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Resumo da disciplina
Tipologia: Resumos
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Felizmente, nas últimas décadas, a humanidade parece ter despertado para os problemas ambientais causado pela expansão da população humana. Estamos tomando consciência de que é preciso fazer algo para evitar a degradação do ambiente favorável à vida em nosso planeta.
A primeira atitude para proteger o ambiente é procurar compreender a intricada rede que interliga os seres vivos e o meio.
1.1. EFEITO ESTUFA
Parte da radiação solar que atinge a terra é refletida pelas nuvens e pela superfície terrestre, enquanto outra parte é absorvida. A energia absorvida pela superfície é reirradiada para a atmosfera na forma de calor mantendo a superfície da terra aquecida. Esse fenômeno natural é o chamado efeito estufa, o grande responsável pela vida na terra. O efeito estufa mantém a superfície da terra aquecida impedindo a perda de calor para o espaço garantindo as condições favoráveis á vida.
A interferência humana tem aumentado esse fenômeno natural causando um aumento na temperatura do planeta. A partir da revolução industrial a quantidade de gás carbônico tem aumentado na atmosfera, devido principalmente, à queima de combustíveis fósseis. A intensificação desse fenômeno tem causado preocupação em todo o mundo devido às modificações que o clima tem sofrido os invernos já não parecem mais tão frios como antigamente e as temperaturas mais alta da história têm se registrado nas últimas décadas.
Os cientistas acreditam que se os gases responsáveis pelo efeito estufa continuarem a se acumular na atmosfera devemos esperar uma elevação de ate 4° na temperatura mundial nos próximos 50 anos, isso causaria consequências catastróficas no planeta. Podemos citar como exemplo o derretimento do gelo nas regiões polares (o que por sinal já esta acontecendo), o aumento do nível dos mares, inundações das cidades litorâneas, etc.
1.2. PROTOCOLO DE KIOTO
O Protocolo de Kioto tem sido considerado a mais importante iniciativa para reverter os danos causados pelo aquecimento global. Este documento contém orientações para que os países industrializados possam colaborar, garantindo um planeta saudável para as futuras gerações.
O compromisso acertado era de os países desenvolvidos reduzirem, para o ano 2000, suas emissões de gases de efeito estufa, em níveis do ano de 1990. Pouco foi feito nos anos seguintes, em 1997, na terceira Conferencia das partes, realizada na cidade na cidade de Kioto no Japão, com dez mil delegados, observadores e jornalista, foi aprovado o documento, que ficou conhecido como Protocolo de Kioto.
Segundo esse protocolo, os países industrializados se comprometeram a reduzir até o período de 2008 a 2012, suas emissões combinadas de gás de efeito estufa em 5% em relação aos níveis de
Em setembro de 2002 ocorreu, na África do Sul, o Encontro de Johannesburgo, conhecido como Rio+10 ou II Conferencia das Nações Unidas sobre Ambiente e desenvolvimento Sustentável. Seu principal objetivo foi acelerar a aplicação da agenda ecológica mundial, definida na ECO-92,
energia capitada pelos produtores e armazenada nas moléculas orgânicas que ingerem como alimento.
As relações alimentares entre os diversos organismos de um ecossistema costumam ser representados por meio de diagramas, denominados teias alimentares, ou redes alimentares. Estes se compõem de diversas cadeias alimentares interligadas por meio de linhas, que se unem aos diversos componentes da comunidade ente si, evidenciando as relações alimentares.
3.1. PRODUTORES CONSUMIDORES E DECOMPOSITORES
Cada um dos elos de uma cadeia alimentar constitui um nível trófico. Os produtores formam o primeiro nível trófico de qualquer cadeia alimentar. Os seres que se alimentam diretamente dos produtores são chamados de consumidores primários, constituem o segundo nível trófico, os seguintes, que se alimentam dos consumidores primários, denominados consumidores secundários formam o terceiro nível trófico e assim por diante.
Consideremos como exemplo a cadeia alimentar constituída por plantas de capim, gafanhotos que se alimentam de capim, pássaros que se alimentam dos gafanhotos e serpentes que se alimentam dos pássaros. Essa cadeia alimentar possui quatro níveis tróficos: o primeiro é constituído pelas plantas de capim (produtores); o segundo, pelos gafanhotos (consumidores primários): o terceiro, pelos pássaros insetívoros (consumidores secundários) o quarto e último nível trófico é constituído pelas serpentes (consumidores terciários).
Ao morrer, produtores e consumidores dos diversos níveis tróficos servem de alimento para certos fungos e bactérias. Estes decompõem a matéria orgânica dos seres mortos para obter energia e nutrientes, e por isso são chamados de decompositores.
A extinção de um dos componentes da cadeia não causa prejuízo, sendo que geralmente os organismos não se alimentam exclusivamente de uma única presa.
A disponibilidade de alimento é o grande responsável pela manutenção do equilíbrio na natureza. À medida que uma população cresce de forma desordenada, automaticamente vai ocorrer uma competição por alimento que tende a diminuir causando a morte de parte desses organismos. Podemos citar como exemplos as bactérias que tem uma grande capacidade de proliferação, porém a disponibilidade de alimento não permite que a população desses seres cresça de forma a causar danos maiores, e consequentemente um desequilíbrio ecológico.
5.1 FATORES BIOTICOS E ABIOTICOS
Além de se inter-relacionar, os seres vivos de uma comunidade biológica, ou seja, os componentes bióticos da comunidade interagem com os não vivos do ambiente, denominados componentes abióticos. Estes compreendem aspectos físicos e geoquímicos do meio, constituindo o biótopo, termo que significa região ambiental em que vive a biocenose.
Os fatores físicos que atuam em determinada região da superfície terrestre constitui o clima, que resulta da ação combinada de luminosidade, temperatura, pressão, vento, umidade e regime de
chuvas. A radiação solar que atinge a terra é um dos principais determinantes do clima. Alem das radiações visíveis utilizadas pelos seres autotróficas na realização da fotossíntese, a radiação solar inclui raios infravermelhos, responsáveis pelo aquecimento da atmosfera e do solo, o que contribui para manter na superfície terrestre as condições favoráveis à vida.
Em resumo, fatores bióticos são os componentes de um ecossistema que possuem vida e que permitem o desenvolvimento da mesma. Em geral, os fatores bióticos são os seres vivos como as plantas, os animais, os fungos, as bactérias, etc.
Por outro lado, fatores abióticos são aqueles componentes de um ecossistema que não requerem a ação dos seres vivos, ou que não possuem vida, mas realizam funções vitais dentro de suas estruturas orgânicas. São, enfim, todos os fatores químico-físicos do ambiente e incluem elementos tais como umidade, temperatura, tipo e características do solo, disponibilidade de nutrientes essenciais, vento, fogo, seca, salinidade, luz, foto período, e acidez ou alcalinidade de solos e águas. Trata-se, portanto, de condições ou fenômenos que ocorrem na litosfera, hidrosfera e atmosfera.
Bioma é um conjunto de ecossistemas terrestres com vegetação característica e fisionomia típica, onde predomina certo tipo de clima. Regiões da terra com latitudes coincidentes, em que prevalecem condições climáticas parecidas, apresentam ecossistemas semelhantes e mesmos tipos de bioma. Por exemplo, o bioma denominado floresta tropical pluvial ocorre na faixa equatorial, tanto no continente americano como na África. A savana, bioma do qual o cerrado brasileiro é um exemplo, ocorre em latitudes coincidentes da America do Sul, da áfrica e da Austrália.
6.1 ECOSSISTEMA
O termo ecossistema é utilizado para descrever uma comunidade discreta em que seres vivos e
componentes não-vivos interagem, formando um sistema estável. O principio que define
ecossistema se aplicam em todas as escalas, desde um pequeno lago até nível planetário. Assim,
um ecossistema pode ser tanto uma floresta, um lago, uma ilha, um recife de corais ou um
aquário auto- suficiente, com plantas, peixes etc. O maior ecossistema do planeta é a própria
biosfera, considerada em sua totalidade.
Com o aparecimento dos seres vivos há cerca de 3,5 bilhões de anos, uma nova entidade passou
a fazer parte da constituição do nosso planeta. Alem da litosfera (constituída pelas rochas e pelo
solo), da hidrosfera (constituída pelas águas) e da atmosfera (constituída pelo ar), passou a existir
a biosfera, representada pelos seres vivos e pelo ambiente em que vivem.
6 .2 NIVEIS TRÓFICOS EM ECOSSISTEMAS TERRESTRES E AQUÁTICOS
Na maioria dos ecossistemas terrestres, os produtores são representados por plantas. No mar e
nos grande lagos, os produtores são seres microscópicos, principalmente bactérias e algas.
Os consumidores primários de uma floresta podem variar desde pequenos invertebrados até
vertebrados. No mar e nos lagos, os consumidores primários são os constituintes do zooplâncton,
estes são protozoários, pequenos crustáceos, vermes, moluscos, e larvas de diversas espécies.
As fontes de energias não renováveis são atualmente as mais utilizadas. Os combustíveis fósseis
(petróleo, carvão e gás natural) são fortemente poluidores, libertando dióxido de carbono quando
queimados; causando chuvas ácidas; poluindo solos e água.
O petróleo, o carvão e o gás natural provêm da acumulação de matéria orgânica animal e vegetal.
O processo de formação dos combustíveis fósseis demora milhões de anos. Isto significa que,
uma vez utilizada a energia destes combustíveis, só milhões de anos mais tarde teremos a
mesma quantidade igual para utilizar.
Pode ser causada por fenômenos naturais como furacões, tufões, maremotos, terremotos e
erupções vulcânicas. Pode ser resultado também da atividade humana provocada por meio do
desmatamento, lixo, poluição da água, queimadas, poluição do solo etc.
Fenômeno causado pelo aumento desordenado da concentração de nutrientes e fertilizantes nas
águas, provenientes das indústrias, lavouras e residências provocando a proliferação exagerada
de microorganismos aquáticos.
Devido à eutroficação por esgotos humanos, os rios que banham muitas das grandes cidades do
mundo tiveram sua flora e sua fauna destruídas, tornando-se esgotos a céu aberto. O lançamento de esgotos nos rios acarreta, ainda, a propagação de doenças causadas por vermes, bactérias e
vírus.
A melhor solução para o problema dos esgotos é o seu tratamento e aproveitamento. Atualmente
já existem técnicas para aproveitar a água proveniente dos esgotos e para utilizar os resíduos
semi-sólidos na produção de fertilizantes e gás metano, o qual pode ser empregado como
combustível.
Um dos mais sérios problemas atuais são o constante acúmulo, no ambiente, de subprodutos de
indústrias químicas - como chumbo e mercúrio - e de moléculas sintéticas - como plásticos
detergentes e inseticidas. Esses produtos não podem ser decompostos pelas bactérias e pelos
fungos, que não possuem enzimas capazes de destruí-los ou oxidá-los. Em outras palavras,
esses compostos não são biodegradáveis e, aos pouco, vão se acumulando no ambiente.
Quando ingeridos pelos seres vivos, os produtos não-biodegradáveis tendem a se concentrar ao
longo das cadeias alimentares, pois não participam do metabolismo e sua eliminação é difícil.
Devido à redução da biomassa - na passagem de um nível trófico para outro - a concentração do
produto tóxico vai aumentando nos organismo ao longo da cadeia. Consequentemente, os
organismos dos últimos níveis tróficos acabam absorvendo doses altas dessas substâncias,
prejudiciais à saúde. Esse fenômeno é conhecido como magnificação trófica.
As substâncias não-biodegradáveis são eliminadas muito lentamente através das fezes, urina ou
suor. Por isso, vão aos poucos se acumulando no organismo. Assim, se uma pessoa bebe
constantemente água ou ingere algum alimento contaminado por mercúrio, esse metal pode ir se
acumulando em seu corpo, ao longo da vida. Dependendo da quantidade, muitos anos depois o
mercúrio acumulado, por exemplo, provocará problemas no fígado, no cérebro, nos rins ou em
outros órgãos.
Na década de 1950, uma verdadeira tragédia ecológica ocorreu no Japão, depois que uma
indústria lançou resíduos com mercúrio na baía de Minamata. Os peixes e moluscos foram
contaminados e o mercúrio passou para a população (que se alimentava desses animais),
depositando-se no sistema nervoso, no fígado e nos rins. Mais de mil pessoas morreram
intoxicadas e cerca de duas mil tiveram lesões cerebrais, passando a apresentar paralisia física e
distúrbios visuais.
Em certos estados do Brasil (principalmente Amazonas, Pará e Mato Grosso) uma tragédia
parecida com a de Minamata pode se repetir. Os garimpos, que usam mercúrio para retirar o ouro
das pedras, acabam poluindo os rios da região (rios Paraguai, Madeira, Tapajós, Xingu).
Os peixes do rio Paraguai, por exemplo, tem 60 vezes mais mercúrio em seu organismo do que o
limite máximo definido pela Organização Mundial de Saúde. E o que é pior: esse mercúrio pode
acabar no corpo das pessoas que se alimentam dos peixes.
Na atmosfera terrestre entre 12 km e 50 km de altitude, forma-se grande quantidade de gás ozônio, constituindo uma cama da que protege o planeta contra a radiação ultravioleta e funciona como um verdadeiro filtro solar. O ozônio forma-se a partir do gás oxigênio atmosférico, graças à própria radiação ultravioleta solar. Apesar de a presença de ozônio constituir um fator benéfico à vida nas altas camadas atmosféricas, junto ao solo, onde nos vivemos, esse gás é um poluente. Nas grandes cidades, os poluentes liberados pelos veículos motorizados potencializam a reação de formação de ozônio na atmosfera e, nos meses de inverno é agravado pela ocorrência de inversão térmica.
A verdade é que a chuva já é naturalmente ácida devido à presença de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Com um pH em torno de 5,4, a chuva comum não traz nenhum prejuízo ao homem ou à natureza. Isso porque, a acidez é baixa. (A escala utilizada para medir o pH vai de 0 a 14, sendo que 7 é o pH neutro. Acima disso, é básico e abaixo é ácido. Quanto mais baixo, mais ácido.) O problema, é que com a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, e o aumento
Encontra-se, por toda a superfície terrestre radionuclídios artificiais devido à precipitação dos radionuclídios na superfície do planeta, gerado por explosões nucleares. A poeira radioativa artificial, a qual a humanidade atualmente está exposta se deve aos testes nucleares atmosféricos que ocorreram em profusão entre 1952 e 1963. Outro fator de contaminação radioativa trata-se dos acidentes nucleares que têm grandes impactos onde ocorreu. Porém este fato não garante a segurança dos que estão distantes, tendo em vista que os radionuclídios podem ser transportados para o resto do mundo através da comercialização de alimentos contaminados, levando prejuízo à saúde destas populações. Os radionuclídios que se encontram na atmosfera incorporam-se na biosfera, por meio das plantas, do solo e da água, e por diferentes rotas contaminam o ambiente e os alimentos. A incorporação de radionuclídios na dieta nutricional humana se dá principalmente pelo leite e pela carne.
É possível perceber então que os efeitos da poluição nuclear nas cadeias alimentares são sentidos em escala global, desconhecendo fronteiras políticas, econômicas e até geográficas.
17.1 INSETICIDAS
Todo composto químico capaz de combater insetos é denominado inseticida. Os inseticidas são utilizados em lavouras, no combate de pragas que assolam as plantações, em indústrias e também em residências.
No início, ao surgir à necessidade do uso de inseticidas, eram utilizadas substâncias químicas altamente tóxicas, como o arsênio, o mercúrio e o tabaco. Durante a Segunda Guerra Mundial, foram desenvolvidos diversos gases bélicos, e em um desses foi possível observar um efeito tóxico contra insetos, daí surgem os inseticidas. Em 1948, o cientista Paul Muller ganhou o Prêmio Nobel de Química por ter descoberto o mais famoso inseticida de todos os tempos, o DDT (Dicloro Difenil Tricloroetano).
Os inseticidas são comumente classificados de acordo com sua composição química. Veja os principais grupos:
Os inseticidas, de um modo geral, apresentam sérios efeitos ao homem e o meio ambiente, visto que podem contaminar águas dizimando espécies que têm esse ambiente como habitat. Seu uso comumente confere aos insetos certa resistência, tornando necessárias aplicações cada vez maiores. O vegetal sofre alterações metabólicas e estruturais, e o próprio ser humano também sente consequências, sendo a principal delas, o câncer. O ideal é utilizar inseticidas que têm eficácia comprovada mesmo quando aplicado em pequenas quantidades, não são tóxicos ao homem, a outros animais e nem ao meio ambiente, econômicos, de fácil aplicação e que apresentem baixo acúmulo na ambiente, como é o caso dos inseticidas naturais.
17.2 RATICIDAS
Das pragas urbanas que incomodam a população, os ratos são sem dúvida os piores e mais perigosos. Os ratos trazem sérios riscos e prejuízos aos seres humanos, pois têm hábitos furtivos, contaminam alimentos, roem madeiras, plásticos e outros, destroem lavouras, principalmente de grãos e transmitem doenças como à leptospirose e peste bubônica.
Para eliminá-los são usados raticidas (ou rodenticidas), compostos químicos altamente tóxicos não só a ratos, mas os roedores em geral. Antigamente os raticidas utilizados eram inorgânicos, à base de tálio, arsênio, fluoracetatos, substâncias extremamente tóxicas. Com o passar do tempo, esses compostos foram substituídos por orgânicos como a warfarina, cumarina e indandionas.
Os raticidas modernos geralmente têm efeito anticoagulante, ou seja, impede o processo de coagulação sanguínea provocando hemorragias, o que leva o roedor à morte. O mecanismo de ação desses raticidas se dá pela inibição da síntese, no fígado, de vitamina K, muito importante no processo da coagulação sanguínea. A substância pode permanecer no tecido do animal ainda que ele seja tratado. A estricnina, outro tipo de raticida comum, porém de uso proibido, age aumentando a excitabilidade reflexa da medula espinhal, assim, o controle normal dos estímulos neurais é perdido, provocando a contração simultânea de todos os músculos do corpo.
17.3 FUNGICIDAS
Todo composto químico utilizado pela agricultura no combate aos fungos é denominado fungicida. Os fungicidas podem agir de diversas formas, nem sempre matam os fungos propriamente, há os antiesporulantes, que inibem a produção de esporos, bem como os que inibem a germinação de esporos por determinado tempo, bem como os denominados assim, de fungistáticos.
O uso de substâncias químicas como fungicida se dá desde a Antiguidade, em que os gregos utilizavam o enxofre para eliminar o que eles chamavam de pestes. No início do século XVIII era muito utilizado o cloreto de mercúrio no combate do carvão do trigo (um tipo de doença causada por fungos que confere à planta uma cor preta semelhante ao carvão), logo em seguida o enxofre é oficializado na Inglaterra como composto fungicida. Em 1882 é descoberta na França a calda bordalesa, empregada no controle do míldio da videira. A partir do século XIX a indústria química