise de ph de farinha de mandioca

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 06/11/2019

usuário desconhecido
usuário desconhecido 🇧🇷

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LAUDO TÉCNICO Nº: 04/2019
GARANTIA DA QUALIDADE
Pág. 01/03
Laudo e parecer técnico referente à avaliação de pH e quantificação de glúten em
amostra de farinha de trigo da marca BSB Alimentos.
01
Responsabilidade:
Farmacêuticas:
Ana Carolina Sousa
Francineila Albuquerque
Jessika Layane da Cruz Rocha
Maiane Silva de Souza
Nicole Moura
02
Conceitos importantes:
Farinha de trigo: Entende-se por farinha de trigo o produto obtido a partir da
espécie Triticum seativan ou de outras espécies do gênero Triticum
reconhecidas (exceto Triticum durum) através do processo de moagem do grão
de trigo (BRASIL, 1996).
pH: O pH é a sigla usada para potencial hidrogeniônico, porque se refere à
concentração de [H+] (ou de H3O+) em uma solução. Assim, o pH serve para
nos indicar se uma solução é ácida, neutra ou básica.
Glúten: O glúten é uma proteína presente no trigo, na cevada, no centeio, na
aveia, no triticale, malte e painço, e em todos os seus derivados, como farinha,
farelos, germe etc. Ele é formado quando se adiciona água à farinha nesse
momento, seus dois componentes (gliadina e glutenina) se aglomeram para
formar a massa. Conforme a massa é trabalhada, o glúten confere
elasticidade, plasticidade e adesividade, permitindo o crescimento do pão, sua
maciez e boa textura.
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Baixe Determinação de ph da farinha e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Químca dos Alimentos, somente na Docsity!

LAUDO TÉCNICO Nº: 04/

GARANTIA DA QUALIDADE

Pág. 01/ 03

Laudo e parecer técnico referente à avaliação de pH e quantificação de glúten em

amostra de farinha de trigo da marca BSB Alimentos.

Responsabilidade:

Farmacêuticas:

Ana Carolina Sousa

Francineila Albuquerque

Jessika Layane da Cruz Rocha

Maiane Silva de Souza

Nicole Moura

Conceitos importantes:

Farinha de trigo : Entende-se por farinha de trigo o produto obtido a partir da

espécie Triticum seativan ou de outras espécies do gênero Triticum

reconhecidas (exceto Triticum durum ) através do processo de moagem do grão

de trigo (BRASIL, 1996).

pH : O pH é a sigla usada para potencial hidrogeniônico, porque se refere à

concentração de [H+] (ou de H3O+) em uma solução. Assim, o pH serve para

nos indicar se uma solução é ácida, neutra ou básica.

Glúten: O glúten é uma proteína presente no trigo, na cevada, no centeio, na

aveia, no triticale, malte e painço, e em todos os seus derivados, como farinha,

farelos, germe etc. Ele é formado quando se adiciona água à farinha — nesse

momento, seus dois componentes (gliadina e glutenina) se aglomeram para

formar a massa. Conforme a massa é trabalhada, o glúten confere

elasticidade, plasticidade e adesividade, permitindo o crescimento do pão, sua

maciez e boa textura.

GARANTIA DA QUALIDADE

Pág. 02/ 03

Resultados obtidos:

Farinha de trigo – Avaliação do pH

Foi utilizada uma amostra de farinha de trigo da marca BSB Alimentos e

através de um pHmetro foi medido o seu pH.

Farinha de trigo – Determinação de glúten

Para a detecção de presença de glúten e sua quantificação na farinha de trigo

estudada adotou-se um método que elimina todos os componentes da farinha,

exceto o glúten.

O resultado foi calculado usando a seguinte fórmula:

𝐺𝑙ú𝑡𝑒𝑛

𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝑔𝑙ú𝑡𝑒𝑛 𝑠𝑒𝑐𝑜 (𝑔) X 100

𝐺𝑙ú𝑡𝑒𝑛 (%) =

0 , 0952 X 100

𝐺𝑙ú𝑡𝑒𝑛 (%) = 1 , 9

Resultados

Amostra pH Glúten

Farinha de trigo 5,0 1,9%

Fundamentação teórica:

O Brasil não possui em sua legislação um limite mínimo ou máximo de glúten

em farinhas; o estado apenas obriga os fabricantes a descreverem no rótulo a

presença ou ausência da proteína com as afirmativas “Contém glúten” ou “Não

contém glúten” (Lei 10.674/ 2003). A não exigência também se aplica ao pH

das farinhas, o que a literatura diz é que a farinha de trigo tende a ser

levemente ácida.

BRASIL. Lei n. 10.674, 16 de maio de 2003: O Congresso Nacional obriga que

os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de

glúten. Diário Oficial da União, n. 94, 2003.

ORTOLAN, Fernanda; HECKTHEUER, Luisa Helena; DE MIRANDA, Martha

Zavariz. Efeito do armazenamento à baixa temperatura (–4 C) na cor e no teor

de acidez da farinha de trigo. Ciência e Tecnologia de Alimentos , v. 30, n. 1,

BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Instrução Normativa n.

8, de 02 de junho de 2005. Regulamento técnico de identidade e qualidade da

farinha de trigo. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder

Executivo, Brasília, DF, 3 jun. 2005, Seção 1, p. 91.