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Instrumentação cap 6, Notas de estudo de Tecnologia Industrial

Sensores de Posição/Deslocamento

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 11/05/2009

fausto-sampaio-7
fausto-sampaio-7 🇧🇷

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Instrumentação e Controle Capitulo 06 Sensores de Posição /Deslocamento
77
Índice
6 - POSIÇÃO / DESLOCAMENTO:
________________________________
______
78
6.1 - SENSOR DE PROXIMIDADE INDUTIVO
______________________________
78
6.1.3 - Precauções
________________________________
_______________________________
80
6.1.4 - Características Gerais
________________________________
80
6.1.5 - Aplicação
________________________________
_______________________________
80
6.2 - SENSORES DE PROXIMIDADE CAPACITIVO
_________________________
81
6.2.1 - Utilização
________________________________
_______________________________
82
6.2.2 - Aplicações
________________________________
_______________________________
82
6.3 – SENSORES DE CAMPO MAGNÉTICO
________________________________
84
6.4 - TRANSFORMADOR E
________________________________
_______________
85
6.5 - SYNCRO
________________________________
___________________________
86
6.6 - SENSOR POTENCIOMÉTRICO
________________________________
______
87
Se o potenciômetro é linear e r é proporcional a R, então:
_______________________
87
6.7 - ENCODERS
________________________________
_________________________
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6.7.1 Sensor Incremental Angular
________________________________
__________________
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6.7.2 - Sensor Incremental linear
________________________________
__________________
92
6.7.3 - Sensor Incremental linear magnético
________________________________
__________
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6.7.4 - Encoder absoluto
________________________________
__________________________
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6.7.5 Encoder absoluto multirevolução
________________________________
______________
96
6.7.6 Aplicações
________________________________
________________________________
96
6.8 ULTRASSÔNICO
________________________________
_____________________
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6.8 EXERCÍCIOS
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Índice

  • 6 - POSIÇÃO / DESLOCAMENTO: ______________________________________
    • 6.1 - SENSOR DE PROXIMIDADE INDUTIVO ______________________________
      • 6.1.3 - Precauções_______________________________________________________________
      • 6.1.4 - Características Gerais ______________________________________________________
      • 6.1.5 - Aplicação _______________________________________________________________
    • 6.2 - SENSORES DE PROXIMIDADE CAPACITIVO _________________________
      • 6.2.1 - Utilização _______________________________________________________________
      • 6.2.2 - Aplicações_______________________________________________________________
    • 6.3 – SENSORES DE CAMPO MAGNÉTICO ________________________________
    • 6.4 - TRANSFORMADOR E_______________________________________________
    • 6.5 - SYNCRO ___________________________________________________________
    • 6.6 - SENSOR POTENCIOMÉTRICO ______________________________________
    • Se o potenciômetro é linear e r é proporcional a R, então: _______________________
    • 6.7 - ENCODERS_________________________________________________________
      • 6.7.1 Sensor Incremental Angular __________________________________________________
      • 6.7.2 - Sensor Incremental linear __________________________________________________
      • 6.7.3 - Sensor Incremental linear magnético __________________________________________
      • 6.7.4 - Encoder absoluto__________________________________________________________
      • 6.7.5 Encoder absoluto multirevolução ______________________________________________
      • 6.7.6 Aplicações ________________________________________________________________
    • 6.8 ULTRASSÔNICO _____________________________________________________
    • 6.8 EXERCÍCIOS ________________________________________________________

Capítulo 06

6 - POSIÇÃO / DESLOCAMENTO:

6.1 - SENSOR DE PROXIMIDADE INDUTIVO

O princípio de funcionamento baseia-se na geração de um campo

eletromagnético de alta freqüência, que é desenvolvido por uma bobina

ressonante instalada na face sensora.

Figura 6.1- Princípio de funcionamento

A bobina faz parte de um circuito oscilador que em condição normal

(desacionada) gera um sinal senoidal. Quando um metal aproxima-se do

campo surgem correntes de superfície (Foulcault) que absorvem a energia do

campo, diminuindo a amplitude do sinal gerado no oscilador.

Figura 6.2 - Diagrama de blocos do circuito

acionamento pois depende de fatores como temperatura e o material a ser

detectado.

Figura 6.3 - Distancia sensora Figura 6.4 - Freqüência de comutação

6.1.3 - Precauções

Efeitos de metais e influência mútua: Quando o sensor for instalado num

painel metálico ou quando instalar duas ou mais unidades do mesmo sensor

frente a frente ou lado a lado, deixar distância mínima, como mostrado no

quadro abaixo, para que o sensor seja acionado somente pelo objeto a ser

detectado.

Figura 6.5 - Influência mútua

6.1.4 - Características Gerais

∠ Não possuem peças móveis e atuam sem contato físico;

∠ São totalmente vedados com resina epoxi, tornando possível o uso em

água óleo, poeira, etc.;

∠ Tem grande precisão na repetição do ponto de comutação (repetibilidade);

∠ Substituem com vantagens as chaves fim-de-curso e micro-chaves.

6.1.5 - Aplicação

Os detetores de proximidade são concebidos para efetuar:

  • controle de presença ou ausência, fim de curso.
  • detecção de passagem, de posicionamento.
  • contagem de peças.

Sua utilização é particularmente recomendada quando:

  • velocidade de ataque e funcionamento são elevadas.
  • condições ambientais severas, presença de poeira, óleo de corte, agentes

químicos, umidade, vapores, choques e vibrações.

  • peças a detectar são de pequenas dimensões ou frágeis.
  • associados a um automatismo estático.

Os detetores de proximidade são freqüentemente utilizados em:

  • máquinas de montagem, máquinas operatrizes, sistemas de usinagem e

prensas.

  • máquinas de embalagem, transporte e armazenagem

Figura 6.6 - Aplicações

6.2 - SENSORES DE PROXIMIDADE CAPACITIVO

Os sensores capacitivos foram desenvolvidos para atuarem com a

aproximação de materiais orgânicos, plásticos, pós, madeiras, vidros, líquidos,

papéis, além de metais etc.

Seu funcionamento baseia-se na variação

do dielétrico do meio em que a região de

sensibilidade está atuando, sendo assim, a

distância sensora varia de acordo com a massa e

o tipo de material a ser detectado. Devido a esta

característica, há modelos com trimpot externo que

permite também para regular a sensibilidade de

modos a detectar certos materiais através de

outros. Os modelos fixos são totalmente vedados,

ideais para operar em locais com líquidos, e

possuem a distância sensora especificada para

água. Para outros dielétricos temos que considerar

o fator de redução; Figura 6.7 – Sensor Indutivo

Folhas de dados (Data-Sheet) :

OMRON

SENSOR DE PROXIMIDADE CAPACITIVO E2K-X

Sensor de proximidade capacitivo cilíndrico

∠ Detecção de quase todos os tipos de objetos metálicos e não metálicos,

incluindo vidro, madeira, água, óleo e plástico.

∠ Disponíveis em três modelos cilíndricos rosqueados (M12, M18 e M30 que

facilitam a instalação).

∠ Todos os modelos dispõem de indicador de operação (Led que facilitam o

controle).

∠ Distância de detecção fixa (M12...4mm, M18...8mm, M30...15mm) não

necessitando de ajuste de sensibilidade.

Modelo

E2K-

X4ME(F)

E2K-

X8ME(F)

E2K-

X15ME(F)

E2K-

X4MY_

E2K-

X8MY_

E2K-

X15MY_

Tensão nominal

10 a 30 VDC, Ripple (p-p): +/- 20% máx. 90 a 250 VAC, 50/60 Hz

Consumo

8mA a 12 VDC, 15mA a 24 VDC 22mA a 200 VAC

Objeto detectável Condutores e dielétricos

Distância de detecção (Sr) Sn +/- 10%

Sensibilidade fixa

Histerese 4 a 20% da distância de detecção

Freqüência máx. de operação

100Hz 10Hz

Indicadores Operação (Led vermelho)

Proteção no circuito

Contra inversão de polaridade

Grau de

IEC 144 IP

Proteção

NEMA 1,3,4x,

Material do corpo Plástico

Temperatura de operação -25 a 70ºC -10 a 55ºC -25 a 70ºC

-10 a 55ºC

Diagrama do circuito de saída

NPN (E2K-X

ME

) PNP (E2K-X

MF

) Tipo AC (E2K-X

MY

6.3 – SENSORES DE CAMPO MAGNÉTICO

Estes dispositivos se baseiam no uso de campos magnéticos e

convertem esse campo em um sinal elétrico. Estes sensores podem ser:

Eletrônicos e a Ampola Reed.

Sensores de campo magnético (MFS), a partir de uma chave Reed e um

ímã permanente são relativamente simples e podem ser facilmente fabricados.

O ímã pode ser parte do objeto a ser detectado ou fazer parte do dispositivo do

sensor. O dispositivo é projetado de modo que a presença do objeto na região

do sensor complete o circuito magnético e ative a chave.

Os sensores eletrônicos se baseiam no efeito Hall (Efeito

galvamagnético). Os sensores de Hall são dispositivos semicondutores cujo

comportamento elétrico pode ser influenciado por um campo magnético.

Nos sensores de efeito Hall se observa que, quando um condutor plano

atravessado por uma corrente elétrica é colocado em um campo magnético

cuja linhas de fluxo estão perpendicular a superfície do condutor , os elétrons

da corrente elétrica são deslocados lateralmente (lei de Lorentz) fazendo um

angulo reto em relação a direção da corrente.

Figura 6.9 - Efeito HallFigura Figura 6.10 - Sensor eletrônico de efeito Hall

A diferença de potencial [chamada de tensão de Hall (Uh) que esse

efeito produz é diretamente proporcional à intensidade do campo (B), à

corrente elétrica (I) e a relação entre o coeficiente de Hall (Rh) e a espessura

(d). A tensão de Hall é dada por:

Uh = (Rh/d). I. B

Figura 6.13 - Detalhes de fabricação um LVDT comercial

Como características principais do LVDT são: Linearidade e

sensibilidade que é dada em Volts/mm (em torno de 50mV/mm).

6.5 - SYNCRO

O termo Syncro está associado ao fato destes transdutores serem

construtivamente semelhantes às maquinas síncronas. Os syncros pertencem

a uma categoria de componentes eletromagnéticos, cujo o objetivo principal é

de transmitir, receber ou converter dados angulares. O syncro se comporta tal

um motor (ou gerador) síncrono, ou seja, um transformador rotativo onde o

primário é o rotor (dotado da bobina de excitação), e o secundário é o estator

(dotado de três bobinas interligadas em Y defasadas de 120 graus).

Figura 6.14 – Componentes de um motor síncrono

Variando a posição angular do rotor em relação ao estator, varia o

acoplamento magnético entre os enrolamentos do estator e do rotor, logo as

tensões induzida em cada fase varia junto. Desta forma é transformado a

variação de uma posição angular, em uma variação de uma grandeza elétrica,

ou seja a tensão no secundário.

A aplicação mais encontrada para o syncro é o par transmissor/receptor

que é mostrado na figura 6.14. Nesta caso, o receptor terá seu secundário

alimentado por uma tensões induzidas no secundário do transmissor, com

valores proporcionais a posição do rotor, logo a posição do receptor seguirá

aquela determinada pelo transmissor. Esse tipo de aplicação é utilizada em

indicadores de posição do vento e indicadores de posição da pinça de

guindastes portuários.

Figura 6.15 - Esquema de funcionamento de um par syncro

6.6 - SENSOR POTENCIOMÉTRICO

Os potenciômetros são constituídos de um elemento resistivo do qual se

movimenta um cursor onde vem aplicada uma tensão de entrada Vi; a tensão

de saída Vu é determinada pela distância do cursor à outra extremidade do

cursor. Este ao ser atravessado por uma corrente do circuito, implica em uma

queda de tensão dada pela fórmula:

Vu = r ×× Vi /R

Se o potenciômetro é linear e r é proporcional a R, então:

R = k × L r = k × X => Vu = X × Vi/L

Se o potenciômetro é do tipo angular, o ângulo θθ corresponde a posição

do cursor e o ângulo φφ corresponde ao valor total do cursor. Logo a queda de

tensão é determinada pela fórmula:

r = K ×× θθ

R = K

×× φφ

=> Vu = θθ ××

Vi/ φφ

Figura 6.17 - Potenciômetros angulares típicos

Uma das formas de se implementar um sensor de posição/deslocamento

utilizando potenciômetros angulares, é construindo um circuito em ponte

usando um par de potenciômetros como na figura abaixo:

Figura 6.18 Aplicação do sensor potênciometrico

O funcionamento deste arranjo acontece da seguinte forma: em dos

cursores(P1) é estabelecida a posição desejada do sistema(set-point), o outro

cursor(P2) é acoplado mecanicamente a parte do sistema onde se deseja ter a

posição controlada (por exemplo um rotor de motor), desta forma a diferença

entre as posições dos dois cursores é convertida em uma tensão de erro, cujo

valor é a diferença entre as tensões estabelecidas pelos cursores de cada

potenciômetro.

Abaixo temos o exemplo de um servomecanismo utilizando este sensor.

Seu objetivo é manter a carga numa posição fixa pré-determinada, obtida

através do cursor de Referência (P1), caso a posição da carga for alterada é

gerada uma tensão de erro(através do acoplamento mecânico no cursor de

erro-P2), que é amplificada e enviada ao motor, que moverá conforme valor e

polaridade da tensão de erro, até que a carga alcance a posição desejada.

Figura 6.19 - Aplicação do sensor potenciométrico

Figura 6.20 Detalhes construtivos do sensor potenciométrico angular

6.7 - ENCODERS

O deslocamento é uma das poucas grandezas que podem ser

transduzidas em saída digital com facilidade sem o uso de um conversor

analógico digital. Encoders são dispositivos eletromecânicos que convertem um

deslocamento angular em um trem de pulsos, ou seja, em uma palavra de n-

bits.

Há dois tipos de encoders: o tipo incremental e o tipo absoluto. Os

sensores incrementais medem o deslocamento somente em relação ao ponto

inicial de partida. Já os encoders absolutos medem o deslocamento em relação

a um ponto de referência interno fixo. Esse tipo de sensor representa o

deslocamento em incrementos codificados discretamente.

A maior desvantagem do encoder incremental de contato é que o

desgaste mecânico dos contatos limita o tempo de vida do encoder.

Num encoder incremental óptico figura (b) as aberturas ou buracos no

disco substituem as strips e a unidade sensitiva consiste em um LED

(combinação fototransístor ). Com a rotação do disco a luz do LED é detectada

pelo fototransístor quando a abertura é alinhada com o feixe de luz vinda do

LED, fazendo que a saída fique em nível lógico baixo( depende da

configuração do circuito). O resultado é um trem de pulsos.

Obs.: Com um sensor óptico incremental de uma única pista de marca é

impossível distinguir o sentido de rotação à partir dos pulsos fornecidos pelo

sensor. Por não ter contato mecânico o encoder óptico é mais confiável que

o de contato. No entanto, um problema comum aos dois é que se a

alimentação dos mesmos for interrompida, a informação é perdida.

6.7.2 - Sensor Incremental linear

Uma escala de cristal gravada, à prova de ranhuras e líquidos nocivos, ,

é a base de medição do transdutor. A graduação dessa escala é constituída

por um conjunto de traços e espaços de 40 μm de largura cada um com marca

de referência absoluta (marcador de pulsos0. A medição é realizada por uma

varredura de um facho de luz condensado na escala de cristal, que se encontra

alojada em perfil de alumínio, pelo deslocamento sobre a escala graduada de

cristal de um cabeçote sensor. Este possui uma máscara graduada e células

fotoelétricas. Com o movimento da escala em relação do sensor, os

fotoelementos emitem sinais. A luz, transformada pelos fotoelementos em

corrente elétrica (micro amperes), é conduzida através de um cabo flexível

blindado para o indicador digital. A lâmpada, com facho de luz condensado, é

fixada no carro do sensor embutido no perfil. A vida útil dessas lâmpada é de

100.000 horas.

Contando o número de pulsos, é obtido eletronicamente um valor

correspondente ao posicionamento, indicado no display do aparelho digital.

Os indicadores digitais transformam os sinais periódicos em pulsos

contadores.

Figura 6.22 - Sensor Incremental ótico linear

A fixação da escala de cristal ao perfil de alumínio é feita através de cola

elástica especifica. Além de funcionar como suporte da escala de cristal, essa

cola especifica proporciona a compensação das diferentes dilatações entre o

alumínio e o cristal, uma vez que:

  • cristal tem como característica básica a baixa dilatação;
  • com a elevação da temperatura, a colagem elástica do cristal ao alumínio

proporciona ao sistema de medição o mesmo coeficiente de dilatação

sofrido pelo ferro fundido, que é o material empregado na confecção da

máquina.

Assim, a escala de cristal reflete o mesmo coeficiente de dilatação da máquina.

O cabeçote sensor foi projetado em duas partes, com o objetivo de

facilitar sua montagem e garantir alta precisão em montagens com tolerância

aproximativas.

O captador principal de medição, composto de uma placa com

fotoelementos e máscara de contraste, está localizado num carro pequeno que

se desloca, através de rolamentos, dentro do perfil de alumínio que envolve a

escala de cristal. A ligação ao carro da máquina é feita através de fixação do

sensor. Esse, por sua vez, faz a conexão com o carro fotoelétrico através de

duas molas especiais, que absorvem todas as vibrações.

Tanto a escala de cristal como o cabeçote sensor do transdutor linear

tipo LS são complemente encapsulados (alumínio com vedações de borrachas

especiais e flexíveis na parte inferior), evitando penetrações de cavacos,

poeiras e líquidos.

6.7.3 - Sensor Incremental linear magnético

Figura 6.23 Transdutor Incremental Eletromagnético

número binário 1 e as em branco representam o 0. O LSB(2º) é associado para

trilha exterior e o MSB a trilha interior. Consequentemente, os 5 bits de código

associados com o setor representam todos os valores angulares dentro da

rotação daquele setor. Na ilustração, os 5 bits de código representam todos os

valores angulares dentro de posição de 11.25º. vide tabela.

Figura 6.25 - Exemplo de um encoder absoluto

Outros códigos binários naturais também ser usados para o disco de

encoder. Alguns dos códigos de 4 bits mais comumente utilizados são os

códigos 8421, o 2421, o código excesso de 3, o código Gray, entre outros.

saída. e x= 10

m

para m décadas do código BCD.

6.7.5 Encoder absoluto multirevolução

Os encoders multirevolução não detectam somente a sua posição, mas

também em que volta ele está. A posição dentro de uma revolução é obtida do

mesmo jeito que no encoder normal. Para distinguir o número de revoluções

são colocados imãs permanentes no disco, e a detecção é feita através de um

sensor hall.

Figura 6.26 - Exemplo de um encoder absoluto multirevolução

6.7.6 Aplicações

Os encoders tem uma linha de aplicações práticas: controle numérico de

máquinas operatrizes, impressoras, plotters X-Y, controle de posições de disco

de computador, servomecanismos, displays digitais, controle de posições

remotas, controle de posições de radar, etc..

6.8 ULTRASSÔNICO

O princípio de funcionamento baseia-se no envio e recepção de uma

onda ultrassônica. A principal aplicação é em objetos transparentes, nos quais

não se aplica o uso de sensores óticos.