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Exigencia aves e suinos, Notas de estudo de zootecnia

Exigencia aves e suinos

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 19/08/2013

dicastro-dias-de-souza-9
dicastro-dias-de-souza-9 🇧🇷

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Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais
2a Edição
Editor: Horacio Santiago Rostagno
Autores: Horacio Santiago Rostagno
Luiz Fernando Teixeira Albino
Juarez Lopes Donzele
Paulo Cezar Gomes
Rita Flávia de Oliveira
Darci Clementino Lopes
Aloizio Soares Ferreira
Sergio Luiz de Toledo Barreto
UFV - DZO
2005
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Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais

a

Edição

Editor: Horacio Santiago Rostagno

Autores: Horacio Santiago Rostagno Luiz Fernando Teixeira Albino Juarez Lopes Donzele Paulo Cezar Gomes Rita Flávia de Oliveira Darci Clementino Lopes Aloizio Soares Ferreira Sergio Luiz de Toledo Barreto

UFV - DZO

2 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

O livro, Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - Composição de Alimentos e Exigências Nutricionais , é de autoria dos seguintes professores do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa: Horacio Santiago Rostagno , Ph D., Professor Titular de Nutrição de Monogástricos; Luiz Fernando Teixeira Albino , D.S., Professor Titular de Nutrição e Produção de Aves; Juarez Lopes Donzelle, D.S., Professor Titular de Nutrição Animal; Paulo Cezar Gomes , D.S., Professor Adjunto de Nutrição e Produção de Monogástricos; Rita Flávia Miranda de Oliveira , D.S., Professora Adjunto de Bioclimatologia Animal; Darci Clementino Lopes , D.S., Professor Adjunto de Nutrição de Monogástricos; Aloízio Soares Ferreira , D.S., Professor Titular de Nutrição de Monogástricos; Sergio Luiz de Toledo Barreto, D.S., Professor Adjunto de Nutrição de Monogástricos.

2 a^ EDIÇÃO

Diagramação e Montagem

Edson Agostinho Pereira

Ficha catalográfica preparada pela Seção de Catalogação e Classificação da Biblioteca Central da UFV

Tabelas brasileiras para aves e suínos : composição de

T113 alimentos e exigências nutricionais / Editor : Horacio

2005 Santiago Rostagno. – 2.ed. – Viçosa : UFV, Departa-

mento de Zootecnia, 2005.

186 p. : il. ; 23 cm.

1. Ave - Alimentação e rações. 2. Suíno - Alimentação

e rações. 3. Ave - Nutrição - Exigências. 4. Suíno - Nutri-

cão - Exigências. I. Rostagno, Horacio Santiago.

II. Universidade Federal de Viçosa. Departamento de

Zootecnia.

CDD 22.ed. 636.

4 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

COMISSÃO DE APOIO

Alfredo Lora Graña

Anastácia Maria de Araújo Campos

Carla Rodrigues da Silva

Claudson Oliveira Brito

Débora Cristine de O. Carvalho

Flavio Augusto M. Hashimoto

Leandro César Rigueira Milagres

Lídson Ramos Nery

Luis Ernesto Paez Bernal

Marli Arena Dionizio

Marvio Lobão T. de Abreu

Mauricio Tarcio dos Santos Viana

Mauro Jarbas de Souza Godoi

Silvano Bünzen

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 5

APRESENTAÇÃO

O Brasil é um dos maiores produtores de aves e de suínos do

mundo, sendo também, evidentemente, um dos maiores produtores de

rações balanceadas.

O nível geral da tecnologia aplicada à indústria de aves e de

suínos do País é dos mais elevados, particularmente no que se refere à

indústria de rações.

Entretanto, a tecnologia de formulação de rações era baseada

em informações de composição de alimento e de exigências

nutricionais estabelecidas no exterior, principalmente nos Estados

Unidos e na Europa. As tabelas usadas para cálculos de rações, tanto

nas indústrias quanto nas instituições de pesquisa, eram tabelas

estrangeiras ou tabelas publicadas no País com base em dados de

tabelas provenientes do exterior.

Não há dúvida de que o uso destas tabelas representou a

adoção de tecnologia de alto nível, que permitiu ao País atingir o

desenvolvimento observado. Entretanto, estas tabelas, sob certos

aspectos, deixam a desejar quanto a sua perfeita aplicabilidade nas

condições brasileiras.

A Universidade Federal de Viçosa iniciou, em 1974, uma série

de trabalhos de experimentação e de pesquisa, visando construir, com

dados obtidos no País, uma tabela de composição de alimentos e de

exigências nutricionais de aves e de suínos, que resultaram na

publicação da primeira TABELA BRASILEIRA DE COMPOSIÇÃO DE

ALIMENTOS E EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS, em 1983.

De 1983 até o ano de 2000 as pesquisas continuaram e uma

quantidade significativa de informações científicas sobre composição

de alimentos e de exigências nutricionais de aves e de suínos

permitiram a publicação da 1a^ Edição das Tabelas Brasileiras para

Aves e Suínos. A partir de 2000 com as constantes pesquisas

desenvolvidas foi possível fazer a atualização destas informações com

a publicação da 2a^ Edição.

A quase totalidade dos dados aqui apresentados já foi

publicada, principalmente para a comunidade técnica e científica

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 7

CONTEÚDO

CAPÍTULO 1.

Composição dos Alimentos e dos Suplementos Vitamínicos e

Minerais..................................................................................... 17

CAPÍTULO 2.

Exigências Nutricionais das Aves ............................................ 73

Exigências Nutricionais de Frangos de Corte .......................... 81

Exigências Nutricionais de Aves de Reposição e de Galinhas

Poedeiras ................................................................................. 95

Exigências Nutricionais de Aves Reprodutoras ....................... 115

CAPÍTULO 3.

Exigências Nutricionais dos Suínos ......................................... 129

Exigências Nutricionais de Suínos em Crescimento ................ 137

Exigências Nutricionais de Suínos Reprodutores .................... 155

CAPÍTULO 4.

Tabelas Simplificadas de Composição dos Alimentos e de

Exigências Nutricionais de Aves e Suínos ............................... 163

CAPÍTULO 5.

Dissertações e Teses ............................................................... 169

8 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

10 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

Tabela 15 - (^) Suplemento Mineral para Rações de Suínos ............ 66 Tabela 16 - Nível Prático (Pr) e Máximo (Máx) de Inclusão dos Alimentos nas Rações de Frangos de Corte e de Galinhas Poedeiras (Porcentagem na Ração) ........... 67 Tabela 17 - Nível Prático (Pr) e Máximo (Máx) de Inclusão dos Alimentos nas Rações de Suínos em Crescimento e de Reprodutores (Porcentagem na Ração) ............... 69 Tabela 18 - Variação do Conteúdo de Nutrientes dos Principais Alimentos - Proteína Bruta, Cálcio e Fósforo (na matéria natural) ............................................................ 71 Tabela 19 - Variação do Conteúdo de Nutrientes dos Principais Alimentos - Lisina, Metionina + Cistina e Treonina (na matéria natural) ..................................................... 72 Tabela 20 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / kg de Ganho de Peso de Frangos de Corte (Machos e Fêmeas) .......................................... 83 Tabela 21 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis.Dig.) para Frangos de Corte ....................................................................... 84 Tabela 22 - Exigência Nutricional de Lisina Digestível de Frangos de Corte Machos de Desempenho Médio Utilizando a Equação da Tabela 21 ............................ 85 Tabela 23 - Exigência Nutricional de Lisina Digestível de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Médio utilizando a Equação da Tabela 21............................ 86 Tabela 24 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Frangos de Corte. 87 Tabela 25 - Equações Utilizadas para Estimar as Exigências Nutricionais (Y) de Frangos de Corte, em % por Mcal de EM em Função da Idade Média (X) .............. 88 Tabela 26 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Regular .............................. 89 Tabela 27 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Médio ................................. 90

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 11

Tabela 28 Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Machos de Desempenho Superior ............................. 91

Tabela 29 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Regular .............................. 92

Tabela 30 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Médio ................................ 93

Tabela 31 - Exigências Nutricionais de Frangos de Corte Fêmeas de Desempenho Superior ............................. 94

Tabela 32 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Aves de Reposição Leves e Semipesadas .............................. 97

Tabela 33 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Leves (% por 1000 kcal de EM da ração) ................... 98

Tabela 34 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Semipesadas (% por 1000 kcal de EM da ração) ...... 99

Tabela 35 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Leves de Acordo com o Nível Energético da Ração. 100

Tabela 36 - Exigências Nutricionais de Aves de Reposição Semipesadas de Acordo com o Nível Energético da Ração ........................................................................... 101

Tabela 37 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira de Galinhas Poedeiras Leves e Semipesadas em g/ave/dia e em % ............. 102

Tabela 38 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Energia Metabolizável (EM) de Galinhas Poedeiras Leves e Semipesadas em kcal/ave/dia ...................... 103

Tabela 39 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Galinhas Poedeiras Leves de Acordo com a Produtividade ............................................................... 104

Tabela 40 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Galinhas Poedeiras Semipesadas de Acordo com a Produtividade .................................................... 105

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 13

Tabela 53 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Energia Metabolizável (EM) de Matrizes em kcal/ave/dia .................................................................. 121

Tabela 54 - Exigências de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade ............................................................... 122

Tabela 55 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Reprodutores Pesados ....................................................................... 123

Tabela 56 - Exigências Nutricionais de Matrizes Reprodutoras Pesadas (g/ave/dia) .................................................... 124

Tabela 57 - Exigências de Energia (kcal EM/ave/dia) e Consumo de Ração (g/ave/dia) de Matrizes Pesadas ............... 125

Tabela 58 - Exigências Nutricionais (%) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade, a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração ...................... 126

Tabela 59 - Exigências Nutricionais (%) de Matrizes Pesadas de Acordo com a Produtividade, a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração, sob Diferentes Temperaturas ............................................ 127

Tabela 60 - Exigências Nutricionais de Galos Reprodutores Pesados de Acordo com a Energia Metabolizável e o Consumo de Ração (g/dia ou %) ............................ 128

Tabela 61 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / Kg de Ganho de Peso de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético .......... 139

Tabela 62 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) para Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético .......... 140

Tabela 63 - Metodologia Utilizada para a Obtenção da Equação que Calcula a Quantidade de Lisina Digestível Verdadeira / Kg de Ganho de Peso de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético ........................... 141

14 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

Tabela 64 - Equação Utilizada para Estimar a Exigência de Lisina Digestível Verdadeira (Lis Dig.) para Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético ........................... 142 Tabela 65 - Exigência de Lisina Digestível (Lis Dig) de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Médio Desempenho Utilizando a Equação da Tabela 62 ................................................................................. 143 Tabela 66 - Exigência de Lisina Digestível (Lis Dig) de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Médio Desempenho Utilizando a Equação da Tabela 64 ..... 144 Tabela 67 - Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Suínos em Crescimento ................................................................. 145 Tabela 68 - Equações para Estimar as Exigências Nutricionais de Suínos nas Fases, Inicial, Crescimento e Terminação em Porcentagem por Mcal de EM em Função do Peso Vivo .................................................. 146 Tabela 69 - Exigências Nutricionais de Leitões de Alto Potencial Genético na Fase Pré-Inicial, com Desempenho Médio (Machos Castrados e Fêmeas) ....................... 147 Tabela 70 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Regular ................................................. 148 Tabela 71 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Médio .................................................... 149 Tabela 72 - Exigências Nutricionais de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético com Desempenho Superior ................................................ 150 Tabela 73 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Regular ......... 151 Tabela 74 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Médio ............ 152 Tabela 75 - Exigências Nutricionais de Suínos Fêmeas de Alto Potencial Genético com Desempenho Superior ........ 153

16 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 17

CAPÍTULO 1

Composição dos Alimentos e de Suplementos

Vitamínicos e Minerais.

Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos - (^) 19

INTRODUÇÃO

Um dos pontos que mereceu cuidados especiais na

preparação deste trabalho foram as análises químicas realizadas,

principalmente, no Laboratório de Nutrição Animal do

Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.

* Para as diversas análises foram adotadas as seguintes

metodologias: o teor de matéria seca (MS) foi calculado

usando-se estufa de 105 oC, durante 4 a 6 horas; a proteína

bruta (PB) foi determinada pelo método clássico de Kjedahl; o

extrato etéreo (EE), pelo método a quente, usando o extrator

“Goldfisch” e o éter de petróleo como solvente; o amido pelo

método enzimático, a fibra bruta (FB), pelo método de

Weende; a fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em

detergente ácido (FDA), pelo método de Van Soests; a energia

bruta (EB), pela bomba calorimétrica “Parr”; a matéria mineral

(MM), incinerando a amostra a 600 oC, durante 4 horas; os

minerais, usando-se o espectrofotômetro de absorção atômica,

à exceção de sódio e potássio (espectrofotômetro de emissão

de chama); e o fósforo, por colorimetria. Os minerais de um

número limitado de alimentos foram também analisados

utilizando o aparelho espectrofotômetro de indução de plasma

do Departamento de Solos da UFV.

* O conteúdo de potássio, de sódio e de cloro dos alimentos foi

incluído na Tabela 1 para facilitar o cálculo do balanço

eletrolítico das rações de aves e suínos.

* As variações individuais no conteúdo de fósforo fítico dos

alimentos, bem como a disponibilidade desta forma e da forma

não fítico não foram consideradas. O fósforo disponível foi

calculado a partir do fósforo total, considerando-se os produtos

de origem animal com 100% de disponibilidade e os produtos

de origem vegetal com apenas 33%, exceto o farelo de arroz

20 - Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos

em que o fósforo total foi considerado com 20% de

disponibilidade. O conteúdo e a biodisponibilidade do fósforo

de diferentes fosfatos brasileiros estão descritos na Tabela 8. A

determinação da biodisponibilidade do fósforo dos fosfatos foi

realizada de forma comparativa com uma fonte padrão, o

fosfato bicálcico, ao qual foi atribuído o coeficiente de

disponibilidade de 100%. Por isso alguns fosfato apresentam

conteúdo de fósforo disponível maior que 100%. São citados

valores de fósforo digestível verdadeiro de alguns alimentos

determinados com suínos nas fases de crescimento e de

terminação. Pesquisas para a determinação da digestibilidade

do fósforo com aves e suínos estão sendo realizadas na UFV

com o intuito de no futuro formar um conjunto de dados e poder

também incluir as exigências de fósforo digestível para estes

animais.

* A literatura estrangeira tem relatado que alguns fosfatos

podem apresentar altos valores de metais pesados. Na Tabela

9 são mostrados dados de composição de fosfatos brasileiros

principalmente o conteúdo de minerais importantes como o

chumbo, o cádmio e o vanádio.

* A determinação da energia metabolizável (EM) dos alimentos,

com aves, foi realizada utilizando-se o método de coleta total

das excretas. Somente em alguns casos foi utilizado o óxido

crômico como indicador fecal. Os valores de EM dos alimentos

apresentados na Tabela 1 são valores corrigidos por retenção

de nitrogênio e foram determinados com aves de diferentes

idades (pintos, galos e galinhas poedeiras).

* Os valores energéticos (energia digestível e metabolizável) e

de digestibilidade da proteína dos alimentos, para suínos,

foram determinados usando-se gaiolas de metabolismo e o

método da coleta total de fezes e óxido férrico como marcador

fecal. Foram utilizados suínos de diferentes idades e pesos. Na