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Exercícios de Cálculo: Integrais Definidas e Aplicações, Exercícios de Cálculo para Engenheiros

Uma abordagem complementar de cálculo 1

Tipologia: Exercícios

2019

Compartilhado em 07/07/2023

vinicius-saraiva-8
vinicius-saraiva-8 🇧🇷

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bg1
Exerc´ıcios
1. Encontre,seexistir,ovalorde cada uma das integrais abaixo
a)R1
0³x+x1
3
x´dx e)R4
3
3
4
dx
x1+x2i)R1
−∞ exdx m)R4
0
xdx
16x2
b)R2
1³x+1
3
x+4
x´dx f)R4
1
xdx
2+4xj)R
0xexdx n)R1
1
dx
x4
c)Rπ
3
0tgxdx g)R2
1
dx
5xk)R
1
dx
xx21o)R1
0
dx
x3
d)R2
2
0
dx
1x2h)R
0exdx l)R1
0
dx
1xp)R2
0
dx
x1
2. Dadasasfun¸oes f,g :[1,3] Rdefinidas por f(x)=x+2 e g(x)=x2+x
encontre S(f,P)eS(g, P ).
3. Dada a fun¸ao f:[a, b]Rdefinidas por f(x)=x2+ 2 encontre S(f,P ).
4. Seja f:[0,1) Rdefinida por f(x)= 1
1x2.Verifique se R1
0f(x)dx existe.
5. Seja f:(−∞,+)Rdefinida por f(x)= 1
1+x2.Verifique seR+
−∞ f(x)dx
existe.
1.9. Aplica¸oes da Integral Definida
alculo da ´area em coordenadas retangulares
Se a fun¸ao f(x)forn˜ao negativa, isto ´e, f(x)0nointervalo[a, b], ent˜aoa´area da
figura limitada pelas curvas x=a,x=b,y=0ey=f(xedadapor
A=Zb
a
f(x)dx
Por outro lado, se a fun¸ao f(x)fornegativa,iste, f(x)<0nointervalo
[a, b], ent˜ao a ´area da figura limitada pelas curvas x=a,x=b,y=0ey=f(xe
dada por
A=Zb
a
f(x)dx ou A=Za
b
f(x)dx
Exemplo 1.28. Encontrar a ´area sob o gr´afico da fun¸ao f(x)=2xno intervalo [2,2].
32
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c

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Exerc´ıcios

  1. Encontre, se existir, o valor de cada uma das integrais abaixo

a)

R 1

0

x + √x − √ (^31) x

dx e)

R 43

(^34) x√^ dx1+x 2 i)^

R 1

−∞ exdx^ m)^

R 4

0 √ 16 xdx−x^2 b) R^12

x + √ (^31) x + √^4 x

dx f ) R^14 √^ xdx2+4x j) R^0 ∞ xe−xdx n) R^ −^11 dxx 4

c) R^0 π^3 tgxdx g) R^12 √^ dx 5 −x k) R^1 ∞x√^ dxx (^2) − 1 o) R^01 dxx 3

d)

R √ 22

0 √ 1 dx−x^2 h)^

R ∞

0 e−xdx^ l)^

R 1

0 √^ dx 1 −x p)^

R 2

0 x^ dx− 1

  1. Dadas as fun¸c˜oes f, g : [1, 3] → R definidas por f (x) = x + 2 e g (x) = x^2 + x encontre S (f, P ) e S (g, P ).
  2. Dada a fun¸c˜ao f : [a, b] → R definidas por f (x) = x^2 + 2 encontre S (f, P ).
  3. Seja f : [0, 1) → R definida por f (x) = √ 11 −x 2. Verifique se R^01 f (x) dx existe.
  4. Seja f : (−∞, +∞) → R definida por f (x) = (^) 1+^1 x 2. Verifique se

R +∞

−∞ f^ (x)^ dx existe.

1.9. Aplica¸c˜oes da Integral Definida

C´alculo da ´area em coordenadas retangulares

Se a fun¸c˜ao f (x) for n˜ao negativa, isto ´e, f (x) ≥ 0 no intervalo [a, b], ent˜ao a ´area da figura limitada pelas curvas x = a, x = b, y = 0 e y = f (x) ´e dada por

A =

Z (^) b a

f (x) dx

Por outro lado, se a fun¸c˜ao f (x) for negativa, isto ´e, f (x) < 0 no intervalo [a, b], ent˜ao a ´area da figura limitada pelas curvas x = a, x = b, y = 0 e y = f (x) ´e dada por

A = −

Z (^) b a

f (x) dx ou A =

Z (^) a b

f (x) dx

Exemplo 1.28. Encontrar a ´area sob o gr´afico da fun¸c˜ao f (x) = 2x no intervalo [− 2 , 2].

-2.0 -1.5 -1.0 -0.5 0.5 1.0 1.5 2.

1

2

3

4

x

y

Figura 1.15: f(x) = 2x

Solu¸c˜ao: a representa¸c˜ao gr´afica de f pode ser observada na figura 1. Essa fun¸c˜ao tem imagem negativa no intervalo [− 2 , 0] e n˜ao negativa no intevalo [0, 2]. Desse modo, devemos proceder como segue:

A =

R 2

− 2 2 xdx = −

R 0

− 2 2 xdx^ +^

R 2

0 2 xdx = −x^2 |^0 − 2 + x^2 |^20

= − [(0)^2 − (−2)^2 ] + 2^2 − 02

− [−4] + 4 = 8ua Logo, a ´area sob o gr´afico da fun¸c˜ao f (x) = 2x no intervalo [− 2 , 2] ´e 8 unidades de ´area.

Exemplo 1.29. Achar a ´area da regi˜ao delimitada pelos gr´aficos de y + x^2 = 6 e y + 2x = 3

Solu¸c˜ao: Vamos inicialmente fazer uma representa¸c˜ao gr´afica da ´area de- limitada, conforme ilustra a figura 1.

Encontrando a interse¸c˜ao do sistema

y = 6 − x^2 y = 3 − 2 x

temos: 6−x^2 = 3− 2 x ⇒

x^2 − 2 x − 3 = 0 ⇒

x 1 = 3 x 2 = − 1

e portanto os pontos de interse¸c˜ao s˜ao P 1 = (− 1 , 5)

e P 2 = (3, −3). Portanto a ´area ´e igual a ´area da par´abola menos a ´area da reta no intervalo de [-1,3].

[0, 1] (na figura 1.18), e a ´area da regi˜ao delimitada pelas curvas y = x^2 e y = √x no intervalo [0, 1] (na figura 1.19). Como podemos observar a ´area procurada ´e igual a diferen¸ca entre as ´areas um e dois. Assim, temos

Figura 1.17: ´Area um

Figura 1.18: ´Area dois

Area procurada = (´´ area dois) − (´area um) A = R^01 √xdx − R^01 x^2 dx A =

R 1

√x − x (^2) ) dx A = (^13)

Logo, a ´area procurada ´e A = 13.

Exemplo 1.31. Calcule a ´area da regi˜ao hachurada

Figura 1.19: ´Area procurada

Solu¸c˜ao:

Primeiro vamos identificar a lei que define as fun¸c˜oes lineares presente no gr´afico:

Uma reta passa pelos pontos (0,0) e (1,1) e a outra passa pelos pontos (0, 0) e (2, 12 ), portanto as equa¸c˜oes das retas s˜ao, respectivamente:

y = x

y = 14 x

Existem v´arias maneiras de calcular esta ´area, uma delas est´a apresentanda

φ (α) = 0 e φ (β) = a

a cos α = 0 a cos β = a

cos α = 0 cos β = 1

donde vem α = π 2 e β = 0

Portanto, desse modo, obteremos a quarta parte da ´area da elipse. A ´area total ser´a essa parcial multiplicada por quatro.

como

R (^) b a f^ (x)^ dx^ =^

R (^) β R (^) b α^ ψ(t)φ^0 (t)dt^ vem a f^ (x)^ dx^ = 4^

R 0

π 2 bsent(−asent)dt = − 4 ab R^ π 20 sen^2 tdt = 42 ab

R π 2 0 (1^ −^ cos 2t)^ dt = 2ab ¡t − 12 sen 2 t¢^ |

π 2 0 = 2ab

¡π 2 −^12 sen^2

¡π 2

= abπ Logo, a ´area da elipse ´e A = abπ

Exemplo 1.33. Calcular a ´area interior a elipse E 1 =

x = 2 cos t y = 4 sin t

e exterior a elipse

E 2 =

x = 2 cos t y = sin t

Figura 1.20:

A = 4

Z 0

π 2 [4 sin^ t(−2 sin^ t)^ −^ sin^ t(−2 sin^ t)]dt

Z 0

π 2 (−8 sin

(^2) t + 2 sin (^2) t)dt

Z π 2 0

−6 sin^2 tdt =

Z π 2 0

2 (1^ −^ cos 2t)dt

= 12(t − 12 sin 2t) |

π 2 0

= 12π 2 = 6πu.a

Area de um setor cuvil´^ ´ ıneo em coordenadas polares

Seja ρ = f (θ) uma fun¸c˜ao cont´ınua que descreve uma curva em coordenadas polares no intervalo [α, β]. Como nosso interesse ´e determinar a ´area da regi˜ao delimitada por ρ = f (θ) vamos tomar uma parti¸c˜ao do intervalo [α, β], conforme ilustra a figura 1.

Figura 1.21: ´Area de um setor

Seja X = {θ 0 , θ 1 , θ 2 , θ 3 , ...............θn}

uma parti¸c˜ao de [α, β] em que

α = θ 0 < θ 1 < θ 2 < θ 3 < ........ < θn = β

Z

π 2 0 (2 cos^ θ^ −^ cos^2 θ)dθ =

Z

π 2 0 [2 cos^ θ^ −^

2 (1 + cos 2θ)]dθ

= 2 sin θ − 12 θ − 12 sin 2θ

π 2 0 = 2^ −^

π 4 Portanto, a ´area ´e igual A = 2 − π 4 u.a

Exemplo 1.35. Escreva, em coordenadas polares, a integral que calcula a ´area exterior ao c´ırculo ρ = 1 e interior a ros´acea ρ = 2 cos(2θ)

Solu¸c˜ao: a figura 1.23 ilustra a ´area delimitada

Figura 1.23: Area delimitada´

( Inicialmente, vamos determinar os pontos de interse¸c˜ao das duas curvas: ρ = 2 cos(2θ) ρ = 1

, temos:  



2 cos(2θ) = 1 cos 2θ = (^12) θ = π 6 (no I quad) Vamos calcular a ´area no intervalo de [0, π 6 ] e multiplicar por 8, j´a que as demais s˜ao equivalentes. Utilizando a f´ormula 1. e verificando que a ´area total ´e igual a ´area da ros´acea menos a ´area do c´ırculo obtemos: A = 8.^12

Z π 6 0

[(2 cos(2θ))^2 − (1)^2 ]dθ

Comprimento de um arco

Seja y = f (x) uma fun¸c˜ao cont´ınua no intervalo [a, b] cujo gr´afico descreve o arco dAB, conforme ilustra a 1.

a x^ x^ x^ b

M

M

M

M

f(x )

f(x )

0

1 ι−

ι

ι−1 ι

ι−

ι

∆ ∆ x

s y

Figura 1.24: Comprimento de arco

Vamos dividir o arco ABd em subarcos por meio da parti¸c˜ao

X = {M 0 , M 1 , M 2 , ....., Mn}

em que A = M 0 < M 1 < M 2 < ..... < Mn = B

e abscissas s˜ao x 0 , x 1 , x 2 , ....., xn.

Tracemos as cordas

M 0 M 1 , M 1 M 2 , ...., Mi− 1 Mi, ....., Mn− 1 Mn

e designemos os seus comprimentos por

∆S 1 , ∆S 2 , ......., ∆Si, ..., ∆Sn.

Obtem-se ent˜ao a linha poligonal

AM 0 M 1 , ....., Mn− 1 B

ao longo do arco ABd cujo comprimento aproximado ´e:

Seja |∆x| o intervalo de maior diˆametro de cada parti¸c˜ao de ABd. Ent˜ao, se n → ∞ segue que |∆x| → 0 e (ξi) → x. Assim:

l = lim n→∞ln = (^) |∆limx|→ 0 P^ n i=

q 1 + (f 0 (ξi))^2 ∆xi =

R (^) b a

q 1 + (f 0 (x))^2 dx

Portanto, o comprimento do arco dAB no intervalo [a, b] ´e dado por

l =

Z (^) b a

q 1 + (f^0 (x))^2 dx (1.3)

Exemplo 1.36. Determinar o comprimento do arco na fun¸c˜ao y = √x no intervalo [0, 4].

Solu¸c˜ao: a figura 1.25 ilustra o comprimento de arco

0.0 0 1 2 3 4

x

y

Figura 1.25: f (x) = √x

Sendo y = f (x) = √x temos f 0 (x) = 2 √^1 x. Assim, aplicando a f´ormula 1. vem

l =

R (^) b a

q 1 + (f^00 (x))^2 dx l = R^04

r 1 +

2 √x

dx l =

R 4

0

q 1 + (^41) x dx l =

R 4

0

q 4 x+ 4 x dx l = 12 R^04

√ 4 x+ √x dx

tendo t^2 = x temos dx = 2tdt, t ∈ [0, 2]. l = (^12)

R 2

0

√ 4 t (^2) + √t 2 2 tdt = R^02 √ 4 t^2 + 1dt a primitiva de

4 t^2 + 1´e tabelada, logo l = 12 t

4 t^2 + 1 + 14 ln

2 t +

4 t^2 + 1

|^20

Cujo resultado ´e l =

17 + 14 ln

Comprimento de um arco em coordenadas param´etricas

Sejam x = φ (t) e y = ψ (t) para t ∈ [α, β] as equa¸c˜oes param´etricas de y = f (x). Ent˜ao, como dx = φ^0 (t) dt, dy = ψ^0 (t) dt e f 0 (x) = dydx podemos escrever:

f^0 (x) = dydx

f 0 (x) = ψ

(^0) (t) dt φ^0 (t) dt =^

ψ^0 (t) φ^0 (t)

Substituindo na f´ormula 1.3 vem

l = R^ ab

q 1 + (f^0 (x))^2 dx

l =

R (^) β α

s 1 +

μψ (^0) (t) φ^0 (t)

φ^0 (t) dt

l = R^ αβ

s 1 + (ψ

(^0) (t))^2 (φ^0 (t))^2

φ^0 (t) dt

l = R^ αβ

s (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 φ^0 (t)^2

φ^0 (t) dt

l = R^ αβ

q (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 φ^0 (t) x

(^0) (t) dt

l = R^ αβ

q (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 dt Portanto, o comprimento de arco em coordenadas param´etricas ´e dado por

l =

Z (^) β α

q (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 dt (1.4)

Exemplo 1.37. Calcular o comprimento de arco da astr´oide dada por:

φ (t) = 3 cos^3 t

e ψ(t) = 3sen^3 t.

Solu¸c˜ao: Podemos encontrar o comprimento do subarco no primeiro quad- rante e multiplicar o resultado por quatro. Como φ^0 (t) = −9 cos^2 sent, ψ^0 (t) = 9sen^2 t cos t e t ∈ £ 0 , π 2 ¤^ substituindo na f´ormula 1.4 vem

φ (θ) = f (θ) cos θ e ψ (θ) = f (θ) senθ donde vem φ^0 (θ) = f 0 (θ) cos θ − f (θ) senθ ou φ^0 (θ) = ρ^0 cos θ − ρsenθ ψ^0 (θ) = f^0 (θ) senθ + f (θ) cos θ ou ψ^0 (θ) = ρ^0 senθ + ρ cos θ Agora (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 = (ρ^0 cos θ − ρsenθ)^2 + (ρ^0 senθ + ρ cos θ)^2 Resolvendo os produtos not´aveis e simplificando obtemos (φ^0 (t))^2 + (ψ^0 (t))^2 = (ρ^0 )^2 + ρ^2 Substituindo na equa¸c˜ao 1.4 obtemos a f´ormula para o c´alculo do compri- mento de arco em coordenadas polares dada por

l =

Z (^) β α

q (ρ^0 )^2 + ρ^2 dθ (1.5)

Exemplo 1.39. Encontrar o comprimento de arco do cardi´oide ρ = a (1 + cos θ).

Solu¸c˜ao: Podemos determinar o comprimento do arco no primeiro e se- gundo quadrante e multipicar por dois. Como ρ = a (1 + cos θ) tem-se ρ^0 = −asenθ. Substituindo na f´ormula 1.5 vem

l =

R (^) β α

q (ρ^0 )^2 + ρ^2 dθ l = 2

R (^) π 0

q (−asenθ)^2 + (a (1 + cos θ))^2 dθ l = 2a

R (^) π 0

sen^2 θ + 1 + 2 cos θ + cos^2 θdθ l = 2a

R (^) π 0

2 + 2 cos θdθ l = 2a · 2 R^0 π cos θ 2 dθ l = 4a · 2 sin 12 θ|π 0 l = 8a uc

Logo, o comprimento de arco do cardi´oide ρ = a (1 + cos θ) ´e l = 8a uc.

Exemplo 1.40. Mostre, usando coordenadas param´etricas, que o comprimento de uma circunferˆencia de raio r ´e 2 πr.

Solu¸c˜ao:

Em param´( etrica, a circunferˆencia ´e representada por: x(t) = r cos t y(t) = r sin t

O comprimento de arco em param´etrica ´e l = R^ tt 12

p (x^0 (t))^2 + (y^0 (t))^2 dt Usando a simetria temos:

l = 4

Z π 2 0

p (−r sin t)^2 + (r cos t)^2 dt

l = 4

Z π 2 0

q r^2 (sin^2 t + cos^2 t)dt

l = 4

Z π 2 0

rdt l = 4 rt |

π 2 0 = 2πr Logo o comprimento da circunferˆencia ´e 2πr.

1.10. Volume de um s´olido de revolu¸c˜ao

Considere o s´olido T gerado pela rota¸c˜ao da curva y = f(x) em torno do eixo x no intervalo [a, b]. (ver figura 1.26)

Figura 1.26: Rota¸c˜ao de uma curva em torno do eixo x

Demonstra¸c˜ao: Seja

P = {x 0 , x 1 , ......., xn}

uma parti¸c˜ao do intervalo [a, b] e sejam

∆x 1 , ∆x 2 , ......., ∆xn

Figura 1.27:

V 1 = π

Z 4

0

22 dx V 1 = 4 π4 = 16π

como temos um raio igual a r = 3 e h = 6 para o cone, obtemos a reta y = 13 x para rotacionar em torno do eixo x

V 2 = π

Z 6

0

μ 1 3 x

dx

V 2 = 271 πx^3 |^60 =^6

3 27 π^ = 8π portanto o V = 16 π + 8π = 24π uv

Exemplo 1.42. Calcule o volume do s´olido gerado pela rota¸c˜ao da curva f(x) = x^3 , no intervalo [1,2].

Resolu¸c˜ao : Observe a figura 1.

Figura 1.28: fonte:Pilchowski (2004)

V = π

Z (^) b a

[f (x)]^2 dx

V = π

Z 2

1

£x 3 ¤ (^2) dx

= π

Z 2

1

x^6 dx

= π x

7 7 p

(^21)

= π[^2

7 7 −^

7 ] =

127 π 7 u.v Portanto, o volume ´e V = 1277 πu.v

Exemplo 1.43. Determinar o volume do s´olido de revolu¸c˜ao gerado pela regi˜ao delim- itada pelas curvas y = x^2 e y = x + 2 em torno do eixo x.

ver figura 1. Solu¸c˜ao: Nesse exemplo n˜ao foi especificado o intervalo em que est´a situada a regi˜ao delimitada pelas curvas. Portanto, devemos determin´a-lo. O intervalo fica determinado se conhecermos os pontos de interse¸c˜ao das curvas. Encontramos tais

pontos resolvendo o sistema de equa¸c˜oes

y = x^2 y = x + 2

. E f´´ acil ver que a solu¸c˜ao vem