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DNA e RNA - trabalho , Traduções de zootecnia

DNA e RNA - DNA e RNA

Tipologia: Traduções

2011

Compartilhado em 30/07/2011

macedo_elison
macedo_elison 🇧🇷

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Universidade Estadual do Maranhão
CCA- Centro de Ciências Agrárias
Curso: Zootecnia
Docente: Nayara Santos
Discente: Deise Anchieta; Erica Brandão; Elaine Farias; Elison Macedo
Tema: Estrutura e síntese dos ácidos nucléicos
São Luis - MA
2011
Deise Anchieta - 115905
Erica Brandão - 1159102
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Universidade Estadual do Maranhão

CCA- Centro de Ciências Agrárias

Curso: Zootecnia

Docente: Nayara Santos

Discente: Deise Anchieta; Erica Brandão; Elaine Farias; Elison Macedo

Tema: Estrutura e síntese dos ácidos nucléicos

São Luis - MA 2011

Deise Anchieta - 115905

Erica Brandão - 1159102

Elaine Farias - 1159124 Elison Macedo - 1159112

Tema: Estrutura e síntese dos ácidos nucléicos

Trabalho apresentado à disciplina de Biologia celular, para a professora Nayara Santos.

São Luis – MA

Introdução

Os ácidos nucléicos são as maiores moléculas encontradas no mundo vivo. São responsáveis pelo controle dos processos vitais básicos em todos os seres. Foram

1- Considerações dos Ácidos Nucléicos

  • Função: Coordenar a síntese das enzimas e demais proteínas determinando assim as características dos indivíduos, como cor dos olhos, cor da pele, estatura, tendência de comportamento, etc.
    • Nucleotídeos: são as unidades constitucionais dos ácidos nucléicos, ou seja, são os monômeros dos ácidos nucléicos;
    • Estrutura do nucleotídeo: é constituído por três partes: uma base nitrogenada, uma pentose, um grupo fosfato;
    • Bases Nitrogenadas: são compostos orgânicos nitrogenados de cadeia fechada. Ocorrem dois tipos: púricas e pirimídicas. As bases púricas apresentam dois anéis. São elas: adenina e guanina. As bases pirimídicas apresentam um só anel. São elas: adenina, timina e uracila ou uracil.
    • Representação das bases nitrogenadas: na formação dos ácidos nucléicos as bases púricas se combinam com as bases pirimídicas da seguinte forma: DNA e RNA. No DNA as bases púricas: Adenina(A), Guanina (G); as bases pirimídicas: Timina (T), Citosina (C). No RNA as bases púricas: Adenina (A), Guanina (G); bases pirimídicas: Uracil (U), Citosina (C).
      • A Dupla Hélice: Na dupla hélice do DNA, descrita pela primeira vez por Watson e Crick, as cadeias da molécula se dobram em torno de um eixo comum e de modo antiparalelo - a extremidade 5’ de uma cadeia é pareado com a extremidade 3’ da outra cadeia. No tipo mais comum de hélice - "B" - o esqueleto hidrofílico de fosfatos e pentoses fica na parte externa, enquanto que as bases hidrofóbicas, fixadas à este esqueleto, ficam no lado de dentro da estrutura. A estrutura lembra uma "escada em caracol".

As bases se mantém pareadas por pontes de hidrogênio, 2 entre "A" e "T" e 3 entre "C" e "G". As fitas do DNA podem ser separadas sob certas condições experimentais, sem rompimento das ligações fosfodiéster, e a dupla hélice pode ser desnaturada em um processo controlado e dependente de temperatura. Existem 3 formas estruturais de DNA:

  • A forma "B" --> descrita por Watson e Crick em 1953, é a forma mais comum; a hélice é voltada para a direita e com 10 resíduos por volta, com planos de bases perpendiculares ao eixo helical.
  • A forma "A" --> Obtida pela desidratação moderada da forma "B", também é voltada para a direita, mas possui 11 resíduos por volta e as bases estão em um ângulo de 20 graus em relação ao eixo helical.

2 - Duplicação do DNA

Para que o DNA se autoduplique há o rompimento das pontes de hidrogênio que ligam as bases nitrogenadas. Os filamentos da molécula de DNA se rompem pela ação da enzima helicase. Logo a seguir, novos nucleotídeos, iguais aos anteriores, se unem a fita rompida. A enzima DNA-polimerase é quem comanda o encaixamento dos novos nucleotídeos nessa fita.

Durante o encaixamento dos novos nucleotídeos é obedecido o emparelhamento das bases nitrogenadas (A-T e C-G). Por esse motivo, a sequência de bases do filamento antigo determina a sequência do filamento de bases que está sendo formado.

A duplicação do DNA é semiconservativa , pois conserva apenas metade da fita original. Esta duplicação é importante, pois, sendo o DNA o principal constituinte dos cromossomos de cada espécie é conservado durante a divisão celular mitótica.

A DNA polimerase (d) é capaz de se autocorrigir, ou seja, um novo nucleotídeo só é adicionado à cadeia se o anterior for complementar ao nucleotídeo da

polimerase do DNA atinge o primer de RNA ligado à extremidade 5´ do fragmento sintetizado anteriormente.

(^3) - Transcrição do DNA

A transcrição é um processo altamente seletivo, pois apenas pequenas porções da fita de DNA molde são copiadas. Isso é muito importante, pois é o primeiro passo da regulação de um gene.

O RNA de todos os tipos é transcrito de um filamento-molde de DNA, catalisado por diversas enzimas referidas como RNA-polimerase. A sequência de nucleotídeos do RNA é complementar à do filamento molde de DNA, exceto quanto à substituição de timina por uracila. A síntese de um RNA complementar a partir de um DNA é denominada de transcrição, cujo DNA usado como molde para a síntese de RNA, é chamado de filamento com sentido.

O processo é iniciado quando a polimerase do DNA se liga a uma das extremidades do DNA. Essa extremidade é muito específica, possuindo uma sequência especial de bases, e é chamada de promotor. Neste local, existe um sítio de iniciação, com a primeira base a ter transcrita. A polimerase do RNA segue pela extensão da cadeia, transcrevendo o DNA em RNA até encontrar a sequência de terminalização, que contém bases específicas que determinam o fim da transcrição.

  • Etapas de transcrição: 1 – Reconhecimento da fita molde de DNA: o DNA e as polimerases do RNA (enzimas catalizadoras da reação) estão livres na célula e podem se encontrar ao acaso, porém a transcrição só tem início quando a enzima encontra e liga-se fortemente ao sítio promotor. Quando isso acontece, a dupla-hélice é desenrolada e as fitas são separadas.

2 – Início da transcrição: a polimerase ligada à região promotora inicia o processo de transcrição, adicionando os primeiro nove nucleotídeos da sequência de RNA. Essa fase é chamada de fase de iniciação.

3 – Elongação: após a produção de aproximadamente nove nucleotídeos, a polimerase do RNA passa a se deslocar pela molécula de DNA, desenrolando sua hélice e produzindo uma molécula de RNA, cada vez mais alongada. O DNA já transcrito volta a ser enrolado, quase que imediatamente, recompondo a sua dupla-hélice. Esse processo é chamado de fase de elongação.

4 – Término: a fita de RNA produzida é simples e livre, pois quando a polimerase do RNA encontra a sequência de terminalização, ele para de ser transcrito. A partir desse momento, nenhuma outra base nitrogenada é incorporada ao RNA. Neste momento, a bolha de transcrição se desprende, liberando uma molécula de RNA e imediatamente a molécula de DNA se enrola completamente. A enzima DNA-ligase, reconstituí o DNA. RNA Características e propriedades:

  • É formado pelo ácido ribonucleico;
  • (^) É sintetizado pelo DNA;
  • Constitui-se por uma única fita de nucleotídeos;
  • Apresenta as bases púricas- adeninas e guaninas- e as bases pirimídicas citosinas e uracila;
  • Tem a função de guiar a síntese de moléculas proteicas por meio da mais complexa maquinaria de tradução, envolvendo uma grande máquina de múltiplas moléculas, o ribossomo o qual é composto o RNA e proteínas.

Compõe-se de uma só cadeia helicoidal e apresenta três classes, cada uma das quais cumpre uma função específica na célula: o RNAm (mensageiro); RNAr ( ribossômico); e RNAt (transportador).

Para responder a esta perguntas é necessário o seguinte raciocínio matemático:

  • Se 1 nucleotídeo codificasse um aminoácido só poderia existir 4 diferentes tipos de

Aminoácidos na cadeia portéica.

  • Se 2 nucleotídeos codificassem um aminoácido só poderia existir 16 tipos de aminoácidos diferentes na cadeia protéica.
  • Se 3 aminoácidos codificassem um aminoácido seria possível existir 64 tipos diferentes de aminoácidos na cadeia protéica logo, por matemática, um código tríplice é a menor unidade de codificação capaz de acomodar os 20 diferentes tipos de aminoácidos que comumente ocorrem nas proteínas.

Atualmente definimos o CODON como sendo uma seqüência de três nucleotídeos adjacentes no mRNA capaz de codificar um aminoácido.

Decif

ração do códig o genéti co

Estudos foram realizados permitindo constatar que o código genético representado por sessenta e quatro codons mRNA, sessenta e um dos quais codificam para aminoácidos e três para terminação em cadeia. Três dos que codificam aminoácidos são identificados tbém como iniciadores.

São evidenciadas as seguintes características do código genético:

Código genético redundante ou degenerado

O código genético é dito degenerado pelo fato de existir, para um determinado aminoácido, mais de uma trinca para codificá-lo. Apenas a metionina (Met) e o triptofano (Trp) são codificados por um único codon, representados por AUG e UGG, respectivamente.

A glicina (GLY), por exemplo, é codificada por GGG, GGC, GGA e GGU.

Trincas sem sentido ou terminalizadas

São aquelas trincas que não codificam aminoácidos e que tem por função indicar o término da síntese protéica. São também denominados trincas terminalizadoras. Ex.: UAG, UAA, UGA.

Código genético universal

O código genético é dito universal devido ao fato da mesma trinca codificar o mesmo aminoácido em qualquer organismo. Em alguns casos certas trincas são mais eficientemente utilizadas.

  • Tradução

A tradução é um processo que ocorre no citoplasma da célula, no qual a mensagem trazida pela fita de mRNA é traduzida em uma sequência de aminoácidos. O processo de tradução envolve as seguintes etapas:

a. Após a chegada da fita de mRNA no citoplasma, ocorre a complexação das subunidades do ribossomo (nos procariotas o ribossomo é 70 s = 50 s + 30 s, e nos eucariotas é de 80 s = 50 s + 40 s) com esta fita. Polissomos é a denominação que se dá à complexação de vários ribossomos a uma mesma fita de mRNA. No caso da síntese

h. O processo é continuado até que todos os aminoácidos necessários para a confecção da proteína estejam ligados. A última trinca lida na fita de mRNA deverá ser um fator de terminalização (UAA, UAG ou UGA) que não codifica nenhum aminoácido mas indica o término da síntese protéica.

i. A síntese protéica termina com a desativação do complexo ribossomo-mRNA, a desativação do tRNA e formação da proteína que ainda se encontra em forma linear. Para adquirir a especificidade é necessário que esta estrutura primária atinja uma estrutura terciária ou quaternária.

Conclusão

Todas as formas de vida possuem os chamados ácidos nucléicos. Esses ácidos têm esse nome por terem sido descobertos em primeiro lugar no núcleo das células. Segundo o biólogo José Mariano Amabis.

Existem dois tipos identificados de ácidos nucléicos, que são:

O DNA (que significa, em inglês, DesoxirriboNucleic Acid, ou ácido desoxirribonucleico). Ele tem esse nome porque o açúcar que o forma é a desoxirribose.

E o RNA (que significa, em inglês, RiboNucleic Acid, ou ácido ribonucléico). O nome vem do açúcar que o compõe, que é a ribose.

A investigação sobre o DNA tem um impacto significativo, especialmente no âmbito da medicina, mas também na agricultura e pecuária, com objetivos de domesticação, seleção e de cruzamentos dirigidos.

Referências Bibliográficas

  • http://www.aprendaki.webcindario.com/textos/citoquimica.htm
  • http://www.guia.heu.nom.br/dna.htm
  • (^) http://www.e-escola.pt/topico.asp?id=