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ELETRICISTA Eletricista Montador Eleiroduios e Eleirocalhas ATENEW. Eletricista Montador Eleiroduios e Eleirocalhas Escola Técnica ATENEW Perspectiva isométrica é a representação de uma tubulação vista com todos os detalhes de ligações nos comprimentos reais. Observe o exemplo na Figura 112. (MM Figura 112 - Desenho de tubulação em perspectiva isométrica A perspectiva isométrica permite melhor visualização da tubulação como também a determinação dos acessórios necessários. Para simplicar, é comum chamar o desenho em perspectiva isométrica como simplesmente isométrico. No isométrico, todo traçado é feito em traço único para tubulações de qualquer diâmetro. Arepresentação dos tubos no isométrico é feita da seguinte maneira: TUBOS VERTICAIS - por traços verticais, para cima ou para baixo. TUBOS HORIZONTAIS - por traços inclinados, com ângulos de 30º em relação à horizontal, para a direita ou para a esquerda. DIREÇÕES BÁSICAS DA TUBULAÇÃO O ———— Arepresentação dos tubos nos isométricos é estabelecida por um sistema de 3 eixos, os quais indicam as direções básicas da tubulação: uma vertical e duas inclinadas, conforme esquematizado na Figura 113. tubo vertical A tubo = EM o N - PE ga A 2 soe s a L a Figura 113 - Sistema de três eixos para representação do isométrico 04 Agora, observe, nos exemplos das Figuras 114 e 115,9 posicionamento dos eixos em relação aos tubos, Nessas duas figuras, a linha trasso-ponto (= « — « — ) representa eixo e a linha continua representa tubo. As setas desenhadas sobre os tubos servem para indicar o sentido do fluxo. tubos verticais Figura 114 — Isométrico de tubos verticais e horizontais Figura 115 - Isométrico de tubos horizontais Quando os tubos ficam fora das direções básicas, ou seja, em direções diferentes da horizontal e vertical, eles são representados por traços inclinados e também é indicado, para orientação, o verdadeiro ângulo de inclinação do tubo, Para facilitar a leitura do ângulo de inclinação, costuma-se desenhar um paralelogramo no qual a diagonal é a direção inclinada do tubo, conforme mostra a Figura 116. 05 2 - Na coluna à esquerda, estão enunciadas as diferentes posições dos tubos; à direita, enunciadas as maneiras como estas posições são representadas no isométrico. Faça a relação entre as duas colunas, preenchendo os círculos do quadro, com as letras A, B ou ( de aca aus corresponda cada posição dos lubos com a respectiva representação no sométrico. A) Representados por traços inclinados: com ângulos de 30º em relação à horizontal para a direitaou para a esquerda. B) Representados por traços verticais para cima oupara baixo. A) Representados por traços inclinados com ângulos em sua verdadeira grandeza em relação à quaisquer das direções básicas. 07 TÉCNICAS DE EMENDAS, CONEXÕES DE CONDUTORES E CABOS S À EMENDAS E DERIVAÇÕES / N Emendas e derivações são executadas quando se necessita unir as extremidades de condutores de modo a assegurar resistência mecânica adequada e contato elétrico perfeito. As emendas e derivações devem ser perfeitamente isoladas. A Isolação deveter características equivalentes as dos condutores usados. As emendas podem ser feitas por meio de conectores ou solda de estanho. A solda cY3 estanho só pode ser usada em condutores de cobre recozido que não são sujeitos e tensão mecânica. O primeiro passo para se emendar, derivar, ou ligar um condutor a outro é retirar o isolamento da extremidade do condutor: Isso é geralmente feito com um canivete do mesmo modo como se estivéssemos apontando um lápis. Dev3-se tomar cuidado para não ferir o metal do condutor para não deixá- lo enfraquecido e para que este não se parta quando manuseado. Ostipos de emendas mais empregados são: “Emenda emlinhas abertas; “Emenda em caixas de ligação; “Emenda comfios grossos. As emendas de condutores em linhas abertas são feitas enrolando-se a extremidade co condutor à ponta do outro e vice-versa ([ demonstração pelo instrutor) Em seguida as espirais são apertadas com o auxilio de um alicate. (Fig-1) A emenda de cabos em derivação é feita como mostra a figura a seguir (fig.07). Wo CONECTORES ESPECIAIS As emendas de condutores podem ser feitas por meio de conectores especiais (fig.8 ) Esses conectores também são usados para emendar condutores de grande diâmetro (cabos). A pressão exercida pelos.parafusos garante resistência mecânica e bom contato eletrico, [mm] dispensando a solda. Wo LIGAÇÃO DE CONDUTORES A BORNES Bornes são terminais de conexão que unem fios ou cabos por meio de parafusos. A ligação dos condutores a bornes de aparelhos ou : dispositivos também deve assegurar resistência mecânica adequada e contato eletrico perfeito e permanente. Esse tipo de ligação pode ser feito por meio de olhai colocado de tal modo que, ao se apertar o parafuso, ele não se abra(fig.12). 10 Wo BASE CONECTOR [ Abase conectora ( ou borneira ) é um conjunto de bornes colocados em uma única peça (fig 13). e o Ela é empregada em quadros de distribuição e de comando e em máquinas onde os condutores de entrada e saída são agrupados. Para facilitar as ligações e a identificação de defeitos, os condutores devem ser identificados por meio de números de acordo com o diagrama eléírico. TA TIPOS DE BASES CONECTORAS V As bases conectoras podem ser de plástico ou de porcelana ( também chamadas de dados). Dentro dessas bases alojam-se os contatos e os parafusos de latão. Elas são dimensionadas de modo a interligar condutores de até 25 mm: de seção. As bases de plástico são facilmente seccionáveis. As bases de porcelana podem ser unipolares (um pólo), bipolares (dois pólos) ou tripolares (três pólos) (fig. 14). LAS! Fig-14 11 Asolda fraca é aplicada com auxílio do soldador elétrico. V à OBSERVAÇÃO A potência do ferro de solda depende da "massa" do que vai ser soldado. A soldagem entre superfícies metálicas grandes exige ferros de soldar de maior potência porque estes produzem maior quantidade decalor. “À CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO V Para que a soldagem seja bem feita, os elementos que precisam ser soldados devem estar limpos e recobertos com desoxidante na forma de pastas de soldar não-ácidas. A ponta do soldador deve estar bem estanhada e com a temperatura adequada. Se o soldador estiver muito quente, o estanho se vaporizará, impedindo a soldagem. N r OBSERVAÇÃO Durante o processo de soldagem, a emenda deverá ficar firme e imóvel eo estanho deve "escorrer" sobre ela. Oferro de soldar, por sua vez, deverá ficar por baixo da emenda a fim de aquecê-la e permitir a solda. Terminada a soldagem, a emenda não deve ser movida até que adquira uma cor prateada opaca. Em seguida, ela deve ser limpa com pano ou estopa umedecida em álcool >*CISOLAÇÃO DE EMENDAS Quando se necessita cobrir emendas de condutores (N qm ou refazer o isolamento original de um condutor, ou seja, aquele que já vem com o fio, utiliza-se a fita E» rot isolante mai 13 A fita isolante de borracha é composta de uma tira elástica fabricada com diversos compostos de borracha. Esse tipo de fita não possui adesivos. Affita isolante de plástico é composta de material plástico com um dos lados revestidos de material adesivo. Ela é fabricada em diversas cores e resiste à umidade e aos agentes corrosivos. Exemplo de Esquema Unifilar: do mun 2 QD LS mar LS um? e Lid > do Quadro de distribuição 14 N à DISTRIBUIÇÃO DE FIAÇÃO / Após a seleção dos condutores, realiza-se a distribuição da fiação com respectiva bitola na planta baixa, marcando a que circuitos pertencem. Para facilitar a marcação, deixamos sem cotar os fios e eletrodutos mais utilizados. Isso é feito por meio de legenda. ISOLADOR TELEMIG FSOLADOR CEMIG | 320m DO PASSEIO 3,50m DO PASSEIO MNE pura O PADRÃO POSMENTRADA DE EMERGIA LE GÊEGNÕÇÇDÃA: Todo condutor não cotado: *%1,5mm2 Todo eietroduto não cotado: 019mm 16 ' SELEÇÃO DO CONDUTOR POR CRITÉRIO DE QUEDA | DE TENSÃO Para que os aparelhos, equipamentos e motores possam funcionar satisfatoriamente, é necessário que a tensão esteja dentro dos limites prefixados. Ao longo do circuito até os pontos de utilização, ocorre uma queda de entsão que, para instalações alimentadas diretamente em rede de alta tensão, é da seguinte ordem: Iluminação e tomadas: 3% Motores, fornos, etc: 5% Para qualquer dos dois casos, a queda de tensão, a partir do quadro terminal até o dispositivo ou equipamento consumidor de energia deve ser de. No máximo, 2%. O cálculo precioso da queda de tensão é bastante complexo porque fatores como resistência e indutância do condutor, proximidade deste a outros condutores e tipos de eletrodutos usado devem ser considerados. Para facilitar a escolha do fio de acordo com a porcentagem máxima de queda de tensão desejada, os fabricantes criaram métodos e tabelas que auxiliam esse cálculo. Assim, para o dimensionamento do condutor, considera-se: +*Material do eletroduto (magnético ou não-magnético), +*Corrente do projeto (lp) em amperes, +*Fator de potência (cos 0) +*Percentual de queda de tensão admissível para o caso, +*Comprimento do circuito (1) em Km, + tensão entre fases (U) em volts. Acálculo é feito através da seguinte fórmula: U=(%)X(V) Dividindo-se U por Ip X 1, tem-se a queda de tensão em VAX Km. 17 + PROCEDIMENTOS PARAR LOCAR ELE- MENTOS E TRAÇAR PERCURSOS DA INSTALAÇÃO A primeira coisa a ser feita é reproduzirmos no piso a planta paixa, executando os seguintes procedimentos: 1) Marcar com giz, no piso, todos os pontos de luz e demais dis- positivos da planta baixa. Nesse procedimento, tomamos como ponto de referência as portas, janelas, vértice de duas paredes e tudo que puder facilitar o trabalho. 2) Transferir para o teto as marcas do piso. Usamos o prumo de centro e fazemos com o giz no teto as mesmas marcações do piso estando sempre atento quanto a segurança da escada. 3) Traçar os percursos verticais. Nesse momento, encosta-se o prumo na parede, de modo que fixe sobre a marca do piso, a seguir marca-se com um giz dois pontos, ou seja, o mais alto e o mais baixo, Fazemos a linha de bater passar sobre os pontos ja marcados puxando suavemente a linha para depois soltá- la. 4) Marcar as alturas nas paredes. Mede-se as alturas previstas usando o metro articulado ou uma trena, com giz marca-se as alturas nas paredes. As normas de segurança devem ser sempre obedecidas por isso é necessário consultar frequentemente a NBR-5410 e a NR-10. 19 5) Traçar os percursos horizontais. Alinha-se a régua na parede com a marca das alturas. Nivela-se a régua com o nível apoiado na borda superior. A seguir retira-se o nível e traça-se com um lápis ou giz o percurso horizontal da instalação. 6) Marcar os pontos de luz no teto. Esse ponto deve ser marcado na região onde o teto se alinha com o pecurso sem esquecer que as linhas verticais já estão traçadas. Traça- se o percurso com uma linha de bater, passando pelo ponto de luz marcado no teto até a intersessão do teto com a parede. 7) Marcar os pontos de fixação nas paredes. Mede-se com o metro articulado as posições dos elementos de fixáção ao longo do percurso. É necessário consultar a NBR-5410 a respeito de distância e altura das peças a serem fixadas. Em planta baixa, as lâmpadas podem ser representadas por pontos de luz independentes do tipo de lâmpada. Por sua vez, os condutores são representados por traços inclinados que formam um ângulo de 90º com os traços que representam os eletrodutos, o traço mais forte que representa o eletroduto é igual a 3/4 enquanto que o condutor é igual a 2,5mm. e SISTEMA DE SOBREPOR A NBR-5410 estabelece as seguintes recomendações de elementos externos para passgem de condutores: “Não devem ser usados em locais umidos ou sujeitos a lavagem frequênte; +*Devem possuir tampa com boa fixação; *Não devem estar imersos na alvenaria ou cobertos por papel de parede, tecido ou qualquer outro material, devendo sempre permanecer aparentes; 20