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Farmacologia em situações especiais, Notas de estudo de Farmacologia

Farmacologia em situações especiais

Tipologia: Notas de estudo

2021

Compartilhado em 19/02/2021

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george-abreu-4 🇧🇷

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Farmacologia em situações especiais
Gestantes
- Efeito da concepção até a amamentação;
- Maioria usam de 4 a 5 fármacos (antieméticos, analgésicos e antibióticos)
- Atravessam a placenta e podem ter efeitos sobre o bebê;
-Fármacos usados para tratar doenças agudas (infecções) ou crônicas em mães com HAS E DM.
Já que isso pode interferir na saúde do bebê ou morte da mãe.
-Início da gestação: Náusea e vômito no final constrição, refluxo e dor.
-Mães hipertensas antes, algumas pré eclampsia, diabetes (clássica ou gestacional), asma,
epileipsia, infecções ou depressão = Tratamentos necessários para manter saúde da mãe e
bebê.
-Evitar o uso de fármacos: Pode evitar teratogenicidade pelo atravessamento da barreira
placentária (retardo e má formações). Betabloqueador = LEVA bebê a bradicardia.
- Escolha de fármaco: Risco de formação e alterações fisiológicas que interferem na
resposta dos fármacos (ajuste de dose ou troca de fármaco).
- Aumento de sangue aumento de dose.
-Redução da proteína plasmática precisa ser reduzida a dose.
-Efeitos gástricos podem afetar a biodisponibilidade dos fármacos.
-Refluxo pode interferir na adesão ao tratamento (fase tardia da gestação).
- Aumento de PA em paciente hipertensa requer ajuste de dose.
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Farmacologia em situações especiais Gestantes

  • Efeito da concepção até a amamentação;
  • Maioria usam de 4 a 5 fármacos (antieméticos, analgésicos e antibióticos)
  • Atravessam a placenta e podem ter efeitos sobre o bebê; -Fármacos usados para tratar doenças agudas (infecções) ou crônicas em mães com HAS E DM. Já que isso pode interferir na saúde do bebê ou morte da mãe. -Início da gestação: Náusea e vômito no final constrição, refluxo e dor. -Mães hipertensas antes, algumas pré eclampsia, diabetes (clássica ou gestacional), asma, epileipsia, infecções ou depressão = Tratamentos necessários para manter saúde da mãe e bebê. -Evitar o uso de fármacos: Pode evitar teratogenicidade pelo atravessamento da barreira placentária (retardo e má formações). Betabloqueador = LEVA bebê a bradicardia.
  • Escolha de fármaco: Risco de má formação e alterações fisiológicas que interferem na resposta dos fármacos (ajuste de dose ou troca de fármaco).
  • Aumento de sangue aumento de dose. -Redução da proteína plasmática precisa ser reduzida a dose. -Efeitos gástricos podem afetar a biodisponibilidade dos fármacos. -Refluxo pode interferir na adesão ao tratamento (fase tardia da gestação).
  • Aumento de PA em paciente hipertensa requer ajuste de dose.

DOSE ADMINISTRADA : doses elevadas tem chance maior de transferência para circulação fetal, já que passam por difusão passiva - ajuste para a dose mínima que produz efeito terapêutico. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO : Preferência para as mais seguras VO>IV. Ou ainda local. A biodisponibilidade depende dessa via. Na VO ela tem sua disponibilidade regulada pelo tempo enquanto na IV ele está completamente biodisponível ao fim da administração. TRATAMENTO CRÔNICO X AGUDO : Agudo tem menos risco (usado no momento) para tratar uma dor. No crônico monitorar a mãe e escolher fármaco com menor risco de produzir efeitos negativos no bebê. PESO MOLECULAR : Escolher o de maior peso molecular , pois ele define a taxa de passagem através das membranas, ele passa menos. LIPOSSOLUVEIS : Escolher os menos lipossolúveis há que esse também é um potencializador de passagem pela membrana. LIGAÇÃO A PROTEÍNA PLASMÁTICA : Os ligados a proteínas plasmáticas não estão livres para passarem as membranas, logo são preferência os que estão ligados a proteínas plasmáticas. TERATOGENICIDADE Período inicial : Leva a morte ou abortamento espontâneo; Terceira a oitava semana : Desenvolvimento de membros e coração – Acontece mal formações maiores (membros de maior ou menor tamanho, ausência de dedos, entre outros); Nona a trigésima oitava semana : Amadurecimento e desenvolvimento de órgãos principalmente SNC. Exposição a teratogênicos (mal formação menores: retardo mental ou físicas menos expressivas). A maioria dos fármacos se classifica como C. D- Mulheres epilépticas continuar tratamento, mas deve ser avisa do risco do uso desses fármacos. X- Realmente provoca má formação – Varfarina (atravessa Memb. Placentária causa má formações importantes no feto e retinol também).

Nutriz

  • Algumas mães tem doença de base e precisam continuar tratamentos, mas por isso podem expor o bebê ao fármaco (pelo leite);
  • Menos 1% passa para o leite, preocupante nos RN em que o intestino não está completamente amadurecido (ele é a primeira barreira da entrada de fármaco). Além disso existe imaturidade hepáticas (para metabolizar os fármacos) e renal (responsável pela excreção) logo pode haver acúmulo de fármaco. Baixa concentração de proteínas plasmáticas, então por ter poucas delas o fármaco fica mais livre na CS. - Podemos minimizar efeitos no bebê: Usar a menor dose eficaz (Se tem menos fármaco, passa menos para o leite); Preferir os menos lipossolúveis e de maior peso molecular (relacionado a transferência de membranas); Menor o tempo de meia vida plasmática (mais chance de na próxima mamada o bebê não entre em contato com uma dose alta de fármaco); Administração logo após a mamada (porque bebê mama em 2 a 3 horas e tem certa metabolização, distribuição e começa a ser excretada aí a transferência para o leite é mínima). Administrar a noite (após a última mamada); Efeitos tóxicos no bebê : Cólica, diarreia (por uso de laxantes, por exemplo), constipação, insônia/agitação (café, chocolate, cigarro ou fármaco estimulante), sedação (ansiolíticos/benzodiazepínicos/ álcool), relaxante de musculatura= desnutrição.

Crianças

- Distinguir a faixa em que a criança está. Neonatos : imaturidade gastrointestinal, hepática e renal – Endovenosa e supositório com ajuste de dose- calculado com base na superfície corporal e parâmetros farmacocinéticos alterado). Alta permeabilidade dérmica (atravessa muito a pele). Crianças: Maior filtração glomerular, maior tamanho do fígado (metabolismo mais rápido), ajuste de dose: peso, idade e superfície corporal. SELEÇÃO DO FÁRMACO

  • Eficácia: Complicado porque elas não podem participar em estudos clínicos. -Baixa toxicidade -Vias de adm e formas farmacêuticas: VO (maiores de 4 anos- xarope, solução doces -risco de cáries), injetáveis (dor na hora de adm).
  • Seleção: Uso clínico e informações farmacológicas. Idosos
  • Alteração de TGI: Afeta a absorção e biodisponibilidade do fármaco;
  • Pelo aumento da gordura: Fármacos lipossolúveis são desviados para o tecido adiposo;
  • Menos proteínas plasmáticas: Mais fármaco livre – Intoxicação.
  • Redução do fluxo hepático e renal: Reduz a filtração e secreção renal / diminui metabolização: Risco de acúmulo de fármaco – Intoxicação – Ajuste para dose menor. -Uso crônico: Alguns provocam deficiência nutricional e precisam ser suplementadas. -Polifarmácia: 6 a 7 medicamentos diferentes por dia – Risco de intoxicação e interação e potencializa efeitos adversos em sinergia com as alterações fisiológicas.