Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Simbologia ISA, Notas de estudo de Mecatrônica

- - -

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 23/02/2008

marcio-anderson-carlos-da-silva-6
marcio-anderson-carlos-da-silva-6 🇧🇷

4.7

(9)

16 documentos

1 / 24

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
NORMAS E SIMBOLOGIAS DE INSTRUMENTAÇÃO
1 INTRODUÇÃO
A norma ANSI/ISA-S5.1-1984 (R1992) Instrumentation Symbols and Identification foi concebida para ser uma
padronização de simbologia e identificação de instrumentos e equipamentos de processo, sendo atualmente sua
abrangência a nível mundial.
Esta Norma éutilizada na elaboração dos seguintes documentos:
Fluxogramas de processo e mecânico;
Diagramas de sistemas de instrumentação;
Especificações, listas de instrumentos;
Identificação de instrumentação e funções de controle.
Para os Fluxogramas de Processo admite-se uma simplificação na utilização dos símbolos gráficos
recomendados por esta Norma.
2 DEFINIÇÕES
Para entendimento da Norma são utilizadas as seguintes definições:
- Acessível (Accessible)
Termo aplicado a um dispositivo ou função programada que poderá ser visto ou utilizado pelo operador com o
propósito de acompanhamento do processo ou atuação em ações de controle.
- Alarme
Indicação da existência de uma condição anormal por meio de um sinal sonoro, visual ou de ambos.
- Atrás do Painel (Behind the panel)
Termo aplicado a instrumentos inacessíveis ao operador e que normalmente estão localizados no interior do painel
ou em armários separados.
- Binário (Binary)
Termo aplicado a um dispositivo ou sinal que tem somente 2 posições ou estados. Quando usado na sua forma
mais simples, como em "SINAL BINÁRIO" (oposto a "SINAL ANALÓGICO"), o termo representa os estados
"LIGA/DESLIGA" ou "ALTO/BAIXO", isto é, não representa uma contínua variação de quantidade.
- Chave (Switch)
Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos, manualmente ou automaticamente. Neste
caso deverá ser atuado diretamente pela variável de processo ou seu sinal representativo e, sua saída poderá ser
utilizada para acionar alarmes, lâmpadas pilotos, intertravamentos ou sistemas de segurança
- Configurável
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Simbologia ISA e outras Notas de estudo em PDF para Mecatrônica, somente na Docsity!

NORMAS E SIMBOLOGIAS DE INSTRUMENTAÇÃO

1 INTRODUÇÃO

A norma ANSI/ISA-S5.1-1984 (R1992) Instrumentation Symbols and Identification foi concebida para ser uma

padronização de simbologia e identificação de instrumentos e equipamentos de processo, sendo atualmente sua

abrangência a nível mundial.

Esta Norma éutilizada na elaboração dos seguintes documentos:

− Fluxogramas de processo e mecânico;

− Diagramas de sistemas de instrumentação;

− Especificações, listas de instrumentos;

− Identificação de instrumentação e funções de controle.

Para os Fluxogramas de Processo admite-se uma simplificação na utilização dos símbolos gráficos

recomendados por esta Norma.

2 DEFINIÇÕES

Para entendimento da Norma são utilizadas as seguintes definições:

  • Acessível (Accessible)

Termo aplicado a um dispositivo ou função programada que poderá ser visto ou utilizado pelo operador com o

propósito de acompanhamento do processo ou atuação em ações de controle.

  • Alarme

Indicação da existência de uma condição anormal por meio de um sinal sonoro, visual ou de ambos.

  • Atrás do Painel (Behind the panel)

Termo aplicado a instrumentos inacessíveis ao operador e que normalmente estão localizados no interior do painel

ou em armários separados.

  • Binário (Binary)

Termo aplicado a um dispositivo ou sinal que tem somente 2 posições ou estados. Quando usado na sua forma

mais simples, como em "SINAL BINÁRIO" (oposto a "SINAL ANALÓGICO"), o termo representa os estados

"LIGA/DESLIGA" ou "ALTO/BAIXO", isto é, não representa uma contínua variação de quantidade.

  • Chave (Switch)

Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos, manualmente ou automaticamente. Neste

caso deverá ser atuado diretamente pela variável de processo ou seu sinal representativo e, sua saída poderá ser

utilizada para acionar alarmes, lâmpadas pilotos, intertravamentos ou sistemas de segurança

  • Configurável

Termo aplicado a um dispositivo ou sistemas cuja estrutura ou característica funcional poderão ser selecionada ou

rearranjada através de programação ou outros métodos. O conceito exclui rearranjo de fiação como meio de

alterar a configuração.

  • Comutável Logicamente (Assignable)

Termo aplicado a uma característica que permite logicamente o direcionamento de um sinal de um dispositivo

para outro sem a necessidade de comutação manual, ligação provisória ou mudança na fiação.

  • Controlador (Controller)

Dispositivo que tem por finalidade manter em um valor pré-determinado, uma variável de processo. Esta atuação

poderá ser feita manual ou automaticamente, agindo diretamente na variável controlada ou indiretamente através

de outra variável, chamada de variável manipulada.

  • Controlador Multi-Malha (Compartilhado)

Controlador com algorítmos pré-programados que são usualmente acessíveis, configuráveis e comutáveis

logicamente, contendo várias entradas e saídas, capaz de controlar simultaneamente diversas malhas de

controle.

  • Controlador Programável (Programable Logic Controller)

Controlador com múltiplas entradas e saídas, que contém um programa que poderá ser configurado.

  • Conversor (Converter)

Dispositivo que emite um sinal de saída padronizado modificado (ex.: 4-20 mA, 1-5Vcc, 0~10Vcc), em relação à

natureza do correspondente sinal de entrada, também padronizado.

O instrumento que converte o sinal de um sensor para um sinal padronizado deverá ser designado como

transmissor. Dessa forma na malha de temperatura o componente ligado ao elemento primário (TE) deverá ser

designado como transmissor (TT) e não como conversor (TY).

  • Digital

Designação aplicada a dispositivos ou sinais que utilizem dígitos binários para representar valores contínuos ou

estados discretos.

  • Elemento Final de Controle (Final Control Element)

Dispositivo que altera diretamente o valor da variável manipulada de uma malha de controle.

  • Elemento Primário ou Sensor

Parte de uma malha ou de um instrumento que primeiro sente o valor da variável de processo e que assume um

estado ou sinal de saída, pré-determinado e inteligível, correspondente ao valor da variável de processo.

  • Estação de Controle (Control Station)

É uma estação manual de controle provida de chave de transferência de controle manual para automático e vice-

versa. É também conhecida como estação seletora auto-manual. Como extensão, podemos dizer que a interface

homem-máquina de um sistema de controle distribuído pode ser considerada como uma Estação de Controle.

  • Relé (Relay)

Dispositivo que conecta, desconecta ou transfere um ou mais circuitos, automaticamente, não atuado diretamente

pela variável de processo ou seu sinal representativo, isto é, atuado por chaves, controladores de duas posições

ou outros relés.

  • Sistema de Controle Distribuído (Distributed Control System)

Sistema que embora funcionalmente integrado, consiste de subsistemas que poderão estar fisicamente

separados e montados remotamente um do outro, obedecendo a uma hierarquia configurável.

  • Transmissor (Transmiter)

Dispositivo que sente uma variável de processo por meio de um elemento primário e que produz uma saída cujo

valor é geralmente proporcional ao valor da variável de processo. O elemento primário poderá ser ou não parte

integrante do transmissor.

  • Válvula de Controle (Control Valve)

Dispositivo que manipula diretamente a vazão de um ou mais fluídos de processo. Não deverão ser consideradas

as válvulas manuais de bloqueio e as válvulas de retenção auto-atuadas. A designação de válvula de controle

manual deverá ser limitada a válvulas atuadas manualmente que são usadas para regulagem de vazões de fluídos

de processo ou necessitem de identificação como instrumento.

  • Variável Diretamente Controlada

Variável cujo valor medido origina um sinal de modo a originar um controle de "feedback".

  • Variável Manipulada

Quantidade ou condição que varia em função do sinal de erro para mudar o valor de uma variável controlada.

  • Variável de Processo

Qualquer propriedade mensurável de um processo.

  • Varredura

Função que consiste em amostrar, intermitentemente, de uma maneira pré-determinada cada uma das variáveis

de um grupo. Normalmente, a finalidade de dispositivos com varredura é indicar o estado ou valor de variáveis,

porém poderão estar associados a outras funções tais como registro e alarme.

3 IDENTIFICAÇÃO (TAG NUMBER)

Cada instrumento ou função programada deverá ser identificado por um conjunto de letras que o classifica

funcionalmente e por um conjunto de algarismos que indica a malha a qual pertence o instrumento ou função

programada, obedecendo a seguinte estrutura:

3.1 Identificação Funcional

3.1.1 A identificação funcional deverá ser formada por um conjunto de letras cujo significado está indicado na

Tabela do Anexo I. O 1º Grupo de Letras identificará a variável medida ou iniciadora e o 2º Grupo de Letras

identificará as funções do instrumento ou função programada.

3.1.2 A identificação funcional deverá ser estabelecida de acordo com a função do instrumento ou função

programada e não de acordo com sua construção. Assim, um registrador de pressão diferencial usado para

registro de vazão deverá ser identificado por FR. Um indicador de pressão e um pressostato conectado à saída de

um transmissor de nível deverão ser identificados respectivamente como LI e LS.

3.1.3 O 2º Grupo de Letras identifica as funções do instrumento ou função programada, que poderão ser:

− função passiva - elemento primário, orifício de restrição, poço;

− função de informação - alarme, indicador, registrador;

− funções ativa ou de saída - controlador, transmissor, chave.

3.1.4 Algumas letras poderão ser utilizadas como modificadoras. A letra modificadora altera ou complementa o

significado da letra precedente.

3.1.5 A seleção das letras de identificação deverá estar de acordo com a Tabela do

Anexo I, como segue:

(a) Variável medida ou iniciadora: 1ª letra (ex.: Pressão - P);

(b) Modificadora da variável medida ou iniciadora, quando necessário. (ex.: Diferencial - D);

(c) Funções passiva ou de informação, em qualquer ordem entre si. (ex.: Alarme - A);

(d) Modificadora das funções, quando necessário. (ex.: Baixo - L).

3.1.6 Dispositivo com Funções Múltiplas

Deverão ser representados nos fluxogramas tantos símbolos quantos forem as variáveis medidas, saídas e/ou

funções.

Assim, por exemplo, um controlador de temperatura com uma chave deverá ser representado por dois círculos

tangentes, e identificado com TIC-3 e o outro com TSH-3.

3.1.7 A identificação funcional deverá ser composta de no máximo 4 letras. Dentro deste limite, recomenda-se

ainda, usar o mínimo de letras, adotando os seguintes procedimentos:

(a) para instrumentos com funções múltiplas, as letras poderão ser divididas em subgrupos conforme estabelece

o item 3.1.6;

(b) no caso de um instrumento com indicação e registro da mesma variável, a letra I poderá ser omitida.

3.1.8 Todas as letras da identificação funcional deverão ser maiúsculas.

3.2 Identificação da Malha

3.2.1 Complementando a identificação funcional, cada instrumento deverá receber um número que identificará a

malha a qual ele pertence. Este número deverá ser comum a todos instrumentos que compõem uma mesma

malha.

3.2.2 Um instrumento que pertence a duas malhas deverá receber o número da malha principal; nos casos em

que não for conveniente caracterizar uma das malhas como principal, o instrumento poderá ser numerado

considerando-o integrante de uma nova malha.

4.6 As fontes de suprimento elétrico, pneumático ou outras poderão ser omitidas, a não ser que a sua

representação seja essencial para se entender a operação de um instrumento ou malha de controle.

4.7 De um modo geral apenas uma linha de sinal é suficiente para representar as interconexões entre dois

instrumentos, embora fisicamente, tais interconexões se façam através de várias linhas.

4.8 A seqüência em que os instrumentos ou funções programadas de uma malha são conectados num

fluxograma, deverão refletir, a lógica funcional, podendo ou não corresponder à seqüência das conexões físicas.

4.9 Os Fluxogramas de Engenharia deverão mostrar todos os componentes essenciais de um processo, mas

poderão diferir de usuário para usuário quanto à quantidade de detalhes não essenciais a serem implementados.

4.10 Os anexos XI e XII foram escolhidos para representar exemplos típicos de utilização dos símbolos gráficos.

5 TABELAS

A finalidade das tabelas é apresentar o conjunto de caracteres padronizados e símbolos indicadores de funções

utilizadas na norma.

5.1 Tabela de Letras de Identificação (ANEXO I)

5.1.1 Apresenta o significado das letras de identificação, utilizadas na identificação funcional, de acordo com o

item 3.1.

5.1.2 Notas Complementares da Tabela de Letras de Identificação:

Nota 1 – Letras definidas como “escolha do usuário” (user´s choice) destina-se a cobrir significados não cobertos

pela tabela, que posem ser utilizados em um, projeto particular.

Nota 2 - A letra “X” que serve para representar variáveis não previstas devido ao uso pouco freqüente.

Nota 3 - Os termos “ALTO (H)” e “BAIXO (L)”, quando utilizados para indicar a posição de válvulas e outros

equipamentos como aberto e fechado são definidas como:

− ALTO (H) - indica que a válvula está ou aproxima-se da posição totalmente aberta;

− BAIXO (L) - indica que a válvula está ou aproxima-se da posição totalmente fechada.

Nota 4 - As letras modificadoras de função “L” ou “H” quando repetidas, representam a graduação de valores de

uma variável em uma mesma malha.

Ex.: HH - muito alto

LL - muito baixo

Nota 5 - Quando uma "lâmpada piloto" é parte de uma malha de instrumentos deverá ser designada por uma

"primeira letra" seguida pela "letra-subsequente" L. Por exemplo, uma "lâmpada piloto" que indica um período de

tempo esgotado poderá ser identificada como KL. Entretanto se é desejado identificar uma "lâmpada piloto" que

não é parte de uma malha de instrumentos, esta deverá ser designada por uma simples letra L. Por exemplo, a

luz que indica a operação de um motor elétrico deverá ser designada com EL, assumindo que voltagem é a

variável de medida.

5.2 Tabela de Combinação de Letras de Identificação Típica (Anexo II)

Apresenta um conjunto de combinações típicas, a partir da sistemática estabelecida na Tabela de Identificação de

Letras (Anexo I).

5.3 Tabela de Funções (Anexo III)

É uma adaptação dos símbolos da SAMA PMC 22.1-1981. Os blocos de função poderão ser representados nos

diagramas, nas seguintes maneiras:

(a) representando o instrumento ou função programada interligando diretamente na malha como em fluxogramas

conceptuais;

(b) representando a função matemática adjacente ao símbolo do instrumento ou função programada como em

fluxogramas de engenharia;

(c) uma combinação dos itens anteriores nos casos de instrumentos de funções múltiplas onde os blocos de

funções e o símbolo do instrumento que as contém são contíguos podendo as linhas de sinal entrar ou sair de

qualquer um deles.

6 DESENHOS

A finalidade dos desenhos apresentados nos Anexos IV a X será padronizar os símbolos utilizados nos

documentos de projeto de instrumentação. Os Anexos XI a XII mostram exemplos de aplicação.

6.1 Os títulos Fluxograma Complexo e Fluxograma Detalhado, dos Anexos XI e XII, representam uma utilização

típica dos tipos de sinais dos símbolos gráficos detalhados e de identificação completa.

6.2 Símbolos Binários

6.2.1 O Anexo IV, Símbolos de Linha para Instrumentação apresenta nos itens 11 e 12 uma opção para a

representação dos sinais binários, para aplicações onde haja necessidade de distinção entre sinais analógicos e

binários.

6.2.2 Quando for utilizada a opção pelos símbolos binários, deve-se manter a consistência para os sinais

elétricos apresentados como alternativa.

6.2.3 Quando se utilizar a linha tracejada para sinal elétrico, deve-se usar a linha tracejada com barras para o

sinal elétrico binário.

7 ANEXOS

7.1 - ANEXO I - Tabela de Letras de Identificação (1 folha);

7.2 - ANEXO II - Tabela de Combinação Letras de Identificação Típicas (1 folha);

7.3 - ANEXO III - Tabela de Funções (3 folhas);

7.4 - ANEXO IV - Símbolos de Linha para Instrumentação (1 folha);

7.5 - ANEXO V - Símbolos Gerais Instrumentos ou Funções Programadas

(1 folha);

7.6 - ANEXO VI - Símbolos de Corpo de Válvulas (1 folha);

7.7 - ANEXO VII - Símbolos de Atuadores (1 folha);

7.8 - ANEXO VIII - Símbolos de Ação de Atuadores na Falta de Energia (1 folha);

ANEXO I

TABELA DE LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO

1º GRUPO DE LETRAS 2º GRUPO DE LETRAS

VARIÁVEL MEDIDA OU INICIADORA FUNÇÃO

LETRAS 1ª LETRA MODIFICADORA PASSIVA OU DE

INFORMAÇÃO

ATIVA OU DE SAÍDA MODIFICADORA

A ANÁLISE ALARME

B CHAMA

C ESCOLHA DO

USUÁRIO

CONTROLADOR

D ESCOLHA DO

USUÁRIO

DIFERENCIAL

E TENSÃO SENSOR (ELEMEN-

TO PRIMÁRIO)

F VAZÃO RAZÃO

G ESCOLHA DO

USUÁRIO

VISOR

H COMANDO

MANUAL

ALTO

I CORRENTE

ELÉTRICA

INDICADOR

J POTÊNCIA

VARREDORA OU

SELEÇÃO MANUAL

K

TEMPO OU

TEMPORIZAÇÃO

TAXA DE

VARIAÇÃO COM O

TEMPO

ESTAÇÃO DE

CONTROLE

L NÍVEL LÂMPADA PILOTO BAIXO

M ESCOLHA DO

USUÁRIO

INSTANTÂNEO MÉDIO OU INTER-

MEDIÁRIO

N ESCOLHA DO

USUÁRIO

ESCOLHA DO

USUÁRIO

ESCOLHA DO

USUÁRIO

ESCOLHA DO

USUÁRIO

O ESCOLHA DO

USUÁRIO

ORIFÍCIO DE

RESTRIÇÃO

P PRESSÃO, VÁCUO CONEXÃO PARA

PONTO DE TESTE

Q QUANTIDADE OU

EVENTO

INTEGRAÇÃO OU

TOTALIZAÇÃO

R RADIAÇÃO REGISTRADOR OU

IMPRESSORA

S VELOCIDADE OU

FREQUÊNCIA

SEGURANÇA CHAVE

T TEMPERATURA TRANSMISSOR

U MULTIVARIÁVEL MULTIFUNÇÃO MULTIFUNÇÃO MULTIFUNÇÃO

V

VIBRAÇÃO,

ANÁLISE

MECÂNICA

VÁLVULA OU

DEFLETOR

(DAMPER OU

LOUVER)

W PESO OU FORÇA POÇO OU PONTA

DE PROVA

X NÃO

CLASSIFICADA

EIXO X NÃO

CLASSIFICADA

NÃO

CLASSIFICADA

NÃO

CLASSIFICADA

Y

ESTADO,

PRESENÇA OU

SEQUÊNCIA DE

EVENTOS

EIXO Y RELÉ, RELÉ DE

COMPUTAÇÃO,

CONVERSOR OU

SOLENÓIDES

Z

POSIÇÃO EIXO Z ELEMENTO FINAL

DE CONTROLE

N/CLASSIFICADO

ANEXO II

TABELA DE COMBINAÇÃO DE LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO (I)

TABELA DE FUNÇÕES

SÍMBOLO DEFINIÇÃO

SELEÇÃO

ENTRADA.

ENTRADA ELEVADA A

PRODUTO DA ENTRADA POR

TEMPO OU É IGUAL A

TEMPO SOZINHA.

DAS ENTRADAS.

UMA VARIÁVEL FUNÇÃO DO

DAS ENTRADAS.

ENTRE A ENTRADA E O

VALOR LIMITE SUPERIOR.

ENTRE A ENTRADA E O

VALOR LIMITE INFERIOR.

PROPORCIONAL A ENTRADA.

ENQUANTO A TAXA DE

VARIAÇÃO ANGULAR DA

ENTRADA NÃO EXCEDER A UM

VALOR LIMITE. DESDE QUE

EXCEDA, A SAÍDA ASSUMIRÁ

EXPONENCIAÇÃO

FUNÇÃO

OU

TEMPO

SELEÇÃO

DE

ALTA

DE

BAIXA

LIMITE

SUPERIOR

LIMITE

INFERIOR

INVERSAMENTE

PROPORCIONAL

LIMITE DA

TAXA DE

NO TEMPO

FUNÇÃO EQUAÇÃO MATEMÁTICA

NÃO LINEAR

NÃO ESPECÍFICA

VARIAÇÃO

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

A SAÍDA É IGUAL A

ENÉZIMA POTÊNCIA.

A SAÍDA É IGUAL A UMA

FUNÇÃO, NÃO LINEAR OU

NÃO ESPECÍFICA DA

A SAÍDA É IGUAL AO

VARIÁVEL FUNÇÃO DO

A SAÍDA É IGUAL A MAIOR

A SAÍDA É IGUAL A MENOR

A SAÍDA É O MENOR VALOR

A SAÍDA É O MAIOR VALOR

A SAÍDA É INVERSAMENTE

A SAÍDA É IGUAL A ENTRADA

A TAXA ESTABELECIDA COMO

LIMITE, ATÉ QUE SE IGUALE

A ENTRADA.

TABELA DE FUNÇÕES

SÍMBOLO DEFINIÇÃO

MONITOR

DE

FUNÇÃO EQUAÇÃO MATEMÁTICA

CONVERSÃO

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

POLARIZAÇÃO

SINAL

ENTRADA=SAÍDA NENHUMA

A SAÍDA É IGUAL A ENTRADA

MAIS (OU MENOS) UM VALOR

ARBITRÁRIO CONSTANTE.

A NATUREZA DO SINAL DE

SAÍDA É DIFERENTE DO SINAL

DE ENTRADA

E-TENSÃO

I-CORRENTE

P-PNEUMÁTICO

A-ANALÓGICO

D-DIGITAL

Q-ELETROMAGNÉTICO,

B-BINÁRIO

H-HIDRÁULICO

R-RESIST.ELÉTRICA

A SAÍDA TEM ESTADOS DISCRETOS

QUE DEPENDEM DA ENTRADA.

QUANDO A ENTRADA EXCEDE

(OU TORNA-SE MENOR QUE) UM

VALOR LIMITE ARBITRÁRIO, A

SAÍDA MUDA DE ESTADO.

(ENERGIZADO)

(BIAS)

(ENERGIZADO)

(AMBAS AS SAÍDA INATIVAS OU DESENERGIZADAS)

CÓDIGOS USADOS:

d

n NÚMERO DE ENTRADAS ANALÓGICAS OU VALOR DE EXPOENTE

To TEMPO DERIVATIVO

X "N" ENTRADAS DE VARIÁVEIS ANALÓGICAS

t VALOR DE BIAS ANALÓGICO

H VALOR ARBITRÁRIO DE LIMITE SUPERIOR ANALÓGICO

L VALOR ARBITRÁRIO DE LIMITE INFERIOR ANALÓGICO

M SAÍDA DE VARIÁVEL ANALÓGICA

t TEMPO

X ENTRADA DE VARIÁVEL ANALÓGICA

LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO

ESTADO 1 X < H

ESTADO 2 X > H

ESTADO 1 X < L

ESTADO 2 X > L

ESTADO 1 X < L

ESTADO 2 L < X < H

ESTADO 3 X > H

(PRIMEIRA SAÍDA M1,ENERGIZADA)

(SEGUNDA SAÍDA M2,ENERGIZADA)

dt

T

I

(ANEXO I)

TAXA DE INTEGRAÇÃO

DERIVADA EM RELAÇÃO AO TEMPO

SÔNICO

SÍMBOLOS GERAIS PARA INSTRUMENTOS OU FUNÇÕES PROGRAMADAS

LOCALIZAÇÃO

TIPO

LOCAÇÃO PRINCIPAL NOR-

MALMENTE ACESSÍVEL AO

OPERADOR (1)

MONTADO NO CAMPO

LOCAÇÃO AUXILIAR NORMAL-

MENTE ACESSÍVEL AO

OPERADOR (1) (2)

MD 1(3)

CO 2(3)

INSTRUMENTOS DISCRETOS

INSTRUMENTOS

COMPARTILHADOS

COMPUTADOR DE

CONTROLADOR

PROGRAMÁVEL

NOTA:

(1) LOCAÇÃO PRINCIPAL CORRESPONDE NORMALMENTE, PARA INSTRUMENTOS DISCRETOS, AO PAINEL CENTRAL.

ANALOGAMENTE LOCAÇÃO AUXILIAR CORRESPONDE AO PAINEL LOCAL OU CASA DE CONTROLE DEDICADA

A UM CONJUNTO DE FUNÇÕES ESPECÍFICAS DE UM SISTEMA DE PROCESSO.

(2) OS DISPOSITIVOS OU FUNÇÕES PROGRAMADAS, NORMALMENTE INACESSÍVEIS OU "ATRÁS DO PAINEL" DEVEM

SER DESENHADOS USANDO O MESMO SÍMBOLO MAS COM A LINHA HORIZONTAL CENTRAL TRACEJADA.

(3) QUANDO NECESSÁRIO ESPECIFICAR A LOCALIZAÇÃO DO INSTRUMENTO OU FUNÇÃO PROGRAMADA PODEM

SER UTILIZADAS ABREVIATURAS JUNTO AO SÍMBOLO GRÁFICO, TAIS COMO:

(A) MD 1: MÓDULO Nº 1.

(B) CO 2: CONSOLE DE OPERAÇÃO Nº 2.

PROCESSO

ANEXO V

SÍMBOLOS DE CORPO DE VÁLVULAS

GERAL

BORBOLETA(OPCIONAL)

TRÊS VIAS

QUATRO VIAS (USUAL PARA COMUTAÇÃO DE SINAIS PNEUMÁTICOS)

DIAFRAGMA

ANGULAR (OPCIONAL)

ESFERA (OPCIONAL)

QUATRO VIAS (USO GERAL)

NÃO CLASSIFICADAS

NO RETÂNGULO)

(O TIPO DO CORPO DEVE SER INDICADO

DEFLETORA ("DAMPER" OU "LOUVER")

NOTA:

1 2

3 4

(^5 )

7 8

9 10

(1) ADJACENTES AOS SÍMBOLOS DOS CORPOS DAS VÁLVULAS PODEM SER DADAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS.

11

GLOBO

1/

ANEXO VI

SÍMBOLOS DE AÇÃO DOS ATUADORES (1) NA FALTA DE ENERGIA (2)

ABRE FECHA

ABRE O CAMINHO A-B

MANTÉM A ÚLTIMA POSIÇÃO

DO ATUADOR

ABRE O CAMINHO A-B e C-D

QUALQUER POSIÇÃO DO

ATUADOR

NOTA:

(1) OS SÍMBOLOS DE AÇÃO DOS ATUADORES APRESENTADOS SERVEM APENAS PARA ILUSTRAÇÃO, PODENDO

SER REPRESENTADO COM QUALQUER TIPO DE ATUADOR QUE SEJA COMPATÍVEL COM O CORPO DA VÁLVULA.

(2) AS REPRESENTAÇÕES DAS AÇÕES DOS ATUADORES, NA FALTA DE ENERGIA, SÃO AS MESMAS DEFINIDAS

USUALMENTE PELA EXPRESSÃO "CONDIÇÃO DE PRATELEIRA" ("SHELF POSITION").

(3) COMO ALTERNATIVA PARA AS FLECHAS E BARRAS, PODEM SER EMPREGADAS AS SEGUINTES ABREVIAÇÕES:

FA ("FALHA ABRE") - ABRE NA FALHA DE ENERGIA;

FF ("FALHA FECHA") - FECHA NA FALHA DE ENERGIA;

FE ("FALHA ESTACIONÁRIA") - MANTÉM A ÚLTIMA POSIÇÃO DO ATUADOR APÓS A FALHA DE ENERGIA;

FI ("FALHA INDETERMINADA") - VAI PARA QUALQUER POSIÇÃO APÓS A FALHA DE ENERGIA.

A

D C

B

ANEXO VIII

SÍMBOLOS DE ELEMENTOS PRIMÁRIOS DE VAZÃO

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

M

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

FE

SÍMBOLO GERAL PARA

ELEMENTOS PRIMÁRIOS

DE VAZÃO. EXPRESSÕES

TAIS COMO: ESCOAMENTO

LAMINAR,VAZÃO MÁSSICA

ETC..PODEM SER

ACRESCENTADAS.

PLACA DE ORIFÍCIO

COM TOMADAS NO

FLANGE OU NO CANTO

DISPOSITIVO PARA

TROCA RÁPIDA DE

PLACAS DE ORIFÍCIO

TUBO VENTURI

CANAL ABERTO

TIPO TURBINA

MEDIDOR DE VAZÃO

MEDIDOR DE VAZÃO

TIPO DESLOCAMENTO

POSITIVO

SENSOR TIPO ALVO

(TARGET)

MEDIDOR DE VAZÃO

TIPO MAGNÉTICO

MEDIDOR DE VAZÃO

TIPO SÔNICO

BOCAL DE VAZÃO

SENSOR DE VORTICE

(VORTEX)

MEDIDOR DE VAZÃO TIPO

ÁREA VARIÁVEL

VERTEDOR

TUBO PITOT DE MÉDIA

(ANNUBAR)

TUBO PITOT SIMPLES OU

TUBO PITOT-VENTURI

PLACA DE ORIFÍICIO COM

TOMADAS NA VENA

CONTRACTA

CONEXÕES PARA TESTE

TIPO TOMADA OU NO

CANTO ("CORNER TAPS")

SEM PLACA DE ORIFÍCIO

VC

ANEXO IX