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Informática básica, Notas de estudo de Mecatrônica

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Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 02/03/2008

marcio-anderson-carlos-da-silva-6
marcio-anderson-carlos-da-silva-6 🇧🇷

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CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS
eletrônicos
6
Gerenciamento
e organização
de arquivos
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CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS

eletrônicos

Gerenciamento

e organização

de arquivos

CCC CC

ADERNOS

2 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

Programa Acessa São Paulo

O Programa Acessa SP é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo e tem como objetivo combater a exclusão digital, levando os recursos da Internet à população de baixa renda, estimulando o desenvolvimento das comunidades. Para isso o Governo do Estado criou os Infocentros, espaços com acesso gratuito à Internet. Existem três tipos de Infocentros: os Infocentros Comunitários, criados em parceria com entidades comunitárias (associações de moradores, amigos de bairro etc.); os Infocentros Municipais, criados em parceria com prefeituras paulistas; e os Postos Públicos de Acesso à Internet, criados em parceria com órgãos do próprio Governo do Estado em que há grande fluxo de população. Para facilitar o uso dos equipamentos, os usuários contam com monitores treinados e comprometidos com o projeto para auxiliá- los. Esses monitores são capacitados para atender às necessidades específicas de cada usuário. Também são responsáveis pela gestão dos Infocentros.

Outra preocupação do Acessa é a oferta de conteúdo relevante para o público-alvo assim como o estímulo à criação de conteúdo por parte da comunidade. Assim, os Infocentros também funcionam como centros de informação e serviços voltados para o desenvolvimento comunitário, possibilitando acesso às informações nas áreas de saúde, educação, negócios e serviços governamentais disponíveis na Internet etc. Para isso desenvolvemos produtos como os MiniCursos Acessa São Paulo, a parceria Acessa/WebAula, Dicionários de LIBRAS e a Rede de Projetos. As comunidades providas de um Infocentro são estimuladas a desenvolverem projetos e atividades que utilizem os recursos da tecnologia de forma criativa e educativa. Para isso foi criado o portal na Internet, para que os usuários dos Infocentros possam disponibilizar conteúdos elaborados pela comunidade e assim produzir conhecimentos próprios.

Os Cadernos Eletrônicos foram desenvolvidos pelo Centro de Inclusão Digital e Educação Comunitária da Escola do Futuro da USP (CIDEC) para o Programa Acessa São Paulo do Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria da Casa Civil. A reprodução parcial ou integral deste caderno é permitida e estimulada somente para fins não comerciais e mediante citação da fonte. Maio/

Expediente

ADERNOS C

eletrônicos

Escola do Futuro - USP Tel.: (11) 3091-6366/3091-9107 e-mail: [email protected] Av. Profº. Lucio Martins Rodrigues, Trav. 4 - Bloco 18 - CEP 05508-900 São Paulo/SP

Programa Acessa São Paulo Governador: Geraldo Alckmin Secretaria de Estado da Casa Civil: Arnaldo Madeira Diretor-Presidente da Imprensa Oficial: Hubert Alquéres Coordenador do Núcleo de Projetos Institucionais: Émerson Bento Pereira Coordenador do Programa Acessa São Paulo: Fernando Guarnieri Equipe do Programa Acessa São Paulo: Alan Nicoliche da Silva, Alexandre Geraldi, Felipe Borgognoni, Flávia Brandão, Gílson Bevilacqua, Gisele Fabris dos Reis, Key Farias, Leandro Benetti, Michele Karine Damasco Silva, Neide Novaes, Ricardo Mallet, Silvana Maiéski Portal do Acessa São Paulo: www.acessasaopaulo.sp.gov.br

Cadernos Eletrônicos Reitor: Adolpho José Melfi Vice-Reitor: Hélio Nogueira da Cruz Pró-Reitor de Pesquisa: Luiz Nunes de Oliveira Supervisão Científica: Fredric M. Litto Coordenação Editorial e Pedagógica: Carlos Seabra Coordenação de Produção: Drica Guzzi e Akira Shigemori Roteiro, Pesquisa e Redação: Maria da Conceição C. Oliveira Projeto Gráfico/DTP: Ronald Chira e Ludimyla Russo Web Designer: Daniela Matielo Ilustração da Capa: Francisco Sá Godinho (Kiko) Revisão: Bete Abreu Colaboradores: Simone Freitas e Joeldo Veloso Holanda Cadernos Eletrônicos: www.cidec.futuro.usp.br/cadernos

Programa Acessa São Paulo Tel.: (11) 6099-9579/6099-9641 e-mail: [email protected] Rua da Mooca, 1921, Mooca CEP 03103-902 São Paulo/SP

4 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

O que é, afinal, um arquivo de dados? Imagine o seu computador como um grande gaveteiro. As gavetas principais contêm pastas que, por sua vez, contêm as folhas de papel com as informações. Estes são os arquivos à moda antiga. Mas a lógica de organização de arquivos no computador guarda uma diferença essencial: as pastas dos micros podem conter outras pastas! Os arquivos podem ser classificados mediante a sua colocação em diferentes pastas e as próprias pastas podem ser classificadas do mesmo modo. Dessa forma, pastas podem conter arquivos, junto com outras pastas, que podem conter mais arquivos e mais pastas, e assim por diante. Mas onde termina (ou começa) isso tudo?? Há pastas que não estão contidas em outras pastas e sim no que chamamos de diretório-raiz. Esse diretório representa um disco do computador que pode estar visível, como um disquete de pequena capacidade, ou um CD-ROM (disco compacto de média capacidade) nele embutido, como um HD (hard-disk – disco rígido, fixo no computador) de alta capacidade, no qual normalmente ficam armazenados o sistema operacional e os programas (softwares) instalados.

Observe na imagem seguinte uma estrutura típica de organização de pastas no Windows:

Exemplo de estrutura de pastas do Windows.

No lado esquerdo da tela acima, vemos o diretório-raiz, designado como “C:” e as pastas que estão abaixo dele, como “Documentos” e “Arquivos de Programas”. Note como a estrutura de pastas permite, por exemplo, que a pasta “Inclusão Digital” contenha inúmeras outras pastas e, dentro destas, outras tantas, como o caso da pasta “Apostilas”. A pasta “Apostilas” selecionada, que está abaixo de “Aplicativos”, é distinta desta. Entretanto, ambas estão vinculadas à pasta “Inclusão Digital”. Estando a pasta (ou diretório) “Apostilas” selecionada, como na figura anterior, você pode ver o seu conteúdo do lado direito: ela contém mais pastas. A máquina de onde foi capturada esta tela tem dois diretórios-raiz, o C: e o D:. Eles representam dois discos lógicos, visíveis para o sistema operacional.

Para criar uma nova pasta basta selecionar a pasta que irá contê-la, ou C: ou D: caso você queira criar a pasta logo abaixo do diretório-raiz. Então, selecione Arquivo/Nova Pasta. O nome “Nova Pasta” aparecerá no lado esquerdo da tela. Para mudar esse nome, basta clicar sobre ele e aguardar um instante, até que ele se tornará editável. Depois, basta digitar o

Como fazer Os diferentes discos (rígido, compacto ou flexível) são representados no sistema Windows com letras seguidas do sinal : (dois pontos). Normalmente, A: e B: designam os drives para as unidades de disquete de pequena capacidade. As unidades C: e D: costumam denominar os discos fixos (dois HDs instalados na mesma máquina ou um HD com repartição, por exemplo) e as letras E: e F: costumam nomear os drives de CD-ROMs (leitores e/ou gravadores).

Como fazer Pastas e diretórios representam a mesma coisa no Windows. A palavra “diretório” é mais antiga e vem dos tempos do DOS: significa a listagem dos arquivos contidos em um disquete, por exemplo. O conceito de diretório, nos dias atuais, coincide com o conceito de pasta do Windows.

1 Organizando diretórios, pastas e arquivos

CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS

nome desejado e pressionar “Enter”. Isso pode ser feito também para pastas já criadas, caso você deseje renomeá-las.

2 Utilizando o ícone “Meu Computador”

Em todas as áreas de trabalho (desktop) dos computadores que operam com o Windows há um ícone chamado “Meu Computador”. Esse ícone é um atalho para um gerenciador de arquivos armazenados no micro. Vamos verificar alguns dos comandos básicos nele existentes. Ao clicar duas vezes no ícone “Meu computador”, surgirá uma nova janela com outros ícones para se acessar os arquivos do drive A: (para disquetes de 3½), do drive C: (disco rígido), do drive D (CD-ROM ou DVD) e finalmente do Painel de Controle. Esses são os caminhos básicos. Eventualmente haverá outros ícones, dependendo da configuração do computador, como um drive de Zip (D:), por exemplo. Ao clicar apenas uma vez nos ícones de qualquer drive, vamos poder visualizar quanto de espaço está ocupado por arquivos e quanto ainda está livre para gravarmos mais conteúdo. Essas informações ficam visíveis por um gráfico em forma de pizza que o “Meu Computador” exibe automaticamente. Veja o exemplo:

disco rígido e em nossos disquetes e CDs. Com o botão esquerdo do mouse podemos executar vários comandos para o determinado arquivo. Entre eles: abrir, imprimir, examinar com o anti-virus, abrir com um determinado aplicativo, enviar para outro diretório ou outra pasta. Também é possível escolher a opção “enviar para destinatário de correio” e anexar o documento em uma mensagem do nosso gerenciador de e-mails. Além desses comandos, pode-se também copiar, recortar, criar um atalho, renomear, excluir e verificar as propriedades – como o tamanho do arquivo, a data de criação e a data da última alteração. O ícone mais diferente do “Meu Computador” é o “Painel de Controle”. Como o próprio nome já diz, é por ele que se gerencia várias modificações nas configurações do computador. É por esse painel, por exemplo, que acessamos os aplicativos gerenciadores de instalação e remoção de hardwares (placas de vídeo, som etc.) e softwares.

É bom saber Nos micros compartilhados por muitas pessoas, os comandos do “Painel de Controle” nem sempre estão habilitados para evitar que as configurações dos computador sejam modificadas por engano. Isso ocorre porque quando o Windows é iniciado, o sistema pede um login e uma senha. Dependendo dessa identificação, a pessoa que o fizer terá permissões para mudar ou não as configurações do micro.

Pelo “Painel de Controle” ainda é possível mudar as configurações do vídeo, determinar como o mouse deve funcionar (para pessoas destras ou canhotas), configurar o teclado, adicionar ou remover tipos de fontes e muitas outras aplicações.

Clicando duas vezes sobre um ícone do drive, vamos visualizar todas as pastas, subpastas e arquivos gravados nessa unidade. Para abrir as pastas ou os arquivos, basta clicar duas vezes sobre eles. O ícone “Meu Computador” é o principal meio para verificar o espaço disponível no nosso

Tela do “Painel de Controle”. As características do micro são modificadas por aqui. Podemos adicionar e remover softwares, entre outras coisas.

CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS^7

Visualizando simultaneamente arquivos de drives e diretórios por meio do Total Commander. Com este aplicativo você pode copiar arquivos de dois modos: selecionando o arquivo com o mouse e arrastando-o para o local em que se deseja copiá-lo ou selecionando o arquivo e clicando na opção “F5 Copy” (ou clicando na tecla F5 do seu teclado).

Copiando arquivos pelo “Total Commander”.

como: visualizar, abrir, renomear, copiar, e apagar arquivos e diretórios. No Total Commander é possível visualizar os arquivos por meio de duas janelas diferentes, o que nos possibilita ver, ao mesmo tempo, o conteúdo do diretório-raiz C:, do drive A: ou D: (letras normalmente atribuídas aos drives de disquete e CD-ROM, respectivamente) e de outros diretórios- raiz ou drives que o micro possa ter. Para essa operação, basta selecionar a letra do drive ou diretório no menu principal.

4 Gerenciando seus arquivos com o

Total Commander

O Total Comander é um aplicativo shareware que pode ser baixado pela rede. Além de gerenciar arquivos, o Total Commander é um programa de FTP e compactador de arquivos. Seus comandos para gerenciamento de arquivos são bastante intuitivos, permitindo que organizemos nossas pastas muito facilmente. Além dos recursos básicos de um gerenciador padrão, ele possui outros bastante sofisticados. Vamos conhecer alguns comandos básicos

É bom saber As ações de abrir e renomear um arquivo são iguais no Windows Explorer e no Total Commander. Em ambos utilize os seguintes comandos:

  1. Para abrir um arquivo, selecione-o, posicionando o cursor sobre ele e dê um duplo clique, automaticamente ele se abrirá.
  2. Para renomeá-lo, selecione-o e clique uma vez sobre ele. Espere alguns instantes para que se torne editável e escreva o novo nome. Atenção! Ao renomer um arquivo, mantenha a sua extensão, caso contrário poderá não conseguir abri-lo novamente! O arquivo deve estar fechado, pois não é possível renomear documentos abertos.

Caso não se lembre do diretório, escolha o drive C: para pesquisar por todo o disco rígido do micro. Clicando no botão “Pesquisar”, o sistema começará a procurar por todos os arquivos de Word gravados no computador. Nos próximos tópicos deste caderno veremos outros comandos acionados a partir do Windows Explorer, como compactar arquivos, desfragmentar o disco rígido etc. Veremos que é possível fazer muito mais com os arquivos além de apenas abri-los e fechá-los.

8 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

Finalmente, para criar pastas ou diretórios, selecione o local em que a pasta ou o diretório será criado. Clique no botão “F7 New Folder” (ou aperte a tecla F7). Logo em seguida aparecerá uma caixa de diálogo para digitar o nome do novo diretório ou pasta. Depois é só clicar em “OK”.

Você já sabe que um arquivo armazena dados. Dados, na linguagem da informática, pode significar desde uma receita de bolo a um videoclipe do Olodum. Uma receita de bolo pode ser feita

utilizando um editor de texto como o Word, por exemplo, enquanto um videoclipe pode ser visualizado pelo Windows Media Player. (Consulte os Cadernos Eletrônicos 2 e 10, respectivamente). Se tivermos os devidos programas aqui citados instalados em nosso computador, um duplo clique em cada um dos arquivos do exemplo anterior faz com que o Word ou o Media Player iniciem-se automaticamente, carregando e mostrando o arquivo no formato desejado. Como o sistema operacional, no caso o Windows, consegue distinguir entre os dois arquivos, o de texto e o de filme, sabendo qual aplicativo chamar, para cada um deles? Isso é possível graças à extensão dos arquivos. A extensão é simplesmente a parte final do nome do arquivo. Quando clicamos duas vezes sobre um arquivo, o sistema operacional olha primeiramente para a extensão do arquivo. Se for uma extensão que já está registrada, o sistema chama o aplicativo que é capaz de carregar aquele tipo de arquivo, a fim de exibi-lo corretamente.

Mas o que significa “registrar uma extensão”? Registrar é avisar para o Windows que aplicativo ele deve chamar quando precisar abrir arquivos daquela extensão. Assim, o sistema operacional guarda a informação de quais aplicativos abrem os arquivos, livrando você de ter de se preocupar com isso. O registro das extensões é normalmente feito durante a instalação de cada aplicativo. Cada programa de instalação cuida de registrar, automaticamente, a extensão dos arquivos com os quais o aplicativo que está sendo instalado trabalha. Por exemplo, é o instalador do Office que registra as extensões .doc, .dot (associando-as ao Word),

Importante A extensão é tudo o que vai depois do ponto, no nome do arquivo. Portanto, todos os arquivos que terminam em .doc são reconhecidos pelo sistema para serem visualizados por meio do Word ou do Open Writer. Já a extensão .avi indica que o arquivo é visualizável através do Media Player e assim por diante. Veja no final deste caderno uma lista de extensões.

5 Associando programas a seus respectivos

formatos

Nos dois casos, aparecerá uma janela para confirmar a ação. Basta clicar em “OK”. Para apagar um arquivo é necessário selecioná- lo com o mouse e clicar na tecla “Delete/Del”. Você também pode apagá-lo, após a seleção, clicando na opção “F8 Delete” (ou apertando a tecla F8 do teclado). Nesse momento também aparecerá uma janela para confirmar a ação. Basta então clicar em “Sim”.

Neste exemplo selecionamos o disco-raiz C: para alocar um novo diretório.

Apagando arquivos com o Total Commander.

10 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

7 Amplie sua segurança: faça cópias de seus

arquivos

É muito importante que você faça a cópia de segurança (backup) dos seus arquivos, principalmente daqueles com os quais você trabalha todos os dias. Para isso, tenha sempre à mão um disquete. Insira-o no drive de mídia flexível, geralmente representado pela letra A:. Abra o Windows Explorer e, do lado direito da tela, selecione os arquivos (ou pastas) que você quer copiar. Para selecionar mais de um arquivo, basta manter a tecla “CTRL” pressionada enquanto você clica sobre os arquivos. Depois clique no menu “Editar”, “Copiar”. Essa ação cria uma cópia temporária dos arquivos em um lugar especial chamado “Área de Transferência”. Depois, clique sobre o ícone A:, que indica a unidade de disquete, e selecione “Editar”, “Colar”. Os arquivos armazenados na Área de Transferência serão copiados no disquete. A utilização de um disquete limita o processo de cópia de arquivos ou conjuntos de arquivos até o tamanho total de 1.44Mb. Para a cópia de grandes quantidades de informação, o ideal é utilizar discos virtuais, oferecidos por alguns servidores, ou uma mídia compacta como o CD-ROM.

Caixa de diálogo do Total Commander possibilitando a escolha do local para salvar o arquivo compactado e também para o formato da compactação (.zip, .arj etc.).

Para usar esse aplicativo, inicie o Windows Explorer, escolha a pasta a ser compactada (preferencialmente no lado esquerdo da tela, onde apenas as pastas são mostradas) e clique com o botão direito do mouse sobre ela. Ao aparecer o menu suspenso, você deverá escolher a opção “Add to Zip”. Um arquivo com todo o conteúdo da pasta selecionada compactado será gerado. Como na imagem ao lado, o conteúdo de uma pasta será compactado e colocado no arquivo Free.zip. Para fazer a operação inversa, basta clicar duas vezes no arquivo compactado e os arquivos serão retirados do arquivo zip e colocados em suas respectivas pastas.

Importante É essencial utilizar antivírus no seu computador. Deixe sempre ativada a função “Proteção de Arquivos”. Essa função possibilita a verificação automática à medida que eles são copiados. Consulte também o Caderno Eletrônico 9: Segurança no computador e na Internet.

O Freezip é um descompactador freeware. Veja na seção “Links na Internet” o endereço para efetuar o download desse aplicativo. Sua instalação é bastante simples, basta clicar duas vezes sobre o ícone do arquivo executável, aceitar o contrato de licença e pronto: a instalação seguirá sem transtornos.

Para se descompactar um arquivo, basta que se dê duplo clique nele. Uma janela se abrirá com todos os arquivos armazenados dentro de um arquivo compactado e pode-se optar por descompactar todos, clicando-se no botão “Extrair”, ou apenas alguns deles, selecionando-os com um clique e usando novamente o botão “Extrair”. Vale lembrar que como é possível compactar diretórios inteiros, quando estes são descompactados, o Winzip e outros programas compactadores reconstroem a estrutura original das pastas.

Como dissemos, o Total Commander também tem função de compactação de arquivos. Basta selecionar o arquivo que desejamos compactar e clicar no menu “Arquivos”, “Compactar”. Para descompactar um arquivo, basta selecioná- lo, clica no menu “Arquivo” e escolher a opção “Descompactar”. Em seguida você verá uma caixa de diálogo, semelhante à da imagem anterior, para escolher a pasta em que o arquivo será descompactado.

CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS^11

O sistema operacional Windows, à medida de trabalha, faz uso de uma área de rascunho que usa para guardar dados temporariamente. Quando você navega pela web, por exemplo, as páginas que você visitou são armazenadas em uma área temporária, para que possam ser visualizadas rapidamente, caso você retorne a elas. Tudo isso consome espaço em seu disco rígido, o que, como veremos no tópico seguinte, torna seu computador mais lento. Para ficar livre desses arquivos temporários, de tempos em tempos, utilize a opção “Limpeza de Disco”. Para isso, faça o seguinte caminho: na área de trabalho do Windows, clique na barra “Iniciar”, “Programas”, “Acessórios”, “Ferramenta do Sistema”,

9 Faça uma faxina em seu computador

Importante A ferramenta do Scandisk só pode ser usada em discos que aceitam nova gravação de dados, como os disquetes e os HDs. Assim, CD-ROMs que só podem ser gravados uma única vez não podem ser corrigidos, caso haja algum problema no processo de gravação.

8 Detectando e corrigindo problemas:

Scandisk

Sabemos que os arquivos são guardados em setores de disco (rígido ou flexível). Muitas vezes, porém, esses setores podem apresentar defeitos, provocando perda de dados. Outras vezes, processos de gravação não concluídos podem levar o sistema de arquivos a um estado inconsistente. Quando você começar a se deparar com erros do tipo: “Impossível ler/gravar a partir do dispositivo”, fique certo de que as coisas não estão como deveriam. O primeiro passo para tentar uma solução é executar o Scandisk para detectar e corrigir problemas no sistema de arquivos. Para executar o Scandisk, entre no Windows

É bom saber O Scandisk elimina setores marcados erroneamente como se pertencessem a mais de um arquivo, e setores órfãos, que estão marcados como usados, mas não pertencem a nenhum arquivo. Ele também tenta ler os dados de setores defeituosos, transferindo-os para setores bons, e marcando os defeituosos de modo que o sistema operacional não os use mais.

Explorer e clique com o botão direito do mouse sobre a unidade de disco a ser diagnosticada (A:, B:, C: ou D:). Selecione a opção “Propriedades” e, dentro da janela “Propriedades”, selecione a opção “Ferramentas”. Clique sobre o botão “Verificar Agora” e o Scandisk será iniciado. Selecione a opção teste “Completo” e marque a opção de correção automática. Clique em “Iniciar” para realizar a verificação e correção. A primeira opção procura ler os dados, buscando setores defeituosos. A segunda procura fazer sua transferência para setores bons, corrigindo automaticamente os setores ambíguos e órfãos. Em qualquer caso, os setores defeituosos eventualmente encontrados são marcados para não serem mais utilizados pelo sistema operacional. Dependendo do tamanho em megabytes da unidade de disco a ser diagnosticada, esse processo pode ser demorado.

É bom saber Há outros modos de copiar arquivos. Um deles é selecionar aqueles que se deseja copiar, clicar sobre eles e, sem soltar o botão do mouse, arrastá-los até o drive A:.

CADERNOS ELETRÔNICOS 6 GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS

Acrobat Reader Corel Presentations Corel Draw Excel Arquivos Executáveis Arquivos Executáveis Arquivos Executáveis Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Imagens Arquivos de Ajuda Arquivos de Internet Lotus 1-2- Arquivos de Vídeo Arquivos de Vídeo Arquivos de Vídeo MS works Page Maker 6. Page Maker 6. Photoshop PowerPoint Quattro Pro Arquivos de Som Arquivos de Som Arquivos de Som Arquivos de Som Arquivos de Som Arquivos de Som Arquivos de Sistema Arquivos de Sistema Arquivos de Sistema Arquivos de Sistema Arquivos de Sistema Arquivos Temporários Bloco de Notas/Texto Windows Write Word Word Word Word Perfect WINZIP

.pdf .shw .cdr .xls .exe .com .bat .gif .jpg ou .jpeg .bmp .pcx .tif ou .tiff .eps .ico .wmf .wpg

.hlp

.ico

.htm ou .html .wk? .qt .avi .fli .wks .pm6. .pm6. .pho .ppt .qb? .wav .au .mid .rmi .mp .ram .sys .ini .dat .dll .inf .tmp .txt .wri .doc

.wpd

.dot .rtf

.zip

Remissão entre os Cadernos Eletrônicos

Guia de Extensões

Caderno Eletrônico 4: Navegação e pesquisa na Internet para saber um pouco mais sobre procedimentos de limpeza de arquivos temporários, históricos de sites visitados e cookies depois de navegar na rede. Caderno Eletrônico 5: Criação e publicação de páginas na Internet você saberá um pouco mais sobre programas FTP e formas de transmissão de arquivos por esses aplicativos. Caderno Eletrônico 9: Segurança no computador e na Internet para saber mais procedimentos de segurança para proteger seus arquivos no computador. Caderno Eletrônico 10: Multimídia- vídeo e áudio no computador você obterá mais informações sobre diferentes formatos de arquivos e sobre o uso de mídias como o CD-ROM.

Links na Internet

Softwares para download:

www.simtel.net/ (Total Commander) www.adobe.com.br (Acrobat Reader) www.freedownloadscenter.com www.freezip.cjb.net www.bibvirt.futuro.usp.br

Discos virtuais, dicas e outros:

Programa Extensão

www.vilabol.com.br (hospedagem de sites e disco virtual) www.terra.com.br (disco virtual) www.yahoo.com.br (webmail com disco virtual gratuito) www.junglemate.com (agenda e disco virtual - em inglês) www.acessa.sp.gov.br/webaula www.discovirtual.hpg.ig.com.br www.abcdicas.com.br www.ajudacerta.com.br www.portaldeinformatica.com.br http://noticias.uol.com.br/mundodigital/ www.ilhasolteira.com.br/elias/

GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

Glossário

ActiveX: padrão de comunicação entre pequenos aplicativos feitos geralmente em uma linguagem como C++ ou Visual Basic, e o navegador ou outro aplicativo onde executam, na forma de objetos. No caso do navegador, eles se comportam como applets, executando em uma janelinha. Você também pode visualizar objetos ActiveX quando, por exemplo, insere uma planilha Excel dentro de um documento do Word. Nesses casos, o nome mais comum que eles recebem é o de objetos OLE, e existem desde a versão 3.1 do Windows. Aplicativos: programas de computador; softwares. Arquivo: conjunto de dados que são armazenados em disco e recebem um nome, pelo qual podem ser acessados. AVI: Audio Video Interleave. Avi é um padrão utilizado pelo Windows para intercâmbio de vídeo. Backup: cópia de segurança das informações, utilizada em caso de perda de dados. Cookie: em inglês quer dizer biscoito. O nome se origina daqueles biscoitos da sorte que vêm com um papelzinho com uma pequena mensagem. Cookies são pequenos arquivos texto (txt) que os servidores web armazenam temporariamente junto aos browsers que visitam esses servidores. Diretório ou pasta: elemento do sistema de arquivos que contém arquivos ou outras pastas abaixo de si. Diretório-raiz: diretório ou pasta que não tem nome, nem está abaixo de nenhuma outra pasta. Os diretórios-raiz são a base do sistema de arquivos de um disco lógico. Disco de inicialização: disquete com uma pequena parte do sistema operacional, suficiente para que um computador possa se inicializar sem a necessidade das informações que estão no disco rígido. O disco de inicialização é geralmente usado em caso de contaminação ou perda de dados do disco rígido. Disco lógico: elemento que contém um diretório-raiz. Um disco lógico é apresentado pelo sistema operacional como uma letra, A:, B:, C:, D: etc. Disco Virtual: é a denominação do espaço oferecido por alguns servidores, geralmente os que prestam serviço gratuito de webmail e locação sites na rede, para que o usuário possa armazenar seus arquivos. A vantagem é que suas cópias estarão em outro computador na rede, liberando, assim, espaço de armazenagem no DH de seu computador. DOC: abreviatura de documento, formato de arquivo do editor de texto Word (Office da Microsoft). DOS: disk operating system (sistema operacional de disco). Download: em inglês “load” significa carga e “down” para baixo. Fazer um download significa baixar um arquivo de um servidor, descarregando-o para o nosso computador. Drive: local em que o usuário insere mídias compactas (CD-ROM) ou flexíveis (disquete). EXE: programa executável. Freeware: qualquer software (programa) oferecido gratuitamente na rede ou nas publicações especializadas em suportes como CD-ROM. A palavra inglesa “free”, significa livre. FTP: “File Transfer Protocol” ou Protocolo de Transferência

de Arquivos”. É uma maneira de copiar arquivos via Internet. Os arquivos são disponibilizados e localizados em servidores ou em computadores pessoais por um programa servidor de FTP. Gigabyte: um gigabyte corresponde a 1024 MB. Infocentro: ponto de acesso público à Internet construído pelo Governo do Estado de São Paulo em parceria com entidades comunitárias, na capital, e com prefeituras do interior e litoral. Internet: rede mundial de computadores. Trata-se de uma rede planetária de computadores que cooperam entre si. Essa cooperação baseia-se em protocolos de comunicação, ou seja, “convenções de códigos de conversação” entre computadores interligados em rede. Java: é uma linguagem de programação semelhante a C++ que permite criar aplicativos para vários sistemas operacionais, como Windows e Linux, e também permite criar applets que são as janelinhas carregáveis via web. A linguagem C foi utilizada, entre outras coisas, para escrever o sistema operacional Linux. C é uma evolução da linguagem B que por sua vez evoluiu a partir de uma pseudolinguagem chamada BCPL. Kbyte: unidade de medida de informação que corresponde a cerca de 1000 bytes. Um byte representa um caractere de texto, como uma letra ‘A’, ‘B’ etc. Link: ligação, elo, vínculo. Nas páginas da web é um endereço que aparece sublinhado, ou em uma cor diferente da cor do restante do texto. Um link nada mais é que uma referência cruzada, um apontador de um lugar para outro na web. Megabyte: um megabyte corresponde a 1024 KB. (Consulte o verbete “Kbyte”.) Offline: desconectado da rede. Online: ligado, conectado à rede. PPS: Slides do Power Point. PPT: powerpoint presentation (apresentação do PowerPoint). Servidores: empresas que possibilitam o acesso para a comunicação e transmissão de dados na rede. Shareware: é um método comercial que possibilita a distribuição gratuita, por um tempo determinado, de um software, para que o usuário possa testá-lo. Ao final deste período de testes, o usuário é solicitado a registrar (comprar) o produto ou desinstalá-lo. Sistema de arquivos: todo o conjunto de dados de um disco lógico e o mecanismo pelo qual os arquivos são armazenados e acessados pelo sistema operacional. Software: aplicativos, programas de computador. Terabyte: um terabyte corresponde a 1024 GB. (Consulte o vertebe “Kbyte”). Upload: o inverso de download, ou seja, significa carregar um arquivo de nosso computador para enviar para alguém descarregar em outro computador. XLS: documentos do MS Excel. XL corresponde a (Excel) e S para (Spreadsheet), ou seja, planilha. XLT: modelos do MS Excel. XL (Excel) e template (modelo). Zip: contração da palavra “zipper” que em inglês significa fechado, compactado.

GERENCIAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS CADERNOS ELETRÔNICOS 6

Organize seu

computador!

Você já usou arquivos de computador? Já usou um disquete

para guardar trabalhos escolares, fotos, vídeos, receitas, músicas ou de-

senhos? Já precisou compactar ou “zipar” um arquivo para reduzir o seu

tamanho? Já teve de parti-lo, em vários pedaços, para guardar em vários

disquetes diferentes?

Já gravou um CD com músicas ou alfarrábios digitais como textos, e-

mails antigos e coisas que você não deseja que o tempo estrague?

Já teve de preparar um disquete para receber dados, formatando-

o? Já teve de formatar um disco rígido após uma pane no computador? E

quanto ao processo de reorganizar os dados dentro do disco, juntando

os arquivos que estão fragmentados em blocos maiores, para diminuir o

tempo de acesso a eles? Ou talvez você já tenha recuperado um disco,

reavendo informações antes perdidas, que estavam nos chamados

“setores defeituosos”.

Talvez você já tenha precisado “limpar” um disco, removendo os

arquivos desnecessários, para solucionar um problema de falta de espaço

para, por exemplo, instalar um novo aplicativo.

Se você já realizou(ou precisou realizar) uma dessas atividades, com

certeza despertou para o uso de arquivos de computador e das

capacidades de gerenciamento que os programas de computador

oferecem para organizarmos melhor nossos arquivos.

Neste caderno, são apresentados alguns desses recursos que

permitem ao usuário comum fazer esse gerenciamento de arquivos,

possibilitando que você use bem os arquivos e o espaço que eles ocupam,

com racionalidade e bom senso.

www.acessa.sp.gov.br