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Exercícios sobre Asma, Exercícios de Pneumologia

Exercícios sobre asma e seu tratamento

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 01/02/2024

mayla-kuchler
mayla-kuchler 🇧🇷

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Lista de Exercícios Pneumologia – Asma
1) A asma é uma doença muito prevalente no Brasil e no mundo, sendo a 3ª causa de hospitalização
em crianças e adultos jovens e a causa de 2500 óbitos por ano, devido às crises de asma. Qual a
história clássica de sintomas respiratórios referidos por um paciente que direcionam para o
diagnóstico de asma?
A) Estertoração fina, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse seca;
B) Sibilância, dispneia, coriza e tosse seca;
C) Sibilância, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse seca;
D) Estertoração fina, coriza, opressão torácica retroesternal e tosse seca.
2) Para diagnóstico definitivo da asma, além dos sintomas típicos, de uma história compatível e de
exame físico condizente com o quadro, é necessária a realização da espirometria, exceto em casos
de limitações que impossibilitem a realização do exame. Qual o padrão mais comum, porém não
tão frequente observado na espirometria de um paciente com asma?
A) Distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora positiva;
B) Distúrbio ventilatório restritivo;
C) Distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora negativa;
D) Distúrbio ventilatório misto.
3) Qual o pilar no tratamento de um paciente com diagnóstico de asma?
A) LABA;
B) LAMA;
C) SABA;
D) ICS.
4) Paciente de 30 anos, em consulta na Unidade Básica de Saúde, refere dispneia e sensação de
opressão torácica uma ou duas vezes por mês. Relata que percebe chiados no peito durante a noite
e que tinha alguns episódios semelhantes a estes na infância. Qual a conduta mais adequada para
tratamento desse paciente?
A) ICS + Formoterol para alívio de sintomas;
B) SABA+ LABA para alívio de sintomas;
C) ICS+ LAMA para alívio de sintomas;
D) Formoterol (LABA) + LAMA.
5) Quando o paciente já foi diagnosticado com asma e orientado acerca do tratamento com ICS dose
baixa e LABA 2 vezes ao dia todo dia, mas não apresenta resposta satisfatória e continua com
sintomas frequentes, qual o primeiro passo no manejo desse paciente?
A) Trocar LABA por LAMA;
B) Aumentar a dose do corticoide inalatório;
C) Trocar o LABA por um imunobiológico;
D) Considerar adesão ao tratamento, influência de comorbidades e medicamentos associados.
6) Em relação à asma grave, definida como Asma não controlada, com exacerbações frequentes as
quais necessitam de Corticoide Oral, altas doses de corticóide inalatório para seu controle, e que o
descontrole ocorre sempre que a dose do ICS é reduzida. Assinale o manejo adequado deste
paciente:
A) Confirmar diagnóstico de asma e correta adesão terapêutica pelo paciente e, caso não seja
encontrado um motivo para o não controle da doença, aumentar a dose ICS;
B) Confirmar diagnóstico de asma e correta adesão terapêutica pelo paciente e, caso ainda não
seja encontrado um motivo para o não controle da doença, associar corticoide sistêmico;
C) Suspender o uso de LABA e aumentar a dose do ICS;
D) Prescrição de imunobiológicos.
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Lista de Exercícios Pneumologia – Asma

  1. A asma é uma doença muito prevalente no Brasil e no mundo, sendo a 3ª causa de hospitalização em crianças e adultos jovens e a causa de 2500 óbitos por ano, devido às crises de asma. Qual a história clássica de sintomas respiratórios referidos por um paciente que direcionam para o diagnóstico de asma? A) Estertoração fina, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse seca; B) Sibilância, dispneia, coriza e tosse seca; C) Sibilância, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse seca; D) Estertoração fina, coriza, opressão torácica retroesternal e tosse seca.
  2. Para diagnóstico definitivo da asma, além dos sintomas típicos, de uma história compatível e de exame físico condizente com o quadro, é necessária a realização da espirometria, exceto em casos de limitações que impossibilitem a realização do exame. Qual o padrão mais comum, porém não tão frequente observado na espirometria de um paciente com asma? A) Distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora positiva; B) Distúrbio ventilatório restritivo; C) Distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora negativa; D) Distúrbio ventilatório misto.
  3. Qual o pilar no tratamento de um paciente com diagnóstico de asma? A) LABA; B) LAMA; C) SABA; D) ICS.
  4. Paciente de 30 anos, em consulta na Unidade Básica de Saúde, refere dispneia e sensação de opressão torácica uma ou duas vezes por mês. Relata que percebe chiados no peito durante a noite e que tinha alguns episódios semelhantes a estes na infância. Qual a conduta mais adequada para tratamento desse paciente? A) ICS + Formoterol para alívio de sintomas; B) SABA+ LABA para alívio de sintomas; C) ICS+ LAMA para alívio de sintomas; D) Formoterol (LABA) + LAMA.
  5. Quando o paciente já foi diagnosticado com asma e orientado acerca do tratamento com ICS dose baixa e LABA 2 vezes ao dia todo dia, mas não apresenta resposta satisfatória e continua com sintomas frequentes, qual o primeiro passo no manejo desse paciente? A) Trocar LABA por LAMA; B) Aumentar a dose do corticoide inalatório; C) Trocar o LABA por um imunobiológico; D) Considerar adesão ao tratamento, influência de comorbidades e medicamentos associados.
  6. Em relação à asma grave, definida como Asma não controlada, com exacerbações frequentes as quais necessitam de Corticoide Oral, altas doses de corticóide inalatório para seu controle, e que o descontrole ocorre sempre que a dose do ICS é reduzida. Assinale o manejo adequado deste paciente: A) Confirmar diagnóstico de asma e correta adesão terapêutica pelo paciente e, caso não seja encontrado um motivo para o não controle da doença, aumentar a dose ICS; B) Confirmar diagnóstico de asma e correta adesão terapêutica pelo paciente e, caso ainda não seja encontrado um motivo para o não controle da doença, associar corticoide sistêmico; C) Suspender o uso de LABA e aumentar a dose do ICS; D) Prescrição de imunobiológicos.

GABARITO

  1. C) Sibilância, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse seca; Dentre os sintomas típicos encontrados em um paciente que orientam o diagnóstico de asma, encontram-se: tosse noturna, tosse seca, chiado no peito, sibilância, opressão torácica retroesternal, tosse induzida por frio/cheiro forte, dispneia, sintomas intermitentes e que melhoram com broncodilatadores. Dentre esses sintomas, os mais característicos são: tosse seca, opressão torácica retroesternal, sibilância, dispneia e melhora dos sintomas com broncodilatadores.
  2. A) Distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora positiva; Para o diagnóstico definitivo de asma, exceto em casos em que haja alguma limitação do paciente que não permita a realização do exame, é necessária uma espirometria. O resultado da espirometria que sugere um quadro de asma é VEF1/CVF menor que o limite inferior (VEF1 menor que normal e CVF dentro da normalidade) com prova broncodilatadora positiva. No entanto, a presença de uma espirometria normal longe de uma crise de broncoespasmo, não afasta a doença na presença de uma história típica. A presença de prova broncodilatadora negativa pode estar presente numa parcela de asmáticos.
  3. D) Corticoide inalatório (ICS). O pilar no tratamento da asma é o corticoide inalatório, sendo a droga responsável por controlar sintomas, reduzir a inflamação, reduzir exacerbações, reduzir internações e óbitos.
  4. A) ICS + Formoterol para alívio das crises; O paciente apresentado no caso em questão corresponde ao PASSO 2 no tratamento da asma (sintomas duas vezes ou mais por mês, mas menos de 4/5 dias por semana), sendo indicado o tratamento com ICS em dose baixa e formoterol, , para alívio de sintmas.
  5. D) Considerar adesão ao tratamento, influência de comorbidades e medicamentos associados. Antes de seguir para o próximo passo dentro do tratamento da asma, deve-se confirmar o diagnóstico do paciente, conferir a adesão do paciente ao tratamento (utilizando os medicamentos corretos e da forma correta) e verificar a influência de comorbidades e outros medicamentos associados que possam prejudicar a eficácia do tratamento
  6. A) Confirmar diagnóstico de asma e correta adesão terapêutica pelo paciente e, caso não seja encontrado um motivo para o não controle da doença, aumentar a dose ICS; Em relação ao manejo do paciente com quadro de asma grave, deve-se verificar se não corresponde a um quadro de asma de difícil controle (comorbidades, tabagismo, ambiente) e