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Hipertensao corrigido, Notas de estudo de Fisioterapia

HIPERTENSAO, CAUSAS, SINTOMAS, PREVENÇAO E TRATAMENTO.

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 23/01/2012

lisliandra-inocencio-9
lisliandra-inocencio-9 🇧🇷

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– CENTRO UNIVERSITÁRIO
GRUPO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
ADEMILSON PEREIRA DA SILVA
DIVINA CRUZ
JOANILZA RIBEIRO
LISLIANDRA INOCENCIO
ODÉZIO GRAUCIO
PATOLOGIA GERAL
HIPERTENSÃO ARTERIAL
VÁRZEA GRANDE - MATO GROSSO
2011
ADEMILSON PEREIRA DA SILVA
DIVINA CRUZ
JOANILZA RIBEIRO
LISLIANDRA INOCENCIO
ODÉZIO GRAUCIO
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– CENTRO UNIVERSITÁRIO

GRUPO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

ADEMILSON PEREIRA DA SILVA

DIVINA CRUZ

JOANILZA RIBEIRO

LISLIANDRA INOCENCIO

ODÉZIO GRAUCIO

PATOLOGIA GERAL

HIPERTENSÃO ARTERIAL

VÁRZEA GRANDE - MATO GROSSO

ADEMILSON PEREIRA DA SILVA

DIVINA CRUZ

JOANILZA RIBEIRO

LISLIANDRA INOCENCIO

ODÉZIO GRAUCIO

PATOLOGIA GERAL

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Seminário elaborado como requisito da disciplina de Patologia Geral curso de Graduação em Enfermagem do Univag – Centro Universitário.

Orientador: Prof.ª Cristina Ap. Figueiredo Reis

VÀRZEA GRANDE - MATO GROSSO

SUMÁRIO

I. INTRODUÇÃO 01

II. OBJETIVO GERAL 03

III. REVISÃO DE LITERATURA 04

IV. CUIDADOS AO AFERIR UMA PRESSÃO 06

V. NÍVEIS DE PRESSÃO ARTERIAL 06

A Hipertensão Arterial designa uma elevação excessiva da pressão arterial, acima dos valores de referência para a população em geral, sendo considerada como uma das doenças mais comuns do mundo moderno. A obesidade, o sedentarismo, o stress e o consumo excessivo de álcool e de sal, associados a uma predisposição hereditária, são apontadas como algumas das causas mais comuns da hipertensão arterial. A hipertensão arterial é uma das doenças mais prevalentes no mundo, acometendo cerca de 1/3 de toda a população adulta do planeta. Nas últimas décadas o número de hipertensos tem aumentado cada vez mais, devido a fatores como maior expectativa de vida, maior incidência de obesidade e sedentarismo e maus hábitos alimentares. Um dos grandes problemas da hipertensão arterial (pressão alta) é o fato desta ser assintomática até fases avançadas. Não existe um sintoma típico que possa servir de alarme para estimular a procura por um médico. Achar que a pressão está alta ou normal baseado em sintomas inespecíficos, como dor de cabeça, cansaço, dor no pescoço ou nos olhos, sensação de peso nas pernas ou palpitações, é um erro muito comum. A pressão alta não causa sintomas na maioria das vezes. Portanto, um indivíduo que não costuma medir sua pressão arterial simplesmente porque não tem nenhum sintoma, pode muito bem ser hipertenso e não saber. Por outro lado, se o paciente é sabidamente hipertenso, mas também não mede a pressão arterial periodicamente, pode ter a falsa impressão de ter a pressão controlada quando na verdade a mesma está muito alta. Não existe nenhuma maneira de avaliar a pressão arterial sem que se faça a aferição da mesma através de aparelhos específicos. Para se dar o diagnóstico de hipertensão arterial são necessárias de três a seis aferições elevadas, realizadas em dias diferentes, com um intervalo maior que 1 mês entre a primeira e a última aferição. Deste modo, minimizam- se os fatores convulsionais externos. O paciente considerado hipertenso é aquele que apresenta a sua pressão arterial elevada frequentemente e durante vários períodos do dia.

Um erro comum no diagnóstico da hipertensão é achar que o paciente é hipertenso com apenas uma aferição isolada da pressão arterial. Um hipertenso pode ter momentos do dia em que a pressão esteja dentro ou próximo da faixa de normalidade, assim como uma pessoa sem hipertensão pode apresentar elevações pontuais de pressão arterial devido a fatores como estresse e esforço físico. Portanto, não se faz diagnóstico nem se descarta hipertensão baseado em apenas uma medida. Vários fatores podem alterar a pressão pontualmente, entre eles, estresse, esforço físico, usa de bebidas alcoólicas, cigarro etc... A maioria das pessoas só procura medir sua pressão após eventos de estresse emocional ou dor de cabeça, situações que por si só podem aumentar os níveis tensionais. Para se dar o diagnóstico de hipertensão arterial são necessárias de três a seis aferições elevadas, realizadas em dias diferentes, com um intervalo maior que 1 mês entre a primeira e a última aferição. Deste modo, minimiza-se os fatores convulsionais externos. O paciente considerado hipertenso é aquele que apresenta a sua pressão arterial elevada frequentemente e durante vários períodos do dia. Quando há dúvidas se o paciente é realmente hipertenso ou apresenta apenas pressão alta por ficar nervoso durante a medição da pressão arterial, o ideal é solicitar um exame chamado M.A.P.A (Monitorizarão Ambulatorial da Pressão Arterial). Este exame é basicamente um aparelho de pressão que fica no braço do paciente durante 24h, aferindo e registrando seus valores tensionais diversas vezes por dia, em situações diárias comuns como dormir, comer, trabalhar e outras atividades que o paciente realiza durante o seu cotidiano.

HIPERTENSÃO

II. OBJETIVO GERAL

que diz respeito à pressão que o coração faz para bombear o sangue em direção aos outros órgãos e o mínimo (pressão diastólica) que se refere à acomodação do sangue nos vasos sanguíneos. Suas artérias ficam apertadas e dificulta a passagem do sangue, razão pela qual o coração precisa exercer uma pressão maior para bombeá-lo. A hipertensão é uma doença comum, que atinge cerca de 15% a 25% da população brasileira. Muitas pessoas nem sabem que tem pressão alta, pois, o organismo acostuma-se com os níveis elevados, que, contudo, vão comprometendo um silêncio órgãos como o coração, rins, cérebro e olhos. Mas, dá para evitar esse quadro e até prevenir o aparecimento da hipertensão. A maioria das pessoas que tem hipertensão não apresenta sintomas. Quando presente, porém, podem manifestar-se como dor de cabeça, sangramento nasal, tonturas e zumbidos no ouvido. Outros como palpitação, dor no peito, falta de ar, inchaço, alterações visuais, perda de memória e de equilíbrio, palidez, problemas urinários e dores nas pernas demonstram que os órgãos alvo da doença podem estar comprometidos. Nestes casos, convém procurar um médico imediatamente. Em 90% a 95% dos casos não há uma causa conhecida para a hipertensão. Mas, eventualmente, problemas endócrinos e renais, gravidez, uso frequentes de medicamentos (anticoncepcionais, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticoides e moderadores de apetite) de cocaína, bem como doenças neurológicas, podem ser causas de hipertensão arterial. O diagnóstico é baseado na medida da pressão arterial com um aparelho próprio, usado em hospitais, ambulatórios e consultórios. Embora simples, a medida isolada da pressão sofre influência de vários fatores. Por conta disso, hoje a medicina utiliza outros recursos adicionais para diagnosticar a hipertensão. Um deles é o teste ergométrico, que mede a pressão do indivíduo durante o esforço físico e pode evidenciar se ele possui risco de desenvolver hipertensão. Outro é a monitorizarão ambulatorial da pressão arterial (MAPA), que registra a pressão do paciente 24 horas, ao longo de suas atividades diárias e do sono, fornecendo dados relevantes para o médico.

Mas nenhum desses recursos substitui a avaliação clínica do paciente e a medida da pressão arterial em consultório. Porque a expectativa de vida de uma pessoa com hipertensão é 40% menor que a de um indivíduo sadio, ao longo dos anos. O fato é que, ao esforçar-se para bombear o sangue, o coração do hipertenso fica vulnerável à insuficiência cardíaca. Além disso, devido ao aumento da pressão, vai desgastando os vasos, que podem romper-se e causar o derrame cerebral. Esse desgaste ainda facilita o acúmulo de placas de gordura nas artérias, predispondo o indivíduo ao infarto. Para alguns, uma dieta com pouco sal e sem gordura, além da mudança de hábitos de vida, deixar de fumar, ingerir menos álcool, fazer exercícios e emagrecer são suficientes para manter a pressão controlada. Outros, porém, necessitam de medicamentos. Mas só o médico pode estabelecer o tipo de hipertensão, avaliar o estado dos órgãos alvo da doença e prescrever o tratamento indicado. Levar uma vida saudável, manter o peso ideal, não ingerir bebidas alcoólicas, fazer exercícios, não fumar e adotar uma dieta balanceada, com consumo moderado de sal são atitudes preventivas. Também é recomendável que toda pessoa com mais de 40 anos faça medidas periódicas de pressão – sobretudo de quem tem histórico de pressão alta na família.

HIPERTENSÂO

IV. CUIDADOS AO AFERIR UMA PRESSÃO

Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial.

VI. ESTATÍSTICAS DA HIPERTENSÃO

A hipertensão é uma doença de escalas globais. Os números são grandes: a doença atinge cerca de 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos e cerca de um bilhão de pessoas no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 30 milhões de brasileiros têm hipertensão e há outros 12 milhões que ainda não sabem que possuem a doença. A hipertensão mata por ano, 7.6 milhões de pessoas, no mundo todo, devido às suas complicações como AVC, infarto, entre outras. No Brasil, ela é responsável por 300 000 mortes ao ano. Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Ministério da Saúde apontou que a proporção de brasileiros diagnosticados com pressão alta cresceu de 21,5% em 2006 para 24,4% em 2009. A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que apenas 10% da população faz regularmente o acompanhamento médico e sige corretamente as orientações. De acordo com dados dessa última pesquisa do Ministério da Saúde sobre a hipertensão, o Rio de Janeiro (RJ) aparece como a primeira capital na proporção de hipertensos, com 28% de casos, seguido de Recife (PE), com 27,6% e Campo Grande (MS) 26,5%. A tabela abaixo resume esses dados:

Proporção (em %) de hipertensos nas capitais e no Distrito Federal Rio de Janeiro (RJ) 28, Recife (PE) 27, Campo Grande (MS) 26, São Paulo (SP) 26, Salvador (BA) 26, Porto Alegre (RS) 25, Belo Horizonte (MG) 25, Rio Branco (AC) 24, João Pessoa (PB) 24, Cuiabá (MT) 23, Vitória (ES) 23,

Natal (RN) 23, Aracajú (SE) 22, Teresina (PI) 22, Maceió (AL) 21, Porto Velho (RO) 21, Curitiba (PR) 21, Distrito Federal e Goiânia 21, Fortaleza (CE) 20, Florianópolis (SC) 19, Belém (PA) 18, Manaus (AM) 18, São Luis (MA) 18, Macapá (AP) 16, Boa Vista (RR) 15, Palmas (TO) 14, Fonte do Ministério da Saúde

HIPERTENSÃO

I. CAUSAS DA HIPERTENSÃO

A hipertensão ela tem dois tipos de manifestações:

  1. HIPERTENSÃO ARTERIAL PRIMÁRIA: a grande maioria dos casos a Hipertensão Arterial é considerada essencial, isto é, ela é uma doença por si mesma. Nenhum dos mecanismos que geram a hipertensão é isoladamente muito mais influente que os demais.
  2. HIPERTENSÃO ARTERIAL SECUNDÁRIA: ocorre quando um determinado fator causal predomina sobre os demais, embora os outros possam estar presentes. ♦ Hipertensão por nefropatias. ♦ Hipertensão renovascular. O fator causal principal é isquemia renal, em geral provocada por estreitamento da artéria renal, unilateral ou bilateral. ♦ Hipertensão relacionada a gestação. Situações de hipertensão arterial durante e/ou devido à gestação. ♦ Hipertensão medicamentosa. Situações de hipertensão arterial desencadeadas ou exacerbadas por uso de medicamentos.[14] ♦ Corticóides ♦ (^) Anti-inflamatórios não esteróides

♦ Morte súbita ♦ Aneurismas ♦ Perda da visão (retinopatia hipertensiva) ♦ Insuficiência renal crônica) ♦ AVC isquêmico e hemorrágico ♦ Demência por micro infartos cerebral ♦ Arteriosclerose A hipertensão arterial raramente tem cura e o objetivo do tratamento é evitar que órgãos importantes como coração, olhos, cérebro e rins sofram lesões que causem as doenças descritas acima. Estes são os chamados órgãos alvos.

OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA HIPERTENSÃO

ARTERIAL SÃO:

♦ Raça negra ♦ Obesidade ♦ Elevado consumo de sal ♦ Consumo de álcool ♦ Sedentarismo ♦ Colesterol alto ♦ Apnéia obstrutiva do sono ♦ Tabagismo

Uma vez feito o diagnóstico, todos os doentes devem-se submeter a mudanças de estilo de vida antes de se iniciar terapia com medicamentos. As principais são:

♦ Redução de peso ♦ Iniciar exercícios físicos ♦ Abandonar cigarro ♦ Reduzir o consumo de álcool ♦ Reduzir consumo de sal

♦ Reduzir consumo de gordura saturada ♦ Aumentar consumo de frutas e vegetais.

HIPERTENSÃO

SINTOMAS DA HIPERTENSÃO

Um dos aspectos mais perigosos da hipertensão é que você pode não saber que tem isso. Em geral, não há sintomas de pressão alta, portanto, você não a sente. O único jeito de descobri-la é através da checagem. Isso é especialmente importante se você tem algum parente com pressão alta. Se a sua pressão estiver extremamente alta, você pode ter alguns sintomas:

♦ Dor de cabeça intensa ♦ Fadiga ou confusão mental ♦ (^) Problemas de visão ♦ Dor no peito ♦ Dificuldade para respirar ♦ Batimentos cardíacos irregulares ♦ Sangue na urina

A hipertensão maltratada pode levar a doenças sérias, como infarto, doenças coronarianas, parada dos rins e problemas nos olhos. Sinais de alertaQuando a pressão chega a um determinado nível, podem ocorrer danos nos órgãos.

Seu médico vai querer lhe perguntar muitas coisas para melhor entender seu histórico. Entre elas, quais remédios está tomando, mesmo em forma de ervas ou suplementos alimentares. Alguns exames também podem ser feitos:

♦ Checar a pressão ♦ Exame do olho para ver se ele não está tendo edema ou sangrando ♦ Exame de sangue e de urina.

HIPERTENSÃO

TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO

Vou descrever os principais medicamentos usados para controlar a pressão alta. São inúmeras as drogas usadas no tratamento da hipertensão arterial, porém 4 classes são classificadas de drogas de 1º linha:

1.) DIURÉTICOS TIAZÍDICOS:

Hidroclorotiazida, Indapamida e Clortalidona: São drogas baratas e com grande resultado. Se não forem a primeira escolha, devem ser a segunda. São excelentes anti-hipertensivos para negros e idosos.Doses muito elevadas podem atrapalhar o controle da glicemia em diabéticos. Diuréticos aumentos o ácido úrico e devem ser evitados em quem tem gota. Lasix (furosemida): é um diurético de outra classe e não está indicado como 1º linha no tratamento da hipertensão, exceto em doentes com insuficiência cardíaca ou renais crônicos.

2.) INIBIDORES DA ECA E ANTAGONISTAS DOS RECEPTORES DA ANGIOTENSINA

Captopril, enalapril, ramipril, lisinopril, losartan, candesartan, olmesartan: Também excelentes drogas para o controle da pressão. São

indicados principalmente em jovens, pessoas com doença cardiovascular, insuficiente renais crônicos e proteinúrias. Funcionam mal em negros. Podem elevar o potássio sanguíneo e causar alergias em alguns doentes.

3.) INIBIDORES DO CANAL DE CÁLCIO

Nifedipina e Amlodipina: Melhor escolha para negros e muito bom para idosos. Porém, pode ser usado em qualquer grupo de pacientes. Algumas pessoas apresentam edemas (inchaços) nos membros inferiores como efeito colateral.

4.) BETA-BLOQUEADORES Propranolol, Atenolol, Carvedilol, metoprolol, bisoprolol: São inferiores aos anteriores, mas devem ser primeira escolha nos doentes com doença cardiovascular, arritmias cardíacas, enxaqueca , hipertireoidismo e pessoas ansiosas com tremores das mãos. Não deve ser usado em asmáticos e pessoas com batimento cardíaco abaixo de 60 por minuto.Mais de 90% dos pacientes hipertensos devem tomar 1 ou mais dos remédios descritos acima. Doentes com hiperplasia benigna da próstata devem usar uma outra classe chamada de Bloqueadores alfa como o Prazosin e o Doxazosin. São drogas de 2º linha que não devem ser prescritas em outros grupos. Algumas pessoas têm hipertensão de difícil controle e, às vezes, precisam de 4,5 ou 6 drogas anti-hipertensivas. Neste caso existem alternativas como hidralazina, metildopa, clonidina e minoxidil, drogas potentes, utilizadas nos casos mais graves.

GENGIBRE – é analgésico, anti-inflamatório, vermífugo e ajuda na digestão. Além disso, reduz o desejo de fumar. SALSA – Tem ação diurética, digestiva e anti-séptica. Ajuda nas infecções do aparelho urinário. ALECRIM – é digestivo e diurético. CEBOLINHA – contém vitamina A (bom para olhos e pele), C (ajuda na resistência contra gripes e resfriados) e ferro. HORTELÃ – o chá de hortelã, feito das folhas, é diurético, digestivo e melhora a dor de estômago. Nas folhas há presença de vitaminas A, C e do complexo B, além dos minerais cálcio, fósforo, ferro e potássio. TOMILHO – É considerado digestivo, vermífugo e estimulante. ORÉGANO – ajuda na azia, enjôos e flatulência. MANJERICÃO – Possui ação diurética. Portanto, a comida do hipertenso somente será “sem sabor” se não soubermos aproveitar esses temperos deliciosos e maravilhosos para a saúde. Agora vamos conhecer os tipos de sais que mais encontramos nos supermercados e entender qual é a melhor escolha para você que tem a pressão arterial alta. SAL MARINHO: É um sal natural, encontrado nas rochas. Contém cloreto de sódio, iodo, cálcio, magnésio, entre outros minerais. SAL REFINADO: É o mesmo do marinho, mas passa pelo processo de refinação onde é moído e adiciona-se iodo para evitar-se o bócio. SAL LIGHT: seu teor de sódio é reduzido. Possue 50 % de sódio e 50% de cloreto de potássio. O nosso corpo retêm o cloreto de potássio menos tempo no nosso organismo o que colabora a não ter aumento da pressão.

HIPERTENSÃO

CUIDADOS DO ENFERMEIRO COM PACIENTES COM

HIPERTENSÃO

Quando a hipertensão é inicialmente detectada, o histórico de enfermagem envolve a monitoração cuidadosa da pressão arterial a intervalos frequentes e, em seguida, depois do diagnóstico, a intervalos de rotinas e agendados. A american Hert Association definiu os padrões para a medição da pressão arterial incluindo as condições necessárias antes que as medições sejam realizadas, especificações de equipamentos antes que as medições sejam realizadas, especificações de equipamentos e técnicas para medir a pressão arterial, visando obter leituras exatas e confiáveis. Quando um paciente começa um regime de tratamento anti-hipertensivo, as avaliações da pressão arterial são necessárias para determinar a eficácia da terapia medicamentosa e para detectar quais quer alterações na pressão arterial que indiquem a necessidade de uma mudança no plano de tratamento. Uma historia completa é obtida para avaliar os sinais e sintomas que indicam uma lesão de órgão-alvo. Essas manifestações podem incluir a dor anginosa; falta de ar; alterações na fala; visão ou equilíbrio; sangramento nasal; cefaléias; tonteiras ou nictúrias. Durante o exame físico, a enfermeira também deve dar atenção especial para a freqüência, ritmo e caráter dos pulsos apical e periférico para detectar os efeitos da hipertensão sobre o coração e os vasos sanguíneos. Um histórico completo pode fornecer informações valiosas sobre a extensão em que a hipertensão afetou o corpo e sobre qualquer outro fator pessoal, social ou financeiro relacionado com a condição. Por exemplo, a capacidade de alguns pacientes de aderir a um regime de medicamentos anti-hipertensivos pode ser prejudicada caso eles careçam de recursos financeiros para compara o medicamento.