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INFORMÁTICA BÁSICA
MICROINFORMÁTICA
CONCEITOS INICIAIS
- Hardware : são os dispositivos físicos, que podemos tocar.
- Software : são as partes lógicas, os programas.
- Peopleware : são os usuários.
- Firmware : são programas armazenados em chip. PROCESSAMENTO DE DADOS Alguns conceitos básicos ajudam-nos a compreender a expressão processamento de dados.
- Dados : Algum tipo desorganizado de informação que não significa nada isoladamente.
- Informação : É o resultado da transformação dos dados em algo útil e organizado para o usuário. Ex: Se eu entrar na sala de aula gritando nove (9). Eu estou apresentando um dado. O nove não tem significado nenhum. Agora, se eu ao invés de gritar nove, gritasse: “na página nove, da apostila, temos algumas questões de pro- va”. Então estaria passando uma informação. Processar dados significa transformar informações iniciais (chamadas de dados iniciais ou de entrada) em re- sultados (chamadas de dados finais ou de saída), através de procedimentos pré-definidos. Processar dados significa muito mais do que apenas calcular. Pode ser considerado um cálculo, uma ordenação de informações, uma classificação de forma conveniente, uma comparação, uma listagem (relatório) etc. O computador realiza quatro operações básicas com dados:
- Entrada ( input );
- Processamento ( processing );
- Saída ( output );
- Armazenamento ( storage ). Agora as três etapas do processamento dos dados, como no exemplo abaixo, ajuda a entender como é realizada entrada, organização de dados e saída de informação.
SUMÁRIO
CONCEITOS BÁSICOS ..................................................................................................................................................... 1
HARDWARE E SOFTWARE. ........................................................................................................................................... 2/
FERRAMENTAS BÁSICAS: SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS XP E VISTA, PROCESSADOR
DE TEXTOS WORD E PLANILHA ELETRÔNICA EXCEL. ......................................................................................... 9
CONCEITOS DE INTERNET: EMAIL E NAVEGADORES......................................................................................... 69
CONCEITOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: SISTEMAS DE INFORMAÇÕES E CONCEITOS
BÁSICOS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E DE SOFTWARES LIVRES. ..................................................... 83
REDE DE COMPUTADORES: CONCEITOS BÁSICOS .............................................................................................. 90
U
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O processamento dos dados é feito na UCP, ou CPU (unidade central de processamento). A entrada de dados é feita por intermédio de dispositivos especiais que coletam informações externas (ex: teclado, mouse etc.) e os enviam para a unidade central de processamento. Após processado o dado, a informação pode ser armazenada em um dispo- sitivo de armazenamento ou enviada para o usuário através de dispositivos de saída de dados ou informação (ex: moni- tor, impressora etc.). TIPOS DE COMPUTADORES Os computadores podem ser classificados quanto a sua capacidade de processamento (porte) em:
- Grande (mainframes);
- Médio (minicomputadores);
- Pequeno (microcomputadores). Grande Porte (Mainframes) São destinados para um grande volume de dados, têm grandes dimensões, requerendo uma grande variedade de pessoal especializado para a sua operação. Esses equipa- mentos estão distribuídos em uma ampla sala, com possi- bilidade de instalação de terminais em ambientes remotos. (O Cray-1 foi um dos mais famosos supercomputadores inventados por Seymour Cray). Médio Porte (Minicomputadores) Computadores destinados a empresas que tenham um volume médio de processamento de dados. São usados em controle de processos, comunicações e sistemas de informa- ções. Possuem uma capacidade de memória e velocidade de processamentos inferiores aos de grande porte. Hoje já estão em desuso e sendo substituídos pelos microcomputadores. Pequeno Porte (Microcomputadores) Os computadores de pequeno porte apresentam-se em diversos formatos e com diversas características. Os microcomputadores são computadores pessoais (PC), mo- nousuários, destinados ao uso de empresas que tenham um pequeno, mas variado tipo de processamento de dados. Atualmente, existem microcomputadores com capacidade de processamento muito grande, que superam os grandes computadores de 10 ou 20 anos atrás.
UNIDADES DE MEDIDA
Bit Contração do termo em inglês “binary digit” é a unida- de básica de informações no sistema binário de numeração. O bit é a menor quantidade de informação que se pode armazenar num computador. A reunião, de certo número de bits forma um dígito ou uma palavra. A cada bit armazenado na memória corresponde um sistema físico dentro do com- putador: 1 ligado 0 desligado. Outros termos:
- Byte: É um grupo de 8 bits. Cada byte armazena o equivalente a um caracter de nossa linguagem. É a unidade de medida básica e universal para a capacidade de armazenamento de informações que o computador e todos os seus dispositivos utilizam e, sendo assim, possui os seguintes múltiplos:
- Kilobyte : 1.024 bytes Pode ser designada também por Kbyte ou Kb.
- Megabyte : 1.024 kilobytes, isto é, 1.048.576 bytes. Pode ser designada também por Mbytes ou Mb.
- Gigabyte : 1.024 megabytes, ou seja, 1.073..741. bytes. É também denominada de Gbytes ou Gb.
- Terabyte : 1.024 gigabytes, isto equivale a um valor aproximado a um trilhão de bytes. Observe a tabela de medidas: Medida Equivalência bit – b 8 bits = 1 Byte = 1 caracter Kilobyte - KB 210 = 1.024 Bytes Megabyte – MB 220 = 1.048.576 Bytes = 1.024 KB Gigabyte – GB 2 (^30) = 1.073.741.824 Bytes = 1.048.576 KB = 1.024 MB Terabyte – TB 240 = 1.099.511.627.776 Bytes = 1.073.741.824 KB = 1.048.576 MB = 1.024 GB UCP ou CPU – Unidade Central de Processamento ou Processador. É o chip principal de interpretação de comandos de um computador; é essa unidade que processa as instruções, que executa os cálculos e que gerencia o fluxo de informações
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Porta FIREWIRE (IEEE 1394) Entre as principais características destacam-se a alta velocidade e capacidade de conectar até 63 periféricos. Mui- to utilizada para conectar câmeras digitais, iPods, HD’s ex- ternos entre outros. MEMÓRIAS MEMÓRIAS PRINCIPAIS, INTERNAS OU PRIMÁRIAS ROM (Read Only Memory) As principais características da memória ROM são:
- Memória somente de Leitura (não gravamos nada nesta memória);
- Não Volátil (não perde seu conteúdo quando o computador é desligado);
- Já vem gravada do fabricante. ROM BIOS (Basic Input/Output System – Sistema Básico de Entrada e Saída). É o primeiro programa da ROM, mais voltado para o Hardware. Ou seja, este programa é encarregado de fazer toda a inicialização (boot) do computador, reconhecendo os dispositivos de hardware instalados, e prover as informações básicas para o funcionamento do computador. SETUP Este é outro programa da ROM. Porém, este é utilizado para configurar o programa da ROM BIOS. Ele permite, por exemplo, alterar a sequência de leitura inicial dos discos, alterar a hora do sistema, entre outras configurações. Per- mite também ver a temperatura do processador e forçar a reinicilização do computador caso a temperatura exceda a determinada no SETUP. Lembre-se que todas as informações contidas no SE- TUP conforme configuradas, são lidas pelo programa ROM BIOS na inicialização e atua de acordo com elas. É importante lembrar que estas informações configura- das no SETUP estão armazenadas em uma memória do tipo RAM que perde as informações quando o computador é des- ligado. Porém, para manter estas informações, uma bateria é utilizada para que mesmo na ausência de energia elétrica as informações sejam mantidas. Esta memória do tipo RAM é chamada de CMOS (Complementary Metal Oxide Semi- condutor). POST POST é o nome dado ao teste iniciado pela ROM BIOS. Este teste tem como finalidade verificar a quantidade de memó- ria RAM disponível, além de verificar o(s) disco(s) rígido(s), drives como Disquete e CD ou DVD instalados no computa- dor e carrega o sistema operacional na memória RAM. Tipos de memória ROM (evoluções)
- ROM : (Read Only Memory): Somente Leitura;
- PROM : (Programmable Read Only Memory): Programável uma vez;
- EPROM : (Erasable Programmable Read Only Memory): Regraváveis, ou seja, podemos gravar apagar e regravar. Utiliza-se o método de luz ultra- violeta e pulsos elétricos para apagar as informações já existentes.
- EEPROM : (Eletrically Erasable Programmable Read Only Memory): Regravável. Porém, podemos selecionar o que será a pagado ao invés de apagarmos todas as informações. RAM (Random Access Memory) As principais características da memória RAM são:
- Memória de acesso randômico (aleatório ou direto);
- Volátil (está sempre em mudança);
- Memória de escrita (podemos gravar informações nela) e leitura;
- Perde todo seu conteúdo quando o computador é desligado. Todos os dados e programas que estão sendo manipula- dos pelo usuário são carregados nesta memória. Tipos de memória RAM
- DRAM: (Dynamic Random Access Memory): é a memória RAM dinâmica. A principal característica desta memória RAM é o alto consumo de energia elétrica, além de exigir reforço elétrico, processo conhecido como REFRESH e também de ser mais lenta.
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- SRAM : (Static Random Access Memory): é a memória RAM estática. A principal característica e o baixo consumo de energia e a altíssima veloci- dade.
- VRAM : (Video Random Access Memory): é a memória RAM utilizada nas placas de vídeo. As capacidades são : 512 MB, 1024 MB, 1 GB e 2 GB. MEMÓRIA SECUNDÁRIA OU EXTERNA Qualquer dispositivo que pode armazenar dados sem perdê-los na ausência de energia elétrica. Essas unidades de armazenamento podem conter programas que controlam o computador, por exemplo, o Sistema Operacional, como po- dem conter arquivos de dados gerados pelo usuário. Disco rígido (Hard Disc, HD ou Winchester) Esta unidade de entrada e saída de informação é o que tem maior capacidade de armazenamento. É nesta unidade que estão armazenados os programa e arquivos que serão carregados na memória RAM e executados pelo processador. Assim como os computadores, os discos rígidos foram diminuindo de tamanho e aumentando a capacidade. Os pri- meiros eram capazes de armazenar 5 MB. No começo da década de 90, os discos possuíam em média 120 MB. A capacidade dos discos vem crescendo. Em 1999, os discos já tinham a capacidade de 8GB. No mesmo ano já encon- trávamos discos de 20 GB. É importante lembrar que hoje podemos encontrar HD’s com capacidade acima de 300 GB. O tamanho do Disco Rígido pode variar de acordo com a necessidade do usuário. Outras informações: Não é possível gravar dados num HD ou num disquete sem um sistema de arquivos, que é, basicamente, uma es- trutura que indica como os arquivos devem ser gravados e guardados em mídias. Através do sistema de arquivos, é que se determina o espaço utilizado no disco, além de ser o método que permite gerenciar como partes de um arquivo podem ficar “espalhadas” no dispositivo de armazenamento. Um outro detalhe importante: é o sistema de arquivos que determina como arquivos podem ser gravados, copiados, al- terados, nomeados e até apagados. Ou seja, resumindo, toda e qualquer manipulação de dados numa mídia necessita de um sistema de arquivos para que essas ações sejam possí- veis. Se não houver estrutura de armazenamento e manipu- lação é impossível gravar dados. Sistema de Arquivos FAT (Table allocation File) Trata-se de um sistema que funciona através de uma espécie de tabela que contém indicações para onde estão as informações de cada arquivo. Quando um arquivo é salvo no HD, o FAT divide a área do disco em pequenos blocos. As- sim, um arquivo pode (e ocupa) vários blocos, mas eles não precisam estar numa sequência. Os blocos de determinados arquivos podem estar em várias posições diferentes. Daí a necessidade de uma tabela para indicar cada bloco. Ao trabalharmos com HD’s é necessário prepará-los, fazendo uma formatação física. Este processo divide os dis- cos em trilhas (uma espécie de caminho circular) e setores (subdivisões de cada trilha, com geralmente 512 bytes). Um conjunto de trilhas recebe o nome de cilindro. A formatação física já vem de fábrica e pode ser alterada se o usuário qui- ser dividir o disco em partições. Depois se deve fazer uma formatação lógica, que nada mais é do que “instalar” o siste- ma de arquivos no dispositivo de armazenamento. O sistema de arquivos FAT não trabalha diretamente com cada setor, mas sim com um grupo de setores. Esse gru- po é chamado de cluster (ou unidade de alocação). Se por exemplo, um disco com setor de 512 bytes, tiver 5 KB de ta- manho, ele terá 10 setores e 5 clusters, se cada cluster ocupar dois setores. Sendo assim, quando o FAT precisar acessar um determinado setor, primeiro ele descobre em qual cluster ele se encontra. É válido citar que tanto o FAT quanto o FAT32 trabalham de acordo com este princípio. Sistema de Arquivos NTFS (New Tecnology File System) Entre os objetivos da idealização do NTFS estava o fornecimento de um sistema de arquivos flexível, adaptável, altamente seguro e confiável. O NTFS possui características importantes, que o fez ser considerado um bom sistema de arquivos. Entre essas qualidades estão: confiança, pois permite que o sistema ope- racional se recupere de problemas sem perder informações, fazendo-o ser tolerante a falhas; segurança, onde é possível ter um controle de acesso preciso e ter aplicações que rodem em rede, fazendo com que seja possível o gerenciamento de usu- ários, incluindo suas permissões de acesso e escrita de dados. Entre os novos recursos do NTFS estão:
- Novas características de segurança, onde o mecanismo para gerenciamento da segurança e de usuários, principalmente em relação a acesso e arquivos foi melhorado;
- Cotas de discos, onde o administrador do sistema pode determinar o espaço em disco disponível a um usuário ou a um grupo de usuários;
- Diários de alterações, onde volumes podem ser ajustados para rastrear as operações efetuadas nos arquivos e pastas;
- Codificação, onde o sistema permite que arquivos sejam codificados/ decodificados automaticamente;
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Um exemplo de aplicação é que o processador não pode ficar esperando pela impressão de um arquivo, pois a impressora é, em relação ao processador, muito lenta. Por esta razão o processador envia as páginas de impressão para a memória Buffer que por sua vez alimentará a impressora em sua velocidade normal. Memória CACHE Memória que está interposta entre o processador e a memória RAM. Pode ser chamada de aceleradora, não por acelerar o processador, mas por aumentar a velocidade de processamento. Ela realiza uma busca precipitada na memó- ria RAM para que o processador não necessite fazer isso. A memória Cache armazena pequenas quantidades de informações que serão utilizadas pelo processador e depois que foram utilizadas pelo processador são devolvidas a ela. As principais características são:
- Alto custo;
- Alta velocidade;
- Pequena capacidade de armazenamento, podendo variar entre 512 KB, 1024 KB (1 MB), 2MB, 4MB e 8MB. Níveis da memória Cache:
- Cache L1: Localizada no processador;
- Cache L2: Anteriormente integrado na placa-mãe, agora presente no processador;
- Cache L3: Localizada na placa-mãe, tratada como memória suplementar. Memória VIRTUAL É uma memória controlada pelo Sistema Operacional. Tanto o Windows quanto o Linux reservam 10% do espaço livre do Disco Rígido como memória RAM. É comum afir- mar que é a parte da memória fixa (no caso HD) que é usada como memória provisória (no caso a RAM). É importante lembrar que o armazenamento é tempo- rário e só é usado para executar programas ou arquivos que necessitem mais memória do que o existente e os dados do programa que não cabem na memória RAM são salvos em arquivos de paginação no HD. PERIFÉRICOS Teclado O teclado é apenas um conjunto de teclas que enviam impulsos elétricos à unidade de sistema quando é apertada uma tecla. É importante lembrar que os teclados atuais apresentam características e teclas especiais. Os teclados ABNT não ti- nham as teclas Ç e a tecla ALT GR, por exemplo. Caso o usuário desejasse a letra ç ele deveria pressionar a tecla de acento agudo (´) + a tecla da C. O novo padrão de teclado ABNT2 já possui a tecla ç. Mouse Na maioria dos computadores, existem duas formas de inserir informações: o teclado e o mouse. O mouse é um dispositivo manual, usado para apontador e selecionar itens na tela. Quando o mouse é movido, o ponteiro do mouse na tela se move na mesma direção. As principais funções são executadas por dois botões – alguns possuem três – na parte superior que, quando pressionados, faz com que um sinal seja enviado ao computador. Podemos encontrar mouses com cinco botões e a tecnologia óptica. Scanner Converte uma foto ou uma imagem em um código de forma que um programa gráfico ou de editoração eletrôni- ca possa produzi-la na tela e até mesmo imprimi-la através de uma impressora gráfica. Pode também converter páginas com texto em páginas possíveis de serem editoradas. Monitor de Vídeo Periférico de saída de informação reproduz tudo o que está sendo executado. A resolução é medida em pixel. Um pi- xel é um termo que significa picture element , ou componente de tela, é a menor unidade lógica que pode ser utilizada para construir uma imagem em tela. Um único pixel é normal- mente formado pelo agrupamento de vários pontos de luz. Quanto menores forem os pontos utilizados para criar um pixel e quanto mais pixels for mostrada no monitor me- lhor a resolução desse monitor. É importante lembrar que quanto maior for a resolução maior será a área de trabalho diminuindo os itens que são apresentados na tela. Os monitores podem ser CRT ( Catodic Ray Tube ), LCD ( Liquid Cristal Display ) ou Plasma.
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ATENÇÃO : Existem monitores que são sensíveis ao toque, os chamados Touch Screen (toque na tela). Os moni- tores LCD são sensíveis ao toque através de uma película. Porém, existem tecnologias criadas para monitores CRT e Plasma que permitem também o toque, não por uma pe- lícula sensível ao toque, mas sim por infravermelho onde a tela é cercada por um circuito de luzes visíveis ou não. Estes monitores com estas características são monitores de entrada e saída de informação. Impressora Periférico de saída que permite imprimir no papel as informações processadas. A velocidade da impressora de- termina a rapidez com que ela pode imprimir as páginas se- lecionadas. A velocidade é medida em caracteres por segundo (cps) ou páginas por minuto (ppm). A resolução da impressora determina a qualidade das imagens numa página impressa. A resolução é medida em pontos por polegada (dpi - dots per inch). Plotter É um traçador gráfico utilizado em aplicações de en- genharia, para desenhos e projetos. Usa canetas ou penas de tinta, requer dados em formato de gráfico vetorial, que constrói imagem como uma série de linhas ponto a ponto. Modem O modem (Modulador/Demodulador) é um dispositivo que permite que os computadores se comuniquem por linhas telefônicas, permitindo a troca de informações entre eles. Os dados que estão em forma de sinais digitais são transforma- dos em sinais analógicos para serem transmitidos pela linha telefônica; quando chegam ao local de destino, são nova- mente transformados em sinais digitais. Transmitem a uma velocidade medida em BPS (bits por segundo).
OUTROS EQUIPAMENTOS
Estabilizador Alimenta o computador com a medida exata de energia, mesmo nas variações de energia. No-Break Funciona com bateria. Utilizado para situações onde mesmo na falta de energia elétrica ele continua alimentando o computador com energia, o tempo médio pode variar de acordo com o porte do No-Break. Os mais comuns mantêm o computador ligado por 30 ou 45 minutos. Tudo isso para que as informações não sejam perdidas e o usuário possa desligar o computador com segurança. Filtro de Linha Utilizado para limpar a energia que chega ao compu- tador. Evitando interferência em caso de outros aparelhos eletrônicos estarem sendo utilizados ao mesmo tempo. SOFTWARE É a parte lógica do computador. Os programas que per- mitem controlar a parte física ( Hardware ). Tipos de Distribuições Freeware x Software Livre (Open Source, GPL, GNU) Existem algumas diferenças simples que distinguem um programa com o atributo Freeware do Software Livre. São semelhantes no que se refere a valores. Ambos são gratuitos e são disponibilizados livremente pela Internet ou em CDs sem haver a quebra de Direitos Autorais. A grande diferença refere-se ao código fonte (como é feito o programa). No caso do Freeware, os códigos e co- mandos que foram desenvolvidos podem ou não ser disponi- bilizado para um usuário, ficando a critério do autor. Agora, no caso do Software Livre, as linhas de comando e códigos são disponibilizados livremente. O usuário tendo acesso ao seu código fonte pode alterar seu código, adaptar de acordo com suas necessidades e até mesmo acrescentar novas linhas de comando ao programa. É importante lembrar que se um usuário criar um pro- grama baseado em um software livre, seu código também deverá ser aberto. Exemplo de programas Freeware: Internet Explorer e MSN Messenger. Exemplo de programas Software Livre: Linux, Suíte Open Office, Mozilla Firefox, Thunderbird entre outros. Shareware São programas pagos que necessitam de uma licença, seja um número serial, código ou arquivo para habilitá-lo. Exemplos de programas Shareware: Windows, Suíte Office, Brazip entre outros.
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Lembre-se que tanto os administradores quanto os li- mitados podem colocar senhas de acesso, alterar papel de parede, terão as pastas Meus documentos, Minhas imagens, entre outras pastas, diferentes. O Histórico e Favoritos do Internet Explorer, os Cookies são diferentes para cada conta de usuário criada. Plug And Play (PnP) Instalação automática dos itens de hardware. Sem a necessidade de desligar o computador para iniciar sua ins- talação. O Windows possui dezenas de Drivers (pequenos arquivos de configuração e reconhecimento que permitem o correto funcionamento do item de hardware, ou seja, ensi- nam ao Windows como utilizar o hardware). Quando plugado o Windows inicia a tentativa de insta- lação procurando nos Drivers, já existentes, que condizem com o hardware plugado. Sistema de Arquivos FAT32 ou NTFS Não é possível gravar dados num HD ou em um dis- quete sem um sistema de arquivos, que é, basicamente, uma estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e guardados em mídias. O sistema de arquivos padrão do Windows XP é o NTFS, podendo optar pelo FAT32. O que faz o Sistema Operacional Windows?
- Gerencia as memórias;
- Gerencia o processamento;
- Controla os periféricos de Entrada e Saída de infor- mação;
- Cria uma plataforma comum entre os programas. Ao iniciar o Windows XP a primeira tela que temos é tela de logon, nela, selecionamos o usuário que irá utilizar o computador. Ao entrarmos com o nome do usuário, o Windows efe- tuará o logon (entrada no sistema) e nos apresentará a área de trabalho: Área de trabalho
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NA ÁREA DE TRABALHO, ENCONTRAMOS OS
SEGUINTES ITENS:
Ícones Representação gráfica de um arquivo, pasta ou progra- ma. Você pode adicionar ícones na área de trabalho, assim como pode excluir. Alguns ícones são padrões do Windows: Meu Computador, Meus Documentos, Meus locais de Rede, Internet Explorer e a Lixeira. Na primeira vez que iniciar o Windows XP, após a ins- talação, você verá apenas um ícone — a Lixeira — para a qual é possível enviar arquivos que deseja excluir do com- putador. A lixeira possui dois ícones, um representando a lixeira vazia e outro representando a lixeira com itens. Os ícones de atalho são identificados pela pequena seta no canto inferior esquerdo da imagem. Eles permitem que você acesse programas, arquivos, pastas, unidades de disco, páginas da web, impressoras e outros computadores. Os ícones de atalho oferecem links para os programas ou arquivos que eles representam. Você pode adicioná-los e excluí-los sem afetar os programas ou arquivos atuais. Barra de tarefas A barra de tarefas mostra quais as janelas estão abertas neste momento, mesmo que algumas estejam minimizadas ou ocultas sob outra janela, permitindo assim, alternar entre estas janelas ou entre programas com rapidez e facilidade. A barra de tarefas é muito útil no dia-a-dia. Imagine que você esteja criando um texto em um editor de texto e um de seus colegas lhe pede para você imprimir uma deter- minada planilha que está em seu micro. Você não precisa fechar o editor de textos. Apenas salve o arquivo que está trabalhando, abra a planilha e mande imprimir. Você não precisa esperar que a planilha seja totalmente impressa, dei- xe a impressora trabalhando e volte para o editor de textos, dando um clique no botão correspondente na Barra de tare- fas e volte a trabalhar. A barra de Tarefas, na visão da Microsoft, é uma das maiores ferramentas de produtividade do Windows. Pode- mos alternar entre as janelas abertas com a sequência de te- clas ALT+TAB (permitindo escolher qual janela, ou progra- ma deseja manipular) e ALT+ESC (alterna entre as janelas sequencialmente). A barra de Tarefas pode conter ícones e atalhos e de- socupa memória RAM, quando as janelas são minimizadas. A barra de tarefas também possui o menu Iniciar e a área de notificação , onde você verá o relógio. Outros ícones na área de notificação podem ser exibidos temporariamente, mostrando o status das atividades em andamento. Por exem- plo, o ícone da impressora é exibido quando um arquivo é enviado para a impressora e desaparece quando a impressão termina. Você também verá um lembrete na área de noti- ficação quando novas atualizações do Windows estiverem disponíveis para download no site da Microsoft. O Windows XP mantém a barra de tarefas organizada consolidando os botões quando há muitos acumulados. Por exemplo, os botões que representam arquivos de um mesmo programa são agrupados automaticamente em um único bo- tão. Clicar no botão permite que você selecione um determi- nado arquivo do programa. Arquivos e pastas Cada parte do trabalho, ou arquivo, pode ser armazena- do em uma pasta. O Windows XP facilita o armazenamento de arquivos nos lugares que fazem mais sentidos. Coloque os arquivos de texto, imagem e música nas pastas Meus do- cumentos , Minhas imagens e Minhas músicas. Essas pas- tas são encontradas com facilidade no lado direito do menu Iniciar e oferecem atalhos convenientes para as tarefas rea- lizadas com mais frequência. O Botão Iniciar O botão Iniciar é o principal elemento da Barra de Ta- refas. Ele dá acesso ao Menu Iniciar, de onde se podem aces- sar outros menus que, por sua vez, acionam programas do Windows. Ao ser acionado, o botão Iniciar mostra um menu vertical com várias opções. Alguns comandos do menu Ini- ciar têm uma seta para a direita, significando que há opções adicionais disponíveis em um menu secundário. Se você po- sicionar o ponteiro sobre um item com uma seta, será exibi- do outro menu. O botão Iniciar é a maneira mais fácil de iniciar um pro- grama que estiver instalado no computador, ou fazer altera- ções nas configurações do computador, localizar um arqui- vo, abrir um documento. E é apresentado em duas colunas. A coluna da esquerda apresenta atalhos para os programas preferenciais e os programas mais utilizados. A sequência de teclas para ativar o Botão Iniciar é CTRL+ESC ou a tecla Winkey (tecla com o logo do Windows). Programas Preferenciais Programas mais utilizados
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Desativar Desliga o Windows, fechando todos os programas abertos para que você possa desligar o computador com se- gurança. Reiniciar Encerra o Windows e o reinicia. Executar Executar programas, arquivos, pasta, acessar páginas da Internet, entre outras utilidades. Alguns comandos mais populares são:
- Explorer (abre o Windows Explorer);
- Msconfig (abre o programa de configuração da inicialização do Windows, permitindo escolher qual programa deve ou não ser carregado com o Windows);
- Regedit (abre o programa de controle de registros do Windows);
- Iexplore (abre o Internet Explorer);
- Calc (abre a calculadora);
- Ipconfig (abre o pront do MS-DOS onde podemos encontrar informações concernentes ao endereço de IP do nosso computador entre outras informações);
- Cmd (Abre o Prompt de comando do Windows); Pesquisar Os critérios de busca são simples de manipular, permi- tem realizar uma busca na Internet, computadores da rede entre outras opções simples de especificar. Vale lembrar que o * e? São coringas do Windows podendo substituir pala- vras ou caracteres respectivamente. Ajuda e Suporte Entre os recursos oferecidos podemos destacar:
- Tópicos de ajuda (ajudam a conhecer os novos recursos encontrados no Windows XP, noções básicas sobre segurança, administração remota, personalização do Windows, desempenho e manutenção do Windows, enviar comentário para a Microsoft, entre outros);
- Convidar um técnico ou amigo para fazer uma assis- tência técnica remota;
- Usar o Grupo de Notícias do Windows (você e outros usuários do Windows esclarecendo dúvidas e compartilhado conhecimento acerca do Sistema Operacional e Ferramentas);
- Windows Update (Portal da Microsoft na Internet que distribui as atualizações do Windows);
- Restauração do Sistema (ferramenta e tutorial completo);
- Como diagnosticar problemas do seu computador. Impressoras e aparelhos de fax Permite visualizar as impressoras e aparelhos de fax instalados. Além de permitir instalar novos dispositivos. CONEXÕES DE REDE Permite visualizar suas conexões tanto com o Provedor de Acesso quanto a Rede Local. Possui também um assisten- te para novas conexões.
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Painel de Controle Pelo Painel de Controle temos acesso às configurações do Windows. Podemos também usar as diversas ferramentas oferecidas neste painel, como Adicionar ou Remover pro- gramas, visualizar impressoras instaladas e instalar novas impressoras, adicionar, remover ou alterar contas usuários, configurar o firewall do Windows, entre outras ferramentas de configuração e controle do Windows. Resumo dos principais recursos do Painel de Con- trole: Aparência e temas Permite alterar a aparência do Windows, trocar o papel de parede (plano de fundo), proteção de tela, resolução do monitor e até mesmo voltar à aparência clássica do Windo- ws, desocupando memória RAM. Impressoras e outros itens de hardware Permite visualizar itens de hardware instalados no computador como impressoras, scanners, Webcams entre outros, além de permitir a instalação dos mesmos. Conexões de Rede e Internet Exibe as conexões de Rede e Internet já configurada, além de permitir alterar conexões existentes e criar novas conexões. Contas de Usuário Visualizar, alterar e criar contas de usuários. Adicionar e remover programas Podemos adicionar, alterar e desinstalar programas ins- talados pelo usuário, além dos acessórios do Windows. Data, Hora, Idioma e Opções Regionais Podemos alterar a hora e data do sistema, configurar o idioma e padrões regionais como moeda, fuso horário entre outras opções. Sons, fala e dispositivos de áudio Podemos alterar os sons de abertura, encerramento do Windows e outros sons do sistema, configurar as caixas de som e microfone. Opções de Acessibilidade Podemos alterar o contraste para texto e cores do Win- dows, teclas de aderência e outras ferramentas de acessibili- dade como teclado virtual e lente de aumento. Desempenho e Manutenção Aqui acessamos as diversas ferramentas do Windows como desfragmentador de disco, limpeza de disco, restaurar sistema, entre várias outras ferramentas que auxiliam na ma- nutenção e melhora de desempenho do computador. Central de Segurança Use a Central de Segurança para verificar as configu- rações de segurança e saber mais sobre como melhorar a segurança do seu computador com o Firewall do Windows, as Atualizações automáticas e o software antivírus. Ferra- menta presente no Sistema Operacional Windows XP com a atualização do Service Pack 2 (SP2). Esta atualização trás diversas novidades, todas visando à segurança. As principais novidades de segurança são:
- Firewall do Windows : O Firewall do Windows fica habilitado por padrão e ajuda a proteger o compu- tador contra vírus e outras ameaças à segurança, como invasores que podem tentar acessar seu computador pela Internet.
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Botão Fechar Fecha a janela, encerrando o aplicativo. Barra de Menus Nesta barra é apresentada a lista de menus disponíveis no aplicativo. Dicas: Para ativar qualquer menu pode-se utilizar a se- guinte sequência de teclas: ALT+Letra sublinhada. Diferentemente das outras versões do Windows XP os menus não apresentam letras sublinhadas. Para visualizar as letras sublinhadas deve ser pressionada a tecla ALT. E então: Escolher o menu pela letra que aparecer sublinhada. Barra de Rolagem A barra de rolagem é constituída por: (1) setas de rola- gem que permitem visualizar uma parte do documento que não é visualizada por ser maior que a janela e (2) quadro ou caixa de rolagem que permite ter uma ideia de qual parte do documento está sendo visualizado. Canto da janela Encontra-se no canto inferior direito. É utilizado para dimensionar a janela no tamanho desejado. Não pode ser uti- lizado quando a janela estiver maximizada. Para utilizar este recurso basta clicar com o botão esquerdo do mouse sobre o canto, manter pressionado e mover, ou arrastar. Barra de Status Apresenta informações sobre o local onde está o cursor, ou ponto de inserção. WINDOWS EXPLORER Gerenciador de arquivos pastas e programas. Apresenta-se em duas colunas. A coluna da esquerda (PASTAS) permite visualizar as Pastas e Unidades de ma- neira hierárquica. Na coluna da direita podemos visualizar os arquivos encontrados nas pastas ou diretórios. Na coluna da esquerda podemos visualizar sinais de e antes das pastas ou unidades. O sinal de indica que dentro da unidade ou pasta podemos encontrar outra(s) pasta(s). O sinal de indica que já estamos visualizando a(s) outra(s) pasta(s) existente(s) naquela pasta ou unidade.
I n f o r m á t i c a B á s i c a
Os principais botões do programa são: Botão ACIMA O botão acima permite navegar entre os níveis das uni- dades ou pastas. Tecla de atalho: BACKSPACE (a mesma tecla utiliza- da para apagar texto em alguns editores de texto). Botão PESQUISAR Ativa o mesmo recurso de busca e pesquisa apresenta- do no botão (menu) Iniciar. Botão PASTAS O botão Pastas exibe/oculta a coluna da esquerda do Windows Explorer. Lembre-se que o Windows tem dois ge- renciadores de arquivos, Meu Computador e Windows Ex- plorer. Sendo assim, o botão PASTAS alterna entre os dois gerenciadores de arquivos. Botão MODOS DE EXIBIÇÃO O botão modos de exibição permite escolher como os ícones da pasta ou unidade, que está sendo manipulada, se- jam exibidos. Possui os seguintes modos de exibição:
- Detalhes : no modo detalhes são exibidos pequenos ícones, em lista, seguido de algumas informações sobre o arquivo. Na pasta Meus documentos, por exemplo, os detalhes exibidos são: tamanho, tipo de arquivo e data da última modificação. Lembre cada pasta pode exibir detalhes diferentes.
- Lista : semelhante ao modo detalhes. São exibidos pequenos ícones em lista. Dica: A barra de rolagem vertical é desabilitada.
- Ícones : no modo ícones são exibidos ícones maiores com o nome do arquivo em baixo.
- Lado a Lado : semelhante ao modo ícones. São exibidos ícones maiores. Porém, o nome do arquivo fica ao lado do ícone. São apresentadas outras infor- mações como tamanho, tipo do arquivo e data da última modificação.
- Miniaturas : permite uma pré-visualização das imagens ao invés do ícone. Também exibe uma pré-visualização do primeiro slide (página da apresentação) de arquivos como o Power Point, primeira página do arquivo PDF e primeiro frame do vídeo.
- Película : semelhante ao modo miniaturas. Permite uma pré-visualização de imagens e slides. Além, de um painel de visualização que permite girar a imagem. Outros botões: Da esquerda para a direita: Parar; Atualizar; Página inicial; Mapear unidade; Des- conectar; Favoritos; Histórico; Tela inteira; Mover para...; Copiar para...; Excluir; Desfazer; Propriedades; Recortar; Copiar; Colar; Opções de pasta. LIXEIRA do Windows
- É uma pasta;
- Armazena temporariamente arquivos excluídos;
- Podemos restaurar arquivos excluídos;
- O tamanho padrão é de 10% do HD (podemos alterar o tamanho da lixeira acessando as propriedades da lixeira);
- Não podemos manipular arquivos que estão na lixeira. (no caso das imagens podemos ativar o modo de exibição miniaturas para visualizar quais imagens foram excluídas); A Lixeira do Windows possui dois ícones.
- Lixeira vazia
- Lixeira com itens
I n f o r m á t i c a B á s i c a
Windows Movie Maker Editor de vídeos. Permite a criação e edição de vídeos. Permite inserir narrações, músicas, legendas etc. Possui vá- rios efeitos de transição para unir cortes ou cenas do vídeo. A extensão padrão gerada pelo Movie Maker é a MSWMM se desejar salvar o projeto ou WMV se desejar salvar o vídeo. FERRAMENTAS DO SISTEMA As principais ferramentas do sistema são: Limpeza de disco Permite apagar arquivos e programas (temporários, da li- xeira, que são pouco usados) para liberação do espaço no HD. Desfragmentador de Disco É um utilitário que reorganiza os dados em seu disco rí- gido, de modo que cada arquivo seja armazenado em blocos contíguos, ao invés de serem dispersos em diferentes áreas do disco e elimina os espaços em branco. Verificador de Erros Varre a unidade em busca de erros, defeitos ou arqui- vos corrompidos e caso o usuário deseje e tenta corrigi-los automaticamente. Backup (cópia de segurança) Permite transferir arquivos do HD para outras unidades de armazenamento. As cópias realizadas podem seguir um padrão de inter- valos entre um backup e outro. Os principais tipos de backup são:
- Backup diário: realiza a cópia de todos os arquivos desejados (marca como backup realizado);
- Backup normal: realiza a cópia de todos os arquivos desejados (não marca como backup realizado);
- Backup incremental: realiza a cópia de todos os arquivos criados ou alterados desde o último backup incremental ou normal (não marca como backup realizado);
- Backup diferencial: realiza a cópia de todos os arquivos criados ou alterados desde o último backup incremental ou normal (marca como backup realizado). WINDOWS VISTA Os diferentes usuários do Windows precisam de fun- cionalidades diferentes nos seus sistemas operacionais; a Microsoft oferece várias edições diferentes do Windows Vista, cada uma dirigida a públicos diferentes. Temos 6 versões do Windows Vista: Home Basic, Home Premium, Ultimate, Business, Enterprise e Starter. As várias versões do Windows Vista foram criadas a pensar nos padrões de utilização dos usuários domésticos, pequenas e médias empresas e grandes empresas. O objeti- vo principal da gama de produtos do Windows Vista é ajus- tar melhor a oferta àquilo que o mercado quer e não forçar os usuários a usar aquilo que existe e não o que se adéqua mais às suas necessidades. O QUE É O WINDOWS VISTA? Sistema Operacional Gráfico O Sistema Operacional MS-DOS é um exemplo de sistema operacional não-gráfico. A característica visual, ou interface não é nada amigável. Tem apenas uma tela escura e uma linha de comando. Quando desejávamos acessar al- gum arquivo, pasta ou programa, digitamos seu endereço no computador e vale lembrar que um ponto a mais ou a menos é o suficiente para não abri-lo. Ambientes visuais como o Windows 3.11 facilitavam muito, mas são duas coisas distintas, a parte operacional (MS-DOS) e parte visual (Windows 3.11). A partir do Win- dows 95 temos, então, as duas coisas juntas, a parte ope- racional e gráfica, logo, um Sistema Operacional Gráfico. Na nova versão do Windows Vista a aparência e carac- terísticas visuais mudaram radicalmente. Destaque especial para a interface (ambiente visual) Windows Aero.
W a g n e r B u g s
O Windows Vista oferece quatro interfaces de utiliza- ção diferentes – Basic, Windows Classic, Standard e Win- dows Aero. O Windows Aero oferece aos utilizadores Microsoft Genuine Advantage uma visualização incrível. Um dos ele- mentos novos do Aero é o novo design “Glass” que dá um aspecto mais profissional e animações suaves. As janelas “Glass” criam um ambiente mais aberto que lhe permitem focar-se mais no conteúdo do que no que as rodeia. Duas características importantes do Aero são o Win- dows Flip e o Flip 3D que lhe permitem gerenciar melhor a janelas que estão abertas podendo organizá-las de uma for- ma prática. A visualização Aero está apenas disponível nas versões Home Premium, Business, Enterprise e Ultimate do Windows Vista. Multitarefa Mais uma característica do Windows Vista. Um siste- ma operacional multitarefa permite trabalhar com diversos programas ao mesmo tempo (Word e Excel abertos ao mes- mo tempo). Multiusuário Capacidade de criar diversos perfis de usuários. No caso, o Windows Vista tem duas opções de contas de usu- ários: Administrador (root) e o Usuário padrão. O admi- nistrador pode instalar de desinstalar impressoras, alterar as configurações do sistema, modificar a conta dos outros usuários entre outras configurações. Já, o usuário padrão poderá apenas usar o computador, não poderá, por exemplo, alterar a hora do Sistema. Lembre-se que tanto os administradores quanto os li- mitados podem colocar senhas de acesso, alterar papel de parede, terão as pastas Documentos, Imagens, entre outras pastas, diferentes. O Histórico e Favoritos do Internet Ex- plorer, os Cookies são diferentes para cada conta de usuário criada. Plug And Play (PnP) Instalação automática dos itens de hardware. Sem a necessidade de desligar o computador para iniciar suas ins- talação. O Windows possui dezenas de Drivers (pequenos arquivos de configuração e reconhecimento que permitem o correto funcionamento do item de hardware, ou seja, en- sinam ao Windows como utilizar o hardware). Quando plu- gado o Windows inicia a tentativa de instalação procurando nos Drivers, já existentes, que condizem com o hardware plugado.
- O início
- Requisitos do Sistema
- Processador de 1 GHz, 32 bits (x86) ou 64 bits (x64).
- 1 GB de memória do sistema.
- Disco rígido de 40 GB com pelo menos 15 GB de espaço disponível.
- Unidade de DVD-ROM.
- Saída de áudio.