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Informações sobre o ponto de ignição, a temperatura mínima necessária para a desprendimento de gases que entrarão em combustão apenas pelo contato do oxigênio do ar. Ele também aborda objetivos, riscos especiais de incêndio, instruções para lidar com incêndios e análise primária de uma vítima, incluindo sinais vitais e ambiente da cena.
Tipologia: Esquemas
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A brigada de combate a incêndio, é uma organização interna formada pelos funcionários de uma empresa, preparada e treinada para atuar com rapidez e eficiência, em caso de princípio de incêndio no âmbito interno da empresa. ATRIBUIÇÕES DA BRIGADA a) Combater princípios de incêndio, efetuar salvamentos, exercer prevenção e atuar como pronto socorrista. b) Conhecer o risco de incêndio da empresa. c) Promover medidas de segurança proposta pelo técnico de segurança. d) Participar das inspeções regulares; e) Conhecer os locais de alarme de incêndio e o princípio de funcionamento do sistema. f) Conhecer todas as instalações da empresa; g) Conhecer o princípio de funcionamento de todos os sistemas de extintores de incêndio, h) Conhecer as vias de escape; i) Atender imediatamente qualquer chamado de emergência. ORGANOGRAMA ORGANOGRAMA DA BRIGADA DE INCENDIO CHEFE DA BRIGADA EQUIPE DE PROTEÇÃO E SALVAMENTO
TEORIA DO FOGO INTRODUCÃO O efetivo controle e extinção de um incêndio requerem um entendimento da natureza química e física do fogo. Isso inclui informações sobre fontes de calor, composição e características dos combustíveis e as condições necessárias para a combustão. Combustão é uma reação química de oxidação, autossustentável, com liberação de luz, calor, fumaça e gases tóxicos. Para efeito didático, adota-se o tetraedro (quatro faces) para exemplificar e explicar a combustão, atribuindo-se, a cada face, um dos elementos essenciais da combustão. A FIGURA representa a união dos quatro elementos essenciais do fogo, que são: Combustível, Comburente, Calor e Reação Química em Cadeia FOGO: é um processo químico causado pela oxidação, autossustentável, gerando luz, calor, fumaça e gases. INCÊNDIO: é o fogo fora de controle. ELEMENTOS QUE COMPOEM O FOGO:
Inúmeros fatores atuam como agentes causadores de incêndio. Não existe um acontecimento que, sozinho, determine a ocorrência de um incêndio. Normalmente há correlação entre atos inseguros (intencionais ou não) e condições inseguras. A PREVENÇÃO de incêndios é o conjunto de normas e ações adotadas na luta contra o fogo, procurando a forma de eliminar as possibilidades de sua ocorrência, bem como reduzir sua extensão. OBJETIVOS: a) conhecer as causas comuns de incêndio e como preveni-los; b) coletar e registrar informações, na forma de um Relatório de Inspeção de Bombeiros; c) identificar riscos especiais de incêndio e fazer recomendações para sua correção. d) Saber identificar equipamentos auxiliares utilizados nos combates a incêndios, tais como: registro de recalque, bombas de incêndio, extintores, etc. RISCOS MAIS COMUNS: a) instalação elétrica improvisada; b) vários benjamins em uma tomada; c) fios inadequados (finos, desencapados); d) fiações expostas, não protegidas; e) falta de limpeza, (pregos, parafusos, ou aparas pelo chão); f) desorganização dos materiais de trabalho; g) chão com óleo, graxa ou outros líquidos; h) manutenção em maquinas ligadas (limpezas com gasolinas); i) empilhamento inadequado (torto) ou acima da altura de segurança; j) estoque de materiais inflamáveis em locais impróprios; k) mangueira e válvulas de G.L.P. (gás liquefeito de petróleo) inadequada (ABNT); l) escadas sem corrimão; m) extintores sem condições de uso; n) hidrantes sem mangueiras ou com registro geral desligado; o) falta de iluminação de emergência; p) equipamentos de proteção contra incêndio obstruídos ou faltando; q) saídas de emergência obstruídas, trancadas ou com sentido de abertura contraria ao fluxo de evacuação das pessoas. RISCOS ESPECIAIS: a) manipulação de ácidos; b) destilarias; c) parque de inflamáveis; d) plataforma de carregamentos. RISCOS ESPECÍFICOS: a) cabine de força; b) caldeiras; c) tanque de combustíveis; d) casa de bombas; e) galerias de transmissão;
f) esteiras ou escadas rolantes; g) quadro de distribuição de luz; h) transformadores; i) depósito de produtos combustíveis; e j) incineradores.
Para haver fogo é necessário a combinação física e química do combustível, comburente, calor e uma reação em cadeia, e para extingui-lo basta evitar e/ou quebrar a reação em cadeia, retirando um de seus elementos. Com a retirada de um dos elementos do fogo temos os seguintes métodos de extinção: retirada do material, abafamento, resfriamento e/ou quebra da reação química. a) Extinção por retirada do material: quando retiramos o combustível evitamos que o fogo seja alimentado e tenha um campo de propagação. b) Extinção por abafamento: quando retiramos o comburente, chamamos método de extinção por abafamento, e que consiste em evitar que o oxigênio contido no ar se misture com os gases gerados pelo combustível e forme uma mistura explosiva e inflamável. c) Extinção por retirada do calor: quando retiramos o calor do fogo, até que o combustível não gere mais gases ou vapores ou se apague, dizemos que extinguimos o fogo pelo método de resfriamento. d) Extinção química: quando fazemos a interrupção da reação química em cadeia, Ex: quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo suas moléculas se desassociam pela ação do calor e combinam com a mistura inflamável, formando uma mistura não inflamável.
1 - ÁGUA: é o agente extintor mais abundante na natureza. Age principalmente por resfriamento, devido a sua propriedade de absorver grande quantidade de calor. Atua também por abafamento (dependendo da forma como é aplicada, neblina, jato continuo, etc.). A água é o agente extintor mais empregado, em virtude do seu baixo custo e da facilidade de obtenção. Em razão da existência de sais minerais em sua composição química, a água conduz eletricidade, e seu usuário em presença de alguns materiais, pode sofrer choque elétrico. Quando utilizada em combate a fogo em líquidos inflamáveis, há o risco de ocorrer o transbordamento do liquido que está queimando, ou mesmo um BOIL OVER, aumentando, assim a área do incêndio. 2 - ESPUMA: a espuma pode ser química ou mecânica conforme seu processo de formação. Química: resultou-se da reação entre as soluções aquosas de sulfato de alumínio e bicarbonato de sódio; Mecânica: se a espuma foi produzida pelo batimento da água, LGE (Liquido Gerador de Espuma) e ar. A rigor, a espuma é uma das formas de aplicação da água, pois se constitui de um aglomerado de bolhas de ar ou gás (CO2) envoltas por películas de água. Mais leve que todos os líquidos inflamáveis, é utilizado para extinguir incêndios por abafamento e por conter água, possui uma reação secundaria de resfriamento.
Seleção do agente extintor segundo a classificação do fogo Classe de fogo Agente extintor Água Espuma mecânica Gás carbônico (CO2) Pó B/C Pó A/B/C Compostos halogenados A (A) (A) (NR) (NR) (A) (A) B (P) (A) (A) (A) (A) (A) C (P) (P) (A) (A) (A) (A) D Deve ser verificada a compatibilidade entre o metal combustível e o agente Extintor Nota: (A) Adequado à classe de fogo. (NR) Não recomendado à classe de fogo. (P) Proibido à classe de fogo. Extintores portáteis são escolhidos conforme mostra a tabela abaixo: Agente extintor Capacidade extintora mínima Carga Litro / Peso Capacidade extintora Água 2-A 10.0 L 2-A Espuma mecânica 2-A 10.0 L 2-A : 10-B Dióxido de carbono 5-B:C 4,0 e 6.0 kg 5-B:C e 5-B:C Pó BC (bicarbonato de sódio 20-B:C 4,0 kg, 4,5 kg, 9,0 kg 20-B:C, 40-B:C e 120-B:C Pó ABC (fosfato monoamônico) 2-A : 20-B:C 2,3 kg, 4,5 kg, 9,0kg 2-A:40-BC, 4-A:80-B:C, 6-A:120-B:C Composto halogênicos 5-B:C 2,3 kg, 5,0 kg 5-B:C e 1-A:10-B:C As capacidades extintoras são as mínimas. Portanto, poderão ser utilizados equipamentos portáteis com maiores capacidades extintoras garantindo maior segurança. Para a classe A de incêndio, os extintores de incêndio com maiores capacidades extintoras podem ser utilizados para áreas máxima de proteção por tamanho de risco conforme na tabela a seguir. Capacidade extintora do extintor classe A Risco baixo (m2) Risco médio (m2) Risco alto (m2) 2-A 540 270 * 3-A 800 405 * 4-A 800 540 360 6-A 800 800 540 10-A 800 800 800 20-A 800 800 800 30-A 800 800 800 40-A 800 800 800 II - HIDRANTES São dispositivos existentes na rede hidráulica que possibilitam a captação de água para emprego nos serviços de Bombeiros. Hidrante subterrâneo: são aqueles que estão ligados a rede hidráulica, de maneira tal que ficam abaixo do nível do solo, com suas partes constitutivas (saída e comando de
Entre as funções de um brigadista de incêndio, lista-se também a de conduzir pessoas de um local sinistrado para um local seguro. Esta tarefa não é fácil como possa parecer de princípio, requer planejamento e treinamento constante, para que se automatizem hábitos essenciais para atender a procedimento de emergências. Um princípio de incêndio poderá causar prejuízos insignificantes, quando da perda de materiais, porém, prejuízos incalculáveis em razão de pânico ou tumulto. Em todos os prédios deveria haver vias de escape, resistentes ao fogo durante um tempo suficiente, para a completa evasão de seus ocupantes, bem como equipes treinadas para orientar a saída das pessoas em situações de sinistro. Por conseguinte, além de preservar a vida e auxiliar a ação de combate às chamas, ficaria as vias desobstruídas (rotas de fuga) e o trabalho ordenado. Distinguimos de uma boa prevenção dois aspectos fundamentais: um plano de combate a incêndio e um plano de evacuação. A brigada de incêndio deverá preocupar-se de que cada ocupante de um prédio conheça o alarme de evacuação, a saída de emergência e possíveis alternativas. Uma evacuação deve ser rápida e ordenada. Para tanto, diante da necessidade de evadir-se rapidamente de local em caso de emergência, a pessoa deve prosseguir andando a passos rápidos, e nunca correndo. Deve haver constante recomendação e fiscalização da brigada de incêndio para que as vias de escape estejam sempre desobstruídas.
O alarme disparado determina um incêndio na edificação. A brigada de incêndio deve combater o fogo e o prédio ser abandonado. Neste caso siga as seguintes instruções: desligue os aparelhos elétricos que estiver usando, salvo determinação em contrário por razões de segurança; mantenha-se calmo e dirija-se sem demora para as saídas de emergência; nunca suba, a única opção segura é descer pelas escadas; ande rápido sem correr; não fume; não faça brincadeiras; mantenha silêncio; siga corretamente as instruções da brigada de incêndio e os coordenadores de abandono; oriente os visitantes; nunca utilize elevadores; se houver fumaça, mantenha-se abaixado; não permaneça em vestiários e sanitários;
gestantes e portadores de deficiência merecem atenção especial, dê a preferência; mantenha-se em fila e guarde distância de 1 metro da pessoa a sua frente; nas escadas mantenha-se sempre do lado externo e segure no corrimão; o lado interno da escada deverá estar livre para atuação das equipes de primeiros socorros, de combate a incêndio e salvamento; as portas corta-fogo devem permanecer o menor tempo abertas para evitar que a fumaça entre nas escadas; após deixar o prédio dirija-se para o ponto de encontro; aguarde pacientemente a determinação para retornar ao ambiente de trabalho. Para o sucesso do treinamento é de suma importância que todos sigam rigorosamente todas as instruções descritas acima.
Processo ordenado para identificar e corrigir de imediato, problemas que atentem contra a vida, em curto espaço de tempo. Contempla cinco fases que são: A (Airway) - Estabilizar a coluna cervical manualmente, verificar responsividade, liberar as vias aéreas e colocar cânula orofaríngea no caso de inconsciência. B (Breathing) – Constatar a existência, o tipo e a qualidade da respiração, desobstruir as vias aéreas quando necessário, ministrar oxigênio e executar monitoramento com oxímetro de pulso. C (Circulation) - Verificar a existência, regularidade, intensidade e frequência qualitativa do pulso carotídeo. Aplicar Reanimação Cardiopulmonar (RCP) quando o pulso estiver ausente e Desfibrilador Externo Automático (DEA) quando disponível e indicado. Verificar a perfusão capilar, temperatura, coloração e umidade da pele. Identificar e conter grandes hemorragias. D (Disability) - Verificar a responsividade (A.V.D.I.) e fazer exame das pupilas. E (Exposition) - Expor a vítima (Prevenir Hipotermia). ANÁLISE SECUNDÁRIA Processo ordenado que visa descobrir lesões ou problemas clínicos que, se não tratados, poderão ameaçar a vida, por meio da interpretação dos achados na verificação DOS SINAIS VITAIS, EXAME FÍSICO E NA ENTREVISTA. Através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela vítima, o socorrista poderá determinar o tipo de emergência e os procedimentos operacionais específicos. Uma parte da análise é objetiva, por intermédio do exame dos sinais vitais e do corpo da vítima (exame físico) e a outra é subjetiva, através de dados colhidos em entrevista. Toda lesão ou doença tem formas peculiares de se manifestar e isso pode ajudá-lo no descobrimento do tipo de problema que afeta a vítima. Estes indícios são divididos em dois grupos: os sinais e os sintomas. Alguns são bastante óbvios, mas outros indícios importantes podem passar despercebidos, a menos que você examine a vítima cuidadosamente, da cabeça aos pés. SINAIS São detalhes que você poderá descobrir fazendo o uso dos sentidos – visão, tato, audição e olfato – durante a avaliação da vítima. Sinais comuns de lesão incluem sangramento, inchaço (edema), aumento de sensibilidade ou deformação; já os sinais mais comuns de doenças são pele pálida ou avermelhada, suor, temperatura elevada e pulso rápido. SINTOMAS São sensações que a vítima experimenta e é capaz de descrever. Pode ser necessário que o socorrista faça perguntas para definir a presença ou ausência de sintomas. Pergunte à vítima consciente se sente dor e exatamente onde. Examine a região indicada procurando descobrir possíveis lesões por trauma, mas lembre-se que a dor intensa numa região pode mascarar outra enfermidade mais séria, embora menos dolorosa. Além da dor, os outros sinais que podem ajudá-lo no diagnóstico incluem náuseas, vertigem, calor, frio, fraqueza e sensação de mal-estar. Os elementos que constituem a análise secundária são: SINAIS VITAIS - refletem o estado atual dos sistemas respiratório e circulatório e compreendem: Verificação da frequência respiratória; Verificação da frequência cardíaca; Aferição da pressão arterial; e Temperatura da pele.
EXAME DA CABEÇA AOS PÉS. (EXAME FÍSICO) - Refere-se à apalpação e inspeção visual realizada pelo socorrista, de forma padronizada, buscando identificar na vítima, sinais de uma lesão ou problema médico. ENTREVISTA – ANÁLISE SUBJETIVA - Colher dados com a própria vítima, testemunhas e/ou familiares, durante o atendimento, concomitantemente com as demais avaliações, que possam ajudar no atendimento, usando a regra mnemônica A M P L A: (A) Alergias: a alimentos, medicamentos, pós, gases inalados, ou qualquer substância que saiba ser alérgico ou que tenha tido contato; (M) Medicamentos em uso: toma medicamento regularmente, prescrito por médico ou automedicação, tipo, destinado a que problema; use as palavras “medicação” ou “remédio”, evite o uso da expressão “droga”, pois pode inibir a pessoa ou quem esteja sendo questionado; (P) Problemas antecedentes: sofre de alguma doença crônica (diabetes, cardíaco, renal crônico)? Já teve distúrbios semelhantes? Quando? Como ocorre? Quais os sinais e sintomas presentes? Sofreu internações hospitalares? (L) Líquidos e alimentos ingeridos: quando comeu pela última vez? O que comeu? (alguns alimentos podem causar consequências no organismo ou agravar a condição clínica da vítima. Além disso, se a vítima precisar ir para a cirurgia, a equipe médica que vier a receber a vítima no hospital, precisa saber quando foi a última refeição); (A) Ambiente, local da cena: elementos presentes na cena de emergência podem dar indicações do tipo de problema apresentado, aplicadores de drogas, frascos de medicamentos, vômitos, presença de gases, etc. Complemente a entrevista pesquisando circundantes e familiares, de forma discreta, de modo a colher mais informações pertinentes ao estado da vítima. PARADA RESPIRATÓRIA Chamamos de Parada Respiratória a ausência dos movimentos respiratórios, no entanto, a vítima permanece com os movimentos cardíacos, podendo ser recuperada pela aplicação de ventilações. O Socorrista deve estar atento para um possível agravamento do quadro clínico desta vítima que se encontra em parada respiratória, podendo essa vítima evoluir para uma parada cardiorrespiratória a qualquer momento. Por isso deverá durante a execução das ventilações verificarem o pulso carotídeo a cada minuto, com o intuito de sentir a onda de pulso, caso não a encontre, inicie a Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Procedimentos a serem adotados em caso de parada respiratória:
É fundamental que haja o atendimento imediato de uma vítima com parada respiratória, para evitar a parada cardíaca e a morte cerebral. Observações: O Socorrista deve checar o pulso a cada 1(um) minuto. Na presença de vômito, em casos clínicos, girar a cabeça da vítima lateralmente; em casos de trauma, girar a vítima em bloco ou a prancha lateralmente, se devidamente fixada. Evitar ventilar excessivamente para prevenir distensão gástrica e consequentemente regurgitação.
No caso de obstrução parcial, a liberação manual das vias aéreas pelas técnicas apresentadas ou o simples incentivo à tosse poderão resolver o problema. Se a vítima evoluir para uma obstrução total de vias aéreas, especialmente por restos de alimentos ou pequenos objetos, em vítimas ainda conscientes, a técnica adequada para desobstrução das vias aéreas será a Manobra de Heimlich. Essa manobra consiste na compressão abdominal executada pelo socorrista com a finalidade de promover uma tosse artificial pela elevação do músculo diafragma. Nesses casos, deve-se observar o seguinte: a) Constate a obstrução completa das vias aéreas, pergunte a vítima: você pode falar, incentive–a para tossir; b) Se a vítima não puder falar ou a tosse for ineficiente, posicione-se por trás da vítima e apoie ambas as mãos entre o umbigo e o processo xifóide; c) Comprima para dentro e em direção ao diafragma, sucessivamente, até que ocorra a desobstrução ou a vítima torne- se inconsciente. Manobra de Heimlich – vítima consciente Se a vítima não puder falar ou tossir, posicione-se por trás e apoie ambas as mãos entre o umbigo e o processo xifóide. Pergunte se a vítima pode falar e incentive-a a tossir.
Para as vítimas gestantes ou muito obesas, que estejam conscientes, a desobstrução das vias aéreas deverá ser realizada com a manobra de compressão torácica OVACE - EM VÍTIMA INCONSCIENTE Para as vítimas inconscientes, o socorrista utilizará Manobras Esternais para desobstrução das vias aéreas. Descrição: