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Glicogenólise e Glicogênese: Metabolismo de Glicogênio, Notas de estudo de Bioquímica

Este documento explica as processos de glicogenólise e glicogênese, que envolvem a quebra e síntese de glicogênio respectivamente. O glicogênio é uma cadeira ramificada que serve de reserva de energia no corpo, sendo importante para a glicose no fígado e nos tecidos musculares. A glicogênese é facilitada pela insulina, enquanto a glicogenólise é estimulada pelo glucagon. O documento detalha as enzimas envolvidas em cada processo, como glicogênio sintetase, glicogênio fosforilase e desramificadora, além de doenças relacionadas ao metabolismo de glicogênio, como a doença de von gierke.

Tipologia: Notas de estudo

2024

À venda por 04/04/2024

heloisa-cristina-19
heloisa-cristina-19 🇧🇷

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Glicogenólise e
Glicogênese
Glicogenólise: quebra do glicogênio;
Glicogênese: síntese do glicogênio.
GLICOGÊNIO: É uma cadeira ramificada, possui partes lineares e
ramificações, tem dois tipos de ligações a ligação quando é a cadeia linear
(entre carbono 1 e carbono 4 da próxima glicose), quando tem ponto de
ramificação ligação do tipo 1-6 do ponto de ramificação. Geralmente a cada 8-
10 ela ramifica.
São importantes para a reserva, temos o glicogênio hepático presente no
fígado que auxilia na glicose, e nos tecidos musculares que fornecem energia
para o musculo. Eles ficam dentro da célula e durante o dia aumentam ou
diminuem o granulo, não é a mesma coisa o dia todo, durante o dia quando
está tendo glicogênese ele aumenta, pois está tendo a síntese de glicogênio,
por exemplo após as refeições. Durante o dia esse glicogênio é liberado ao
sangue ocorrendo a glicogenólise, tem um período após as refeições (jejum).
O hormônio auxilia nesses processos. Na glicogênese é a insulina que atua,
pois a insulina armazena a glicose. Na glicogenólise é o glucagon que atua,
pois ele estimula jogar glicose no sangue através da quebra do glicogênio.
GLICOGÊNIO SINTETASE: Enzima utilizada na glicogênese , jogando a
glicose na molécula pré existente, fazendo com que essa molécula cresça de
tamanho, precisa de uma marcação para entrar na molécula, que seria UDP
(nucleotídeo), a glicose precisa estar marcada por esse UDP, após a glicose
livre em excesso se tornar glicose 6-fosfato e depois glicose 1-P agora sim ela
pode ser marcada pelo UDP se tornando UTPG, após isso o UDP glicose sai e
essa ramificação se liga em outra e vai aumentando com auxílio da enzima
glicogênio sintetase, a cada 8-10 ocorre a ramificação, a ramificação ocorre
com auxílio da enzima ramificadora.
Glicogênese
Síntese de Glicogênio (reação de armazenamento de glicose);
Acontece durante e imediatamente após uma refeição;
Armazenamento de “Energia - Glicose”;
Necessita de Insulina.
Glicogenólise
Degradação do glicogênio (reação de quebra do glicogênio);
O glicogênio é degradado após as refeições;
Mobilização de “Energia - Glicose”;
Necessita de Glucagon.
GLICOGENÓLISE
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Glicogenólise e

Glicogênese

Glicogenólise: quebra do glicogênio; Glicogênese: síntese do glicogênio. GLICOGÊNIO: É uma cadeira ramificada, possui partes lineares e ramificações, tem dois tipos de ligações a ligação quando é a cadeia linear (entre carbono 1 e carbono 4 da próxima glicose), quando tem ponto de ramificação ligação do tipo 1-6 do ponto de ramificação. Geralmente a cada 8- 10 ela ramifica. São importantes para a reserva, temos o glicogênio hepático presente no fígado que auxilia na glicose, e nos tecidos musculares que fornecem energia para o musculo. Eles ficam dentro da célula e durante o dia aumentam ou diminuem o granulo, não é a mesma coisa o dia todo, durante o dia quando está tendo glicogênese ele aumenta, pois está tendo a síntese de glicogênio, por exemplo após as refeições. Durante o dia esse glicogênio é liberado ao sangue ocorrendo a glicogenólise, tem um período após as refeições (jejum). O hormônio auxilia nesses processos. Na glicogênese é a insulina que atua, pois a insulina armazena a glicose. Na glicogenólise é o glucagon que atua, pois ele estimula jogar glicose no sangue através da quebra do glicogênio. GLICOGÊNIO SINTETASE: Enzima utilizada na glicogênese , jogando a glicose na molécula pré existente, fazendo com que essa molécula cresça de tamanho, precisa de uma marcação para entrar na molécula, que seria UDP (nucleotídeo), a glicose precisa estar marcada por esse UDP, após a glicose livre em excesso se tornar glicose 6-fosfato e depois glicose 1-P agora sim ela pode ser marcada pelo UDP se tornando UTPG, após isso o UDP glicose sai e essa ramificação se liga em outra e vai aumentando com auxílio da enzima glicogênio sintetase, a cada 8-10 ocorre a ramificação, a ramificação ocorre com auxílio da enzima ramificadora. Glicogênese  Síntese de Glicogênio (reação de armazenamento de glicose);  Acontece durante e imediatamente após uma refeição;  Armazenamento de “Energia - Glicose”;  Necessita de Insulina. Glicogenólise  Degradação do glicogênio (reação de quebra do glicogênio);  O glicogênio é degradado após as refeições;  Mobilização de “Energia - Glicose”;  Necessita de Glucagon. GLICOGENÓLISE

Quebra do glicogênio, quem é responsável por essas quebras são as enzimas glicogênio fosforilase, que vai quebrando-a e liberando a glicose 1-fosfato, convertendo a glicose 6-fosfato que terá utilidade. Quando chega a 3 glicoses antes do ponto de ramificação a enzima glicogênio fosforilase não reconhece mais, então agora a enzima desramificadora pega a extremidade da ramificação e joga para a extremidade da cadeia, para outra ponta que o glicogênio fosforilase consiga continuar fazendo o processo. Quando libera a glicose 6-fosfato e for glicogênio hepático para correção da glicemia no sangue, é necessário que a glicose 6-fosfatase mude a glicose 6- fosfato em glicose pura, agora podendo ir para o sangue. Glicogênio fosforilase: catalisa fosforólise de ligação alfa-1,4, mas não separa os 4 resíduos de glicose próximos a uma ramificação. Enzima desramificadora: 1°- transfere os três resíduos de glicose para uma outra extremidade, 2ª - hidrolisa a glicose envolvida na ramificação. GLICOGENOSES Doenças relacionadas ao metabolismo do glicogênio. São de origem genética e cursam com alterações metabólicas. A mais comum é a von Gierke, esse paciente tem que estar se alimentando geralmente a cada 2 horas, pois ele não tem glicogênio para corrigir, aumentar a frequência da alimentação. O hepatócito fica grande, pois não consegue liberar o glicogênio. Doença de Von Gierke  Deficiência enzimática de glicose - 6- fosfatase nos hepatócitos,  Uma de cada 100.000 a 400.000 pessoas,  Costuma manifestar-se já nos primeiros 12 meses de vida;  Ocorre acúmulo de glicogênio no fígado – hepatomegalia  Hipoglicemia severa,  Aspecto do hepatócito semelhante à de uma célula vegetal;  Tratamento dietético e medicamentoso. GLICONEOGÊNESE É a rota pela qual é produzida glicose a partir de compostos que não são carboidratos: aminoácidos, lactato e glicerol.

  • Lactato – Ciclo de Cori
  • Alanina – Ciclo Glicose-Alanina
  • Glicerol – Hidrólise de Triacilglicerol (Tec. Adiposo). Ciclo de Cori: síntese da glicose a partir do lactato, o musculo fez fermentação e sobra o lactato, podendo ser utilizado para a formação de glicose, conversão do lactato sintetizado pela fermentação do musculo em glicose e é lançado na corrente sanguínea. Ciclo da glicose-alanina: O musculo faz o processo de degradação e converte todos os aminoácidos em alanina, pois é menos toxica, é lançada no sangue e chega no fígado, sendo transformada em glicose e lançada no sangue novamente