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ETAPAS PGRSS, Esquemas de Química

ARQUIVO COM AS ETAPAS DE PGRSS VOLTADA PARA LABORATÓRIOS QUÍMICOS

Tipologia: Esquemas

2020

Compartilhado em 10/03/2020

FláviaFernandes22
FláviaFernandes22 🇧🇷

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1 – Segregação
Consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as
características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.
2 – Acondicionamento
Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem
vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de
acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo.
Os resíduos sólidos devem ser acondicionados em sacos resistentes à ruptura e vazamento e
impermeáveis, deve ser respeitado o limite de peso de cada saco, além de ser proibido o seu
esvaziamento ou reaproveitamento. Colocar os sacos em coletores de material lavável,
resistente ao processo de descontaminação utilizado pelo laboratório, com tampa provida de
sistema de abertura sem contato manual, e possuir cantos arredondados.
3 – Identificação
Os sacos de acondicionamento, os recipientes de coleta interna e externa, os recipientes de
transporte interno e externo, e os locais de armazenamento devem ser identificados de tal
forma a permitir fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se símbolos, cores e
frases, atendendo aos parâmetros referendados na norma NBR 7.500 da ABNT, além de
outras exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco específico de cada
grupo de resíduos.
O Grupo A de resíduos é identificado pelo símbolo internacional de risco biológico, com
rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo B é identificado através do
símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O
Grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante em
rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão “Rejeito Radioativo”.
O Grupo E possui a inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que
apresenta o resíduo.
4 - Transporte Interno
Esta etapa consiste no translado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao
armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação
para a coleta. O transporte interno de resíduos deve ser realizado atendendo roteiro
previamente definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas,
alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de atividades.
Deve ser feito separadamente de acordo com o grupo de resíduos e em recipientes
específicos a cada grupo de resíduos. Os carros para transporte interno devem ser
constituídos de material rígido, lavável, impermeável, resistente ao processo de
descontaminação determinado pelo laboratório, provido de tampa articulada ao próprio
corpo do equipamento, cantos e bordas arredondados, e identificados com o símbolo
correspondente ao risco do resíduo neles contidos. Devem ser providos de rodas revestidas
de material que reduza o ruído.
5 - Armazenamento Temporário
Guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos acondicionados, em local
próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e
aperfeiçoar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação
para coleta externa. o pode ser feito armazenamento temporário com disposição direta
dos sacos sobre o piso, sendo obrigatória a conservação dos sacos em recipientes de
acondicionamento. A área destinada à guarda dos carros de transporte interno de resíduos
deve ter pisos e paredes lisas, laváveis e resistentes ao processo de descontaminação
utilizado. O piso deve, ainda, ser resistente ao tráfego dos carros coletores. Deve possuir
ponto de iluminação artificial e área suficiente para armazenar, no mínimo, dois carros
coletores, para translado posterior até a área de armazenamento externo. Quando a sala for
exclusiva para o armazenamento de resíduos, deve estar identificada como “Sala de
Resíduos”. Os resíduos de fácil putrefação que venham a ser coletados por período superior
a 24 horas de seu armazenamento, devem ser conservados sob refrigeração, e quando não
for possível, serem submetidos a outro método de conservação. O armazenamento de
resíduos químicos deve atender à NBR 12235 da ABNT.
6 – Tratamento
O tratamento preliminar consiste na descontaminação dos resíduos (desinfecção ou
esterilização) por meios físicos ou químicos, realizado em condições de segurança e eficácia
comprovada, no local de geração, a fim de modificar as características químicas, físicas ou
biológicas dos resíduos e promover a redução, a eliminação ou a neutralização dos agentes
nocivos à saúde humana, animal e ao ambiente. Os sistemas para tratamento de resíduos de
serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, e são passíveis de
fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente. O
processo de autoclavação não é de licenciamento ambiental. A eficácia do processo deve ser
feita através de controles químicos e biológicos, periódicos, e devem ser registrados.
7 - Armazenamento Externo
Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a realização da etapa de coleta externa,
em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores. Neste local não é
permitido à manutenção dos sacos de resíduos fora dos recipientes ali estacionados.
8 – Coleta e Transporte Externos
Consistem na remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a
unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a
preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da
população e do meio ambiente, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos de
limpeza urbana. A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços de saúde devem ser
realizados de acordo com as normas NBR 12.810 e NBR 14652 da ABNT.

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1 – Segregação Consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos. 2 – Acondicionamento Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. Os resíduos sólidos devem ser acondicionados em sacos resistentes à ruptura e vazamento e impermeáveis, deve ser respeitado o limite de peso de cada saco, além de ser proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento. Colocar os sacos em coletores de material lavável, resistente ao processo de descontaminação utilizado pelo laboratório, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, e possuir cantos arredondados. 3 – Identificação Os sacos de acondicionamento, os recipientes de coleta interna e externa, os recipientes de transporte interno e externo, e os locais de armazenamento devem ser identificados de tal forma a permitir fácil visualização, de forma indelével, utilizando-se símbolos, cores e frases, atendendo aos parâmetros referendados na norma NBR 7.500 da ABNT, além de outras exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco específico de cada grupo de resíduos. O Grupo A de resíduos é identificado pelo símbolo internacional de risco biológico, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos. O Grupo B é identificado através do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco. O Grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão “Rejeito Radioativo”. O Grupo E possui a inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que apresenta o resíduo. 4 - Transporte Interno Esta etapa consiste no translado dos resíduos dos pontos de geração até local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo com a finalidade de apresentação para a coleta. O transporte interno de resíduos deve ser realizado atendendo roteiro previamente definido e em horários não coincidentes com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de atividades. Deve ser feito separadamente de acordo com o grupo de resíduos e em recipientes específicos a cada grupo de resíduos. Os carros para transporte interno devem ser constituídos de material rígido, lavável, impermeável, resistente ao processo de descontaminação determinado pelo laboratório, provido de tampa articulada ao próprio corpo do equipamento, cantos e bordas arredondados, e identificados com o símbolo correspondente ao risco do resíduo neles contidos. Devem ser providos de rodas revestidas de material que reduza o ruído. 5 - Armazenamento Temporário Guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados, em local próximo aos pontos de geração, visando agilizar a coleta dentro do estabelecimento e aperfeiçoar o deslocamento entre os pontos geradores e o ponto destinado à apresentação para coleta externa. Não pode ser feito armazenamento temporário com disposição direta dos sacos sobre o piso, sendo obrigatória a conservação dos sacos em recipientes de acondicionamento. A área destinada à guarda dos carros de transporte interno de resíduos deve ter pisos e paredes lisas, laváveis e resistentes ao processo de descontaminação utilizado. O piso deve, ainda, ser resistente ao tráfego dos carros coletores. Deve possuir ponto de iluminação artificial e área suficiente para armazenar, no mínimo, dois carros coletores, para translado posterior até a área de armazenamento externo. Quando a sala for exclusiva para o armazenamento de resíduos, deve estar identificada como “Sala de Resíduos”. Os resíduos de fácil putrefação que venham a ser coletados por período superior a 24 horas de seu armazenamento, devem ser conservados sob refrigeração, e quando não for possível, serem submetidos a outro método de conservação. O armazenamento de resíduos químicos deve atender à NBR 12235 da ABNT. 6 – Tratamento O tratamento preliminar consiste na descontaminação dos resíduos (desinfecção ou esterilização) por meios físicos ou químicos, realizado em condições de segurança e eficácia comprovada, no local de geração, a fim de modificar as características químicas, físicas ou biológicas dos resíduos e promover a redução, a eliminação ou a neutralização dos agentes nocivos à saúde humana, animal e ao ambiente. Os sistemas para tratamento de resíduos de serviços de saúde devem ser objeto de licenciamento ambiental, e são passíveis de fiscalização e de controle pelos órgãos de vigilância sanitária e de meio ambiente. O processo de autoclavação não é de licenciamento ambiental. A eficácia do processo deve ser feita através de controles químicos e biológicos, periódicos, e devem ser registrados. 7 - Armazenamento Externo Consiste na guarda dos recipientes de resíduos até a realização da etapa de coleta externa, em ambiente exclusivo com acesso facilitado para os veículos coletores. Neste local não é permitido à manutenção dos sacos de resíduos fora dos recipientes ali estacionados. 8 – Coleta e Transporte Externos Consistem na remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos de limpeza urbana. A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços de saúde devem ser realizados de acordo com as normas NBR 12.810 e NBR 14652 da ABNT.