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Geografia - Exames Exercícios, Exercícios de Geografia

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Tipologia: Exercícios

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Exercícios de exames nacionais Geografia A 1/44
Tema III Os espaços organizados pela população
3.1. As áreas rurais em mudança
Exercícios de exames nacionais Geografia A
Tema III Os espaços organizados pela população
3.1. As áreas rurais em mudança
Exame nacional 2006 1ª fase
O quadro da figura 3 mostra, em 1999, o número e a dimensão média das explorações agrícolas
por região agrária, em Portugal.
1. As duas regiões agrárias que apresentavam o maior número de explorações eram…
(A) Beira Litoral e Madeira.
(B) Ribatejo e Oeste e Algarve.
(C) Beira Litoral e Trás-os-Montes.
(D) Entre Douro e Minho e Madeira.
2. As três regiões agrárias com menor dimensão média das explorações agrícolas eram…
(A) Beira Interior, Entre Douro e Minho e Trás-os-Montes.
(B) Entre Douro e Minho, Beira Litoral e Madeira.
(C) Algarve, Ribatejo e Oeste e Açores.
(D) Beira Interior, Ribatejo e Oeste e Trás-os-Montes.
3. A dimensão das explorações nas regiões de Entre Douro e Minho e Beira Litoral está associada
à…
(A) prática de um sistema intensivo, com policultura e aproveitamento contínuo e quase total da
superfície agrícola.
(B) existência de uma sociedade muito contrastada na qual, de um lado, estão os proprietários da
terra e, de outro lado, a mão de obra assalariada.
(C) prática de um sistema extensivo, como monocultura de cereais de sequeiro, afolhamento e
rotação de culturas.
(D) existência de um clima com um verão muito seco e com uma grande variação intra e
interanual da precipitação.
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Exercícios de exames nacionais – Geografia A 1 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

Exercícios de exames nacionais – Geografia A

Tema III – Os espaços organizados pela população

3.1. As áreas rurais em mudança

Exame nacional 2006 – 1ª fase O quadro da figura 3 mostra, em 1999, o número e a dimensão média das explorações agrícolas por região agrária, em Portugal.

1. As duas regiões agrárias que apresentavam o maior número de explorações eram… (A) Beira Litoral e Madeira. (B) Ribatejo e Oeste e Algarve. (C) Beira Litoral e Trás-os-Montes. (D) Entre Douro e Minho e Madeira. 2. As três regiões agrárias com menor dimensão média das explorações agrícolas eram… (A) Beira Interior, Entre Douro e Minho e Trás-os-Montes. (B) Entre Douro e Minho, Beira Litoral e Madeira. (C) Algarve, Ribatejo e Oeste e Açores. (D) Beira Interior, Ribatejo e Oeste e Trás-os-Montes. 3. A dimensão das explorações nas regiões de Entre Douro e Minho e Beira Litoral está associada à… (A) prática de um sistema intensivo, com policultura e aproveitamento contínuo e quase total da superfície agrícola. (B) existência de uma sociedade muito contrastada na qual, de um lado, estão os proprietários da terra e, de outro lado, a mão de obra assalariada. (C) prática de um sistema extensivo, como monocultura de cereais de sequeiro, afolhamento e rotação de culturas. (D) existência de um clima com um verão muito seco e com uma grande variação intra e interanual da precipitação.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 2 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

4. O desenvolvimento sustentado de uma região agrária com as características do Alentejo deve implicar um conjunto de medidas tais como a… (A) concessão de subsídios compensatórios para o aumento da área deixada em pousio, com redução do volume de produção e da população agrícola. (B) extensificação das atividades agrícolas de produção vegetal e de produção animal, com abandono de terras e aumento dos incultos. (C) intensificação de práticas agrícolas ligadas ao cultivo de produtos deficitários na União Europeia, com uso indiferenciado de técnicas agrícolas modernas. (D) valorização das dinâmicas locais, com aproveitamento da tradição industrial de produtos como os de salsicharia, o vinho, o queijo e o “turismo verde”. 5. A dimensão e a dispersão da maioria das explorações agrícolas portuguesas são um entrave à modernização da atividade agrícola. Esta afirmação é… (A) falsa, porque a prática de um sistema extensivo com afolhamento, rotação e pousio de cereais de sequeiro não é compatível com a mecanização da agricultura. (B) verdadeira, porque a prática de um sistema intensivo tradicional, associada a elevadas densidades populacionais, tem permitido o emparcelamento. (C) verdadeira, porque as novas tecnologias, nomeadamente a mecanização, não são rentáveis em explorações agrícolas constituídas por vários blocos e parcelas pequenas. (D) falsa, porque o elevado número de blocos e de minifúndios não permite a utilização de produtos químicos como os herbicidas ou os pesticidas. Exame nacional 2006 – 2ª fase A nova PAC reforça a importância da agricultura biológica, prevendo um conjunto de incentivos que possibilitam o seu crescimento. A figura 5 mostra alguns aspetos da agricultura biológica portuguesa.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 4 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. A categoria de ocupação da SAU em que se inclui a olivicultura é a das... (A) culturas permanentes. (B) culturas temporárias. (C) terras aráveis. (D) hortas familiares. 2. A análise da figura 3 permite-nos concluir que 97% da produção mundial de azeite está concentrada na bacia do Mediterrâneo. Este facto explica-se pela existência, nessa região, de... (A) extensas áreas com solos profundos e muito férteis. (B) aquíferos que permitem a utilização de sofisticados sistemas de rega. (C) formas de relevo aplanadas sem grandes declives. (D) climas com invernos amenos e verões quentes e secos. 3. Segundo o Recenseamento Geral da Agricultura de 1999, a região agrária em que a área de olival correspondia a cerca de 42% do total nacional da área de olival era… (A) o Ribatejo e Oeste. (B) o Alentejo. (C) Trás-os-Montes. (D) a Beira Interior. 4. O facto de, no quadro da figura 4 , os valores da área ocupada pelo olival serem iguais em Portugal e no Continente explica-se por as Regiões Autónomas... (A) não serem contabilizadas nas estatísticas agrícolas. (B) serem, apenas, constituídas por ilhas. (C) terem explorações agrícolas de pequena dimensão. (D) não terem um clima adequado à olivicultura. 5. A olivicultura intensiva foi apoiada pela Nova PAC, por permitir... (A) alargar os benefícios alimentares a um maior número de consumidores e aumentar o rendimento dos agricultores. (B) diminuir a dependência de produtos fitossanitários e aumentar a proteção do solo.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 5 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população (C) alargar os benefícios alimentares a um maior número de consumidores e aumentar a proteção do solo. (D) diminuir a dependência de produtos fitossanitários e aumentar o rendimento dos agricultores. Exame nacional 2008 – 1ª fase A imagem da figura 5 representa uma paisagem rural do concelho da Vidigueira, na região do Alentejo.

1. Refira uma vantagem e um inconveniente resultantes da prática do afolhamento, técnica agrícola representada na imagem da figura 5. 2. Mencione dois fatores condicionantes do uso do solo para fins agrícolas, na região do Alentejo. 3. Apresente duas consequências resultantes da aplicação da Nova PAC no setor cerealífero, em Portugal. 4. Exponha de que forma empreendimentos como o Alqueva permitem alterar o uso do espaço rural, considerando:

  • a alteração do sistema de cultura dominante;
  • o desenvolvimento de novos serviços. Exame nacional 2008 – 2ª fase O gráfico da figura 3 mostra a distribuição percentual, relativamente ao total nacional, da SAU e do número de explorações agrícolas com SAU, por região agrária, em 2005.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 7 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

3. Dois dos fatores que explicam a dimensão das explorações agrícolas com SAU, no Alentejo, são... (A) a baixa densidade populacional e o predomínio de solos pobres. (B) a baixa densidade populacional e o predomínio de solos férteis. (C) o grande número de unidades de turismo rural e o predomínio de solos pobres. (D) o grande número de unidades de turismo rural e o predomínio de solos férteis. 4. Sob o ponto de vista agrícola, a SAU da região agrária do Ribatejo e Oeste é uma das que mais se valorizaram porque (A) a modernização das explorações e a proximidade de Lisboa induziram o aumento do rendimento das culturas. (B) a modernização das explorações e a abundância de mão-de-obra induziram o aumento do rendimento das culturas. (C) a fraca mecanização e a abundância de mão-de-obra diminuíram a produtividade do trabalho. (D) a fraca mecanização e a proximidade de Lisboa diminuíram a produtividade do trabalho. 5. A melhoria da competitividade do setor agrícola português no mercado externo passa pela aplicação de medidas como... (A) o aumento da dispersão das explorações agrícolas, o incremento do set-aside e a seleção de culturas em função das necessidades do mercado europeu. (B) a promoção do emparcelamento das explorações agrícolas, o incremento do set-aside e a melhoria da comercialização dos produtos agrícolas. (C) o aumento da dispersão das explorações agrícolas, o investimento na qualidade dos produtos e a seleção de culturas em função das necessidades do mercado europeu. (D) a promoção do emparcelamento das explorações agrícolas, o investimento na qualidade dos produtos e a melhoria da comercialização dos produtos agrícolas. Exame nacional 2009 – 1ª fase Na figura 3 está representada a evolução do grau de autossuficiência em cereais, açúcar, manteiga e carne de bovino, na UE, entre 1973 e 2004.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 8 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. O grau de autossuficiência resulta da relação, traduzida em percentagem, entre a quantidade... (A) importada por um país/uma região e a quantidade exportada por esse país/essa região. (B) produzida por um país/uma região e a quantidade utilizada internamente nesse país/nessa região. (C) produzida por um país/uma região e a quantidade importada por esse país/essa região. (D) importada por um país/uma região e a quantidade utilizada internamente nesse país/nessa região. 2. A União Europeia, de acordo com os dados representados no gráfico da figura 3 , não foi autossuficiente em... (A) cereais entre 1983 e 1985, em açúcar a partir de 2002 e em carne de bovino em 2000. (B) manteiga em 1974 e 1975, em carne de bovino em 2003 e 2004 e em cereais em 2003. (C) carne de bovino entre 1981 e 1983, em açúcar entre 2001 e 2003 e em manteiga em 1985. (D) manteiga em 1988 e 1989, em cereais entre 1983 e 1985 e em açúcar em 1982. 3. Os excedentes produzidos pela agricultura europeia, evidenciados no gráfico da figura 3 , resultaram, numa primeira fase da PAC, da atribuição de subsídios em função do... (A) quantitativo produzido por agricultor. (B) número de hectares por exploração. (C) rendimento por hectare cultivado. (D) número de horas de trabalho por agricultor.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 10 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. Em Portugal, de acordo com os valores representados no gráfico da figura 3, a percentagem, relativamente ao total nacional, de produtores agrícolas que, em 2005, exerciam outra atividade remunerada foi cerca de... (A) 20%. (B) 40%. (C) 60%. (D) 80%. 2. Muitos produtores agrícolas, tal como se pode deduzir da análise da figura 3, exercem, além da atividade agrícola, uma outra atividade exterior à exploração. Este facto deve-se à... (A) necessidade de diversificar as fontes de rendimento. (B) crescente valorização dos salários dos trabalhadores agrícolas. (C) subida dos preços no mercado dos produtos agrícolas. (D) desvalorização das atividades ligadas à silvicultura. 3. A Madeira é a região agrária portuguesa com a menor percentagem de produtores agrícolas a tempo completo, porque, na ilha da Madeira,... (A) a produção de vinho e de bordados está concentrada na cidade do Funchal. (B) as culturas de subsistência têm um baixo rendimento por hectare. (C) a SAU média por exploração é muito grande em toda a região. (D) a atividade terciária atrai grande parte da população ativa da região. 4. No Continente, a região agrária Entre Douro e Minho é aquela que apresenta a maior percentagem de mulheres produtoras agrícolas singulares. Isto resulta, entre outros fatores, do... (A) elevado nível de instrução das mulheres produtoras agrícolas. (B) grande número de emigrantes na última metade do século XX. (C) padrão difuso da indústria de componentes elétricos. (D) predomínio de indústrias de capital intensivo. 5. O êxodo rural, que ocorreu na década de 60, teve implicações na paisagem rural, porque... (A) diminuiu a área cultivada. (B) aumentou a área de paisagem protegida. (C) diminuiu a área de baldios. (D) aumentou a área de culturas intensivas. Exame nacional 2010 – 1ª fase A figura 7A representa parte da área a norte da aldeia histórica de Castelo Rodrigo. A figura 7B é uma imagem aérea dessa aldeia histórica. Na figura 7A está indicada a localização do vale do rio Douro.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 11 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. Refira duas das características físicas da área representada na figura 7 A. 2. Mencione duas das culturas permanentes que são importantes para a economia das regiões do interior norte, próximas do rio Douro. 3. Apresente dois dos bloqueios ao desenvolvimento das regiões fronteiriças, como a representada nas figuras 7 A e 7 B. 4. Exponha o potencial turístico do interior do país abrangido pela secção portuguesa da bacia do rio Douro, considerando:

  • o património natural/paisagístico;
  • o património histórico-cultural. Exame nacional 2010 – 2ª fase O texto seguinte e a figura 3 dizem respeito à paisagem do Douro vinhateiro.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 13 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população Exame nacional 2011 – 1ª fase A imagem da figura 3 representa parte da albufeira da barragem do Vilar, no rio Távora, afluente da margem esquerda do rio Douro, e a sua área envolvente.

1. A construção da barragem do Vilar, como sucede com a maioria das barragens do rio Douro, além de regularizar o caudal do rio, teve como principal objetivo (A) produzir energia hidroelétrica. (B) garantir o abastecimento público. (C) alargar a área de regadio. (D) fornecer água à indústria. 2. A vertente assinalada com a letra X na figura 3 não reúne, localmente, as melhores condições para a prática da atividade agrícola porque (A) o seu declive impede a utilização de máquinas agrícolas. (B) no inverno essa vertente é a mais facilmente inundável. (C) existem áreas mais planas em redor da albufeira. (D) a sua distancia até à albufeira torna mais difícil o acesso à água. 3. A melhoria da competitividade do setor florestal português depende, sobretudo, (A) da privatização da propriedade florestal e da aposta em espécies de crescimento lento e de lucro imediato. (B) da promoção do emparcelamento da propriedade florestal privada e do investimento em infraestruturas de apoio ao setor. (C) do parcelamento florestal do Estado e da diversificação das espécies plantadas. (D) do aumento do pastoreio comunitário com práticas de transumância e da nacionalização da propriedade florestal. 4. A dinamização da agricultura de mercado em área do interior, como a representada na figura 3 , deve apostar (A) na aquisição de grandes máquinas agrícolas e na exportação de trigo. (B) na redução do número de blocos por exploração agrícola e na expansão da área irrigada. (C) na utilização de instrumentos agrícolas tradicionais e na fixação de jovens agricultores. (D) na produção de culturas de maior valor e no incentivo à divisão da propriedade.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 14 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

5. A oscilação do volume e, por consequência, do nível de água na albufeira do Vilar, tal como se pode depreender da observação da figura 3 , deve-se, principalmente (A) às cheias do rio Douro, que impedem o escoamento da água do rio Távora. (B) à retenção de água nas barragens espanholas situadas a montante. (C) à irregularidade da precipitação que se verifica tanto intra como interanualmente. (D) à retenção da água superficial, sob a forma de neve, nas serras envolventes. Exame nacional 2011 – 2 ª fase A figura 3 representa o rio Tejo e a área circundante, a montante de Abrantes. Na figura é visível a central do Pego. 1. O espaço agrário representado na figura 3 caracteriza-se por ter, predominantemente (A) campos fechados e povoamento disperso. (B) campos abertos e povoamento disperso. (C) campos fechados e povoamento aglomerado. (D) campos abertos e povoamento aglomerado. 2. As cheias/inundações que podem ocorrer em áreas com características semelhantes às da área representada na figura 3 , apesar dos prejuízos materiais e dos inconvenientes para as populações, têm como vantagens para a prática agrícola (A) a diminuição dos sais minerais no solo e a diminuição da concentração de poluentes químicos. (B) a diminuição dos sais minerais no solo e a deposição de areias oriundas de secções a jusante. (C) a reposição da fertilidade dos solos e a deposição de areias oriundas de secções a jusante. (D) a reposição da fertilidade dos solo e a diminuição da concentração de poluentes químicos. 3. Centrais termoelétricas que ainda funcionam a carvão, como a central do Pego, visível na figura 3 , provocam (A) a eutrofização das águas do rio Tejo, por serem enriquecidas em CO 2. (B) o aquecimento das águas superficiais em redor da central, devido às chuvas ácidas. (C) o aumento da poluição atmosférica, devido à emissão, sobretudo, de CO 2. (D) a salinização das águas do rio Tejo, por serem utilizadas no arrefecimento da central.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 16 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. As duas regiões agrárias que, em conjunto, reúnem cerca de metade do número de explorações agrícolas com olival são, segundo os dados da Figura 3 , (A) a Beira Interior e a Beira Litoral. (B) o Alentejo e Trás-os-Montes. (C) a Beira Interior e Trás-os-Montes. (D) o Alentejo e a Beira Litoral. 2. A maior dimensão média das explorações agrícolas com olival, segundo a informação constante do quadro da Figura 3 , em 1999, registava-se na região agrária (A) da Beira Litoral. (B) de Trás-os-Montes. (C) da Beira Interior. (D) do Alentejo. 3. O abandono do olival nacional na década de 80 do século XX deveu-se, entre outros fatores, (A) à redução do consumo de óleos vegetais. (B) ao forte investimento na mecanização. (C) à substituição do olival por culturas cerealíferas. (D) ao elevado custo da mão-de-obra. 4. A importância crescente do olival na produção agrícola nacional, na última década, decorre de fatores como (A) o acesso à água para rega e a utilização de variedades de oliveira mais produtivas. (B) a disponibilidade de mão-de-obra barata e a produção direcionada para o mercado interno. (C) a mecanização da apanha da azeitona e o aumento da área do olival tradicional. (D) o aumento do consumo de azeite e a criação de emprego permanente na agricultura. 5. A intensificação do olival tem grandes vantagens económicas, mas, se não forem tomadas medidas adequadas, pode ter consequências ambientais negativas, como, por exemplo, (A) o aumento da erosão dos solos e a diversificação dos ecossistemas. (B) a concentração de sais minerais nos solos e a diminuição da biodiversidade. (C) o enriquecimento dos solos e o aumento das espécies migratórias. (D) a drenagem dos solos e o aumento da evapotranspiração. Exame nacional 2012 – 1ª fase A Figura 3 representa a distribuição, em Portugal, do número de explorações agrícolas e da SAU, por classes de SAU, em 1999 e 2009. As percentagens correspondem ao peso de cada classe de SAU no total nacional, em cada ano.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 17 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. A estrutura fundiária portuguesa, de acordo com os dados da Figura 3 , caracteriza-se, quer em 1999, quer em 2009, por apresentar (A) mais de 75% de explorações com dimensão inferior a 5 ha. (B) mais de 25% de explorações com dimensão entre 0 e 1 ha. (C) menos de 50% de explorações com dimensão entre 1 e 5 ha. (D) menos de 20% de explorações com dimensão igual ou superior a 5 ha. 2. O aumento, de 1999 a 2009, da dimensão média da SAU das explorações agrícolas com 50 e mais hectares verificou-se, sobretudo, nas regiões agrárias (A) de Trás-os-Montes e da Beira Interior. (B) do Ribatejo e Oeste e do Alentejo. (C) do Ribatejo e Oeste e da Beira Interior. (D) de Trás-os-Montes e do Alentejo. 3. De entre as razões que explicam que Portugal tenha perdido cerca de 111 000 explorações agrícolas, entre 1999 e 2009, pode referir-se (A) o incentivo à utilização da rotação de culturas, com recurso ao pousio. (B) o apoio ao modo de produção biológico através de fundos comunitários. (C) a obrigatoriedade da aplicação de set-aside nas explorações de maior dimensão. (D) a fraca competitividade do setor agrícola português face ao espanhol. 4. A agricultura portuguesa, além das deficiências estruturais que o gráfico da Figura 3 evidencia, caracteriza‑se (A) pela feminização do setor agrícola e pela elevada percentagem de mão de obra agrícola a tempo completo. (B) pela elevada qualificação profissional dos produtores agrícolas e pelo custo elevado dos fatores de produção.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 19 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população

1. Refira duas das razões que explicam a concentração da superfície ocupada com culturas hortícolas, representada na Figura 5 , na região do Ribatejo e Oeste. 2. Mencione dois exemplos de atividades industriais que são incrementadas pela horticultura. Um dos exemplos deve referir-se a uma atividade a montante e o outro a uma atividade a jusante da produção hortícola. 3. Apresente duas das vantagens, para o setor agrícola, da criação de associações de produtores. 4. Explique de que forma a dinamização do setor agrícola em Portugal pode contribuir para equilibrar a balança comercial de produtos alimentares, considerando:

  • a utilização de estufas;
  • o aumento da área de regadio. Exame nacional 2012 – época especial A Figura 3 representa a evolução do número de produtores certificados em agricultura biológica e a evolução da área em modo de produção biológico em Portugal continental, de 1994 a 2008. 1. A taxa de crescimento mais elevada da área em modo de produção biológico, segundo os dados da Figura 3 , verificou-se no período de (A) 1999 a 2000. (B) 2001 a 2002. (C) 2003 a 2004. (D) 2006 a 2007. 2. A agricultura biológica é um método de produção que se caracteriza (A) por recorrer à fertilização orgânica e por promover a rotação de culturas. (B) por utilizar espécies transgénicas e por ocupar permanentemente o solo.

Exercícios de exames nacionais – Geografia A 20 / 44 Tema III – Os espaços organizados pela população (C) por recuperar técnicas tradicionais e por usar pesticidas de síntese. (D) por obter elevado rendimento e por valorizar as espécies autóctones.

3. A aposta na agricultura biológica valoriza as áreas rurais, porque (A) baixa o preço dos produtos agrícolas e conserva a qualidade das águas. (B) promove o emprego e garante o abastecimento do mercado nacional. (C) dinamiza a economia local e preserva a biodiversidade. (D) facilita a certificação de produtos agrícolas e favorece o êxodo rural. 4. O aumento do número de explorações de criação de animais em modo de produção biológico, registado na última década, traduziu-se (A) na expansão da área de regadio e na eliminação de doenças, como a gripe das aves. (B) no alargamento da área de pastagens permanentes e no aumento da estabulação dos animais. (C) no crescimento do consumo de rações e na diminuição do uso de produtos químicos. (D) na maior oferta de produtos de qualidade e no incremento do pastoreio em regime extensivo. 5. A reforma da PAC, em 2003, ajudou ao incremento da agricultura biológica nos países da União Europeia, porque (A) incentivou o sistema de pousio e aumentou as quotas de produção de hortofrutícolas. (B) promoveu a qualidade dos alimentos e condicionou as ajudas ao respeito pelas normas ambientais. (C) estabilizou os preços na produção e garantiu o rendimento dos agricultores. (D) favoreceu os processos de reconversão agrícola e aumentou as ajudas à produção. Exame nacional 2013 – 1ª fase O mapa da Figura 6 representa a ocupação predominante da SAU, em Portugal continental, em 2009, por região agrária.