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Tipologia: Exercícios
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Examine com atenção os enunciados abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta consideração INADEQUADA sobre eles.
I) Que adianta ser vegetariano e pesar 345 kg? (texto de publicidade de churrascaria, acompanhado da foto de um peixe-boi)
II) O que adianta a seleção brasileira de futebol ter quatro ou mais títulos, se a estrutura do país e a organização do nosso futebol são de Terceiro Mundo? (R.L.Júnior – Folha de S. Paulo , Painel do Leitor )
III) Se ninguém aceita tal situação para bandidos, imagina com animais. (M. Basbaum, diretor da Fundação ZooRio, sobre a superlotação no jardim Zoológico carioca. Revista VEJA , seção Veja essa )
a) Entre a primeira e a segunda parte de I, é estabelecida uma relação de oposição, o que poderia ser comprovado pela substituição do conectivo e pelo conectivo mas. b) Em II , o que se afirma é que, quando se tem uma administração com problemas, não há valor em ganhar competições esportivas, ou até mesmo em participar delas. c) Pode-se dizer que o tema (assunto) do enunciado II é a possibilidade de a seleção brasileira ganhar mais um título. d) Em III , é a informação que aparece entre parênteses que especifica aquilo sobre o que Basbaum fala, uma vez que, na fala de Basbaum transcrita, a expressão tal situação tem um valor genérico. e) Pode-se concluir que, da maneira como foi formulado, o enunciado III compara seres humanos a animais, demonstrando que seu autor acredita que os animais são melhores do que alguns seres humanos.
02 - (PUC MG) Leia a nota abaixo e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta consideração INADEQUADA sobre ela.
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Se eleito, Lula diz que acaba com o racismo Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência, prometeu acabar com o racismo. “Num país governado por um torneiro mecânico não haverá um metro quadrado para a discriminação racial. Haverá igualdades em todos os sentidos”, disse ele em encontro com movimentos negros. Lula não explicou como realizaria a promessa. ( Folha de S.Paulo , nota publicada em 1998) a) Uma possível conclusão a ser extraída da fala de Lula é que sua intenção era persuadir os eleitores negros presentes de que, se eles não tivessem preconceito contra o candidato, estariam ajudando o País a vencer o preconceito. b) O trecho atribuído a Lula não é, por si só, garantia de que ele tenha efetivamente feito a promessa anunciada pelo texto. c) Uma leitura que se limite ao título poderá levar a interpretação diferente da que pretende o autor da nota. d) O ponto de vista do jornalista que produziu a nota parece prevalecer sobre a perspectiva de Lula. e) Pode-se dizer que se trata de uma estratégia argumentativa o fato de Lula assumir sua antiga posição profissional, torneiro mecânico, no lugar de se referir às suas atividades mais recentes, como a de deputado, por exemplo.
03 - (EFOA MG) Leia atentamente os seguintes versos:
Não faças versos sobre os acontecimentos. Não há criação nem morte perante a poesia. Diante dela, a vida é um sol estático, não aquece nem ilumina. As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam. Não faças poesia com o corpo, esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Carlos Drummond de Andrade : poesia e prosa. 8. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 95s) Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma leitura correta do poema “Procura da poesia”, de Carlos Drummond de Andrade: a) O autor defende a transcendência da poesia, superior à própria vida e à morte.
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e) ser unidimensional é conseguir trocar os disquetes sem pedir licença e sem pensar.
06 - (FEPAR PR) Não é intenção do texto:
a) criticar os erros do passado cometidos pelos países ricos em relação à destruição de seu meio-ambiente. b) criticar as ações insatisfatórias do governo brasileiro em relação à defesa da floresta amazônica. c) defender o progresso econômico nos países de primeiro mundo mesmo à custa da destruição da natureza, desde que não interfiram na nossa maneira de administrar nosso meio-ambiente. d) denunciar a hipocrisia dos países ricos quando se dizem preocupados com a defesa de nossas florestas. e) demonstrar que a destruição da natureza foi – e continua sendo – resultado de uma união desastrosa entre ações administrativas e interesses econômicos.
TEXTO: 1 - Comum à questão: 7
A vida pelos bytes
A medicina se une à tecnologia da informação para socorrer e cuidar da saúde dos brasileiros a distância
POR LUCIA REGGIANI
Se o paciente não pode ir ao médico, como fazer para levar o médico ao paciente? O teletransporte de corpo inteiro ainda não saiu da ...........(1)........., mas a telemedicina, já. Infartos são ...........(2).......... por exames feitos por telefone, em tempo real; sinais vitais de pacientes podem ser acompanhados pelo médico, pela Web; especialistas internacionais participam de cirurgias por videoconferência. E estamos falando de Brasil, de Rondônia ao
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Paraná, do socorro ao técnico de uma plataforma de petróleo em alto-mar, ao pré-natal de uma gestante de risco no Agreste pernambucano. As iniciativas ainda são recentes e poucas, mas os projetos fervilham, utilizando todo tipo de tecnologia. Para resultados de exames, discussões de diagnósticos e aulas chegarem ..........(3)......... precisam, vale tudo, de e-mail pelo sistema de satélite de vigilância do Projeto Sivam, na Amazônia, a videoconferência pela Internet 2, em São Paulo. ( INFO Exame , n. 175, out. 2000)
Você sabia? Byte – unidade de memória Web – conjunto de informações disponíveis na Internet
07 - (FURG RS) A alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto é: a) rede - visualizados - onde b) ficção - detectados - aonde c) tecnologia - analisados - até onde d) imaginação - tratados - de onde e) informação - diagnosticados – para onde
TEXTO: 2 - Comum à questão: 8
Mãos dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade. O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história, não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
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(Folha de São Paulo, 03/04/00 – adaptado)
Assinale a alternativa que dá continuidade coerente ao texto. a) Ou seja, a questão principal é fiscalizar com mais rigor as escolas, impedindo esse comércio ilegal. b) Ou seja, a resolução do problema está no mercado de trabalho, que exige profissionais cada vez mais qualificados. c) Ou seja, enquanto houver gente disposta a pagar por um diploma, haverá quem o venda ilegalmente. d) Ou seja, de nada adianta comprar um diploma se a pessoa não é capaz de exercer a profissão. e) Ou seja, os futuros profissionais devem ser incentivados a estudar, desde que se ofereçam condições para isso.
TEXTO: 4 - Comum à questão: 10
Os textos abaixo, publicados na revista IstoÉ de Agosto de 2000, apresentam opiniões diferentes sobre o mesmo tema.
Você acha que o Brasil deve ter usinas nucleares como as de Angra?
Texto 2 – "Apóio desde que haja empenho para o desenvolvimento de pesquisas. A energia nuclear está se expandindo no mundo todo e o Brasil deve participar também, deixando de empregar tecnologias ultrapassadas." (Clébio Paulino, Belo Horizonte, MG)
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Texto 3 – "Enquanto não descobrirem um meio de acabar com o "abacaxi" do lixo nuclear, que pode atrapalhar as próximas gerações, o Brasil deve abolir a idéia dessas usinas. Não existem energias menos agressivas? O sol e o vento estão aí e são ótimas fontes." (Ângela Timm, Florianópolis, SC)
Texto 4 – "Nosso país dispõe de uma vasta gama de redes hidrográficas. Pra que criar uma fonte de energia radioativa? Usinas hidrelétricas não deixam resíduos. O dinheiro investido na energia nuclear poderia ser aplicado em novas pesquisas." (Flávio Freitas, Divinópolis, MG) (IstoÉ, Agosto, 2000, p. 13)
10 - (FEPAR PR) Com base nos textos acima, assinale a alternativa INCORRETA. a) No texto 2, o leitor apóia incondicionalmente as usinas nucleares. b) Tanto no texto 3, quanto no texto 4, os leitores defendem outra solução para o desenvolvimento científico do país. c) O fator humano é um agravante capaz de impedir a construção de usinas, segundo o texto 1. d) Os textos 2 e 3 diferenciam-se principalmente porque este aprova outras fontes de energia, enquanto aquele considera a energia nuclear a melhor opção. e) O texto 3 não nega totalmente a construção de usinas nucleares, assim como o texto 2 não apóia sem restrições.
TEXTO: 5 - Comum à questão: 11
Solteiro, comerciário, ele se desespera na fila das seis da tarde. Na meia hora de vida roubada por este bonde, José podia ter feito grandes coisas: beber rum da Jamaica, beijar Mercedes, saquear uma ilha. Pula de um pé no outro, impaciente de assumir o seu posto no mundo, assim que o bonde chegue — o navio fantasma fundeia nos verdes olhos. Não dói o calo no pé esquerdo, nem pesa o guarda-chuva no braço, a um flibusteiro que bebe rum em crânio humano daria o Capitão kidd desconto de 3% para vendas a vista?
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Largos são os passeios que o rodeiam e neles a multidão passa durante o dia, descendo e subindo, o ar cheio de barulho. Caminho de muitos, as ladeiras saindo dos quatro cantos, sua sombra escurece os sobrados de azulejos. O portão, na verdade uma cancela gigantesca, range quando se abre. Por cima, nas manhãs de domingo, saíam os cantos dos sinos de sua capela. É possível vê-la, encostada ao pátio, ameaçando cair. Baixa, as paredes esburacadas, as telhas partidas. E por cima também escapavam, nos velhos tempos, as ordens das cornetas, os rumores das marchas, as algazarras do rancho. A terra nua, no pátio, tem a cor do cobre. Sustenta, porém, as três árvores. Espalhadas, os troncos grossos, ganharam altura. Levantam-se como se o Forte fosse um convento, tranqüilas, moradia de pássaros. Os ventos altos, vindos do mar, não têm forças para agitá- las. E, no verão, sua sombra é pouso. Faz bem vê-las, assim nos recantos, folhas cobrindo o chão. O pico da colina está coberto. A carcaça imensa, o labirinto por dentro, torres e colunas, os fundos alicerces plantados na rocha. Construído aos pedaços, alargando-se e subindo, sua dureza fere os olhos. O ar, porém, é livre. E abriga, quando o vento não falta, os cheiros da Bahia. Os torreões aprumados, como braços erguidos, apontam o céu de estrelas e paz. (ADONIAS FILHO, O Forte.)
O texto constitui uma seqüência de: a) conceitos b) argumentos c) fatos d) aspectos e) comparações
TEXTO: 7 - Comum à questão: 13
País imenso, o Brasil bem que podia ter se fragmentado em diversos Estados [...]. No entanto, permaneceu unitário, provavelmente em conseqüência da escravidão, base da organização brasileira. Apesar de toda a diversidade social e cultural de suas regiões, a identidade nacional foi sendo moldada e alguns mitos foram sendo construídos como símbolos dessa unidade. Um desses mitos, que completou 80 anos no mês passado, foi a
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Semana de Arte Moderna de São Paulo, em 1922. Desde cedo, na escola, aprendemos que a literatura brasileira do século XX é um vasto campo composto de modernismo, modernismo e modernismo, tudo antecedido de pré-modernismo e vagamente seguido de pós- modernismo. Não é bacana, singelo e econômico? É um pavor, do ponto de vista crítico. Fica parecendo que tudo o que vale na produção da literatura brasileira ou canta pela pauta modernista, ou pode tirar suas esperanças do sol
13 - (FESO RJ) O autor defende no texto o ponto de vista de que: a) o Modernismo brasileiro, embora cultuado nas escolas, não possui bons autores. b) o Modernismo, mitificado, tornou-se fator de marginalização de parte da produção literária brasileira do século XX. c) a Semana de Arte Moderna foi convertida em mito da unidade nacional porque a literatura brasileira não evoluiu. d) no Brasil, com a Semana de 22, não há mais autores clássicos, só modernistas. e) não é possível, no Brasil, ser um bom escritor, a não ser obedecendo aos padrões ditados pelo Modernismo.
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Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver. Amyr Klink, Mar sem fim.
15 - (FUVEST SP) A repetição de “precisa viajar” acentua, no contexto, o valor daquelas experiências que: a) se traduzem na exploração de nossa plena capacidade imaginativa. b) concretizam o aprendizado das diferenças que formam a identidade pessoal. c) ratificam a convicção de quem julga conhecer o que apenas imaginou. d) acabam comprovando a importância de se viver tudo o que se planejou. e) reforçam a simplicidade do prazer de um cotidiano sem surpresas.
TEXTO: 10 - Comum às questões: 16, 17
Ao aportar no litoral da Bahia em fevereiro de 1832, na terceira escala de seu périplo a bordo do Beagle , Charles Darwin ficou extasiado com a vegetação à sua frente. Anotou em seu diário: “É uma visão das mil e uma noites, com a diferença de que é tudo de verdade”. Era a primeira vez que o naturalista pisava numa floresta tropical. Darwin esteve no Brasil por duas vezes, nos trajetos de ida e volta de sua viagem de cinco anos. Ao todo, permaneceu cinco meses e meio no país, tempo suficiente para realizar seus estudos e espantar-se com os hábitos dos nativos. A começar pelo Carnaval. Em Salvador, quando viu os foliões tomar (sic) as ruas e atirar (sic) bolas de cera cheias de água uns nos outros, achou por bem recolher-se à tranqüilidade civilizada do Beagle. Dois meses depois, o navio chegou ao Rio de Janeiro, então capital do império. No Rio, Darwin foi convidado a conhecer uma fazenda de café no norte fluminense. Antes da viagem, criticou em seu diário a demora das autoridades brasileiras em lhe conceder os
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documentos necessários para viajar com cavalos. “Mas a perspectiva de ver matas selvagens cheias de belos pássaros, macacos, preguiças e jacarés”, ele escreveu, “faz um naturalista até mesmo lamber a poeira das botas de um brasileiro”. A excursão durou quinze dias. No caminho, o explorador só conseguiu se alimentar de galinha e farinha de mandioca, este último ingrediente, segundo Darwin, “o mais importante alimento na subsistência do brasileiro”. Na volta ao Rio de Janeiro, Darwin deixou o Beagle e se hospedou num chalé em Botafogo. Andou pela Floresta da Tijuca, foi ao Jardim Botânico e ao Pão de Açúcar e coletou centenas de plantas e insetos. Fez anotações sobre a “falta de educação” dos brasileiros e a forma como a Justiça era feita no país. “Se um crime, não importa quão grave seja, é cometido por um homem rico, ele logo estará em liberdade. Todo mundo pode ser subornado”, escreveu. As observações mais contundentes de Darwin sobre o Brasil dizem respeito à manutenção da escravidão e à forma violenta como os escravos eram tratados. Certo dia, inadvertidamente, foi protagonista de um episódio dramático. Um escravo conduzia a balsa na qual ele fazia uma travessia de rio. Tentando se comunicar com ele para lhe dar instruções, Darwin começou a gesticular e a falar alto. A certa altura, sem querer, esbarrou a mão no rosto do negro. Este imediatamente baixou as mãos e a cabeça, colocando-se na posição que estava habituado a assumir para ser punido fisicamente. “Que eu jamais visite de novo uma nação escravocrata”, anotou ele ao deixar a costa brasileira. ( Veja , 09 de maio de 2007)
16 - (CEFET PR) Em relação à visão de Darwin sobre o Brasil, complete os parênteses da coluna abaixo com I (aspectos positivos) ou II (aspectos negativos). Depois assinale a alternativa correta: ( ) vegetação tropical ( ) carnaval ( ) burocracia ( ) fauna ( ) escravidão
a) I – II – II – II – I b) I – II – II – I – II c) I – I – I – II – II d) II – I – I – II – II e) II – II – II – I – II
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Para reduzir esse problema, bastaria conhecer as vocações econômicas locais e preparar mão-de-obra para elas, acrescentando ensino profissionalizante ao ensino regular. Tudo isso pode ser feito com a ajuda dos recursos de educação à distância. Nada disso é novidade e já temos, no Brasil, vários casos de sucesso. É muito mais barato um curso superior para tecnólogo do que a graduação normal. Mas muitos jovens não sabem disso na hora de prestar o vestibular. O melhor que se pode fazer pela inclusão de verdade dos jovens é ampliar a oferta de ensino profissionalizante, transformando as escolas de ensino médio numa porta de saída ao mercado de trabalho. Gilberto Dimenstein. Folha Online, 7/10/2007, www.folha.com.br. consulta 23/07/2008.
18 - (UFCG PB) Julgue verdadeiras (V) ou falsas (F) as proposições. I. O governo investe em cursos superiores de baixa qualidade, porém de valor empregatício. II. Há uma necessidade premente de ensino profissionalizante diante do crescimento econômico. III. Entende-se por idiotice pública a condição atual de muitos jovens desempregados não atenderem às exigências do mercado. IV. A preparação de mão-de-obra tendo em vista a vocação econômica do lugar tem sido a preocupação do governo no combate ao desemprego. V. O crescimento econômico exige competência profissional e não capacitação profissionalizante.
A seqüência correta é: a) FVVFF. b) FVFVF. c) FVVVF. d) VFVVF. e) VVFVF.
19 - (UFCG PB) Assinale a alternativa que apresenta a discussão central do texto: a) Discutir as causas e conseqüências do desemprego. b) Apontar causas e alternativas para o problema social do desemprego dos idiotas.
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c) Mostrar que a falta de mão-de-obra qualificada tem como causa o crescimento econômico. d) Discutir as conseqüências da mão-de-obra não qualificada. e) Expor a indignação da Confederação Nacional da Indústria sobre o despreparo profissional dos jovens.
TEXTO: 12 - Comum à questão: 20
A genética da paixão
(...) (^1) Quanto mais se estudam os genes, mais se atribuem a eles um papel decisivo na escolha de nossos parceiros amorosos. A antropóloga e pesquisadora americana Helen Fisher, da Universidade Rutgers, de Nova Jersey, considerada uma das^5 maiores autoridades em comportamento amoroso, avaliza essa teoria e está prestes a lançar um livro sobre ela. Helen relaciona as características de comportamento à predominância de determinados tipos de hormônios e neurotransmissores no organismo. A produção dessas^10 substâncias é controlada pelo sistema endócrino, que funciona de acordo com o perfil genético de cada ser humano. Ela sustenta que há, basicamente, quatro tipos de personalidade. Indivíduos com predominância de dopamina seriam os exploradores; de serotonina, os construtores; de^15 estrógeno, os negociadores; e de testosterona, os diretores. "Todos nós somos uma combinação dos quatro tipos, mas um deles se expressa com mais destaque em nossa personalidade", disse Helen a VEJA. Para chegar a esses quatro perfis humanos, a psicóloga submeteu um questionário^20 baseado em sua teoria a assinantes da agência americana de namoro pela internet Chemistry.com. Após avaliar 20.000 respostas, ela concluiu que os negociadores, com altos níveis de estrógeno, se sentem mais atraídos pelos diretores, ricos em testosterona. Já os exploradores e construtores sentem^25 mais desejo por pessoas do seu próprio grupo. (....) Lima, R. Abreu .www.revistaveja.com.br, 21/05/08.
20 - (UFCG PB) Quanto à discussão central do texto, NÃO é correto afirmar que:
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1) Gab: B
2) Gab: C
3) Gab: C
4) Gab : D
5) Gab: A
6) Gab : C
7) Gab: B
8) Gab: C
9) Gab : C
10) Gab: A
11) Gab: A
12) Gab: D
13) Gab : B
14) Gab: D
15) Gab: B
16) Gab : B
17) Gab : A
18) Gab : A
19) Gab : B
20) Gab : C