Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Dimensionamento, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Elétrica

Manual da Pirelli para dimensionamento de condutores elétricos

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 20/08/2010

rafael-ichihara-10
rafael-ichihara-10 🇧🇷

4.8

(4)

12 documentos

1 / 29

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
FIO PIRASTIC
USO GERAL
BAIXA TENSÃO
1/29
DIMENSIONAMENTO
INTRODUÇÃO
BAIXA TENSÃO
OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE
CONDUTORES ELÉTRICOS
Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos
itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha da seção de um condutor e do seu
respectivo dispositivo de proteção. Os seis critérios da norma são:
seção mínima; conforme 6.2.6;
capacidade de condução de corrente; conforme 6.2.5;
queda de tensão; conforme 6.2.7;
sobrecarga; conforme 5.3.3;
curto-circuito; conforme 5.3.5;
proteção contra choques elétricos; conforme 5.1.2.2.4
(quando aplicável)
Para considerarmos um circuito completa e corretamente dimensionado,
é necessário realizar os seis cálculos acima, cada um resultando em uma seção
e considerar como seção final aquela que é a maior dentre todas as obtidas.
Especial atenção deve ser dispensada ao dimensionamento de condutores em
circuitos onde haja a presença de harmônicas.
Esse assunto é abordado no item 6.2.6.2.5 da NBR 5410/2004.
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Dimensionamento e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Engenharia Elétrica, somente na Docsity!

FIO PIRASTIC

BAIXA TENSÃO USO GERAL

DIMENSIONAMENTO

INTRODUÇÃO

BAIXA TENSÃO

OS SEIS CRITÉRIOS TÉCNICOS DE DIMENSIONAMENTO DE

CONDUTORES ELÉTRICOS

Chamamos de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos

itens da NBR 5410/2004 relativos à escolha da seção de um condutor e do seu

respectivo dispositivo de proteção. Os seis critérios da norma são:

- seção mínima; conforme 6.2.6; - capacidade de condução de corrente; conforme 6.2.5; - queda de tensão; conforme 6.2.7; - sobrecarga; conforme 5.3.3; - curto-circuito; conforme 5.3.5; - proteção contra choques elétricos; conforme 5.1.2.2.

(quando aplicável)

Para considerarmos um circuito completa e corretamente dimensionado,

é necessário realizar os seis cálculos acima, cada um resultando em uma seção

e considerar como seção final aquela que é a maior dentre todas as obtidas.

Especial atenção deve ser dispensada ao dimensionamento de condutores em

circuitos onde haja a presença de harmônicas.

Esse assunto é abordado no item 6.2.6.2.5 da NBR 5410/2004.

DIMENSIONAMENTO FIO PIRASTIC

INTRODUÇÃO

SEÇÃO DO CONDUTOR NEUTRO

Conforme 6.2.6.2 da NBR 5410/2004, o condutor neutro deve possuir, no mínimo, a mesma seção que

os condutores fase nos seguintes casos:

- em circuitos monofásicos e bifásicos; - em circuitos trifásicos, quando a seção do condutor fase for igual ou inferior

a 25 mm 2 ;

- em circuitos trifásicos, quando for prevista a presença de harmônicas.

Conforme 6.2.6.2.6 da NBR 5410/2004, apenas nos circuitos trifásicos, é admitida a redução do

condutor neutro quando as três condições abaixo forem simultaneamente atendidas:

- quando a seção do neutro for no mínimo igual a 25 mm 2 ; - caso a máxima corrente susceptível de percorrer o neutro seja inferior à capacidade de condução de

corrente correspondente à seção reduzida do condutor neutro;

- quando o condutor neutro for protegido contra sobrecorrentes.

Os valores mínimos da seção do condutor neutro nestes casos estão indicados na tabela 16 a seguir.

O CONDUTOR DE PROTEÇÃO (FIO TERRA)

A NBR 5410/2004 recomenda o uso de CONDUTORES DE PROTEÇÃO (designados por PE), que,

preferencialmente, deverão ser condutores isolados, cabos unipolares ou veias de cabos multipolares.

A tabela 17 a seguir, indica a seção mínima do condutor de proteção em função da seção dos

condutores fase do circuito. Em alguns casos, admite-se o uso de um condutor com a função dupla

de neutro e condutor de proteção. É o condutor PEN (PE + N), cuja seção mínima é de 10 mm 2 , se for

condutor isolado ou cabo unipolar, ou de 4 mm 2 , se for uma veia de um cabo multipolar.

CORES DOS CONDUTORES NEUTRO E DE PROTEÇÃO

A NBR 5410/2004 prevê, no item 6.1.5.3, que os condutores de um circuito devem ser identificados,

porém deixa em aberto o modo como fazer esta identificação. No caso de o usuário desejar fazer

a identificação por cores, então devem ser adotadas aquelas prescritas na norma, a saber:

  • neutro (N) = azul-claro;
  • condutor de proteção (PE) = verde-amarela ou verde (cores exclusivas de condutor terra);
  • condutor PEN = azul-claro com indicação verde-amarela nos pontos visíveis.

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO

DE CORRENTE

TABELA 2 - (*) CAPACIDADES DE CONDUÇÃO DE CORRENTE, EM AMPÈRES,

PARA OS MÉTODOS DE REFERÊNCIA A1, A2, B1, B2, C, D, DA TABELA 1

FIOS E CABOS ISOLADOS EM TERMOPLÁSTICO, CONDUTOR DE COBRE.

  • Cabo Superastic Flex, Cabo Superastic, Fio Superastic;
  • Cabo Pirastic Flex, Cabo Pirastic, Fio Pirastic, Cabo Sintenax Flex e Afumex 750V;
  • 2 e 3 condutores carregados;
  • Temperatura no condutor: 70 °C;
  • Temperaturas: 30 °C (ambiente) e 20 °C (solo).

()* De acordo com a tabela 36 da NBR 5410/2004.

2 3 2 3 2 3 2 3 2 3 2 3 condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados

MÉTODOS DE INSTALAÇÃO DEFINIDOS NA TABELA 1

A1 A2 B1 B2 C D

Seções

nominais

(mm^2 )

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO

DE CORRENTE

TABELA 3 - (*) CAPACIDADES DE CONDUÇÃO DE CORRENTE, EM AMPÈRES,

PARA OS MÉTODOS DE REFERÊNCIA A1, A2, B1, B2, C, D, DA TABELA 1

FIOS E CABOS ISOLADOS EM TERMOPLÁSTICO, CONDUTOR DE COBRE.

  • Cabos Voltalene, Eprotenax, Eprotenax Gsette e Afumex 0,6/1kV;
  • 2 e 3 condutores carregados;
  • Temperatura no condutor: 90 °C;
  • Temperaturas: 30 °C (ambiente) e 20 °C (solo).

()* De acordo com a tabela 37 da NBR 5410/2004.

2 3 2 3 2 3 2 3 2 3 2 3 condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores condutores carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados carregados

MÉTODOS DE INSTALAÇÃO DEFINIDOS NA TABELA 1

A1 A2 B1 B2 C D

Seções

nominais

(mm^2 )

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO

DE CORRENTE

Cabos bipolares

Cabos tripolares e tetrapolares

2 condutores isolados ou 2 cabos unipolares

Condutores isolados ou cabos unipolares em trifólio

Contíguos Espaçados horizontalmente

Espaçados verticalmente

Cabos multipolares Cabos unipolares ou condutores isolados

MÉTODOS DE INSTALAÇÃO DEFINIDOS NA TABELA 1

E E F F F G G

3 cabos unipolares ou 3 condutores isolados

()* De acordo com a tabela 39 da NBR 5410/2004.

Seções

nominais

(mm^2 )

TABELA 5 - (*) CAPACIDADES DE CONDUÇÃO DE CORRENTE, EM AMPÈRES,

PARA OS MÉTODOS DE REFERÊNCIA E, F, G DA TABELA 1

FIOS E CABOS ISOLADOS EM TERMOPLÁSTICO, CONDUTOR DE COBRE.

  • Cabos Voltalene, Eprotenax, Eprotenax Gsette e Afumex 0,6/1kV;
  • Temperatura no condutor: 90 °C;
  • Temperatura: 30 °C.

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO

DE CORRENTE

TABELA 6 - (*) FATORES DE CORREÇÃO PARA TEMPERATURAS

AMBIENTES DIFERENTES DE 30 °C PARA LINHAS NÃO SUBTERRÂNEAS E DE

20 °C (TEMPERATURA DO SOLO) PARA LINHAS SUBTERRÂNEAS.

Temperatura

(°C)

Ambiente Do solo

PVC EPR ou XLPE PVC EPR ou XLPE

ISOLAÇÃO

()* De acordo com a tabela 40 da NBR 5410/2004.

Resistividade térmica (K.m/W) 1 1,5 2 3 Fator de correção 1,18 1,10 1,05 0,

TABELA 7 - (*) FATORES DE CORREÇÃO PARA CABOS CONTIDOS EM ELETRODUTOS ENTERRADOS

NO SOLO, COM RESISTIVIDADES TÉRMICAS DIFERENTES DE 2,5 K.m/W, A SEREM

APLICADOS ÀS CAPACIDADES DE CONDUÇÃO DE CORRENTE DO MÉTODO DE REFERÊNCIA D.

()* De acordo com a tabela 41 da NBR 5410/2004.

FATORES DE CORREÇÃO PARA

AGRUPAMENTO DE CIRCUITOS

TABELA 9 - (*) MULTIPLICADORES A UTILIZAR PARA A OBTENÇÃO DOS FATORES

DE AGRUPAMENTO APLICÁVEIS A CIRCUITOS TRIFÁSICOS OU CABOS MULTIPOLARES,

AO AR LIVRE, CABOS CONTÍGUOS, EM VÁRIAS CAMADAS HORIZONTAIS,

EM BANDEJAS, PRATELEIRAS E SUPORTES HORIZONTAIS

(MÉTODOS DE REFERÊNCIA C, E, F NAS TABELAS 2, 3, 4 E 5)

TABELA 10 - (*) FATORES DE AGRUPAMENTO PARA MAIS DE UM CIRCUITO

CABOS UNIPOLARES OU CABOS MULTIPOLARES DIRETAMENTE ENTERRADOS

(MÉTODO DE REFERÊNCIA D, DA TABELA 1)

CABOS MULTIPOLARES CABOS UNIPOLARES

Número de

circuitos

Nula 1 diâmetro de cabo 0,125m 0,25m 0,5m

DISTÂNCIA ENTRE CABOS (a)

()* De acordo com a tabela 44 da NBR 5410/2004.

()* De acordo com a tabela 43 da NBR 5410/2004.

2 3 4 ou 5 6 a 8 9 e mais

Número de circuitos trifásicos ou de cabos multipolares

(cabos unipolares ou cabos multipolares contíguos em uma camada)

Disposição num plano horizontal 0,85 0,78 0,75 0,72 0, Disposição num plano vertical 0,80 0,73 0,70 0,68 0,

NOTA

A) Os fatores são obtidos multiplicando os valores referentes à disposição num plano horizontal pelos referentes à disposição num plano vertical, que corresponde ao número de camadas.

FATORES DE CORREÇÃO PARA

AGRUPAMENTO DE CIRCUITOS

TABELA 11 - (*) FATORES DE AGRUPAMENTO PARA MAIS DE UM CIRCUITO

CABOS EM ELETRODUTOS DIRETAMENTE ENTERRADOS.

(MÉTODO DE REFERÊNCIA D NAS TABELAS 2 E 3)

Número de

circuitos

Nula 0,25m 0,5m 1,0m

ESPAÇAMENTO ENTRE DUTOS (a)

()* De acordo com a tabela 45 da NBR 5410/2004.

Número de

circuitos

Nula 0,25m 0,5m 1,0m

ESPAÇAMENTO ENTRE DUTOS (a)

()* De acordo com a tabela 45 da NBR 5410/2004. ()** Somente deve ser instalado 1 cabo unipolar por eletroduto, no caso deste ser em material não-magnético.

CABOS MULTIPOLARES

a) Cabos multipolares em eletrodutos - 1 cabo por eletroduto

b) Cabos multipolares em eletrodutos - 1 cabo por eletroduto (**)

CABOS UNIPOLARES

FATORES DE CORREÇÃO PARA

AGRUPAMENTO DE CIRCUITOS

TABELA 13 - (*) FATORES DE CORREÇÃO PARA O AGRUPAMENTO DE CIRCUITOS

CONSTITUÍDOS POR CABOS UNIPOLARES AO AR LIVRE

(MÉTODO DE REFERÊNCIA F NAS TABELAS 4 E 5)

NOTAS

A) Os valores indicados são médios para os tipos de cabos e a faixa de seções das tabelas 4 e 5. B) Os fatores são aplicáveis a cabos agrupados em uma única camada, como mostrado acima, e não se aplicam a cabos dispostos em mais de uma camada. Os valores para tais disposições podem ser sensivelmente inferiores e devem ser determinados por um método adequado; pode ser utilizada a tabela 10. C) Os valores são indicados para uma distância vertical entre bandejas ou leitos de 300mm. Para distâncias menores, os fatores devem ser reduzidos. D) Os valores são indicados para uma distância horizontal entre bandejas de 225mm, estando estas montadas fundo a fundo. Para espaçamentos inferiores, os fatores devem ser reduzidos. E) Para circuitos contendo vários cabos em paralelo por fase, cada grupo de três condutores deve ser considerado como um circuito para a aplicação desta tabela.

Número de

bandejas

ou leitos

Método de instalação da tabela 1

Bandejas

horizontais

perfuradas

(nota C)

Bandejas

verticais

perfuradas

(nota D)

Leitos,

suportes

horizontais,

etc.

(nota C)

Bandejas

horizontais

perfuradas

(nota C)

Bandejas

verticais

perfuradas

(nota D)

Leitos,

suportes

horizontais,

etc.

(nota C)

Número de circuitos trifásicos (nota E) Utilizar como multiplicador para a coluna:

()* De acordo com a tabela 41 da NBR 5410/1997.

Contíguos

Contíguos

Contíguos

Espaçados

Espaçados

Espaçados

FATORES DE CORREÇÃO PARA

AGRUPAMENTO DE CIRCUITOS

  • Os fatores de correção tabelados (tabelas 8 a 13) são aplicáveis a grupos de cabos semelhantes,

igualmente carregados. O cálculo dos fatores de correção para grupos contendo condutores isolados ou

cabos unipolares ou multipolares de diferentes seções nominais, depende da quantidade de condutores

ou cabos e da faixa de seções. Tais fatores não podem ser tabelados e devem ser calculados caso a

caso, utilizando, por exemplo, a NBR 11301.

  • No caso de condutores isolados, cabos unipolares ou cabos multipolares de dimensões diferentes em

condutos fechados ou em bandejas, leitos, prateleiras ou suportes, caso não seja viável um cálculo mais

específico, deve-se utilizar a expressão:

F =

n

onde:

F = fator de correção

n = número de circuitos ou de cabos multipolares

GRUPOS CONTENDO CABOS DE DIMENSÕES DIFERENTES

NOTA

São considerados cabos semelhantes aqueles cujas capacidades de condução de corrente baseiam-se na mesma temperatura máxima para serviço contínuo e cujas seções nominais estão contidas no intervalo de 3 seções normalizadas sucessivas.

NOTA

A expressão dada está a favor da segurança e reduz os perigos de sobrecarga sobre os cabos de menor seção nominal. Pode, no entanto, resultar no superdimensionamento dos cabos de seções mais elevadas.

S ≤ 25 S

Seção dos Seção mínima do

condutores fase condutor neutro

(mm 2 ) (mm 2 )

TABELA 15 - (*) SEÇÕES MÍNIMAS DOS CONDUTORES ISOLADOS.

TABELA 16 - () SEÇÃO DO CONDUTOR NEUTRO. TABELA 17 - () SEÇÕES MÍNIMAS DOS

CONDUTORES DE PROTEÇÃO.

Tipo de instalação Utilização do circuito condutor isolado (mmSeção mínima do 2 )

Instalações fixas

em geral

Ligações flexíveis

Circuitos de iluminação 1, Circuitos de força (incluem tomadas) 2, Circuitos de sinalização e circuitos de controle 0, Para um equipamento específico Como especificado na norma do equipamento Para qualquer outra aplicação 0, Circuitos a extrabaixa tensão para aplicações especiais 0,

()* De acordo com a tabela 48 da NBR 5410/2004.

OBSERVAÇÃO Ver restrições à redução da seção do condutor neutro na página 2.3 da Introdução.

()* De acordo com a tabela 46 da NBR 5410/2004.

()* De acordo com a tabela 58 da NBR 5410/2004.

Seção dos Seção do condutor

condutores fase de proteção

(mm 2 ) (mm 2 )

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

QUEDA DE TENSÃO

TABELA 18 - (*) LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO

A Calculados a partir dos terminais secundários do transformardor MT/BT, no caso de transfromador próprio. 7%

B Calculados a partir dos terminais secundários do transformardor MT/BT, da empresa distribuidora de 7%

eletricidade quando o ponto de entrega for ai localizado.

C Calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos com fornecimento em tensão secundária 5%

de distribuição.

D Calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador próprio. 7%

Valor

máximo

(A)

(B) (C)

()* De acordo com 6.2.7 da NBR 5410/2004.

NOTAS

A) Em nehum caso a queda de tensão nos circuitos terminais podem ser superior a 4%; B) Nos casos A, B e D, quando as linhas principais da instalação tiverem um comprimento superior a 100m, as quedas de tensão podem ser aumentadas de 0,005% por metro de linha superior a 100m, sem que, no entanto, essa suplementação seja superior a 0,5%.

QUEDA DE TENSÃO

TABELA 20 - QUEDA DE TENSÃO EM V/A. km

CABO SINTENAX, CABO SINTENAX FLEX E VOLTALENE

Seção nominal (mm

FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,

S = 10cm S = 20cm S = 2D S = 10cm S = 20cm S = 2D

Cabos unipolares (D)

INSTALAÇÃO AO AR LIVRE (C)

CABO SINTENAX, CABO SINTENAX FLEX E VOLTALENE

Cabos uni Cabos tri e

e bipolares tetrapolares

Circuito Circuito Circuito

trifásico (B)^ monofásico (B)^ trifásico

Circuito monofásico Circuito trifásico

NOTAS

A) Os valores da tabela admitem uma temperatura no condutor de 70 °C; B) Válido para instalação em eletroduto não-magnético e diretamente enterrado; C) Aplicável a fixação direta a parede ou teto, ou eletrocalha aberta, ventilada ou fechada, espaço de construção, bandeja, prateleira, suportes e sobre isoladores; D) Aplicável também ao Cabo Superastic Flex, Cabo Superastic, Fio Superastic, Cabo Pirastic Flex, Cabo Pirastic, Fio Pirastic e sobre isoladores.

QUEDA DE TENSÃO

TABELA 21 - QUEDA DE TENSÃO EM V/A. km

CABO EPROTENAX, CABO EPROTENAX GSETTE E AFUMEX 0,6/1kV

Seção nominal (mm

FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,95FP = 0,8FP = 0,

S = 10cm S = 20cm S = 2D S = 10cm S = 20cm S = 2D

Cabos unipolares (D)

INSTALAÇÃO AO AR LIVRE (C)

CABO EPROTENAX, CABO EPROTENAX GSETTE E AFUMEX 0,6/1kV

Cabos uni Cabos tri e

e bipolares tetrapolares

Circuito Circuito Circuito

trifásico (B)^ monofásico (B)^ trifásico

Circuito monofásico Circuito trifásico

NOTAS

A) Os valores da tabela admitem uma temperatura no condutor de 90 °C; B) Válido para instalação em eletroduto não-magnético e diretamente enterrado; C) Aplicável a fixação direta a parede ou teto, ou eletrocalha aberta, ventilada ou fechada, espaço de construção, bandeja, prateleira, suportes e sobre isoladores.