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Resumo teorias da gestão contabilidade
Tipologia: Resumos
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Teste de Gestão de Empresas Liderança Motivação Controlo Teorias da Gestão Liderança Definição: Liderança é a capacidade de conseguir que os outros façam aquilo que o líder quer que façam. É de tal forma importante na gestão de empresas, que a forma como o gestor lidera define a sua categoria, uma correta liderança permite o bom funcionamento da entidade. Estudos de Lewin (identifica três estilos de gestão): O autocrático: Autoridade centralizada e decisões unilaterais O democrático: Gestão participativa e delegação de autoridade O laissez-faire: Completa liberdade aos trabalhadores para a tomada de decisão e a execução das tarefas, em que o líder está praticamente ausente Importância/contributos da Liderança: O funcionamento das organizações depende dos comportamentos dos indivíduos que a integram. O contexto determina o comportamento dos indivíduos, na medida em que fornece os estímulos. A ênfase na motivação como fator determinante do comportamento humano. A importância que consagra aos fenómenos de grupo na compreensão do comportamento do indivíduo. Controlo Definição: O controlo é o processo de comparação do atual desempenho da organização com standards previamente estabelecidos, apontando as eventuais ações corretivas.” Controlo deve conduzir à determinação correta dos desvios verificados e definir as ações necessárias para que sejam corrigidos e evitados no futuro. Muitas vezes estas ações têm carácter pedagógico, as pessoas necessitam de formação para conseguirem fazer melhor, outras vezes implicam mesmo a reformulação de planos inicialmente estabelecidos (por impossibilidade prática, incoerência ou outra característica negativa dos objetivos). Fases: Estabelecimento dos standards ou padrões de desempenho: é o nível de desempenho esperado em relação a um certo objetivo. Medida do desempenho Comparação do desempenho real em relação aos standards e determinação dos desvios Correção dos desvios
Motivação Definição: A motivação, em termos gerais, pode ser entendida como o reforço da vontade de pessoas se esforçarem por conseguir alcançar os objetivos da organização. Em última análise, traduz-se na procura da aproximação ou convergência dos objetivos individuais de cada um dos elementos humanos que fazem parte da organização com os objetivos globais da própria organização.
Gestão sistemática (1880) Organizações de produção sistemática Definição de procedimentos e processos Destaque nas operações económicas Contributos Inicio da gestão formal Promoção da produção eficiente e ininterrupta Limitações Ignora as relações entre as organizações e o seu ambiente Ignora as diferenças entre operário e gestor Gestão Científica – Taylor (1911) Basea os resultados nos incentivos de compensação ao desempenho; Aplicação de um método científico para determinar a forma mais eficiente de executar cada tarefa; Selecionar os trabalhadores em função das suas competências e adequação ao posto de trabalho; Dar formação aos trabalhadores tendo em vista melhorar as suas competências e dar o seu melhor; Dar formação aos gestores e supervisores que possibilite melhorar o seu desempenho. Contributos Introdução da análise científica no local de trabalho; Melhoria da produtividade e da eficiência nas fábricas; Sistema de salários baseado na produtividade; Consciencialização da necessidade de cooperação.
Elimina o subjetivismo; Uniformidade de procedimentos; Continuidade da organização; Redução dos conflitos. Limitações Pouca flexibilidade organizacional; Lenta tomada de decisões; Ignora as pessoas; Gestão autoritária. Principais críticas à abordagem clássica das organizações Reducionismo: Pouca atenção ao elemento humano e concebeu a organização como um arranjo rígido e estático de peças. Super especialização do operário: A especialização extrema do trabalho, através da fragmentação das tarefas, torna supérflua a sua qualificação e abre caminho para a possibilidade de procurar sucessivamente forças de trabalho mais baratas, conduzindo a prazo a uma redução do nível salarial e a um aumento das tensões sociais. Obsessão pela unidade de comando: E acentuada centralização das decisões, deixando aos indivíduos um espaço muito limitado para contribuírem. Visão microscópica do homem: O trabalho do homem foi-se tornando aos poucos um processo acessório da máquina. Abordagem incompleta da organização: Concebida apenas em termos lógicos, formais e abstratos, sem dar a devida importância ao seu conteúdo psicológico e social. Princípios prescritivos e normativos: Ignorando o papel de variáveis situacionais e contingenciais. Canais de comunicação longos: Que impedem que as informações cheguem atempadamente ao decisor e diminuem a capacidade de resposta da organização. Inibição do desenvolvimento das capacidades e potencialidades das pessoas Pouca atenção ao meio envolvente Rigidez e lentidão de resposta
O movimento das relações humanas Os precursores do movimento: Robert Owen Preocupação com as condições desumanas de muitas fábricas no período áureo da industrialização; Chamada de atenção para a necessidade (e vantagem) de investir na melhoria das condições de trabalho. Hugo Munsterberg Emergência da psicologia industrial; Utilização de testes psicotécnicos na seleção de pessoal; Aplicação dos princípios de aprendizagem à indústria; Estudo da influência dos incentivos económicos e do ambiente social sobre o trabalhador. Mary Follett Análise dos comportamentos individuais e de grupo que têm lugar nas organizações; Ênfase nas pessoas; Preocupação com as éticas de grupo. Chester Barnard Organização enquanto sistema social aberto que exige cooperação Papel do gestor como responsável pela criação de incentivos ao bom desempenho dos funcionários, alinhado com os propósitos da organização Conceito de autoridade aceite Teoria das relações humanas – Mayo (1930) O nível de produção depende da integração social e não da capacidade física ou fisiológica do empregado;
Dá pouca atenção às necessidades da empresa, especialmente a sua função lucrativa; Desvia a preocupação dos trabalhadores de reivindicações salariais, conduzindo-os, através do aumento da satisfação no trabalho, a produzir mais ganhando menos; Menospreza a importância da estrutura formal das organizações; Focaliza demasiadamente a motivação humana na necessidade de pertença a um grupo, quando investigações posteriores revelam que esta não possui o mesmo significado para todas as pessoas e em todas as culturas. Teoria das necessidades – Maslow Reflexão sobre os comportamentos individuais; Teoria relacionada com as necessidades humanas; As necessidades (proposta de cinco níveis de necessidades) dos seres humanos que não sejam supridas provocam sentimentos negativos; Papel importante dos gestores na satisfação das necessidades dos indivíduos mo ambiente de trabalho. A Teoria X e Y de McGregor Enfatiza a necessidade de as empresas darem especial atenção às necessidades sociais dos indivíduos no ambiente de trabalho; contributo importante no âmbito de como liderar pessoas dentro das organizações. Dois tipos de teorias assentes em pressupostos distintos: Uma assentando numa visão negativa do homem (Teoria X); E a outra numa perspetiva positiva (Teoria Y).
Teoria X Teoria Y O homem tem uma aversão natural ao trabalho e evitá-lo-á sempre que possível; O dispêndio de energias físicas e mentais é tão natural como a distração e o descanso; o homem pode sentir prazer no trabalho; A maioria das pessoas precisa de ser vigiada, coagida, orientada e ameaçada com castigos; só com uma supervisão rigorosa se consegue obter do trabalhador o esforço necessário; O controlo externo e a ameaça não são os únicos nem os mais eficazes meios de obter do trabalhador o esforço necessário; o autocontrolo é eficaz, na medida em que as pessoas estão comprometidas com os objetivos; O homem prefere ser dirigido e procura evitar as responsabilidades, é pouco ambicioso e pretende acima de tudo segurança. Em condições adequadas o indivíduo médio aprende, não só a aceitar, mas também a procurar responsabilidades; A capacidade inovadora, a imaginação e a possibilidade de as aplicar na resolução de problemas estão amplamente distribuídas na organização. Limitações Os gestores não estão treinados nestas técnicas; O modelo não considera os fatores não quantificáveis; Não é aplicável a decisões não rotineiras. Os gestores devem promover a eficácia dos empregados através da compreensão da natureza dos indivíduos e dos grupos bem como dos processos organizacionais Contributos Maior participação, autonomia, desafio individual e iniciativa, e trabalhos mais atrativos podem aumentar o desempenho.
A tecnologia adotada pela empresa determina a sua estrutura e o comportamento da organização; o nível de sofisticação da organização não pode ser determinado por um único modelo, pois existem diferentes alternativas para tornar as organizações eficazes e eficientes; Não existe uma melhor forma de realizar os objetivos porque as circunstâncias mudam. Contributos Identifica as principais circunstâncias; Grau de complexidade do ambiente; Pontos fortes e fracos da organização; Cultura da organização; Tipos de tarefas, recursos e tecnologias usadas; Rejeita os princípios universais da gestão. Limitações Nem todas as circunstâncias foram identificadas; Ignora o impacto da empresa no meio em que está inserida.