Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Determinação do cloro, Trabalhos de Físico-Química

Relatório de dissolução do cloro ativo na Água sanitária

Tipologia: Trabalhos

2023

Compartilhado em 22/11/2023

breno-stanley
breno-stanley 🇧🇷

1 documento

1 / 14

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS
FACULDADE DE QUÍMICA
LABORATÓRIO DE FÍSICO-QUÍMICA I
ADRIANNY DA SILVA SODRÉ (202110840026)
BRENO STANLEY MENDES DE JESUS ALVES (202010840070)
DANILO HIERRO DE OLIVEIRA ROMÃO (202210840013)
VARIAÇÃO DE DISSOLUÇÃO DE CLORETOS ALCALINOS
BELÉM-PA
SETEMBRO/2023
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Determinação do cloro e outras Trabalhos em PDF para Físico-Química, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS

FACULDADE DE QUÍMICA

LABORATÓRIO DE FÍSICO-QUÍMICA I

ADRIANNY DA SILVA SODRÉ (202110840026)

BRENO STANLEY MENDES DE JESUS ALVES (202010840070)

DANILO HIERRO DE OLIVEIRA ROMÃO (202210840013)

VARIAÇÃO DE DISSOLUÇÃO DE CLORETOS ALCALINOS

BELÉM-PA

SETEMBRO/

ADRIANNY DA SILVA SODRÉ (202110840026)

BRENO STANLEY MENDES DE JESUS ALVES (202010840070)

DANILO HIERRO DE OLIVEIRA ROMÃO (202210840013)

VARIAÇÃO DE DISSOLUÇÃO DE CLORETOS ALCALINOS

Trabalho apresentado ao curso de licenciatura em química da Universidade Federal do Pará como requisito avaliativo. Profa^ Dra. Ana Paula Carriço de Lima. BELÉM-PA SETEMBRO/

1 INTRODUÇÃO

A variação da entalpia de dissolução de metais alcalinos, como o cloreto de sódio (NaCl) e o cloreto de potássio (KCl) em água é um fenômeno termodinâmico importante, em que descreve a quantidade de calor absorvida ou liberada quando esses sais se dissolvem em água. Os metais alcalinos são conhecidos por sua reatividade química e sua interação com a água é particularmente interessante devido às implicações práticas e teóricas. A compreensão da variação da entalpia de dissolução está intrinsecamente relacionada a dois conceitos fundamentais: as energias reticulares e a energia de hidratação. A dissolução desses sais em água é um processo exotérmico, no qual significa que libera calor para o ambiente. Isso ocorre porque as forças atrativas entre os íons do sal e as moléculas de água superam as forças de repulsão entre os íons. Quando os íons se separam e se dispersam na água, a energia é liberada na forma de calor. As energias reticulares referem-se à energia necessária para separar os íons de uma rede cristalina sólida e convertê-los em íons livres no estado gasoso. Nos cloretos de metais alcalinos, como o cloreto de sódio (NaCl) e o cloreto de potássio (KCl), os íons positivos (Na⁺ ou K⁺) e os íons negativos (Cl⁻) estão, fortemente, ligados por forças eletrostáticas na forma sólida. A dissolução desses compostos em água envolve quebrar essas ligações iônicas, o que requer uma quantidade significativa de energia. Esta etapa é endotérmica, ou seja, consome calor. Por outro lado, a energia de hidratação é a quantidade de calor liberada quando os íons dissolvidos interagem com as moléculas de água para formar íons hidratados. A água é uma molécula polar, e os íons dissolvidos são atraídos por essa polaridade. Quando íons como Na⁺ ou K⁺ se dispersam na água, as moléculas de água circundantes se organizam em torno deles, formando uma "casca" de solvatação. Essa etapa é exotérmica, ou seja, libera calor. Nos quais pode ser medida, experimentalmente, para determinar a quantidade exata de calor envolvida no processo de dissolução. Normalmente, essa entalpia é expressa em unidades de energia por quantidade de substância, como kJ/mol, sendo influenciada por fatores como a concentração da solução, a temperatura e a pressão. Em setores industriais, essa variação é aplicada em uma variedade de processos, desde a produção de sais até a formulação de produtos químicos e farmacêuticos. A justificativa para a escrita deste relatório debruça-se sobre o estudo dessas variações de entalpia, uma vez que contribui para uma compreensão mais profunda dos princípios termodinâmicos envolvidos nas reações quími

2 OBJETIVOS

2.1 Geral Analisar a variação de entalpia da dissolução dos compostos NaCl e KCl em um calorímetro. 2.2 Específicos ● Determinar a variação de entalpia de dissolução de cloretos de metais alcalinos em água ● Relacionar com as energias reticulares e energia de hidratação 3 MATERIAIS E REAGENTES 3.1 Materiais ● Um calorímetro; ● Um termômetro digital; ● Uma proveta de 100ml; ● Um vidro de relógio; ● Uma espátula; ● Balança analítica. 3.2 Reagentes ● NaCl(s); ● KCl(s). 4 METODOLOGIA Para este procedimento, a metodologia escolhida foi Ciclo de Born-Haber baseado nas medidas das variações de calor numa série de processos químicos relacionados. O método do ciclo de Born-Haber é uma abordagem teórica usada para calcular a entalpia de formação de

libera energia. Portanto, a energia reticular é maior em NaCl do que em KCl, o que significa que a atração entre íons em NaCl é mais forte do que em KCl. Fₑ= (q₁q₂)/r² (1) A energia de hidratação refere-se à energia liberada ou absorvida quando íons são cercados por moléculas de água e dissolvidos em uma solução aquosa. Quando um íon é colocado em água, as moléculas de água interagem com o íon de maneira a reduzir a atração entre os íons (uma vez que o íon é separado de seu contrário) e permitir sua dispersão na solução. Essa interação entre as moléculas de água e os íons resulta em uma liberação líquida ou absorção de energia. Se a energia de hidratação for maior que a energia reticular, o composto iônico será solúvel em água; caso contrário, o composto não será solúvel. 5.2 Tratamento de dados A solubilidade dos cloretos alcalinos, como o cloreto de sódio (NaCl) e o cloreto de potássio (KCl), em água depende de vários fatores, incluindo temperatura e pressão. O NaCl é altamente solúvel em água e é uma substância iônica muito comum e amplamente utilizada. A solubilidade do NaCl aumenta com o aumento da temperatura, ou seja, o NaCl pode ser dissolvido em água quente do que em água fria. A solubilidade do NaCl em água a 25°C (temperatura ambiente) é de aproximadamente 36 gramas de NaCl por 100 mL de água. NaCl dissocia-se completamente em íons Na+^ e Cl-^ quando é dissolvido em água, o que contribui para sua alta solubilidade. O KCl também é solúvel em água, mas sua solubilidade é ligeiramente menor em comparação com o NaCl. Assim como no caso do NaCl, a solubilidade do KCl aumenta com o aumento da temperatura. Isso significa que mais KCl pode ser dissolvido em água quente do que em água fria. A solubilidade do KCl em água a 25°C (temperatura ambiente) é de aproximadamente 34 gramas de KCl por 100 mL de água. Tabela 01 - Valores referentes a massa e temperatura dos sais. SAL MSAL (g) TA (^0 C) TSOLUÇÃO (^0 C)

ΔT (OC) 0 REAÇÃO

(CAL)

Δ H (CAL

POR MOL) NaCl 5, 85 24 0 C 23 0 C -1 0 C KCl 7, 45 24 0 C 20 0 C -4 0 C

● Calor em cal do NaCl Qnacl= Mc.Cc. AT+ ms. Cs. AT Qnacl=69,85×0,16×(-1)+(1,04×100)×0,93×(-1) = -107,892 cal ● Calor em cal do KCl Qkcl=Mc.Cc. AT+ ms. Cs. AT Qkcl=69,85×0,16×(-4) + (1,05×100)×0,91×(-4)= - 426,904 cal ● Qp= AH nNaCl= m = 5,85 = 0,1 nkCl= m = 7,45 = 0, mol 58,5 mol 74, .A[H]nacl = AH = 107,89 = 1.078,9 cal/mol n 0, A[H] kcl = AH = 426,90 = 4.269,0 cal/mol n 0, ● Variação de entalpia ao longo de uma transformação qualquer ΔHdiss = ΔHhidrat (Na+) + ΔHhidrat (Cl-) + U (NaCl) ΔHdiss = (-97,8 kcal/mol) + (-91,1 kcal/mol) + 185 kcal/mol = - 3,9 kcal/mol ΔHdiss = ΔHhidrat (K+) + ΔHhidrat (Cl-) + U (KCl) ΔHdiss = (-77,0 kcal/mol) + (-91,1 kcal/mol) + 168 kcal/mol = - 0,1 kcal/mol %Erro nacl= [vT-vE] x100 = [-3,9-(-1,07)] ×100 = 72,56% vT -3, %Erro kcl= [vT-vE] x100 = [-0,1-(-4,27)]×100 = 41,70% vT -0,

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

WILLIAMS, ROBERT J. P. A química inorgânica da vida. In: HALL, Nina. Neoquímica: A Química Moderna e Suas Aplicações. 1ª edição. Porto Alegre: Bookman, 2004. DEMICHELI, C. P.; MAIA, E. C. P. Química de Coordenação em Sistemas Biológicos. In: Farias, R. F. (Organizador). Química de Coordenação. São Paulo: Editora Átomo, 2003. CHISHOLM, Malcolm. A vestimenta dos íons metálicos: a química de coordenação na virada do milênio. In: HALL, Nina. Neoquímica: A Química Moderna e Suas Aplicações. 1ª edição. Porto Alegre: Bookman, 2004. BALL, D. W. Fisico-Química. Volume 1. 1 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2005. ATKINS, P. W. PAULA, J. de. Fundamentos de Físico-Química. Vol 1. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. SILVA, L. A; MARTINS, C. R; ANDRADE, J. B Por que todos os nitratos são solúveis? Quim. Nova, Vol. 27, No. 6, 2004.

ANEXO A - EXERCÍCIOS, TRATAMENTOS ESTATÍSTICOS E MÉTODOS

GRÁFICOS

1. Conceitue e dê exemplos de: A) Erro sistemático; R = Pode ser compreendido como erro que ocorre em decorrência de problemas em calibração do instrumento laboratorial, dessa forma, pode ser reduzida a aparição de possíveis erros ao utilizar as medições com quantitativo considerável de instrumentos semelhantes. Exemplos: Posicionamento inadequado de um aparelho de análise e mau preparo do analista. B) Erro acidental; R = Caracteriza-se de causas indeterminadas e afetam de modo imprevisível as medidas, estes erros podem aparecer como flutuações que estão relacionadas a precisão da medida, uma vez que nunca são eliminados e seu efeito e quantificação mediante aos métodos estatísticos. Exemplos: Erros devidos à variação de temperatura, pressão, umidade e erro do analista quanto ao valor observado em escalas do instrumento. A) Erro semi-acidental R = Configura-se em um erro devido a maneira de se trabalhar ou até mesmo com a instrumentação utilizada. Exemplo: Esvaziamento incompleto de um béquer. 2. Diferencie precisão de exatidão R = A precisão é usualmente quantificada como o desvio padrão de uma série de medidas já a exatidão de uma medida é a distância estimada entre a medida e um valor “verdadeiro”, “nominal”, “tomado como referência”, ou “aceito”. 3. Dê as definições de Erro Absoluto e Erro relativo. Cite exemplos R = O Erro Absoluto é a diferença entre o valor verdadeiro e a aproximação; Onde é o valor verdadeiro e a aproximação. Já o Erro Relativo é a relação entre o Erro Absoluto e o valor verdadeiro. Exemplo: Estimou-se que em uma bolsa há 160 moedas, mas ao contar uma a uma, constatou-se que realmente havia 156. Erro absoluto: ϵ = |156-160| = 4 moedas. Erro relativo = 4 / 156 = 0,026 = 2,6%.

d) 25, 5555; R = 2,55 x 10^2 e) 2144, 4; R = 2,14 x 10^3 f) 82, 365; R = 8,23 x 10^1 g) 19, 995; R = 1, 99 x 10^1

8. Na determinação da temperatura de cristalização de uma substância orgânica, sabe-se que a distribuição é aproximadamente normal e, encontrou-se os seguintes dados citados na tabela abaixo. Medidas Ti (^0 C) 1 22, 341 2 22, 351 3 22, 343 4 22, 352 5 22, 350 6 22, 335 7 22, 333 Sobre estes dados calcular: a) Média A fórmula da média é : X = X 1 + X 2 + … + Xn / n logo, o resultado será 22, 34357143 a) Desvio padrão A fórmula é descrita como: logo, o resultado será **7,7567197 x 10-

  1. Medindo-se o peso de um corpo, utilizando-se uma balança, encontrou-se os seguintes valores: P1 = 52, 388g ; P2 = 52, 393 g ; P3 = 52, 351g**

Se for considerada a média como o valor mais provável no caso, calcule os desvios absolutos e os desvios relativos R = A fórmula da média é : X = X 1 + X 2 + … + Xn / n Portanto, a média será 52, 377 Aplicando o valor determinado na média, determina-se o desvio absoluto: 52, 388 - 52, 377 = 0, 011 52, 393 - 52, 377 = 0, 016 52, 351 - 52, 377 = - 0, 026 Com os valores determinados no desvio absoluto, determina-se o desvio relativo: 0, 011/ 52, 377 = 2, 100 x 10- 0, 016/ 52, 377 = 3, 054 x 10-

  • 0, 026/ 52, 377 = - 4, 9640 x 10-