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Guias e Dicas
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Sistemas de Filas: Teoria e Modelagem, Notas de estudo de Engenharia Civil

Teorias e modelos matemáticos para o estudo de sistemas de filas, incluindo distribuições de poisson, exponencial e erlang, processos markovianos e relações úteis. O texto aborda as medidas de efetividade de uma fila no estado estacionário, como número médio de usuários, comprimento médio da fila, tempo médio que um usuário permanece no sistema e na fila, e probabilidades de um usuário permanecer mais que um determinado tempo na fila ou no sistema.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 18/09/2006

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LA LOGISTICA INTEGRATA:
CONCETTI BASE
(LOGINTE1)
1
Sistemas de Filas
Prof. Dr. Nicolau D. F. Gualda
Prof. Dr. Claudio Barbieri da Cunha
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Departamento de Engenharia de Transportes
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pf9
pfa
pfd
pfe
pff

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Sistemas de Filas

Prof. Dr. Nicolau D. F. Gualda Prof. Dr. Claudio Barbieri da Cunha Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Transportes

ρ = índice de utilização ou de intensidade de tráfego

μ

λ = taxa de chegadas (usuários por unidade de tempo)

= taxa de atendimento (tempo médio de atendimento de um usuário)

μ

λ ρ =

para que haja estabilidade do sistema de filas

ρ ≥ 1 implica fila infinita

ρ< 1

DISTRIBUIÇÃO DE POISSON

Coeficiente de Variação

[ ] λ λ

σ λ 1 = = = En

C

n V

( )

( )

n!

t e P t

n t

n

λ λ

=

Coeficiente de Variação

[ ] K K

K

EX

CV X

1 = = =

μ

σ μ

PROCESSO MARKOVIANO

9 SEM MEMÓRIA

P [ X ( ) tx / X ( t 0 ) = x 0 , X ( t 1 ) = x 1 ,..., X ( tn )= xn ] = P [ X ( ) tx / X ( tn )= xn ]

PROCESSO DE POISSON

É um processo Markoviano.

9 as chegadas devem ser independentes e as características probabilísticas do sistema não devem se alterar com o tempo. Em particular, deve permanecer constante.

9 a probabilidade de mais de uma chegada no intervalo infinitesimal dt é desprezível

Para que exista um processo de Poisson é preciso que sejam as satisfeitas as seguintes premissas:

λ

Fórmulas de Little:

L = λ W

Lq = λ W q

1 W = Wq +

RELAÇÕES ÚTEIS

EQUAÇÃO DE POLLACZEK-KHINTCHINE

Para filas com chegadas regidas por processo de Poisson e apenas uma posição de serviço é muito prática a equação de Pollaczek-Khintchine para cálculo do tempo e espera na fila.

2 ( 1 )

ρ

ρ λ σ ρ −

= +

T

L

Essa equação vale para qualquer distribuição do tempo de atendimento, desde que exista apenas uma estação de serviço e as chegadas constituam um processo de Poisson.

λ (^) = fluxo médio de chegadas medido em número de usuários (pessoas, veículos, navios etc.) por unidade de tempo.

= tempo médio de atendimento

= desvio padrão do tempo médio de atendimento

T

σ T

ρ (^) = índice de utilização

2 ( 1 )

ρ

ρ λ σ ρ −

= +

T

L

L = número médio de usuários no sistema

O tempo médio no sistema é igual à soma do tempo médio na fila com o tempo

médio de atendimento W q + T.

λ T =^ Como ρ^ λ^ T =^ ρ, temos:

= tempo médio de espera na fila 2 ( 1 )

λ ρ

ρ λ σ

=

T

Wq

FILAS M/M/

μ

λ ρ =

Se ρ< 1, então as probabilidade de estado estacionário existem e são dadas por:

n

pn

Se >1, as chegadas têm uma taxa maior do que o atendente pode absorver: o comprimento da fila aumenta sem limite e um estado estacionário não ocorre. Uma situação semelhante acontece quando = 1.

ρ

ρ

ρ = índice de utilização ou de intensidade de tráfego

μ = taxa de atendimento (tempo médio de atendimento de um usuário)

λ^ = taxa de chegadas (usuários por unidade de tempo)

ρ

ρ −

2 L (^) q

ρ

ρ −

= 1

L

μ − λ

W

W q =

( ) ( 0 )

= ≥

W t e t

tW

/

t e t

tW Wq^ ρ

FILAS M/M/1, λ =^ λ

= n 0

λ λ n pn

= n 0

L npn

∑[^ {^ }]

= − 0

, 0 n

Lq máx n sn pn

Taxa média de chegadas de usuários dentro do estabelecimento de prestação de serviços:

Em qualquer sistema de filas:

RECUSA E DESISTÊNCIA

λ (^) n = [ 1 − b ( n )]λ

μ n =μ + r ( n )

Recusa: usuário chega mas não quer entrar no estabelecimento de prestação de serviços porque a fila está muito longa.

Desistência: usuário deixa a fila após dela participar, porque o tempo para ser atendido tem se tornado muito longo.

FILAS M/M/s/K

9 chegadas segundo distribuição de Poisson ( M ) 9 tempos de atendimento exponencialmente distribuídos ( M ) 9 s atendentes 9 capacidade ( K ) do sistema

( )

2 [^ (^ )(^ ) ]^0

1 1 1 ! 1

K s p s

s L K s K s

s s q

− −

− − − − −

= ρ ρ ρ ρ

ρ

( )

 (^ )^ (^ )

 = 

  

 − +

 ≠ 

  

= (^) −

=

=

1 !!

1 ! 1!

1

1

0

1

0

1

0 ρ

ρ

ρ ρ

ρ ρ

s

n

s n

s

n

s s Ks n

n

s K s s

s

n

s s

s

p

FILAS M/M/s/K

( )

= + +

= +

=

=

0 ( 1 , 2 , ...)

( 1 ,..., ) !

( 1 , 2 ,..., ) !

0

0

n K K

p n s K s

s

p n s n

s

p s n

n

n ρ

TEMPO MÉDIO DE ESPERA

s

s

q s

s

s

W P ρ

ρ

μ ρ −

− +

= >

1

1

( 1 ) 1

1 ( 0 )

onde

T

μ =

= −

= 1

0 !(^1 )

( ) !

( )

!( 1 )

( )

( 0 ) s

j

j s

s

s

s j

s

s

s

P

FILA M/D/s

( )^1

( )

1

1 1

  • − = (^) s

s

D q

M q

s

s

W

W

ρ

ρ

( M )

Wq =^ tempo de espera médio para a fila M/M/s

( D )

Wq = tempo de espera médio para a fila M/D/s

Nota-se que, à medida que s cresce, a relação acima tende à unidade.

Para s = 25 e ρ^ = 0,945, tem-se Wq^ ( M )/ Wq (^ D ) = 1,

Esse resultado é bastante útil em algumas aplicações, pois mostra que a distribuição dos tempos de atendimento não é tão importante para valores grandes de s , podendo, nesses casos, empregar-se o modelo M/M/C sem grande erro (e a favor da segurança).

RELAÇÃO ENTRE

OS TEMPOS DE ESPERA DAS FILAS M/M/s E M/D/s