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Depois do cativeiro, a maior parte dos que regressaram a Canaã eram da tribo de Judá. Então, "judeu" tornou-se quase um sinônimo de israelita, já que quase todos os israelitas eram judeus. O termo tem esse mesmo sentido genérico até hoje.
Tipologia: Notas de estudo
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HEBREUS e EPÍSTOLAS GERAIS Autoria^1
Desfilar neste hemisfério dos hebreus e identificando as nuances de um povo que cujos nomes recebidos parecia se mover na linha do tempo o autor teve grande inspiração e nos faz ver que "Hebreu" era o nome dados aos israelitas pelas nações vizinhas. Talvez tenha derivado de Éber ou Héber, que significa "homem vindo do outro lado do rio" (Jordão ou Eufrates) (Gn.10.21,24; 11.14-26; 14.13 Js.24.2). Abraão foi chamado de "hebreu". Temos então várias designações para o mesmo povo: - Hebreu: designa descendência. - Israel: destaca o aspecto religioso. - Judeu: da tribo de Judá ou habitante do reino de Judá. Alguns desses termos foram mudando um pouco de sentido com o passar do tempo. O "judeu" do Velho Testamento estava estritamente ligado à tribo de Judá. Depois do cativeiro, a maior parte dos que regressaram a Canaã eram da tribo de Judá. Então, "judeu" tornou-se quase um sinônimo de israelita, já que quase todos os israelitas eram judeus. O termo tem esse mesmo sentido genérico até hoje. O "hebreu" do Velho Testamento era todo indivíduo israelita. No Novo Testamento, esse termo passa a designar mais especificamente aquele israelita que fala aramaico e é
(^1) ROCHA LIMA, Nilton. Administrador. Especialista do Ensino superior. MBA Gestão do conhecimento. Mestrando em Educação eclesiástica
mais apegado ao judaísmo ortodoxo, em contraposição ao "helenista", que é o israelita que fala grego e está mais influenciado pela cultura grega. Desse modo, Filipenses 3.5 e II Coríntios 11.22, nos quais o apóstolo Paulo cita com orgulho o fato de ser "hebreu" , assim como eram seus pais. A epístola aos hebreus nos mostra que seus destinatários eram judeus cristãos. Ao mesmo tempo em que o autor está se dirigindo a pessoas convertidas a Cristo (Hb.10.19), ele dá a entender que elas tinham um passado de vínculo com o judaísmo. Tais irmãos pertenciam a uma igreja, cujos líderes são anonimamente referenciados no capítulo 13 (versos 7, 17 e 24). A localização de tal igreja é objeto de especulação por parte dos estudiosos e comentaristas. As sugestões mais comuns são: Roma, Jerusalém, Antioquia, Cesaréia e Alexandria. A epístola aos Hebreus contém alguns enigmas. Não esclarece quem foi seu autor; a quem foi realmente destinada, nem a data em que foi escrita. No primeiro século, os chamados pais da Igreja não esclareceram tais detalhes. Clemente de Alexandria e Orígenes entenderam que Paulo escrevera Hebreus. No Século II, Tertuliano discordava da autoria paulina, e cria que Barnabé era o autor da epístola. Agostinho, de início, julgou que fosse Paulo mas, depois, afirmou que ela era anônima. Martinho Lutero sugeriu que a carta poderia ter sido escrita por Apolo (At 18.24). Quanto à data, os estudiosos situam-na entre 68 a 70 d.C. Hebreus deve ter sido inicialmente dirigida a judeus helenistas convertidos ao Cristianismo. O propósito deste comentário não é discutir tais pormenores, pois a resposta só teremos no céu, quando nos encontrarmos com o escritor. É fundamental que nestas lições sobre a Epístola aos Hebreus, vejamos a pessoa de Jesus Cristo como o resplendor da glória de Deus, o Salvador perfeito. Deus falou de muitas maneiras (v.1b). Nas páginas do Antigo Testamento, vemos que Deus não falou de modo uniforme pelos profetas. A uns, como a Moisés, Ele falou direto, “cara a cara”; a outros, como Daniel, falou por sonhos; a Jonas, em voz audível, e por meio do vento, do mar e do peixe.
Os principais patriarcas hebreus, foram Abraão (o primeiro patriarca), Isaac, Jacó (também chamado Israel, daí o nome israelita), Moisés e Josué. Liderados então, pelo patriarca Moisés, os hebreus abandonaram o Egito em 1250 a.C., retornando à Palestina. Essa saída em massa dos hebreus do Egito é conhecida como Êxodo. Os juízes - De volta à Palestina, sob a liderança de Josué, os hebreus tiveram de lutar contra o povo cananeu e , posteriormente, contra os filisteus. Josué (sucessor de Moisés) distribuiu as terras conquistadas entre as doze tribos de Israel. Nesse período os hebreus, passaram a se dedicar à agricultura, a criação de animais e ao comércio, tornavam-se portanto sedentários. No período de lutas pela conquista da Palestina, que durou quase dois séculos, os hebreus foram governados pelos juízes. Os juízes eram chefes políticos, militares e religiosos. Embora comandassem os hebreus de forma enérgica, não tinham uma estrutura administrativa permanente. Entre os mais famosos juízes destaca-se Sansão, que ficou conhecido por sua grande força, conforme relata a Bíblia. Outros juízes importantes foram Gedeão e Samuel. Os reis - A seqüência de lutas e problemas sociais criou a necessidade de um comando militar único. Os hebreus adotaram então, a monarquia. O objetivo era centralizar o poder nas mãos de um rei e, assim, ter mais força para enfrentar os povos inimigos, como os filisteus.
O primeiro rei dos hebreus foi Saul (1010 a.C.). Depois veio o rei Davi (1006-966 a.C.), conhecido por ter vencido os filisteus (segundo a Bíblia, ele derrotou o gigante filisteu Golias). Com a conquista de toda a Palestina, a cidade de Jerusalém tornou-se a capital política e religiosa dos hebreus. O sucessor de Davi foi seu filho Salomão, que terminou a organização da monarquia hebraica e seu reinado marcou o apogeu do reino hebraico. Durante o reinado de Salomão (966-926 a.C.), houve um grande desenvolvimento comercial, foram construídos palácios, fortificações, a construção do Templo de Jerusalém, criou um poderoso exército, organizou a
administração e o sistema de impostos. Montou uma luxuosa corte, com muitos funcionários e grandes despesas.
Economia e Sociedade
A vida socioeconômica dos hebreus pode ser dividida em duas fases: a nômade e a sedentária. A princípio, os hebreus eram pastores nômades (não tinham habitação fixa), que se dedicavam à criação de ovelhas e cabras. Os bens pertenciam a todos do clã. Mais tarde, já fixados na Palestina, foram deixando os antigos costumes das comunidades nômades. Desenvolveram a agricultura e o comércio, tornaram-se sedentários. Nos primeiros tempos a propriedade da terra era coletiva, depois foi surgindo a propriedade privada da terra e dos demais bens. Surgiram as diferentes classes sociais e a exploração de uma classe pela outra. A consequência dessas mudanças foi que grandes proprietários e comerciantes exibiam luxo e riqueza, enquanto os camponeses pobres e os escravos viviam na miséria.
Cultura
A religião é uma das principais bases da cultura hebraica e representa a principal contribuição cultural dos hebreus ao mundo ocidental. A religião hebraica possui dois traços característicos: o monoteísmo e a idéia messiânica. A maioria dos povos da antigüidade era politeísta (acreditavam na existência de vários deuses), enquanto os hebreus adotaram o monoteísmo, acreditava em um único Deus, criador do universo. A ideia messiânica foi divulgada pelos profetas. Acreditava na vinda de um messias, um enviado de Deus para conduzir os homens à salvação eterna. Para os cristãos esse messias é Jesus Cristo, o que os judeus não aceitam. Assim, continuam aguardando a vinda do messias. A doutrina fundamental da religião hebraica (o Judaísmo) encontra-se no Pentateuco, contido no Velho Testamento da Bíblia.
O interessante dessa lista é que todos esses homens descritos em Hebreus 11 tem uma coisa em comum, é algo que os faz semelhantes diante de Deus mesmo sem eles terem alguma relação cosanguínea direta. Esses homens e mulheres viram e esperaram algo em comum; Algo para além dos seus projetos de vida particular. Eles creram em Deus nosso Senhor de tal forma que diante de Deus eles não olhavam para si mesmos eles olhavam para Deus e suas orações se relacionavam ao Reino de Deus, ao processo histórico da Redenção e a Glória do nome do nosso Deus. Enoque se refere a conhecimento, intimidade, Enoque andou com Deus todos os dias de sua vida. Abel oferece, Enoque se dedica a conhecer e Noé? Noé se levanta e serve. Isso define as etapas da vida em Fé. E o nosso Senhor Jesus Cristo, expressa isso em sua face. Ele se ofereceu por nós, andou com Deus todos os dias de sua estadia na terra e serviu a Deus de todas as maneiras. E quando Jesus chama seus discípulos, a única tarefa do discípulo é viver nessa simplicidade é essa a grandeza de vida dos discípulos e é exatamente isso que o mundo não pode entender. Como Abel nós chegamos diante de Deus e nos oferecemos a Ele e ficamos na presença Dele sem nada a desejar como Enoque e somos despedidos por Deus como Noé com o privilégio de servir. Sem medo algum pois sabemos que Ele, o nosso Deus, existe e é Galardoador, Abençoador, Consolador, Libertador, Redentor, Restaurador, Recompensador daqueles que o buscam.
Cada uma das pessoas mencionadas neste capítulo exemplifica alguma fase ou aspecto da vida da fé – obediência, ação com base nas promessas das coisas por acontecer, separação do sistema do mundo (Moisés), ou qualquer outra coisas. Mas o escritor ainda não completou seu argumento quanto à superioridade da vida da fé sobre a prática do legalismo mosaico. Um exemplo permanece o Senhor Jesus Cristo. A fase final do argumento apresentado pelos exemplos culmina em “considerai pois aquele” de Hb 12.3.
Tendo considerado todas aquelas outras testemunhas, os leitores devem agora “considerar aquele que suportou... para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos”.
Jesus , o nome sobre todo nome Antigamente os significados dos nomes tinham um grande peso acerca da personalidade e do caráter de uma pessoa. Na maioria das vezes, os nomes dos homens e mulheres da Bíblia revelavam algo sobre o seu caráter e estilo de vida, sempre denotando a posição e função da pessoa, além de que também podia ser um indicativo da sua reputação. Os nomes de Deus são importantes porque eles nos dizem exatamente quem e o que ELE é. Apesar de ser um só Deus, Ele tem tantas dimensões, que a melhor forma de conhecermos um pouco mais de seu caráter santo e imutável é conhecendo os nomes que Ele atribuiu a Si próprio. Por não nos recordarmos com frequência da diversidade de nomes que a Bíblia atribui a Deus, e nem darmos a devida importância a isto, corremos o risco de perder o senso da grandeza, do poder e da majestade de Deus. Os nomes atribuídos a Deus, na Bíblia, nos revelam muito sobre: Seu caráter, Seu plano, Sua vontade. Não é raro ouvirmos a palavra “Deus” várias vezes por dia, ditas com leviandade e sem qualquer reverência ou compreensão acerca da santidade de Seu Nome. Quantas vezes pronunciamos o Seu Nome sem qualquer sobriedade e reverência?
Que não podemos nos referir a Deus de forma vã, leviana, sem propósito ou desrespeitosamente. E como vamos evitar isso? Ao estudar os atributos bíblicos de Deus, nós conhecemos mais do Seu caráter! Muitas pessoas usam o nome de Deus em vão porque ainda não tem um real entendimento de quem Ele é. Deus é digno de reverência e como diz John MacArthur:
Nomes atribuídos a DEUS em Hebraico
David Alfred Zuhars trás um panorama melhor detalhado daquilo que gostaríamos de conhecer / saber e teríamos dificuldades, Aqui David Alfred faz uma condensação mais apurada: Quais São as Epístolas Gerais? Hebreus, Tiago, I Pedro, II Pedro, I João, II João, III João e Judas.
São epístolas por que:
Propósito do livro. Ensinar os judeus crentes que o judaísmo foi substituído pela cristandade. O conteúdo do livro revela o propósito do livro. Mostra o conflito entre os fariseus (e outros judeus) e os crentes em Jesus Cristo. E foi um conflito bastante grande. Observe esta questão revelada em Atos 15:1-2, 11, 20. Gálatas 1:6-9. 2:16. Filipenses 3:1-9. Isso mostra que o cristianismo é melhor (mais excelente) do que o judaísmo. Jesus Cristo veio cumprir as coisas velhas da lei de Moisés no Velho Testamento. Neste livro um por um tudo que o judeu tomou por glorioso é mostrado que Jesus Cristo é melhor. Veja abaixo a superioridade de Jesus Cristo.
Fé – Suportar com Paciência Olhando para Jesus Cristo. 12:1-13. Fé – Expressada na Santidade Prática. 12:14-13:21. Despedida – 13:22-25. Autor do livro. Tiago, que foi o irmão de Judas que escreveu a Epístola de Judas. Tiago é o irmão de Jesus da parte da mãe. Marcos 6:3. Este Tiago não é o apóstolo, o irmão de João, porque ele morreu no ano 41 ou 42 d.C. Atos 12:1-2. Tiago, o autor deste livro, não foi um dos apóstolos, porque não tem nada no livro que indica que ele foi um deles. João diz (7:5) que os irmãos de Jesus não creram dEle. Mas, em Atos 1:12-14, diz que depois da Sua ressurreição eles foram convertidos e este Tiago se tornou um grande líder e pastor da igreja em Jerusalém. Veja Atos 12:17, 15:12-13, 21:18, Gálatas 1:19, 2:19, 12. Josefo, o historiador judeu que era contemporâneo deles, diz que em 62 d.C. Tiago foi martirizado. Estes são os irmãos e irmãs de Jesus que Maria teve depois que Jesus nasceu. Maria concebeu Jesus pelo poder do Espírito Santo sendo ainda virgem. Mateus 1:18-25. Depois do seu nascimento Maria levou uma vida normal com seu marido José e teve vários filhos. Tema do livro. As provas da fé. As Provas da Fé ou o Crente Verdadeiro, Fiel e Maturo. Capítulo 1. Paciência na Provação.
Capítulo 3. Domínio da Língua. A fé provada pela língua – O crente verdadeiro, fiel e maturo domina e controla a língua.
O Pai Celestial e Seus Filhos.
Advertência contra a caridade falsa. v. 10-11.
JUDAS Judas não diz que é apóstolo e nos v. 17-18 está indicado que não foi um apóstolo. Existe uma semelhança entre II Pedro e Judas no seu conteúdo. Seria bom observar as semelhanças.