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Histórico da Internet Parte2, Notas de estudo de Informática

Apostilas de Informática sobre o Histórico da Internet, Conceito sobre Internet, Como Funciona a Internet, Utilização da Internet, Comunicação na Internet, Biblioteca Virtual, Sites restritos – Pornografia Infantil.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 26/11/2013

usuário desconhecido
usuário desconhecido 🇧🇷

4.4

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em tempo real e com utilização de recursos multimídia, em alta velocidade e de
aplicação simplificada;
•Novas formas de trabalho em grupo, com desenvolvimento de tecnologias de
presença virtual e colaboração em 3D;
•Telemedicina, incluindo diagnóstico e monitoração remota de pacientes;
•Projeção de telas de computadores em três dimensões, através da utilização
da ImmersaDesk (espécie de grande tela de TV que projeta as imagens em
3D); •Controle remoto de microscópios eletrônicos para pesquisas médicas.
Demonstrações dos novos potenciais da Internet2 vem sendo
apresentadas desde o ano passado em vários eventos e workshops,
promovidos com o intuito de sensibilizar não só a comunidade acadêmica como
também diversos setores de indústria e até mesmo o governo (recentemente
foi feita uma apresentação para diversos senadores americanos).
Em seu estágio atual a Internet2 utiliza o vBNS (Very High Performance
Backbone Network System), ou backbone de alta velocidade, da National
Science Foundation. A velocidade máxima oferecida pelo vBNS é de 622
Mbps. No entanto, a maioria das universidades que participam do projeto
Internet2 operam com conexões de 155 Mbps em seus campi.
Seu direcionamento
Não uma linha de trabalho única e pré-determinada que oriente as
pesquisas das novas possibilidades de aplicações que estão sendo
desenvolvidas na Internet2. Ainda muito a ser pesquisado sobre a
necessidade dos usuários e o potencial das tecnologias para redes de alto
desempenho. De uma forma geral não se conhece ainda o limite do que é
tecnicamente possível. Pode-se dizer então que o foco principal da Internet2
reside no desenvolvimento de aplicações avançadas com uso intensivo de
tecnologias multimídia em tempo real.
Como resultado de todo o movimento de mobilização da comunidade
acadêmica para a retomada da liderança no âmbito da nova geração da
Internet, foi criada em de outubro de 1997 a University Corporation for
Advanced Internet Development. A UCAID é uma organização sem fins
lucrativos cujo objetivo é orientar o avanço e desenvolvimento da Internet2.
Esta corporação, inicialmente constituída por três universidades americanas
líderes no setor de pesquisa, tem como missão orientar os estudos e
descobertas relativas às aplicações em todas as áreas do conhecimento, bem
como em engenharia e ferramentas para redes eletrônicas de alto
desempenho.
A UCAID uma organização formal às entidades que participam do
Projeto Internet2. Os líderes das 3 maiores universidades americanas
especializadas em pesquisa de redes eletrônicas formam o atual corpo de
diretores da UCAID. Cabe ressaltar que a importância estratégica e a
abrangência da Internet2 foi percebida com tal intensidade pela comunidade
acadêmica americana, que resultou no envolvimento direto de reitores, pro-
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em tempo real e com utilização de recursos multimídia, em alta velocidade e de aplicação simplificada; •Novas formas de trabalho em grupo, com desenvolvimento de tecnologias de presença virtual e colaboração em 3D; •Telemedicina, incluindo diagnóstico e monitoração remota de pacientes; •Projeção de telas de computadores em três dimensões, através da utilização da ImmersaDesk (espécie de grande tela de TV que projeta as imagens em 3D); •Controle remoto de microscópios eletrônicos para pesquisas médicas. Demonstrações dos novos potenciais da Internet2 vem sendo apresentadas desde o ano passado em vários eventos e workshops, promovidos com o intuito de sensibilizar não só a comunidade acadêmica como também diversos setores de indústria e até mesmo o governo (recentemente foi feita uma apresentação para diversos senadores americanos). Em seu estágio atual a Internet2 utiliza o vBNS (Very High Performance Backbone Network System), ou backbone de alta velocidade, da National Science Foundation. A velocidade máxima oferecida pelo vBNS é de 622 Mbps. No entanto, a maioria das universidades que participam do projeto Internet2 operam com conexões de 155 Mbps em seus campi.

Seu direcionamento

Não há uma linha de trabalho única e pré-determinada que oriente as pesquisas das novas possibilidades de aplicações que estão sendo desenvolvidas na Internet2. Ainda há muito a ser pesquisado sobre a necessidade dos usuários e o potencial das tecnologias para redes de alto desempenho. De uma forma geral não se conhece ainda o limite do que é tecnicamente possível. Pode-se dizer então que o foco principal da Internet reside no desenvolvimento de aplicações avançadas com uso intensivo de tecnologias multimídia em tempo real.

Como resultado de todo o movimento de mobilização da comunidade acadêmica para a retomada da liderança no âmbito da nova geração da Internet, foi criada em 1º de outubro de 1997 a University Corporation for Advanced Internet Development. A UCAID é uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é orientar o avanço e desenvolvimento da Internet2. Esta corporação, inicialmente constituída por três universidades americanas líderes no setor de pesquisa, tem como missão orientar os estudos e descobertas relativas às aplicações em todas as áreas do conhecimento, bem como em engenharia e ferramentas para redes eletrônicas de alto desempenho. A UCAID dá uma organização formal às entidades que participam do Projeto Internet2. Os líderes das 3 maiores universidades americanas especializadas em pesquisa de redes eletrônicas formam o atual corpo de diretores da UCAID. Cabe ressaltar que a importância estratégica e a abrangência da Internet2 foi percebida com tal intensidade pela comunidade acadêmica americana, que resultou no envolvimento direto de reitores, pro-

reitores e decanos na constituição da UCAID. Assim, o reitor da Universidade de Wisconsin-Madison, David Ward, lidera, como presidente da UCAID, um grupo que inclui os reitores das Universidades da Carolina do Norte, Molly Cobertt Broad, e do Estado da Pennsylvania, Graham B. Spanier. O diretor de tecnologia de informação da Universidade de Chicago, Gregory A. Jackson e M. Stuart Lynn, vice-presidente da área recursos de informação e comunicação da Universidade da Califórnia, que são membros do Comitê Geral de Trabalhos da Internet2, também estão na diretoria da UCAID. Percebe-se, neste contexto, a marcante importância e representação das Universidades na nova corporação, através da participação de seu escalão de mais alto nível. Segundo o reitor da Universidade de Wisconsin-Madison, “a formação da UCAID representa o início de um novo capítulo no uso da computação e da tecnologia de Redes em nossas pesquisas”. Ele acredita ainda que os trabalhos para a Internet2 aperfeiçoarão as formas de pesquisa, a educação à distância e as atividades diárias de ensino e pesquisa. O vice-presidente americano, Al Gore, manifestou, em discurso proferido recentemente, sua satisfação em ver as Universidades americanas e as empresas líderes em tecnologia trabalhando juntas para desenvolver a capacitação, produtos e serviços para a nova geração da Internet.

Acordos de cooperação

A presidência e o conselho diretor da UCAID realizou seu primeiro encontro com os membros representantes do consórcio Internet2 em outubro de 1997, contando também com representantes de diversos países convidados, entre eles o Brasil através da Rede Nacional de Pesquisa.

Na ocasião a UCAID e a Canadian Network for Advanced of Research, Industry and Education (CANARIE Inc.), consórcio canadense para o desenvolvimento da Internet naquele país que reúne cerca de 120 empresas e instituições públicas e privadas, assinaram um acordo de cooperação para colaboração nas pesquisas relativas a nova geração da Internet.

A CANARIE e UCAID concordaram em:

•Prover interconexão apropriada entre suas redes acadêmicas e instituições participantes, com o propósito de desenvolver e testar os serviços e produtos que estão sendo desenvolvidos para redes eletrônicas de alto desempenho; •Colaborar para a criação e aplicação de padrões técnicas comuns entre suas respectivas redes acadêmicas; •Promover a colaboração mútua entre as instituições-membro de cada consórcio, com o objetivo de desenvolver a nova geração da Rede Internet, bem como suas aplicações nos setores de pesquisa e educação;

Os GigaPOPs possuem políticas locais para a aceitação de conexões, que deverão ser negociadas entre as partes envolvidas. Ressalta-se, no entanto, que além de oferecer os requisitos técnicos necessários, a função do GigaPOP consiste também em separar o tráfego entre membros participantes da Internet2 e as instituições localmente conectadas mas cujo tráfego deve ser desviado para a Internet comercial. Consequentemente, todo GigaPOP possui no mínimo, duas conexões: uma para a Internet2 e a outra para a Internet comercial.

Quem pode ser membro do consórcio Internet2?

Todas as instituições de ensino superior dos Estados Unidos da América. Todas as instituições que não se enquadrem no grupo acima, deverão submeter sua aprovação ao Comitê Geral do Internet2 (board of trustees), que poderá ou não aprovar a participação.

Os membros da Internet2 estão distribuídos em 4 categorias:

•Internet2 regular members •Internet2 corporate partners •Internet2 corporate members •Internet2 affiliated organizations

URLs relacionadas: http://www.internet2.edu/ http://www.ucaid.edu/ http://www.canarie.ca/

Lista de instituições participantes do Consórcio Internet 2 (28.10.97)

1. University Members

Arizona State University Boston University Brown University California Institute of Technology

California State University-System Carnegie Mellon University Case Western Reserve University Clemson University Colorado State University Columbia University Cornell University Dartmouth College Duke University Emory University Florida A & M University Florida Atlantic University Florida International University Florida State University George Mason University George Washington University Georgetown University Georgia Institute of Technology Georgia State University Harvard University Indiana University at Bloomington Iowa State University Johns Hopkins University Kansas State University Lehigh University Louisiana State University

Massachusetts Institute of Technology

Michigan State University Mississippi State University Montana State University-Bozeman National Institutes of Health New York University North Carolina State University North Dakota State University Northeastern University Northwestern University Ohio State University-Main Campus Ohio University Oklahoma State University Old Dominion University Oregon State University Pennsylvania State University

University of North Dakota University of Notre Dame University of Oklahoma University of Oregon University of Pennsylvania University of Pittsburgh University of Rochester University of South Carolina University of South Florida University of Southern California University of Tennessee – Knoxville University of Texas at Austin University of Utah University of Vermont University of Virginia University of Washington University of Wisconsin-Madison University of Wisconsin-Milwaukee University of Wyoming Utah State University Vanderbilt University Virginia Commonwealth University Virginia Polytechnic University Wake Forest University Washington State University Yale University

2. Corporate Partners*

3Com Corporation Advanced Network & Services Bay Networks Cisco Systems FORE Systems IBM Corporation Newbridge Networks Nortel

3. Corporate Sponsors and Members

Ameritech Apple AT&T Bellcore Digital Equipment Corporation Lucent Technologies MCI Perot Systems Sprint StarBurst Communications Sun Microsystems Williams Communications Group

4. Affiliate Members

Alabama Supercomputer Authority CICNet, Inc. DePaul University MCNC National Center for Supercomputing Applications Northwest Academic Computing Consortium NYSERNET, Inc. PeachNet OARnet Merit State University of New York (SUNY)

Southeastern Universities Research Association (SURA)

State University System of Florida

  • Instituições que doaram US$ 1 milhão ou mais

Uma Ilustração de como funciona a Internet

usuário final estará disponível. Para atingir este objetivo um conjunto de requisitos deve ser atendido:

Protocolos (Protocols)

O protocolo básico de todos os serviços da Internet2 será o IP. Sendo assim, qualquer dispositivo deverá suportar o IP, no caso, IPv4. Além disso o IPv6 também deverá ser suportado. Mas não apenas os protocolos do conjunto TCP/IP deverão estar disponíveis. Para aplicações como vídeo conferência é necessária a garantia de qualidade de serviço (QoS), fornecida pelo protocolo RSVP, assim como outras características de roteamento que são fornecidas pelo protocolo IGMP (Internet Group Message Protocol).

Roteamento (Routing)

Os GigaPOPs são responsáveis pela implementação de qualquer Política de Uso Aceitável (AUP) definida pelo consórcio Internet2. É importante notar que a conectividade física com o GigaPOP não implica em permissão ou habilidade para troca de tráfego com qualquer outra instituição que possua uma conexão com um GigaPOP. As políticas de roteamento do GigaPOP vão ser usadas para reforçar não apenas as regras do consórcio Internet2, mas também os acordos bilaterais que controlarão as trocas de tráfego entre GigaPOPs.

Velocidade (Speed)

A velocidade pode variar em função da quantidade de aplicações Internet2 que estejam sendo utilizadas nas redes conectadas ao GigaPOP. O ponto mais importante para o GigaPOP em si é que ele deve ter certeza da capacidade adequada para antecipar a carga de tráfego. Espera-se um desempenho entre frações de uma conexão T3/DS3 (45 Mbps) até conexões OC-12 (Optical Carrier 12 a uma velocidade de 622 Mbps).

Enlace (Links)

Estão sendo utilizados enlaces dedicados (PVC – Private Virtual Circuits) ATM para conexão ao vBNS (Very High Speed Backbone Service) além de outros enlaces SONET. Os enlaces entre os roteadores conectados por redes de longa distância serão fornecidos tipicamente por comutadores (switches) baseados em quadro (frame-based) ou em célula (cell-based), dependendo das necessidades de cada GigaPOP.

Medidas de Uso e Contabilidade (Monitoring)

Os custos para a conectividade inter-gigaPOPs ainda não são conhecidos. O custo entre GigaPOPs poderá variar em função das circunstâncias e dos serviços oferecidos. Portanto é extremamente importante

que os GigaPOPs guardem as estatísticas necessárias para uma alocação de custos razoável entre os membros do consórcio. Alguns objetivos são claros:

  • custo de um serviço precisa ser previsível;
  • Serviços de mais alto nível deverão custar mais que serviços de menor nível.
  • A contabilidade deverá ser o mais simples possível de modo a não consumir recursos de processamento apenas com contabilidade.
  • No começo o modelo a ser adotado será semelhante à Internet fase 1 com a divisão igual dos custos talvez cobrando pela velocidade da conexão.

Facilitando a agregação regional

GigaPOPs são, por definição, pontos de agregação. Porém, em alguns pontos, o custo do transporte digital poderá encorajar, no lugar de um ponto de agregação, uma hierarquia de pontos de troca dentro dos limites daquela região. Nestes casos o consórcio Internet2 deverá ser capaz de coordenar a relação custo/benefício.

Transferência de Tecnologia

Assim como toda a Internet2 possui como objetivo a transferência de tecnologia para a Internet atual (ou fase1), os GigaPOPs ocupam um papel- chave na transferência de tecnologia para os membros do consórcio Internet2.

Colaboração entre GigaPOPs

A troca de experiência entre os GigaPOPs é de grande importância para o projeto Internet2. Apesar das aplicações Internet2 estarem disponíveis para todos os membros do projeto, nem todos os participantes estarão envolvidos em cada um dos experimentos das aplicações mais avançadas. Em alguns casos um experimento poderá envolver até mesmo uma única instituição ligada a um GigaPOP.

Outros serviços oferecidos pelos GigaPOPs

Considerando que a coleta dos dados das operações é uma das atividades básicas para os GigaPOPs, será necessária uma infra-estrutura local com alta capacidade de armazenamento de dados (discos). Assim, serviços de Cache/Proxy, onde cópias locais dos arquivos e dados são mantidas e consultadas no lugar de transferidas de suas fontes remotas, também deverão ser utilizados. Os dados produzidos em um GigaPOP deverão também estar disponíveis para os membros do consórcio.

Segurança

Os operadores da rede deverão manter-se atualizados em relação às formas tradicionais de ataque, agrupadas de modo geral em 3 grupos: ataques, uso não autorizado da rede e uso inapropriado da rede. A estratégia da Internet procurou apoiar-se no controle efetuado mais em nível das aplicações, porém

  1. 2.Atraso (Delay): Aplicado especialmente para vídeo, áudio e serviços de tempo real (como a telemedicina), o atraso é o máximo de interrupção aceitável para um sinal na rede de modo a garantir o fluxo contínuo da transferência da informação.
  2. 3.Throughput: A quantidade de dados transmitidos em uma unidade de tempo.
  3. Um usuário pode especificar que 1 Terabyte de informação deve ser movido em 10 minutos.
  4. 4.Agendamento (schedule): Um usuário pode requisitar que uma certa
  5. conectividade deve estar disponível em horários futuros durante o tempo pré-determinado.
  6. 5.Taxa de perda (Loss rate): a máxima taxa de perda de pacotes a ser
  7. esperada dentro de um intervalo de tempo.

Intranet

Intranet São redes privativas de empresas que utilizam a infra-estrutura de comunicação de dados da Internet para se comunicarem entre si ou com qualquer outra empresa conectada à Internet. Em outras palavras, Intranets são casos de empresas que usam o backbone (espinhas dorsais de uma rede) da Internet para ser interligarem e para acessarem outras empresas via Internet (vide Figura-1). A definição anterior de Intranet é bastante aceita e difundida. No entanto, o termo Intranet é também utilizado para qualquer Rede Coorporativa de Acesso remoto (redes LAN e Wan) mesmo que não tenha qualquer conexão coma Internet (vide Figura-2). Ficam apresentadas estas duas definições de Intranet.

A definição de Intranet é portando bastante abrangente. Basicamente a Internet, as Intranets ou as WANs corporativas (Wide Area Network – Redes de Longa Distância) são aplicações da tecnologia de comunicação de dados remota. Um exemplo típico de aplicações de redes Intranets é o caso da

empresa matriz se conectar com as filiais, fornecedores e clientes. A rede WAN utilizada pode ser baseada em Redes de Pacotes do tipo Frame Relay e X. ou em Redes Ponto a Ponto que utilizam o protocolo PPP.

Redes Intranet viabilizam uma grande variedade de aplicações de Acesso Remoto, entre elas o caso de vendedores externos que utilizam noteboks para visitarem seus clientes. Em muitos casos estes vendedores não retornam a suas empresas. Conectam-se remotamente à suas empresas à partir de linhas telefônicas de suas resid6encias e acessam o banco de dados de suas corporações. Normalmente atualizam informações de estoques, posição de vendas e troca de mensagens (e-mails). Este tipo de tecnologia é também conhecida como SOHO (Small Office Home Office).

Um dos casos de maior sucesso de utilização da intranet é o da empresa norte- americana Federal Express – FedEx. A FedEx é um gigante na área de serviços de entregas com 2.4 milhões de encomendas e pacotes entregues diariamente. A Intranet instalada nesta empresa permite que qualquer cliente usar a Internet para levantar informações sobre a sua encomenda. Diariamente, cerca de 12 mil clientes acessam este serviço de qualquer parte do mundo. Outro benefício da Intranet para a FedEx foi a interligação, a nível mundial, de todos os seus escritórios via internet, reunindo 30 mil funcionários. O projeto Intranet resultou para a FedEx numa economia anual de US$ 2 milhões.

O caso da FedEx é um exemplo vivo de como a tecnologia Internet/Intranet pode auxiliar as empresas a se tornarem mais competitivas.

Este texto cobrirá dois importantes itens:

  • Conexao com a Internet