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Hepatite Viral, Notas de estudo de Fisioterapia

Hepatites virais

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 29/09/2011

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lisliandra-inocencio-9 🇧🇷

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UNIVAG – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VARZEA GRANDE
CIMARA OZAKI, LISLIANDRA INOCÊNCIO,NAIANE BARBOSA
NAYARA GARBIN, NAYARA RODRIGUES, NATALIA RIBEIRO,
NARJARA RODRIQUES e STEFANE ABREU LUCENA
HEPATITE VIRAL
Curso de Fisioterapia e Enfermagem
Várzea Grande, Maio de 2011.
CIMARA OZAKI, LISLIANDRA INOCÊNCIO,NAIANE BARBOSA
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UNIVAG – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VARZEA GRANDE

CIMARA OZAKI, LISLIANDRA INOCÊNCIO,NAIANE BARBOSA

NAYARA GARBIN, NAYARA RODRIGUES, NATALIA RIBEIRO ,

NARJARA RODRIQUES e STEFANE ABREU LUCENA

HEPATITE VIRAL

Curso de Fisioterapia e Enfermagem

Várzea Grande, Maio de 2011.

CIMARA OZAKI, LISLIANDRA INOCÊNCIO,NAIANE BARBOSA

NAYARA GARBIN, NAYARA RODRIGUES, NATALIA RIBEIRO,

NARJARA RODRIQUES e STEFANE ABREU LUCENA

HEPATITE VIRAL

Trabalho desenvolvido ao professor, Carlos Capristano da disciplina de Patologia da turmas integradas com objetivo e obtenção de nota parcial do 2º bimestre.

Curso de Fisioterapia e Enfermagem

Várzea Grande, Maio de 2011.

SÚMARIO

I. Definição da Hepatite C II. Tratamento da Hepatite C III. Prevenção da Hepatite C IV. Período de Incubação da Hepatite C V. Hepatite C Aguda da Hepatite C VI. Hepatite C Crônica da Hepatite C VII. Transmissão da Hepatite C VIII. (^) Prevenção da Hepatite C IX. Dentre as medidas de prevenção primária, destacam-se: X. Prognostico da Hepatite C XI. Diagnostico da Hepatite C XII. Tratamento da Hepatite C XIII. Prevenção da Hepatite C

HEPATITE D......................................................................................................

I. Definição da hepatite Delta II. Período de Incubação da Hepatite D III. Hepatite Aguda da Hepatite D IV. Hepatite Crônica da Hepatite D V. Transmissão da Hepatite D VI. Diagnostico da Hepatite D VII. Tratamento da Hepatite D

HEPATITE E....................................................................................................

I. Definição de Hepatite E II. Período de Incubação da Hepatite E III. Transmissão da Hepatite E IV. Prevenção da Hepatite E V. Do Diagnostico a Cura da Hepatite E

VI. Diagnostico da Hepatite E VII. Tratamento da Hepatite E BIBLIOGRAFIA E WEBGRAFIA.....................................................................

HEPATITE VIRAL NO BRASIL

Uma das formas mais eficientes de se promover a saúde pública é o investimento em ações de comunicação, por meio da celebração de parcerias com aqueles que estão na linha de frente da produção e na elaboração da notícia: os comunicadores.

Diante do incremento na detecção dos casos de hepatites virais no Brasil, o Programa Nacional de Hepatites Virais do Ministério da Saúde tem empreendido ações de aproximação juntos aos profissionais da comunicação, com o objetivo de contribuir para a divulgação das formas de prevenção e de tratamento, visando também a desconstruir mitos e dirimir preconceitos que envolvem essas doenças e as pessoas por elas atingidas.

A comunicação tem alcançado um papel importante no cotidiano da população, fazendo parte da vida de todos nós, ensinando, educando,

INTRODUÇÃO A HEPATITE VIRAL

Conceito Gerais:

A hepatite viral é uma infecção sistêmica na qual as manifestações predominantes são decorrentes da disfunção hepática. Podendo acometer sérios agravos no fígado já que ele é um alvo de grande e numerosa de agressões inflamatórias.

O termo hepatite viral geralmente se refere aos vírus hepatótropicos que são responsáveis por mais de 90%dos casos de hepatite. Os vírus causam ampla variedade de apresentações clinicas, que vão desde o estado de portador assintomático, hepatite aguda ou crônica, ate cirrose e carcinoma hepátocelular.

Alem da origem viral, os diferentes tipos têm em comum o fato de que os hepatocitos são lesados, originando uma resposta inflamatória, suas expressões clinicas e sua conseqüências dão diferentes, fazendo com que um diagnostico de hepatite viral, nos dias atuais, sejam incompletas a menos que a etiologia fique esclarecida.

O atendimento do paciente com suspeita da hepatite vila, exige que o medico tenha um conhecimento amplo sobre os principais conceitos envolvidos nesse tipo de doença.

SINTOMAS GERAL DA HEPATITE VÍRAL

Conceitos Gerais:

Nas hepatites virais, existe um período inicial sem sintomas (período de incubação), no qual o vírus está se multiplicando no organismo. Esse período é variável e, logo depois, começam a surgir os sintomas. Inicialmente, o paciente apresenta um quadro semelhante a uma gripe, com febre, náuseas e vômitos, mal-estar, dores no corpo, falta de apetite e desânimo. O paciente pode apresentar também dores nas juntas. O sintoma mais típico de hepatite é a chamada icterícia (amarelão, "tiriça"), caracterizada por coloração amarelada da pele, dos olhos e das mucosas. Ela pode se acompanhar de urina escura ("cor de coca-cola") e fezes descoradas. Porém, a icterícia não ocorre em todos os pacientes. Na maioria dos casos de hepatite viral aguda, o quadro é leve e resolve-se espontaneamente; mas em alguns casos pode apresentar gravidade, evoluindo com confusão mental e outros sintomas, caracterizando a hepatite fulminante. A hepatite C geralmente não apresenta fase aguda, e o indivíduo só descobre que é portador do vírus em exames de rotina.

As outras causas de hepatite apresentam quadros bastante específicos, muitas vezes parecidos aos de hepatite viral aguda acrescido de outros

TRATAMENTO DA HEPATITE VITAL

Conceito Geral:

O tratamento depende da causa da hepatite. Nas hepatites virais agudas, indica-se apenas repouso relativo (com restrição de atividades físicas), dieta balanceada e medicamentos para dor e febre, caso ocorram. Na hepatite viral crônica, existem alguns tratamentos específicos, indicados em alguns casos, que permitem a erradicação do vírus e redução do risco de cirrose e câncer.

Na hepatite auto-imune, utilizam-se medicamentos chamados corticóides, capazes de reduzir a inflamação. Nas hepatites alcoólica e medicamentosa, recomenda-se a suspensão do uso do agente causador. Nas doenças por acúmulo de ferro e cobre recomenda-se à restrição dietética e o uso de certos medicamentos que ajudam a reduzir o depósito desses metais.

Nos casos de hepatite fulminante, o tratamento é de suporte e, geralmente, o transplante hepático de urgência é necessário para a cura.

PREVENÇÃO DA HEPATITE VIRAL

Conceito Geral:

Existem várias medidas eficazes na prevenção da doença, como:

  • Vacinação, no caso das hepatites por vírus A e B;
  • Uso de água tratada ou fervida
  • Lavar bem legumes, frutas e verduras;
  • Lavar bem as mãos após usar o toalete e antes de preparar os alimentos e de se alimentar;
  • Não compartilhar seringas e agulhas;
  • Uso de preservativo nas relações sexuais;
  • Uso de material de proteção, por profissionais de saúde;

OBSERVAÇÕES GERAIS

a) A tatuagem e o uso de complexos vitamínicos por meio de equipamentos não descartáveis e compartilhados, são formas importantes de transmissão em nosso meio.

b) O HBV é um vírus resistente, podendo sobreviver pelo menos sete dias no ambiente.

c) O HBV pode resistir durante dez horas a 60oC, durante cinco minutos a 100oC, ao éter e ao álcool a 90% e permanecer viável após vários anos de congelamento.

d) A contagiosidade do HBV em relação a outras viroses de transmissão parenteral é muito mais elevada.

e) O risco de transmissão sexual:

  • HBV – 30 a 80%
  • HIV – 0,1 a 10%
  • HCV – <3% (em casais monogâmicos, sem fatores de risco para DST)

f) O HCV tem sua resistência pouco definida até o momento, mas sabe- se que ele é mais lábil que o vírus B.

TIPOS DE HEPATITES

Os agentes causadores da inflamação hepática, os vírus que tem papel de destaque os principais vírus são:

VIRUS A

VIRUS B

VIRUS C

VIRUS D ( DELTA)

VIRUS E.

As hepatites A e B foram as primeiras a serem definidas do ponto de vista etiológicos, seguidas pelas as hepatites D, C e E os estudos recentes indicam a existência de outros tipos de vírus “não ABCDeE” como causa de infecção viral, os agentes G, SENV E TTV, adquiridos principalmente após transfusões de sangue ou e hemoderivados.

Outros tipos de hepatites podem causar hepatites de menores freqüências como:

subclínicas ou anictéricas em crianças em idade pré-escolar. A transmissão poderá ocorrer 15 dias antes dos sintomas até sete dias após o início da icterícia.

A transmissão sexual da hepatite A pode ocorrer com a prática sexual oral-anal (anilingus), por meio do contato da mucosa da boca de uma pessoa com o ânus de outra portadora da infecção aguda da hepatite A. A prática anal- oral pode ser uma via de transmissão. Deve ser lembrado que um dos parceiros precisa estar infectado naquele momento e que a infecção pelo HAV não se crônifica, o que faz com que este modo de transmissão não tenha grande importância na circulação do vírus na comunidade, embora, em termos individuais, traga as conseqüências que justificam informar essas possibilidades aos usuários.

V. Prevenção

A hepatite A pode ser prevenida pela utilização da vacina específica contra o vírus A. Entretanto, a melhor estratégia de prevenção desta hepatite inclui a melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e das medidas educacionais de higiene.

VI. Prognóstico

O prognóstico é excelente e a evolução resulta em recuperação completa. A ocorrência de hepatite fulminante é inferior a 0,1% dos casos ictéricos. Não existem casos de hepatite crônica pelo HAV.

VII. Diagnóstico

A doença pode ocorrer de forma esporádica ou em surtos e, devido à maioria dos casos cursar sem icterícia e com sinais e sintomas pouco específicos, pode passar na maioria das vezes despercebida, favorecendo a não identificação da fonte de infecção.

Nos pacientes sintomáticos, o período de doença se caracteriza pela presença de colúria, hipocolia fecal e icterícia. A freqüência da mani-festação ictérica aumenta de acordo com a faixa etária, variando de 5 a 10% em menores de 6 anos e chegando até 70-80% nos adultos.

O diagnóstico específico de hepatite A aguda é confirmado, de modo rotineiro, por meio da detecção de anticorpos anti-HAV da classe IgM. A detecção de anticorpos da classe IgG não permite diferenciar se a infecção é aguda ou trata-se de infecção pregressa. Em surtos, pode-se confirmar a hepatite A também por vínculo epidemiológico, depois que um ou dois casos apresentaram anticorpos anti-HAV da classe IgM.

A vacina contra o vírus da hepatite A é disponibilizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) nas seguintes situações:

  1. Pessoas com outras doenças hepáticas crônicas que sejam suscetíveis à hepatite A;

  2. Receptores de transplantes alogênicos ou autólogos, após transplante de medula óssea;

3)Doenças que indicam esplenectomia;

  1. Candidatos a receber transplantes autólogos de medula óssea, antes da coleta, e doadores de transplante alogênico de medula óssea.

VIII. Tratamento

O repouso é considerado medida imposta pela própria condição do paciente.

A utilização de dieta pobre em gordura e rica em carboidratos é de uso popular, porém seu maior benefício é ser de melhor digestão para o paciente anorético. De forma prática, deve ser recomendado que o próprio indivíduo doente defina sua dieta de acordo com seu apetite e aceitação alimentar. A

II. Período de Incubação da Hepatite B

O período de incubação, intervalo entre a exposição efetiva do hospedeiro suscetível ao vírus e o início dos sinais e sintomas da doença varia de 30 a 180 dias (média de 70 dias).

III. Manifestação da hepatite B aguda

A evolução de uma hepatite aguda consiste de três fases:

  • Prodrômica ou pré-ictérica: com aparecimento de febre, astenia, dores musculares ou articulares e sintomas digestivos, tais como: anorexia, náuseas e vômitos, perversão do paladar, às ve-zes cefaléia, repulsa ao cigarro. A evolução é de mais ou menos quatro semanas. Eventualmente essa fase pode não acontecer, surgindo a icterícia como o primeiro sinal.
  • Ictérica: abrandamento dos sintomas digestivos e do surgimento da icterícia que pode ser de intensidade variável, sendo, às vezes, precedida de colúria. A hipocolia pode surgir por prazos curtos, sete a dez dias, e às vezes se acompanha de prurido.
  • Convalescença: desaparece a icterícia e retorna a sensação de bem- estar. A recuperação completa ocorre após algumas sema-nas, mas a astenia pode persistir por vários meses. Noventa a 95% dos pacientes adultos acometidos podem evoluir para a cura.

IV. Manifestação da Hepatite B Crônica

Quando a reação inflamatória do fígado nos casos agudos sintomáticos ou assintomáticos persiste por mais de seis meses, considera-se que a infecção está evoluindo para a forma crônica.

Os sintomas, quando presentes, são inespecíficos, predominando fadiga, mal-estar geral e sintomas digestivos. Somente 20 a 40% dos casos têm história prévia de hepatite aguda sintomática. Em uma parcela dos casos crônicos, após anos de evolução, pode aparecer cirrose, com surgimento de icterícia, edema, ascite, varizes.

Há que se considerar que há um gradiente de risco entre as formas citadas pela quantidade de sangue a que o indivíduo é exposto. Vale lembrar que há confirmação por dados empíricos em algumas formas de transmissão e suposições pela plausibilidade biológica em outras.

A partir de 1978 e 1993, com a instalação de testagem obrigatória respectivamente para os vírus B e C em bancos de sangue, a possibilidade de transmissão dessas doenças por esta via tornou-se remota.

Apesar do vírus da hepatite B poder ser encontrado no leite materno, o aleitamento em crianças de mães portadoras do vírus B, está indicado logo após a aplicação da primeira dose do esquema vacinal e da imunoglobulina humana hiperimune contra a hepatite B. Alterações hematológicas. A hepatite B crônica pode também evoluir para hepatocarcinoma sem passar pelo estágio de cirrose.

V. Transmissão

  • relações sexuais desprotegidas, pois o vírus encontra-se no sêmen e secreções vaginais. Há que se considerar que existe um gradiente de risco decrescente desde o sexo anal receptivo, até o sexo oral insertivo sem ejaculação na boca;