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Exercício Banqueiro com atitude, Exercícios de Comportamento Organizacional

Resolução exercício Banqueiro com attitude

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 04/01/2021

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razel-cs 🇵🇹

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O banqueiro com atitude
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Utilizando o modelo dos “cinco grandes” foi possível caracterizar a
personalidade de Fernando Ulrich, banqueiro e presidente do banco BPI. De acordo o
fator da extroversão, é possível caracterizar Ulrich como uma pessoa social e
extrovertida e isto fez com que desde muito jovem que se tenha rodeado de pessoas
influentes e de aprender com as mesmas. O facto de se ter aventurado e ter ido
trabalhar para Paris alguns anos mostra também que não tem problemas de sair da
sua zona de conforto. Em termos de neuroticismo, pode-se observar que este é um
homem calmo, estável e com resiliência, com uma capacidade emocional capaz de
representar uma posição de chefia, portanto isto são indicadores de alguém com
baixos índices de neuroticismo. Olhando para o terceiro fator, a amabilidade e tendo
em conta o texto, notamos uma falta de tolerância de Ulrich em relação a comentários
feitos a ele ou ao BPI e pode-se mesmo dizer que há um suposto mau feitio do mesmo.
Apesar de não ter repercurssões graves, Ulrich não se importa de entrar em choque
mesmo com quem é próximo, no entanto, Ulrich é perdulário e valoriza as amizades,
"As relações esfriaram. Hoje estão bem. "Não guardo rancores e valorizo uma amizade
de 30 anos."". O quarto fator, a conscienciosidade, e o mais importante para a posição
que Ulrich ocupa, é possível observar que este é extremamente preserverante e
orientado para os resultados. Desde muito jovem que sonhou trabalhar na banca e
traçou um plano ao longo da sua vida para o fazer. É extremamente organizado e
focado nos resultados, como podemos ler "De manhã ia para o MNE, à tarde entrava
no jornal e à noite seguia para as aulas.". O último fator, a abertura à experiência,
Fernando Ulrich esteve aberto a novas experiências durante toda a sua vida. Praticava
vários desportos e, num deles, um dos seus colegas desafia-o a interessar-se pelo
jornalismo e este aventura-se. ""Nunca tal lhe tinha passado pela cabeça... nem
jornalismo era para si um sonho." Mas porque não?" Pensou." Mais tarde, ainda com
apenas 22 anos, decide aceitar ser embaixador da OCDE sem saber o que esta
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O banqueiro com atitude

Utilizando o modelo dos “cinco grandes” foi possível caracterizar a personalidade de Fernando Ulrich, banqueiro e presidente do banco BPI. De acordo o fator da extroversão, é possível caracterizar Ulrich como uma pessoa social e extrovertida e isto fez com que desde muito jovem que se tenha rodeado de pessoas influentes e de aprender com as mesmas. O facto de se ter aventurado e ter ido trabalhar para Paris alguns anos mostra também que não tem problemas de sair da sua zona de conforto. Em termos de neuroticismo, pode-se observar que este é um homem calmo, estável e com resiliência, com uma capacidade emocional capaz de representar uma posição de chefia, portanto isto são indicadores de alguém com baixos índices de neuroticismo. Olhando para o terceiro fator, a amabilidade e tendo em conta o texto, notamos uma falta de tolerância de Ulrich em relação a comentários feitos a ele ou ao BPI e pode-se mesmo dizer que há um suposto mau feitio do mesmo. Apesar de não ter repercurssões graves, Ulrich não se importa de entrar em choque mesmo com quem é próximo, no entanto, Ulrich é perdulário e valoriza as amizades, "As relações esfriaram. Hoje estão bem. "Não guardo rancores e valorizo uma amizade de 30 anos."". O quarto fator, a conscienciosidade, e o mais importante para a posição que Ulrich ocupa, é possível observar que este é extremamente preserverante e orientado para os resultados. Desde muito jovem que sonhou trabalhar na banca e traçou um plano ao longo da sua vida para o fazer. É extremamente organizado e focado nos resultados, como podemos ler "De manhã ia para o MNE, à tarde entrava no jornal e à noite seguia para as aulas.". O último fator, a abertura à experiência, Fernando Ulrich esteve aberto a novas experiências durante toda a sua vida. Praticava vários desportos e, num deles, um dos seus colegas desafia-o a interessar-se pelo jornalismo e este aventura-se. ""Nunca tal lhe tinha passado pela cabeça... nem jornalismo era para si um sonho." Mas porque não?" Pensou." Mais tarde, ainda com apenas 22 anos, decide aceitar ser embaixador da OCDE sem saber o que esta

representa, mas sabe que é bom para o seu futuro e que vai contribuir para o seu plano de ser um importante banqueiro. Estas duas aventuras mostra que tem uma capacidade de adaptação muito forte.

Aplicando as dimensões estudadas à personalidade de Ulrich, é possível observar que o seu locus de controlo é predominantemente interno. Isto é, Ulrich sabe que o seu sucesso e o seu desempenho vai ter origem unicamente em si. Ou seja, o seu sucesso vai ser o resultado do seu esforço pessoal, competências e conhecimentos. Ulrich traçou um plano para si quando era jovem e trabalhou para alcançá-lo. ” Fernando Ulrich sabe o que quer. Sempre soube” É possível também reparar que Ulrich tem elevados níveis de autoestima e de auto monitorização. Durante a sua vida abraçou vários projetos que se distanciavam do seu plano inicial, tal como o projeto que abraçou de ser colonista para o jornal “Expresso”. Este reconheceu que tinha dificuldades na escrita, no entanto arranjou forma de dar a volta às suas dificuldades. “Escrevia mal, dava erros, custava-me mesmo escrever... mas aprendi e adotei um registo que ainda hoje me serve.” Estes dois fatores mostram que Ulrich tem uma capacidade elevada de se adaptar ao ambiente onde se encontra, mas também que é capaz de abraçar novos desafios e de não baixar a cabeça quando encontra dificuldades.

O desenvolvimento da sua personalidade deve-se a vários fatores, mas um dos mais importantes foi o meio onde Ulrich cresceu, neste caso a sua personalidade foi-se desenvolvendo no seio de uma família burguesa ligada ao setor da banca, que fez com que desde muito cedo este tenha ambicionado um lugar no mesmo setor. A personalidade de Ulrich foi desde cedo moldada para ser um grande gestor, crescendo a ter como exemplo o irmão da mãe, Fernando Costa Duarte, que lhe mostrou a faceta do