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Exigencia aves e suinos
Tipologia: Notas de estudo
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Autores: Horacio Santiago Rostagno Luiz Fernando Teixeira Albino Juarez Lopes Donzele Paulo Cezar Gomes Rita Flávia de Oliveira Darci Clementino Lopes Aloizio Soares Ferreira Sergio Luiz de Toledo Barreto
O livro, Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais , é de autoria dos seguintes professores do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa: Horacio Santiago Rostagno , Ph D., Professor Titular de Nutrição de Monogástricos; Luiz Fernando Teixeira Albino , D.S., Professor Titular de Nutrição e Produção de Aves; Juarez Lopes Donzelle, D.S., Professor Titular de Nutrição Animal; Paulo Cezar Gomes , D.S., Professor Adjunto de Nutrição e Produção de Monogástricos; Rita Flávia Miranda de Oliveira , D.S., Professora Adjunto de Bioclimatologia Animal; Darci Clementino Lopes , D.S., Professor Adjunto de Nutrição de Monogástricos; Aloízio Soares Ferreira , D.S., Professor Titular de Nutrição de Monogástricos; Sergio Luiz de Toledo Barreto, D.S., Professor Adjunto de Nutrição de Monogástricos.
Diagramação e Montagem
Edson Agostinho Pereira
Ficha catalográfica preparada pela Seção de Catalogação e Classificação da Biblioteca Central da UFV
Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 5
Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 7
Tabela 15 - (^) Suplemento Mineral para Rações de Suínos ............ 66 Tabela 16 - Nível Prático (Pr) e Máximo (Máx) de Inclusão dos Alimentos nas Rações de Frangos de Corte e de Galinhas Poedeiras (Porcentagem na Ração) ........... 67 Tabela 17 - Nível Prático (Pr) e Máximo (Máx) de Inclusão dos Alimentos nas Rações de Suínos em Crescimento e de Reprodutores (Porcentagem na Ração) ............... 69 Tabela 18 - Variação do Conteúdo de Nutrientes dos Principais Alimentos - Proteína Bruta, Cálcio e Fósforo (na matéria natural) ............................................................ 71 Tabela 19 - Variação do Conteúdo de Nutrientes dos Principais Alimentos - Lisina, Metionina + Cistina e Treonina (na matéria natural) ..................................................... 72 Tabela 20 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / kg de Ganho de Peso de Frangos de Corte (Machos e Fêmeas) .......................................... 83 Tabela 21 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis.Dig.) para Frangos de Corte ....................................................................... 84 Tabela 22 - Exigência Nutricional de Lisina Digestível de Frangos de Corte Machos de Desempenho Médio Utilizando a Equação da Tabela 21 ............................ 85 Tabela 23 - Exigência Nutricional de Lisina Digestível de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Médio utilizando a Equação da Tabela 21............................ 86 Tabela 24 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Frangos de Corte. 87 Tabela 25 - Equações Utilizadas para Estimar as Exigências Nutricionais (Y) de Frangos de Corte, em % por Mcal de EM em Função da Idade Média (X) .............. 88 Tabela 26 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Regular .............................. 89 Tabela 27 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Médio ................................. 90
Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 11
Tabela 28 Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Superior ............................. 91
Tabela 29 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Regular .............................. 92
Tabela 30 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Médio ................................ 93
Tabela 31 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Superior ............................. 94
Tabela 32 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Aves de Reposição Leves e Semipesadas .............................. 97
Tabela 33 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Leves (% por 1000 kcal de EM da ração) ................... 98
Tabela 34 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Semipesadas (% por 1000 kcal de EM da ração) ...... 99
Tabela 35 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Leves de Acordo com o Nível Energético da Ração. 100
Tabela 36 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Semipesadas de Acordo com o Nível Energético da Ração ........................................................................... 101
Tabela 37 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira de Galinhas Poedeiras Leves e Semipesadas em g/ave/dia e em % ............. 102
Tabela 38 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Energia Metabolizável (EM) de Galinhas Poedeiras Leves e Semipesadas em kcal/ave/dia ...................... 103
Tabela 39 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Galinhas Poedeiras Leves de Acordo com a Produtividade ............................................................... 104
Tabela 40 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Galinhas Poedeiras Semipesadas de Acordo com a Produtividade .................................................... 105
Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 13
Tabela 53 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Energia Metabolizável (EM) de Matrizes em kcal/ave/dia .................................................................. 121
Tabela 54 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade ............................................................... 122
Tabela 55 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Reprodutores Pesados ....................................................................... 123
Tabela 56 - Exigências Nutricionais de Matrizes Reprodutoras Pesadas (g/ave/dia) .................................................... 124
Tabela 57 - Exigências de Energia (kcal EM/ave/dia) e Consumo de Ração (g/ave/dia) de Matrizes Pesadas ............... 125
Tabela 58 - Exigências Nutricionais (%) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade, a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração ...................... 126
Tabela 59 - Exigências Nutricionais (%) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade, a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração, sob Diferentes Temperaturas ............................................ 127
Tabela 60 - Exigências Nutricionais de Galos Reprodutores Pesados de Acordo com a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração (g/dia ou %) ............................ 128
Tabela 61 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / Kg de Ganho de Peso de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético .......... 139
Tabela 62 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) para Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético .......... 140
Tabela 63 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / Kg de Ganho de Peso de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético ........................... 141
Tabela 64 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) para Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético ........................... 142 Tabela 65 - Exigência de Lisina Digestível (Lis Dig) de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Médio Desempenho Utilizando a Equação da Tabela 62 ................................................................................. 143 Tabela 66 - Exigência de Lisina Digestível (Lis Dig) de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Médio Desempenho Utilizando a Equação da Tabela 64 ..... 144 Tabela 67 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Suínos em Crescimento ................................................................. 145 Tabela 68 - Equações para Estimar as Exigências Nutricionais de Suínos nas Fases, Inicial, Crescimento e Terminação em Porcentagem por Mcal de EM em Função do Peso Vivo .................................................. 146 Tabela 69 - Exigências Nutricionais de Leitões de Alto Potencial Genético na Fase Pré-Inicial, com Desempenho Médio (Machos Castrados e Fêmeas) ....................... 147 Tabela 70 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Regular ................................................. 148 Tabela 71 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Médio .................................................... 149 Tabela 72 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Superior ................................................ 150 Tabela 73 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Regular ......... 151 Tabela 74 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Médio ............ 152 Tabela 75 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Superior ........ 153
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