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Doença Renal Policística Autossômica Dominante: Causas, Características e Diagnóstico, Resumos de Fisiopatologia

A doença renal policística autossômica dominante é uma doença genética caracterizada por múltiplos cistos em ambos rins, causando insuficiência renal. A aula 40 aborda as características gerais da doença, os genes pkd1 e pkd2, a formação de cistos e fibrose no órgão, além do diagnóstico por imagem. Também são discutidas as complicações clínicas, como hemorragia, dilatação dos cistos, hematúria, proteinúria e hipertensão.

Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 26/11/2022

guslima99
guslima99 🇧🇷

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Doença renal policística autossômica dominante
AULA 40
Cistoproliferação de células epiteliais com
acúmulo de água em seu interior, muito comum no
ovário.
Doença cística do rim
são razoavelmente comuns e de difícil
diagnóstico.
algumas formas de doença policística
estão entre os principais responsáveis por
doenças renais crônicas
podem/são frequentemente confundidas
com tumores malignos.
*características gerais
doença genética
característica por múltiplos cistos em
ambos rins, que destroem o parênquima
renal causando insuficiência renal, podem
haver cistos em outras regiões do corpo,
mas nos rins é sempre mais proliferativo.
Representa 5% a 10% dos casos de
doença renal terminal que necessitam de
transplante ou diálise
a proteína pk1 e pk2 alterada podem
causar policistina 1 e 2, respectivamente.
gene pkd1
Cromossomo 16p13.3.
Codifica a proteína integral da membrana
policistina-1: expressa em células epiteliais
tubulares no néfron distal.
85% dos casos
portadores da mutação - 95% de chances de
desenvolver insuficiência renal crônica aos
70 anos de idade.
gene pkd2
Cromossomo 4q21.
Codifica a proteína integral da membrana
policistina-2: expressa em todos os
segmentos do néfron e em tecidos
extra-renais.
Forma mais branda da doença.
45% de chances de desenvolver insuficiência
renal crônica aos 70 anos de idade.
oAMPc abundante dentro da célula vai
causar proliferação celular e com
secreção um líquido não muito
específico.
o que faz o cisto crescer é o líquido
produzido e esse líquido vai fazer com que
a estrutura vá se expandindo.
essas mutação reduz o influxo de cálcio
celular.
Além da formação cística, irá causar
fibrose no órgão, o que irá atrapalhar a
funcionalidade do órgão.
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Doença renal policística autossômica dominante AULA 40 Cisto→ proliferação de células epiteliais com acúmulo de água em seu interior, muito comum no ovário. Doença cística do rim→ ● são razoavelmente comuns e de difícil diagnóstico. ● algumas formas de doença policística estão entre os principais responsáveis por doenças renais crônicas ● podem/são frequentemente confundidas com tumores malignos. *características gerais ● doença genética ● característica por múltiplos cistos em ambos rins, que destroem o parênquima renal causando insuficiência renal, podem haver cistos em outras regiões do corpo, mas nos rins é sempre mais proliferativo. ● Representa 5% a 10% dos casos de doença renal terminal que necessitam de transplante ou diálise ● a proteína pk1 e pk2 alterada podem causar policistina 1 e 2, respectivamente. gene pkd

  • Cromossomo 16p13.3.
  • Codifica a proteína integral da membrana policistina-1 : expressa em células epiteliais tubulares no néfron distal.
  • 85% dos casos
  • portadores da mutação - 95% de chances de desenvolver insuficiência renal crônica aos 70 anos de idade. gene pkd - Cromossomo 4q21. - Codifica a proteína integral da membrana policistina-2 : expressa em todos os segmentos do néfron e em tecidos extra-renais. - Forma mais branda da doença. - 45% de chances de desenvolver insuficiência renal crônica aos 70 anos de idade. ● o AMPc abundante dentro da célula vai causar proliferação celular e com secreção→ um líquido não muito específico. ● o que faz o cisto crescer é o líquido produzido e esse líquido vai fazer com que a estrutura vá se expandindo. ● essas mutação reduz o influxo de cálcio celular. ● Além da formação cística, irá causar fibrose no órgão, o que irá atrapalhar a funcionalidade do órgão.

● Múltiplas formação de cisto no rim, a ponto de levar ao aumento volumétrico renal, o que pode ser sinal da doença, aumentando o tamanho e peso. ● Parênquima substituído por cistos, alterando o funcionamento renal. ● superfície irregular (saco de batata) ● os cistos possuem líquidos de aspecto claro a marrom, ocasionalmente hemorrágico ● Podem atingir os cálices da pelve, causando compressão, e são revestidos por distintos tipos epiteliais. ● A cápsula de Bowman pode estar envolvida na formação de cistos. ● no transplante renal, os cistos não irão voltar a proliferar. Tomografia computadorizada

  • *nefromegalia bilateral DPRAD ⬇ ● Presença de fibrose é quase universal em todos os quadro pois há uma mutação da proteína PKD1 que é a fibronectina/poliductina, presente nos túbulos renais, ductos biliares do fígado e nos ductos pancreáticos ● quadro de fibrose hepática predispõe a episódios de colangite de repetição por estase biliar ● A ruptura de varizes esofágicas são as principais causas da morte. Diagnóstico feito primeiramente por imagem→ tomografia

Estadio III→ >7 comprometimento da cápsula renal, tumor progredindo até a veia renal. Estádio IV→ >7cm tumor comprometendo a artéria renal

**- invasão da adrenal

  • comprometimento dos linfonodos**

Síndrome nefrótica

*alteração na albumina irá alterar a pressão oncótica e osmótica. Fatores que podem levar à síndrome nefrótica→ ● lúpus eritematoso ● antiinflamatórios não esteroidais ● diabetes ● amiloidose ● infecções *Força de Starling→ O que são as forças de Starling? As forças de Starling, ou Equação de Starling, foi formulada em 1896, e o que ela mostra é que, *em situações fisiológicas, há um equilíbrio entre a filtração (depende da pressão hidrostática) e a reabsorção (que depende da pressão oncótica). função dos podócitos → barreira de filtração hipoproteinemia→ baixa de proteína no sangue → ⬇Pressão oncótica→ edema. hipoproteinemia→ baixa de proteína no sangue→mecanismo compensatório do fígado na produção de albumina→ aumenta produção de colesterol e triglicerídeos→ hipercolesterolemia

300 mg/dL *Além de usar muita energia para compensar a hipoproteinemia, pode causar desnutrição, aumento da PA, insuficiência renal aguda, doença renal crônica, coágulo no sangue e infecções. Síndrome nefrítica Homem, 32 anos, deu entrada na emergência de sua cidade, queixando-se de leve inchaço nas mãos e nos olhos. Durante a anamnese, informou o médico que há dois dias notou oligúria e urina da cor de chocolate. Ao exame físico não estava com febre, sua frequência cardíaca era de 85 e a pressão arterial era de 170/100 mmHg, tinha discreto edema periorbital e o exame do fundo de olho encontrava-se sem anormalidades, a ausculta pulmonar encontrava-se com raros sibilos de base e não havia massas abdominais. O exame de urina no ambulatório com fita reagente mostrou 3+ de sangue e 2+ de proteína, sendo o restante negativo. *A síndrome nefrótica é caracterizada pela hematúria, graus variáveis de proteinúria.

  • depósito de imunocomplexos (AG-AC)

*A deposição de imunocomplexos pode ocorrer devido a DOENÇAS AUTOIMUNES. Depósitos de imunocomplexos→ processo inflamatório→ obstrução dos capilares glomerulares→ redução da TFGretenção de sódio e aumento de ureia/creatinina→ edema, hipertensão arterial e congestão venosa (hipervolemia), terá também oliguria/anuria. ● Síndrome nefrítica → hematúria ○ edema ○ hipertensão ○ hematúria macro ○ redução da TFG ● Síndrome nefrótica→ proteinúria ○ edema ○ hipoalbuminemia ○ proteinúria ○ hipercolesterolemia ○ colesterolemia Carcinoma urotelial ● Principal tipo de neoplasia geniturinárias ● alta taxa de recorrência ● doença mórbida ● aspecto couve-flor. ● O diagnóstico pode ser feito com cistoscopia ou uretrocistoscopia. *O rim é o responsável por filtrar substâncias tóxicas do corpo, e em seguida vai para a urina para ser eliminado.

  • por isso a importância de beber água
    • Não ir ao banheiro quando estiver com a bexiga cheia pode causar carcinoma urotelial. *80% dos tumores são superficiais, 10 a 20% evoluem para tumores invasivos. *O tumor começa a crescer no epitélio da bexiga que está em contato com as substâncias tóxicas *O tumor de aspecto superficial pode evoluir para um tumor invasivo atravessando o lúmen da bexiga. **Sinais e sintomas
  • hematúria
  • dor ou ardência durante a urinação
  • aumento da frequência da necessidade de urinar.**