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Gestão teorias da gestao, Resumos de Gestão Financeira

Resumo teorias da gestão contabilidade

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 28/01/2020

anna-sousapinto
anna-sousapinto 🇵🇹

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Teste de Gestão de Empresas
Liderança
Motivação
Controlo
Teorias da Gestão
Liderança
Definição: Liderança é a capacidade de conseguir que os outros façam aquilo que o líder quer
que façam. É de tal forma importante na gestão de empresas, que a forma como o gestor
lidera define a sua categoria, uma correta liderança permite o bom funcionamento da
entidade.
Estudos de Lewin (identifica três estilos de gestão):
O autocrático: Autoridade centralizada e decisões unilaterais
O democrático: Gestão participativa e delegação de autoridade
O laissez-faire: Completa liberdade aos trabalhadores para a tomada de decisão e a
execução das tarefas, em que o líder está praticamente ausente
Importância/contributos da Liderança:
O funcionamento das organizações depende dos comportamentos dos indivíduos que
a integram.
O contexto determina o comportamento dos indivíduos, na medida em que fornece os
estímulos.
A ênfase na motivação como fator determinante do comportamento humano.
A importância que consagra aos fenómenos de grupo na compreensão do
comportamento do indivíduo.
Controlo
Definição: O controlo é o processo de comparação do atual desempenho da organização com
standards previamente estabelecidos, apontando as eventuais ações corretivas.”
Controlo deve conduzir à determinação correta dos desvios verificados e definir as ações
necessárias para que sejam corrigidos e evitados no futuro. Muitas vezes estas ações têm
carácter pedagógico, as pessoas necessitam de formação para conseguirem fazer melhor,
outras vezes implicam mesmo a reformulação de planos inicialmente estabelecidos (por
impossibilidade prática, incoerência ou outra característica negativa dos objetivos).
Fases:
Estabelecimento dos standards ou padrões de desempenho: é o nível de desempenho
esperado em relação a um certo objetivo.
Medida do desempenho
Comparação do desempenho real em relação aos standards e determinação dos
desvios
Correção dos desvios
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Teste de Gestão de EmpresasLiderançaMotivaçãoControloTeorias da Gestão Liderança Definição: Liderança é a capacidade de conseguir que os outros façam aquilo que o líder quer que façam. É de tal forma importante na gestão de empresas, que a forma como o gestor lidera define a sua categoria, uma correta liderança permite o bom funcionamento da entidade. Estudos de Lewin (identifica três estilos de gestão):O autocrático: Autoridade centralizada e decisões unilaterais  O democrático: Gestão participativa e delegação de autoridade  O laissez-faire: Completa liberdade aos trabalhadores para a tomada de decisão e a execução das tarefas, em que o líder está praticamente ausente Importância/contributos da Liderança:  O funcionamento das organizações depende dos comportamentos dos indivíduos que a integram.  O contexto determina o comportamento dos indivíduos, na medida em que fornece os estímulos.  A ênfase na motivação como fator determinante do comportamento humano.  A importância que consagra aos fenómenos de grupo na compreensão do comportamento do indivíduo. Controlo Definição: O controlo é o processo de comparação do atual desempenho da organização com standards previamente estabelecidos, apontando as eventuais ações corretivas.” Controlo deve conduzir à determinação correta dos desvios verificados e definir as ações necessárias para que sejam corrigidos e evitados no futuro. Muitas vezes estas ações têm carácter pedagógico, as pessoas necessitam de formação para conseguirem fazer melhor, outras vezes implicam mesmo a reformulação de planos inicialmente estabelecidos (por impossibilidade prática, incoerência ou outra característica negativa dos objetivos). Fases:  Estabelecimento dos standards ou padrões de desempenho: é o nível de desempenho esperado em relação a um certo objetivo.  Medida do desempenho  Comparação do desempenho real em relação aos standards e determinação dos desvios  Correção dos desvios

Motivação Definição: A motivação, em termos gerais, pode ser entendida como o reforço da vontade de pessoas se esforçarem por conseguir alcançar os objetivos da organização. Em última análise, traduz-se na procura da aproximação ou convergência dos objetivos individuais de cada um dos elementos humanos que fazem parte da organização com os objetivos globais da própria organização.

Teorias da Gestão

A abordagem clássica das organizações – Perspetiva Estrutural

Gestão sistemática (1880)  Organizações de produção sistemática  Definição de procedimentos e processos  Destaque nas operações económicas Contributos  Inicio da gestão formal  Promoção da produção eficiente e ininterrupta Limitações  Ignora as relações entre as organizações e o seu ambiente  Ignora as diferenças entre operário e gestor Gestão Científica – Taylor (1911)  Basea os resultados nos incentivos de compensação ao desempenho;  Aplicação de um método científico para determinar a forma mais eficiente de executar cada tarefa;  Selecionar os trabalhadores em função das suas competências e adequação ao posto de trabalho;  Dar formação aos trabalhadores tendo em vista melhorar as suas competências e dar o seu melhor;  Dar formação aos gestores e supervisores que possibilite melhorar o seu desempenho. Contributos  Introdução da análise científica no local de trabalho;  Melhoria da produtividade e da eficiência nas fábricas;  Sistema de salários baseado na produtividade;  Consciencialização da necessidade de cooperação.

 Elimina o subjetivismo;  Uniformidade de procedimentos;  Continuidade da organização;  Redução dos conflitos. Limitações  Pouca flexibilidade organizacional;  Lenta tomada de decisões;  Ignora as pessoas;  Gestão autoritária. Principais críticas à abordagem clássica das organizações Reducionismo: Pouca atenção ao elemento humano e concebeu a organização como um arranjo rígido e estático de peças. Super especialização do operário: A especialização extrema do trabalho, através da fragmentação das tarefas, torna supérflua a sua qualificação e abre caminho para a possibilidade de procurar sucessivamente forças de trabalho mais baratas, conduzindo a prazo a uma redução do nível salarial e a um aumento das tensões sociais. Obsessão pela unidade de comando: E acentuada centralização das decisões, deixando aos indivíduos um espaço muito limitado para contribuírem. Visão microscópica do homem: O trabalho do homem foi-se tornando aos poucos um processo acessório da máquina. Abordagem incompleta da organização: Concebida apenas em termos lógicos, formais e abstratos, sem dar a devida importância ao seu conteúdo psicológico e social. Princípios prescritivos e normativos: Ignorando o papel de variáveis situacionais e contingenciais. Canais de comunicação longos: Que impedem que as informações cheguem atempadamente ao decisor e diminuem a capacidade de resposta da organização. Inibição do desenvolvimento das capacidades e potencialidades das pessoas Pouca atenção ao meio envolvente Rigidez e lentidão de resposta

Teorias de Gestão

Abordagem comportamental – Perspetiva Humanista

O movimento das relações humanas Os precursores do movimento: Robert Owen  Preocupação com as condições desumanas de muitas fábricas no período áureo da industrialização;  Chamada de atenção para a necessidade (e vantagem) de investir na melhoria das condições de trabalho. Hugo Munsterberg  Emergência da psicologia industrial;  Utilização de testes psicotécnicos na seleção de pessoal;  Aplicação dos princípios de aprendizagem à indústria;  Estudo da influência dos incentivos económicos e do ambiente social sobre o trabalhador. Mary Follett  Análise dos comportamentos individuais e de grupo que têm lugar nas organizações;  Ênfase nas pessoas;  Preocupação com as éticas de grupo. Chester Barnard  Organização enquanto sistema social aberto que exige cooperação  Papel do gestor como responsável pela criação de incentivos ao bom desempenho dos funcionários, alinhado com os propósitos da organização  Conceito de autoridade aceite Teoria das relações humanas – Mayo (1930)  O nível de produção depende da integração social e não da capacidade física ou fisiológica do empregado;

 Dá pouca atenção às necessidades da empresa, especialmente a sua função lucrativa;  Desvia a preocupação dos trabalhadores de reivindicações salariais, conduzindo-os, através do aumento da satisfação no trabalho, a produzir mais ganhando menos;  Menospreza a importância da estrutura formal das organizações;  Focaliza demasiadamente a motivação humana na necessidade de pertença a um grupo, quando investigações posteriores revelam que esta não possui o mesmo significado para todas as pessoas e em todas as culturas. Teoria das necessidades – Maslow Reflexão sobre os comportamentos individuais; Teoria relacionada com as necessidades humanas; As necessidades (proposta de cinco níveis de necessidades) dos seres humanos que não sejam supridas provocam sentimentos negativos; Papel importante dos gestores na satisfação das necessidades dos indivíduos mo ambiente de trabalho. A Teoria X e Y de McGregor Enfatiza a necessidade de as empresas darem especial atenção às necessidades sociais dos indivíduos no ambiente de trabalho; contributo importante no âmbito de como liderar pessoas dentro das organizações. Dois tipos de teorias assentes em pressupostos distintos:  Uma assentando numa visão negativa do homem (Teoria X);  E a outra numa perspetiva positiva (Teoria Y).

Teoria X Teoria Y O homem tem uma aversão natural ao trabalho e evitá-lo-á sempre que possível; O dispêndio de energias físicas e mentais é tão natural como a distração e o descanso; o homem pode sentir prazer no trabalho; A maioria das pessoas precisa de ser vigiada, coagida, orientada e ameaçada com castigos; só com uma supervisão rigorosa se consegue obter do trabalhador o esforço necessário; O controlo externo e a ameaça não são os únicos nem os mais eficazes meios de obter do trabalhador o esforço necessário; o autocontrolo é eficaz, na medida em que as pessoas estão comprometidas com os objetivos; O homem prefere ser dirigido e procura evitar as responsabilidades, é pouco ambicioso e pretende acima de tudo segurança. Em condições adequadas o indivíduo médio aprende, não só a aceitar, mas também a procurar responsabilidades; A capacidade inovadora, a imaginação e a possibilidade de as aplicar na resolução de problemas estão amplamente distribuídas na organização. Limitações  Os gestores não estão treinados nestas técnicas;  O modelo não considera os fatores não quantificáveis;  Não é aplicável a decisões não rotineiras. Os gestores devem promover a eficácia dos empregados através da compreensão da natureza dos indivíduos e dos grupos bem como dos processos organizacionais Contributos  Maior participação, autonomia, desafio individual e iniciativa, e trabalhos mais atrativos podem aumentar o desempenho.

 A tecnologia adotada pela empresa determina a sua estrutura e o comportamento da organização; o nível de sofisticação da organização não pode ser determinado por um único modelo, pois existem diferentes alternativas para tornar as organizações eficazes e eficientes;  Não existe uma melhor forma de realizar os objetivos porque as circunstâncias mudam. Contributos  Identifica as principais circunstâncias;  Grau de complexidade do ambiente;  Pontos fortes e fracos da organização;  Cultura da organização;  Tipos de tarefas, recursos e tecnologias usadas;  Rejeita os princípios universais da gestão. Limitações  Nem todas as circunstâncias foram identificadas;  Ignora o impacto da empresa no meio em que está inserida.