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Classificação e Controle de Contaminação em Fluidos Hidráulicos - ISSO 4406, Manuais, Projetos, Pesquisas de Hidráulica

Este documento explica o papel da contaminação de lubrificantes em sistemas hidráulicos na degradação de mecanismos e componentes, além da importância do monitoramento das condições do fluido de trabalho. O isso 4406 é utilizado para classificar e comparar a contagem de partículas contaminantes em amostras de fluidos hidráulicos, com base em um código de contagem a cada 1 ml de amostra analisada. O documento também apresenta os piores problemas causados por partículas de diferentes tamanhos e os graus de limpeza requeridos para diferentes dispositivos.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2022

Compartilhado em 13/03/2022

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eduardo-freire-32 🇧🇷

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ISSO 4406
Como foi explicado em aula, a contaminação do lubrificante em sistemas
hidráulicos é a principal causa de desgaste do mecanismo e dos componentes, levando à
perda de eficiência e integridade do processo. Logo, o monitoramento das condições do
fluido de trabalho deve ser constante de modo a garantir o funcionamento do sistema
hidráulico.
A ISSO 4406 foi criado para classificar e facilitar as comparações na contagem
dessas partículas que contaminam. Com esse objetivo, é utilizado um código de contagem
a cada 1 ml de amostra analisada. A unidade de medida da partícula são micrômetros. Na
norma atual é usado da forma: 4 𝜇𝑚 / ≥ 6 𝜇𝑚 / ≥ 14 𝜇𝑚, sendo cada número de
escala o contador de partícula com seu respectivo tamanho, como mostra a figura 1
abaixo. As piores falhas, geralmente, são causadas por partículas da grandeza de 14 𝜇𝑚.
E entre 4 e 6 𝜇𝑚 são as falhas progressivas e lentas. O quadro 1 mostra a relação do
número de partículas com o número na escala ISSO.
Por exemplo, um código 22/18/13 representa entre 20000 e 40000 partículas
menores ou iguais a 4 𝜇𝑚, entre 1300 e 2500 partículas maiores ou iguais a 6 𝜇𝑚 e entre
40 e 80 partículas maiores ou iguais a 14 𝜇𝑚.
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ISSO 4406

Como foi explicado em aula, a contaminação do lubrificante em sistemas hidráulicos é a principal causa de desgaste do mecanismo e dos componentes, levando à perda de eficiência e integridade do processo. Logo, o monitoramento das condições do fluido de trabalho deve ser constante de modo a garantir o funcionamento do sistema hidráulico. A ISSO 4406 foi criado para classificar e facilitar as comparações na contagem dessas partículas que contaminam. Com esse objetivo, é utilizado um código de contagem a cada 1 ml de amostra analisada. A unidade de medida da partícula são micrômetros. Na norma atual é usado da forma: ≥ 4 𝜇𝑚 / ≥ 6 𝜇𝑚 / ≥ 14 𝜇𝑚, sendo cada número de escala o contador de partícula com seu respectivo tamanho, como mostra a figura 1 abaixo. As piores falhas, geralmente, são causadas por partículas da grandeza de 14 𝜇𝑚. E entre 4 e 6 𝜇𝑚 são as falhas progressivas e lentas. O quadro 1 mostra a relação do número de partículas com o número na escala ISSO. Por exemplo, um código 22/18/13 representa entre 20000 e 40000 partículas menores ou iguais a 4 𝜇𝑚, entre 1300 e 2500 partículas maiores ou iguais a 6 𝜇𝑚 e entre 40 e 80 partículas maiores ou iguais a 14 𝜇𝑚.

Fabricantes, utilizando da norma, definem o grau de limpeza dos fluidos de trabalho em seus componentes de modo a evitar complicações futuras. O quadro 2 mostra alguns exemplos de dispositivos e o grau de limpeza requerido. Existe ainda um guia de contaminação para óleos em sistemas hidráulicos, de modo a definir o grau de limpeza. O quadro 3 demonstra isso. Ou seja, cabe ao projetista, utilizando as informações do fabricante, definir o melhor tipo de fluido hidráulico a ser utilizado, bem como o controle de contaminação. E sabendo também que este tipo de teste de contaminação não é possível de se fazer visualmente devido a escala das impurezas.