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Teste de Compreensão Oral - Pintar o Cinema, Exercícios de Português (Gramática - Literatura)

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Tipologia: Exercícios

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ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA
TESTE DE COMPREENSÃO ORAL
PORTUGUÊS – 11.º ANO
Nome: Rita Graça N.º: 20 Turma: 11ºD Professora: Helena Coutinho
Escuta com atenção o texto “Pintar o cinema”, de Alexandra Carita.
1. Para cada item, seleciona a opção que permite obter uma afirmação adequada ao sentido do texto
escutado.
1.1. A ideia mais forte do filme “Os Maias” de João Botelho é a
(A) representação plástica de 17 exteriores da cidade de Lisboa do século XIX.
(B) seleção criteriosa dos espaços exteriores de “Os Maias”.
(C) opção de representar a cidade de Lisboa do século XVIII através de pinturas.
(D) preferência de João Queiroz, como artista plástico, para pintar os espaços exteriores de
“Os Maias”.
1.2. Na sua adaptação ao cinema, o pintor João Queiroz
(A) recriou os espaços mais emblemáticos do romance, partindo da representação de gravuras
da época.
(B) deu largas à sua criatividade, embora recorresse ao conhecimento que possuía sobre os
espaços referenciados na obra.
(C) fez uma investigação profunda no terreno e consultou bastante documentação.
(D) investigou no terreno, consultou gravuras da época e serviu-se da sua imaginação.
1.3. A opção plástica pela pintura dos espaços exteriores de “Os Maias” obteve um resultado
(A) belo, mas artificial.
(B) imaginativo, mas controverso.
(C) descritivo e real.
(D) teatral e surpreendente.
1.4. Tecnicamente, João Queiroz pintou as telas
(A) como um exercício prático de teoria do desenho e de geometria descritiva.
(B) a uma escala reduzida que depois foram fotografadas, digitalizadas e impressas em
tamanho real.
(C) a uma escala real, como o comprova a tela do prédio da Rua Capelo com 40 metros de
altura.
(D) a óleo e a tinta plástica.
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ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA

TESTE DE COMPREENSÃO ORAL

PORTUGUÊS – 11.º ANO

Nome: Rita Graça N.º: 20 Turma: 11ºD Professora: Helena Coutinho Escuta com atenção o texto “Pintar o cinema”, de Alexandra Carita.

  1. Para cada item, seleciona a opção que permite obter uma afirmação adequada ao sentido do texto escutado. 1.1. A ideia mais forte do filme “Os Maias” de João Botelho é a (A) representação plástica de 17 exteriores da cidade de Lisboa do século XIX. (B) seleção criteriosa dos espaços exteriores de “Os Maias”. (C) opção de representar a cidade de Lisboa do século XVIII através de pinturas. (D) preferência de João Queiroz, como artista plástico, para pintar os espaços exteriores de “Os Maias”. 1.2. Na sua adaptação ao cinema, o pintor João Queiroz (A) recriou os espaços mais emblemáticos do romance, partindo da representação de gravuras da época. (B) deu largas à sua criatividade, embora recorresse ao conhecimento que possuía sobre os espaços referenciados na obra. (C) fez uma investigação profunda no terreno e consultou bastante documentação. (D) investigou no terreno, consultou gravuras da época e serviu-se da sua imaginação. 1.3. A opção plástica pela pintura dos espaços exteriores de “Os Maias” obteve um resultado (A) belo, mas artificial. (B) imaginativo, mas controverso. (C) descritivo e real. (D) teatral e surpreendente. 1.4. Tecnicamente, João Queiroz pintou as telas (A) como um exercício prático de teoria do desenho e de geometria descritiva. (B) a uma escala reduzida que depois foram fotografadas, digitalizadas e impressas em tamanho real. (C) a uma escala real, como o comprova a tela do prédio da Rua Capelo com 40 metros de altura. (D) a óleo e a tinta plástica.

2 1.5. A imagem de uma Lisboa “suja e envelhecida” em tom de cinzento foi (A) uma questão debatida entre o pintor e o realizador. (B) um resultado imprevisto, mas que resultou bem. (C) uma tentativa de aproximar os cenários criados ao desfecho trágico do romance. (D) uma opção deliberada porque era a realidade na época. 1.6. João Botelho considera “Os Maias” como o seu “Ben-Hur”, pois também ele é (A) um filme com uma ação histórica adaptada de uma obra-prima. (B) uma longa-metragem épica. (C) uma longa-metragem imponente pelos seus cenários. (D) a adaptação de uma obra-prima distanciada no tempo. 1.7. Alexandra Carita intercala no seu texto afirmações de João Botelho e de João Queiroz para (A) exemplificar. (B) ilustrar os seus argumentos. (C) expor informação. (D) demonstrar. 1.8. Com a frase “Quero para o cinema o respeito que se tem para a pintura”, o realizador (A) reivindica uma vertente mais artística para o cinema. (B) reclama contra a discriminação da arte cinematográfica. (C) exige respeito para o seu filme “Os Maias”. (D) critica a valorização da pintura na arte cinematográfica. 1.9. O título “Pintar o cinema” está adequado ao assunto do texto porque (A) informa sobre a existência de uma nova técnica (a pintura e o cinema) no filme de João Botelho. (B) destaca a influência da pintura na arte cinematográfica. (C) realça a opção tomada em associar a pintura e o cinema no filme “Os Maias”. (D) critica o artificialismo do recurso à pintura no filme “Os Maias”. 1.10. Atendendo às marcas específicas de género, este texto é (A) uma exposição sobre um tema. (B) uma apreciação crítica. (C) um artigo de opinião. (D) uma entrevista.