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ENDOCARDITE INFECCIOSA, Manuais, Projetos, Pesquisas de Cardiologia

BANNER APRESENTAÇÃO ENDOCARDITE INFECCIOSA

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2025

Compartilhado em 21/07/2025

luana-czh
luana-czh 🇧🇷

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PERSPECTIVAS ATUAIS NO DIAGNÓSTICO E CONDUTAS DA ENDOCARDITE INFECCIOSA: UMA
REVISÃO DE LITERATURA
Luana Tamyris Santana de Sousa 1; Camila Santos Castro Braga1; Elziany Rodrigues Galvão
da Silva1; João Pedro Camarço Batista1; Tibéria Soares Siqueira1; Bruna Marques Brito2; Michely Laiany Vieira Moura3.
INTRODUÇÃO
Endocardite Infecciosa (EI) é definida como uma infecção
microbiana localizada no interior do coração. Atualmente, o termo
“endocardite infecciosa” substitui a anterior “endocardite bacteriana”,
pois outros agentes infecciosos, além de bactérias, podem estar
envolvidos na doença, como os fungos Mycoplasma sp, Chlamydiae
sp e Rickettsias sp (Araújo et al., 2021). Essa infecção ocorre,
principalmente em ambientes de cuidados em saúde, quando algum
patógeno proveniente de outra parte do corpo entra na corrente
sanguínea e se instala no tecido cardíaco, e mais de 50% dos casos
ocorrem em pacientes sem doença cardíaca conhecida. Mesmo com
todos os cuidados adequados e necessários, a taxa de mortalidade
associada à EI gira em torno de 30% ao ano (Cahill et al., 2017).
OBJETIVO
O objetivo do estudo é centrado em descrever os métodos atuais
mais utilizados para identificação clínica e imaginológica médica da
Endocardite Infecciosa.
MÉTODO
O presente artigo trata-se de uma revisão integrativa da literatura
de caráter qualitativo e de natureza descritiva sobre os novos
direcionamentos acerca do diagnóstico por meio de exames de
imagem como a ecocardiografia transtorácica e transesofágica e
condutas da endocardite infecciosa. O método do artigo é baseado
em uma pesquisa bibliográfica, com a revisão de literaturas
científicas pré- existentes, além da consulta em plataformas
científicas.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Devido os diferentes critérios diagnósticos para endocardite
infecciosa, a sua incidência precisa é difícil de ser quantificada, mas
nos pacientes com fatores de risco, como doenças cardíacas
preexistentes, próteses cardíacas, uso de drogas intravenosas e
procedimentos invasivos, a ocorrência dessa afecção é maior. A sua
epidemiologia é dividida entre países desenvolvidos e países em
desenvolvimento.
Dentre os principais agentes causadores para endocardite infecciosa
destaca-se oStaphylococcus aureus colonizando a pele incluindo
condições cardíacas predisponentes, como válvulas cardíacas
anormais representando 7% a 25% dos casos, próteses valvulares
mecânicas e biológica representam risco de infecção igualado e
histórico prévio de endocardite. (Brandão Neto et al.,2023).
O tratamento da endocardite infecciosa é um desafio significativo e
é influenciado por fatores epidemiológicos diversos. A
antibioticoterapia empírica, comumente iniciada antes da confirmação
diagnóstica, é crucial para o controle da infecção, mas sua eficácia
depende da epidemiologia local de resistência bacteriana.
CONCLUSÃO
A endocardite infecciosa, apesar de ser considerada uma doença
rara, possui prevalência elevada em países em desenvolvimento,
como o Brasil e, devido a isso, dentro do contexto da saúde pública
brasileira, ter conhecimento sobre as novas atualizações no
diagnóstico e abordagens terapêuticas dessa patologia é essencial.
Assim, o manejo do paciente com endocardite infecciosa reduz a
incidência de complicações e a necessidade de procedimentos
cirúrgicos, com menor morbimortalidades dos pacientes.
REFERÊNCIAS
CAHILL, T. J. et al. Challenges in infective endocarditis. Journal of the American College of Cardiology, v. 69, n. 3, p. 325-344, 2017.
MESQUITA, Claudio Tinoco. et al. Endocardite infecciosa: uma revisão narrativa. Med. Ciência e Arte, [S.l.], v.2, n .1, p.73-84, 15 mar. 2023.
MURDOCH, D. R. et al. Clinical presentation, etiology, and outcome of infective endocarditis in the 21st century: the International Collaboration
on EndocarditisProspective Cohort Study. Archives of Internal Medicine, v. 169, n. 5, p. 463-473, 2019.
Modalidade de Trabalho: Resumo Simples ( ) Resumo Expandido ( X )

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PERSPECTIVAS ATUAIS NO DIAGNÓSTICO E CONDUTAS DA ENDOCARDITE INFECCIOSA: UMA

REVISÃO DE LITERATURA

Luana Tamyris Santana de Sousa 1 ; Camila Santos Castro Braga 1 ; Elziany Rodrigues Galvão da Silva 1 ; João Pedro Camarço Batista 1 ; Tibéria Soares Siqueira 1 ; Bruna Marques Brito 2 ; Michely Laiany Vieira Moura 3 . [email protected]

INTRODUÇÃO

Endocardite Infecciosa (EI) é definida como uma infecção microbiana localizada no interior do coração. Atualmente, o termo “endocardite infecciosa” substitui a anterior “endocardite bacteriana”, pois outros agentes infecciosos, além de bactérias, podem estar envolvidos na doença, como os fungos Mycoplasma sp, Chlamydiae sp e Rickettsias sp (Araújo et al ., 2021 ). Essa infecção ocorre, principalmente em ambientes de cuidados em saúde, quando algum patógeno proveniente de outra parte do corpo entra na corrente sanguínea e se instala no tecido cardíaco, e mais de 50 % dos casos ocorrem em pacientes sem doença cardíaca conhecida. Mesmo com todos os cuidados adequados e necessários, a taxa de mortalidade associada à EI gira em torno de 30 % ao ano (Cahill et al ., 2017 ).

OBJETIVO

O objetivo do estudo é centrado em descrever os métodos atuais mais utilizados para identificação clínica e imaginológica médica da Endocardite Infecciosa.

MÉTODO

O presente artigo trata-se de uma revisão integrativa da literatura de caráter qualitativo e de natureza descritiva sobre os novos direcionamentos acerca do diagnóstico por meio de exames de imagem como a ecocardiografia transtorácica e transesofágica e condutas da endocardite infecciosa. O método do artigo é baseado em uma pesquisa bibliográfica, com a revisão de literaturas científicas pré- existentes, além da consulta em plataformas científicas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Devido os diferentes critérios diagnósticos para endocardite infecciosa, a sua incidência precisa é difícil de ser quantificada, mas nos pacientes com fatores de risco, como doenças cardíacas preexistentes, próteses cardíacas, uso de drogas intravenosas e procedimentos invasivos, a ocorrência dessa afecção é maior. A sua epidemiologia é dividida entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento. Dentre os principais agentes causadores para endocardite infecciosa destaca-se o Staphylococcus aureus colonizando a pele incluindo condições cardíacas predisponentes, como válvulas cardíacas anormais representando 7 % a 25 % dos casos, próteses valvulares mecânicas e biológica representam risco de infecção igualado e histórico prévio de endocardite. (Brandão Neto et al. , 2023 ). O tratamento da endocardite infecciosa é um desafio significativo e é influenciado por fatores epidemiológicos diversos. A antibioticoterapia empírica, comumente iniciada antes da confirmação diagnóstica, é crucial para o controle da infecção, mas sua eficácia depende da epidemiologia local de resistência bacteriana.

CONCLUSÃO

A endocardite infecciosa, apesar de ser considerada uma doença rara, possui prevalência elevada em países em desenvolvimento, como o Brasil e, devido a isso, dentro do contexto da saúde pública brasileira, ter conhecimento sobre as novas atualizações no diagnóstico e abordagens terapêuticas dessa patologia é essencial. Assim, o manejo do paciente com endocardite infecciosa reduz a incidência de complicações e a necessidade de procedimentos cirúrgicos, com menor morbimortalidades dos pacientes.

REFERÊNCIAS

CAHILL, T. J. et al. Challenges in infective endocarditis. Journal of the American College of Cardiology , v. 69 , n. 3 , p. 325 - 344 , 2017. MESQUITA, Claudio Tinoco. et al. Endocardite infecciosa: uma revisão narrativa. Med. Ciência e Arte , [ S.l .], v. 2 , n. 1 , p. 73 - 84 , 15 mar. 2023. MURDOCH, D. R. et al. Clinical presentation, etiology, and outcome of infective endocarditis in the 21 st century: the International Collaboration on Endocarditis–Prospective Cohort Study. Archives of Internal Medicine , v. 169 , n. 5 , p. 463 - 473 , 2019. Modalidade de Trabalho: Resumo Simples ( ) Resumo Expandido ( X )