



























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Este documento explica as perdas de carga localizadas em tubagens, que decorrem de peças especiais e conexões, diferentemente das perdas em consequência do escoamento ao longo das condutas. O texto aborda a importância dessas perdas, como expressá-las usando a equação geral ou o método dos comprimentos equivalentes, e fornece exemplos práticos. Além disso, o documento apresenta exercícios para a prática.
Tipologia: Exercícios
1 / 35
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!




























Na prática as tubagens não são constituídas exclusivamente de tubos retilíneos e de mesmo diâmetro. Usualmente, as tubagens apresentam peças especiais ( válvulas, registros, medidores de vazão etc ) e conexões ( ampliações, reduções, curvas, cotovelos, tês etc ) que pela sua forma geométrica e disposição elevam a turbulência, resultando em perdas de carga.
As perdas de carga localizadas podem ser expressas pela Equação Geral / Método dos Coeficientes : g U H K i i 2 2 Onde: Ui = é a velocidade média do fluxo (m/s) que, no caso das ampliações e reduções refere-se, geralmente, à secção de maior velocidade ou, no caso das peças especiais (registros, curvas etc.), refere-se a velocidade média na tubagem. Ki = é um coeficiente empirico DETERMINAÇÃO DE PERDAS DE CARGAS
Aço galvanizado ou ferro fundido (m)
PVC rígido ou cobre (m)
Mudanças alargamentos ou estreitamentos, curvas, bifurcações, equipamentos diversos na canalização (válvulas e outras estruturas).
A perda de carga singular é avaliada comparando-se o antes e o depois da singularidade Sem o efeito da singularidade (regime estabelecido) Hipótese de escoamento unidimensional válida
ENGº A. ROCHA (^) 6/22/2020 16
2g 2 U ΔH K K coeficiente adimensional, determinado experimentalmente para Re > 10 5 e analiticamente para um pequeno número de casos U velocidade média de referência. Em geral, nas peças em que há mudanças de diâmetro, é tomada na secção de menor diâmetro (velocidade média maior)
ENGº A. ROCHA (^) 6/22/2020 17 Experimentos: p AB = p 1 em média V AB ~ V 1 A AB ~ A 2
Ocorre a desaceleração do fluido no trecho curto
No caso de contracção brusca Contracção do jacto Logo após expansão
ENGº A. ROCHA (^) 6/22/2020 20
2
1 = 0 ou A 2
1 = 0 equivale a uma entrada de reservatório não reentrante e não ajustada Entrada em Aresta Viva