Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Embalagem, Notas de estudo de Farmácia

Embalagem farmacêutica

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 20/11/2012

daniel-alves-38
daniel-alves-38 🇧🇷

2 documentos

1 / 13

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Tecnologia Farmacêutica
Bárbara Lorca
EMBALAGEM FARMACÊUTICA
Um meio econômico de prover proteção,
apresentação, identificação, informação e
conveniência ao produto farmacêutico, desde o
momento da sua produção até o seu uso ou
administração.
Embalagem primária
Embalagem secundária
Profa. Camila Braga Física Industrial
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Embalagem e outras Notas de estudo em PDF para Farmácia, somente na Docsity!

Bárbara Lorca

EMBALAGEM FARMACÊUTICA

Um meio econômico de prover proteção, apresentação, identificação, informação e conveniência ao produto farmacêutico, desde o momento da sua produção até o seu uso ou administração.

Embalagem primária

Embalagem secundária

Profa. Camila Braga Física Industrial

Bárbara Lorca

Características

 Ser econômica;

 Proteção da preparação contra as condições ambientais;

 Não reagir com o produto;

 Não conferir sabor ou odor ao produto;

 Contribuir em termos de conveniência e aceitação;

 Não ser tóxica;

 Evitar tentativas de adulteração do produto;

 Ser adaptável ao equipamento de embalagem de velocidade elevada;

 Conferir uma apresentação que aumente a confiança no produto, mantendo a adequada identificação;

 Todos os aspectos considerados na totalidade da vida útil do produto.

Bárbara Lorca

Riscos

 Microbiológico - leveduras em

xaropes, fungos em materiais

celulósicos...

 Outras formas de infestação: insetos,

vermes... (principalmente em

alimentícios);

 Riscos de adulteração.

 Compatibilidade produto/embalagem

 Adsorção à superfície (perda de

EDTA, preservantes...)

 Alterações organolépticas

(permeação a odores ou voláteis)

RISCOS BIOLÓGICOS

RISCOS BIOLÓGICOS

RISCOS QUÍMICOS

Bárbara Lorca

Tipos de Embalagens

1. VIDROS

Vantagens

  • Economia;
  • Grande gama de tamanhos e formas;
  • Relativa inércia química;
  • Impermeabilidade
  • Esterilizável por autoclavação, óxido de

etileno e radiação;

  • Rigidez;
  • Não-deterioração com o tempo;
  • Transparência;
  • Facilidade de limpeza;
  • Possibilidade de reutilização.

Desvantagens

  • Fragilidade;
  • Peso. OBS.:^ Âmbar ^ pode ceder óxido de ferro (problemas com substâncias que reagem sob catalisação do ferro).

Bárbara Lorca

2. METAIS

Fácil controle das quantidades a serem

dispensadas;

Facilidade em voltar a fechar;

Adequada proteção do produto;

Risco de contaminação mínima da porção

restante no tubo;

Pesados e não-quebráveis;

Alumínio (60%), chumbo (25%) e estanho

* Revestimento (ceras, resinas e lacas) 

quando o produto não é compatível com metal nu

 aumento no custo

Bárbara Lorca



 3. PAPÉIS

Raramente utilizado por si só como embalagem

primária!

Proteção física;

Melhor empilhamento.

Bárbara Lorca

(Polí)(meros)

Berzelius, 1827

Macromoléculas constituídas da repetição de

unidades moleculares (monômeros) ligadas em

quantidades suficientes (elevado peso molecular)

fornecendo conjunto de propriedades

diferenciado.

Polímeros naturais Ex.: proteínas, amido, ágar-ágar, goma xantana.

Polímeros sintéticos Ex.: PEG, PVP, PMMA, PET, nylon 6,6.

Principais polímeros

4.1. Polietileno (PE) [(CH2 CH2)] (^) n

PEAD: material + usado pela indústria farmacêutica como recipientes; Custo baixo;

 Barreira eficaz contra umidade;

 Baixa propriedade de barreira (gases);

 Falta de transparência.

Bárbara Lorca

4.2. Polipropileno (PP) [(CH2 CH)] n

CH Não apresenta fissuras em qualquer circunstância; Quebradiço a baixas temperaturas;  P.F. elevado (produtos esterilizáveis); Adequado para esterilização óxido de etileno – colírios.

4.3. Policloreto de vinila (PVC)

 Podem apresentar alta transparência;

Barreira adequada ao oxigênio;

 Pode revestir frascos de vidro;

Não pode ser esterilizado por radiação (a menos que esteja especialmente estabilizado).

4.4 Poliestireno (PS)

 Acondicionamento de formas farmacêuticas

sólidas; Não é utilizado para produtos líquidos (permeabilidade ao vapor d´água e ao oxigênio);

 Relativamente barato.

[(CH 2 CH)]n . Cl

Bárbara Lorca

Interações fármaco-plástico

Sorção

  • remoção de constituintes do medicamento pelo material de embalagem;
  • perda de conservantes;
  • estrutura química, pH, sistema de solventes, concentração de ingredientes ativos, temperatura, duração e área de contato.

Reatividade química

  • possível alteração da aparência do plástico ou do medicamento.

Modificação

  • alteração física e química do material de embalagem pelo medicamento;
  • PE: amolece com óleos, permeabilidade a gases e vapores, tensoativos;
  • PVC: fica mais rígido e duro com a extração do seu plastificante com solventes hidrocarbonados.