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Força de Atrito
Tipologia: Notas de estudo
Compartilhado em 24/04/2014
4.6
(20)38 documentos
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2 Objetivos 4
2 Objetivos
3 Material
4 Procedimentos Realizados 5
4 Procedimentos Realizados
1.1 Iniciando os procedimentos, pesou-se o bloco (com o pino central colocado no bloco). Cujo o peso ´e 0,90 N, P = 0,90 N.
P = N = mg = 0, 90 ⇒ m = 9, 18. 10 −^2 kg.
N = (m + mx)g ⇒ N = (9, 18. 10 −^2 + mx)g N.
Para encontrarmos o m´odulo da for¸ca normal basta apenas somarmos a massa do bloco com a massa acrescentada e multiplicarmos pelo m´odulo da gravidade terrestre. 1.2 Colocou-se o bloco com sua face de madeira sobre a superf´ıcie da f´ormica da t´abua de madeira.
Figura 2: Arranjo experimental para o Procedimento 1.
1.3 Aplicou-se com o dinamˆometro uma for¸ca horizontal, como mostra a Figura 2, e aumentando-a gradativamente determinou-se a for¸ca m´axima (fe maxima) que impedia o movimento do bloco. Anotou-se na Tabela 1. 1.4 Acrescentou-se massas de 50g ao bloco, como mostra a Figura 2, e repetiu-se o procedimento para 100g e 150g. Anotou-se na Tabela 1.
Normal (N) fe maxima (N) Bloco com pino 0,90 0, +50g 1,39 0, +100g 1,88 0, +150g 2,37 0,
Tabela 1: Resultados para a Normal e a For¸ca de Atrito Est´atico com a face de madeira.
1.5 Repetiu-se o procedimento anterior, no entanto, colocou-se o bloco com sua face de borracha sobre a superf´ıcie de f´ormica da t´abua de madeira. Anotou-se os novos dados na Tabela 2.
Normal (N) fe maxima (N) Bloco com pino 0,90 0, +50g 1,39 0, +100g 1,88 1, +150g 2,37 1,
Tabela 2: Resultados para a Normal e a For¸ca de Atrito Est´atico com a face de borracha.
5 Anexos e Gr´aficos 7
5 Anexos e Gr´aficos
Figura 3: Gr´afico For¸ca de Atrito versus Normal para a Tabela 1.
Figura 4: Gr´afico For¸ca de Atrito versus Normal para a Tabela 2.
6 Question´ario 8
6 Question´ario
μe = tgθ 1
R.: Ao iniciar o movimento existem trˆes for¸cas atuando sobre o bloco: seu peso, a for¸ca normal e a for¸ca de atrito cin´etico(que ´e oposta ao movimento do bloco). Escolhemos um eixo perpendicular e outro paralelo `a superf´ıcie e decompomos o peso nessas duas dire¸c˜oes, conforme o indicado na figura abaixo.
7 Conclus˜ao 10
7 Conclus˜ao
A no¸c˜ao de uma for¸ca que se op˜oe a vocˆe quando exerce uma for¸ca sobre um corpo ´e cotidiana, dizemos que esse corpo ´e “pesado”. J´a temos uma ideia cotidiana de que se trata tais for¸cas, essa pr´atica auxiliou o esclarecimentos das defini¸c˜oes que envolvem esse conceitos.
Nessa pr´atica pode-se estudar o comportamento da for¸ca de atrito e experimental- mente determinou-se os coeficientes de atrito est´atico e cin´etico entre diversas superf´ıcies. Em rela¸c˜ao aos resultados obtidos, consegui-se uma boa aproxima¸c˜ao para os coeficientes de atrito, e com algumas discrepˆancias, que s˜ao facilmente explicadas com erros de medi- das devido ao experimentador. Ao termino dessa pr´atica deixou-se bem claro o que s˜ao as for¸cas de contato, em especial a for¸ca de atrito.
Deixando a explica¸c˜ao da Mecˆanica Newtoniana, as For¸cas de Contato tˆem origem nas intera¸c˜oes eletromagn´eticas. Todos os ´atomos contˆem cargas el´etricas positivas e negativas, de modo que os ´atomos e as mol´eculas interagem por meio de for¸cas el´etricas. As for¸cas de contato, incluindo a for¸ca normal, o atrito e a resistˆencia de um fluido, s˜ao combina¸c˜oes de todas essas for¸cas exercidas pelos ´atomos de um corpo sobre ´atomos viz- inhos de outro corpo.
A grande maioria das superf´ıcies n˜ao s˜ao totalmente planas, se aproximarmos a escalas muito pequenas percebemos que s˜ao irregulares, de modo que, fossem totalmente planas atrairiam-se mutuamente. Tais fatos s˜ao explicados usando a Teoria Atˆomica.
No entanto, para a Mecˆanica Newtoniana, tais fatos s˜ao explicados apenas com a Segunda Lei de Newton, que no momento foi perfeitamente aplicada, mostrando que para escalas normais as Leis de Newton ainda funcionam muito bem.
8 Referˆencias Bibliogr´aficas 11
8 Referˆencias Bibliogr´aficas