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Interpretação e produção de texto, Exercícios de Farmácia

A atividade já está toda respondida

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 17/05/2023

michael-lima-47
michael-lima-47 🇧🇷

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Questionário Unidade II
PERGUNTA 1
Analise o gráfico e as afirmativas a seguir.
I. Em 2003, cerca de 55% da população encontravam-se nas
classes D/E.
II. De 2003 a 2014, observa-se o crescimento da classe C e o
encolhimento das classes D/E e A/B.
III. Em 2014, as classes mais pobres (D/E) representavam,
aproximadamente, um quarto da população.
IV. O gráfico sugere melhora na distribuição de renda no Brasil de
2003 a 2014.
Está correto o que se afirma somente em:
a.
I, III e IV.
b.
II e III.
c.
I e III.
d.
I, II e IV.
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Questionário Unidade II PERGUNTA 1 Analise o gráfico e as afirmativas a seguir. I. Em 2003, cerca de 55% da população encontravam-se nas classes D/E. II. De 2003 a 2014, observa-se o crescimento da classe C e o encolhimento das classes D/E e A/B. III. Em 2014, as classes mais pobres (D/E) representavam, aproximadamente, um quarto da população. IV. O gráfico sugere melhora na distribuição de renda no Brasil de 2003 a 2014. Está correto o que se afirma somente em: a. I, III e IV. b. II e III. c. I e III. d. I, II e IV.

e. II, III e IV. PERGUNTA 2 Considere as duas manchetes e analise as afirmativas a seguir. I. Os dois títulos relatam com o mesmo efeito de sentido a morte de Fidel Castro, pois obedecem às normas da redação jornalística. II. A escolha de “líder” ou de “ditador” é indiferente, pois as duas palavras servem para se referir ao presidente cubano e não há diferença semântica entre elas. III. O jornal brasileiro constrói para o leitor uma imagem mais negativa do político do que o periódico norte-americano. É correto o que se afirma somente em: a. I. b. II. c. III. d. I e II. e. II e III.

Somos todas donas da rua 08/03/ “No começo, a Turminha era formada só de meninos: Franjinha, Cebolinha, Chico Bento. Até que começaram a perguntar para o meu pai: ‘Cadê as meninas?’. Mauricio conhecia mais o universo dos garotos. Foi aí que ele começou a olhar em volta e percebeu que poderia se inspirar nas filhas. Em 1963, Mônica estreou na tirinha do Cebolinha e encantou todo mundo com um jeito que não era considerado exatamente feminino para a época. Ela era forte, decidida, dona da rua. Eu era também. Meu pai sempre me deixou ser do meu jeito, sem me limitar por ser menina. Para ele, minha autenticidade (e de todos nós, seus dez filhos) sempre foi importante. É só ver, nos gibis, as peculiaridades de cada personagem baseado em nós. Quando uma menina ou mulher é mais, digamos, assertiva, logo leva a fama de mandona. Mas, para mim, o que a Mônica sempre teve foi uma autoconfiança enorme, além de um grande sentimento de responsabilidade em relação a seus amigos. Meninas em todo o Brasil e em vários países do mundo se identificam com a dentucinha, cuja força maior não é a física: é a força de quem acredita em seus sonhos e capacidades. Na época em que a personagem nasceu, os anos 1960, as mulheres começavam a ganhar mais espaço no mercado de trabalho. No ano de publicação da primeira tirinha em que a Mônica aparece, a russa Valentina Tereshkova foi a primeira mulher a viajar ao espaço. Mas o caminho foi longo. Fazia pouco menos de três décadas que as brasileiras haviam conquistado o direito ao voto. Em 1964, foi criada a Magali, mais delicada, conciliadora (além de comilona, claro!). Mais alguns anos e chegou a Rosinha e tantas outras. Cada uma com seu jeito. Os meninos e meninas da Turma são diferentes? Com certeza. Mas brincam de casinha, de futebol, de viagem espacial, do que quiserem brincar. Juntos. E, como a Mônica nunca foi limitada pelo fato de ser menina, elas e eles também não são. Têm os mesmos direitos e oportunidades. São iguais na diferença. Como são, naturalmente, as crianças. Ou

como deveriam ser. Mas as crianças, também naturalmente, seguem os exemplos dos adultos, não é? Por isso precisamos ser bons exemplos para eles. Pois é, em pleno século 21, ainda há muito a conquistar. Como diretora executiva de uma grande empresa, sou, do mesmo modo que a Mônica das historinhas, uma exceção. No Brasil, as mulheres ocupam apenas 5% das vagas nos conselhos das empresas e entre 8% e 16% dos cargos de alta liderança. Já temos uma mulher na Presidência, mas, no Congresso, são apenas 13 senadoras para um total de 81 vagas e 51 deputadas para 513 cadeiras na Câmara Federal. A nova geração tem a oportunidade de mudar esse quadro, com a nossa ajuda. A violência contra mulheres e meninas tem raízes na discriminação e na desigualdade e começa cedo, portanto, a prevenção precisa acompanhar esse fator desde a educação de meninos e meninas, a fim de promover relações de gênero mais respeitosas. Desde 2007, a Mônica é embaixadora do Unicef (Fundo das Nações Unidas pela Infância), emprestando sua força para defender os direitos das crianças e adolescentes. Neste ano de 2016, a Mauricio de Sousa Produções tem o orgulho de se tornar signatária dos princípios do ONU Mulheres. Fundamentada na visão de igualdade consagrada na Carta das Nações Unidas, a ONU Mulheres, entre outras questões, trabalha para a eliminação da discriminação contra as mulheres e meninas e a realização da igualdade entre mulheres e homens como parceiros e beneficiários do desenvolvimento, direitos humanos, ação humanitária e paz e segurança. Neste dia 8 de março, queremos mais que homenagens. Queremos respeito. Como a Mônica, as meninas podem ser as donas da rua e do mundo.”

Criminologia Eduardo Galeano “A cada ano, os pesticidas químicos matam pelo menos três milhões de camponeses. A cada dia, os acidentes de trabalho matam pelo menos dez mil trabalhadores. A cada minuto, a miséria mata pelo menos dez crianças. Esses crimes não aparecem nos noticiários. São, como as guerras, atos normais de canibalismo. Os criminosos andam soltos. As prisões não foram feitas para os que estripam multidões. A construção de prisões é o plano de habitação que os pobres merecem.” Com base na leitura e nos seus conhecimentos, avalie as afirmativas. I. Do texto, apreende-se que práticas econômicas e sociais vigentes causam a morte de milhões de cidadãos. II. Quando o autor afirma que “os criminosos estão soltos”, quer dizer que o sistema prisional tem vagas insuficientes para abrigar aqueles que são responsáveis por estripar multidões. III. Os pesticidas, os acidentes de trabalho e a miséria, por não serem indivíduos, não podem ser presos. Portanto, quando alguém morre por uma dessas causas, não há culpados. IV. O autor considera que a justiça poupa grandes corporações e instituições e defende a ideia de que as prisões sejam habitações destinadas aos mais pobres. Está correto o que se afirma somente em: a. I e IV. b. I. c. I, III e IV. d. I, II e IV. e. II, III e IV.

PERGUNTA 6

Leia o texto a seguir. O brasileiro cordial Luiz Ruffato “Há dias, ao término de uma palestra para cerca de 300 estudantes de uma universidade privada em São Paulo, me peguei pensando, ao olhar o auditório lotado de jovens: quantos de nós, ao deixar esse prédio, chegarão ilesos em casa? Porque, nos dias que correm, a nossa vida vale tão pouco que sobreviver a mais uma jornada é o máximo a que aspiramos. Todos nós conhecemos famílias destroçadas pela violência — e pouco a pouco a sociedade paralisada de medo vai se tornando refém da própria impotência. Até o final do ano, estima-se que cerca de 65.000 pessoas terão sido assassinadas no Brasil, o que nos coloca na melancólica liderança do ranking mundial de homicídios no mundo em números absolutos, ou o 11º em números relativos (levando em conta o tamanho da população). E, embora a sensação de violência contamine a sociedade de forma geral, ela nos atinge de maneira particular, dependendo da classe social a que pertencemos, da cor, idade e sexo, e da região do país que habitamos. De cada três pessoas mortas no Brasil, duas são negras — e 93% do total pertencem ao sexo masculino. Os jovens entre 15 e 29 anos constituem 54% das vítimas. O Nordeste concentra sozinho 37% do total das mortes no país, sendo Alagoas o campeão com uma taxa de 65 mortes por 1.000 habitantes, o dobro da média nacional. A região concentra ainda as cinco capitais mais violentas: João Pessoa, Maceió, Fortaleza, São Luís e Natal. As armas de fogo respondem por 80% dos crimes e quase 60% de todos os homicídios estão relacionados direta ou indiretamente ao tráfico de drogas. E, o mais inquietante: 90% dos assassinatos ficam impunes, porque nunca solucionados...

É correto o que se afirma apenas em: a. I, II e V. b. I, III e IV. c. III, IV e V. d. II, IV e V. e. I, III e V. PERGUNTA 7 Leia o texto e os quadrinhos a seguir. “O Brasil de hoje é herdeiro de uma sociedade colonial e imperial escravocrata, em que o negro ocupou fundamentalmente a posição de pessoa escravizada. O Brasil em 1888 foi o último país a abolir a escravidão nas Américas. Um abolicionismo incompleto, que não permitiu incluir o negro na ordem social capitalista (BASTIDE; FERNANDES, 2008). A escravidão negra deixou marcas profundas de discriminação em nossa sociedade, inclusive escutamos insultos raciais atuais exigindo que negros e negras voltem ‘para a senzala’. Mas será que o racismo contra o negro brasileiro atualmente só existe por causa do ‘tempo do cativeiro’? Há pessoas racistas que nem sabem e nem mencionam esse contexto. Elas afirmam que não gostam de ‘negros’, tem raiva dos ‘pretos’ e que estes são ‘fedidos’, ‘sujos’ e ‘preguiçosos’. O racismo opera cotidianamente por meio de piadas, causos, ditos populares etc. Afinal de contas, temos uma variedade de expressões correntes na língua portuguesa recheadas de racismo contra os negros.”

Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as afirmativas. I. Os quadrinhos visam a criticar o fato de que as acusações de racismo têm se tornado cada vez mais frequentes. II. Os quadrinhos ilustram o comportamento descrito no texto: as pessoas mantêm na linguagem seu preconceito. III. O texto coloca, entre as raízes do preconceito racial, o sistema escravocrata, que imperou até o final do século XIX no Brasil. IV. De acordo com o texto, a abolição da escravidão no Brasil, embora tardia, permitiu que os negros se integrassem completamente à sociedade capitalista. É correto o que se afirma somente em: a. II e III. b. II e IV. c. I e III. d. I e II. e. I e IV. PERGUNTA 8 Leia o texto, de autoria de Vladimir Safatle, e analise as afirmativas a seguir. Quem tem o direito de falar? Estabelecer que minorias só podem falar dos problemas de seu grupo é uma forma astuta de silenciamento “A política não é uma questão apenas de circulação de bens e riquezas. Ou seja, ela não se funda simplesmente em uma decisão a respeito de como as riquezas e os bens devem circular, como eles devem ser distribuídos. Embora essa seja uma questão central que mobiliza todos nós,

calar quem não tem direito à voz. Isso é o que nos lembram todos aqueles que se engajaram na luta por grupos sociais vulneráveis e objetos de violência contínua (negros, homossexuais, mulheres, travestis, palestinos, entre tantos outros). Mas há ainda outra forma de silêncio. Ela consiste em limitar sua fala. Assim, um será a voz dos negros e pobres, já que o enunciador é negro e pobre. O outro será a voz das mulheres e lésbicas, já que o enunciador é mulher e lésbica. A princípio, isto pode parecer um ato de dar voz aos excluídos e subalternos, fazendo com que negros falem sobre os problemas dos negros, mulheres falem sobre os problemas das mulheres, e por aí vai. No entanto, essa é apenas uma forma astuta de silêncio, e deveríamos estar mais atentos a tal estratégia de silenciamento identitário. Ao final, ela quer nos levar a acreditar que negros devem apenas falar dos problemas dos negros, que mulheres devem apenas falar dos problemas das mulheres. Pensar a política como circuito de afetos significa compreender que sujeitos políticos são criados quando conseguem mudar a forma como o espaço comum é afetado. Posso dar visibilidade a sofrimentos que antes não circulavam, mas quando aceito limitar minha fala pela identidade que supostamente represento, não mudarei a forma de circulação de afetos, pois não conseguirei implicar quem não partilha minha identidade na narrativa do meu sofrimento. Minha produção de afecções continuará circulando em regime restrito, mesmo que agora codificada como região setorizada do espaço comum. Ser um sujeito político é conseguir enunciar proposições que implicam todo mundo, que podem implicar qualquer um, ou seja, que se dirigem a esta dimensão do ‘qualquer um’ que faz parte de cada um de nós. É quando nos colocamos na posição de qualquer um que temos mais força de desestabilização de circuitos hegemônicos de afetos. O verdadeiro medo do poder é que você se coloque na posição de qualquer um.” I. Segundo o autor, grupos de minorias estão sendo silenciados, pois vivemos em um regime autoritário, não democrático.

II. O autor defende que os políticos sejam os legítimos representantes dos grupos minoritários, já que as minorias tendem a ser silenciadas na sociedade. III. A publicação da foto do menino sírio, morto no naufrágio ao tentar chegar à Europa como imigrante, foi, segundo o texto, uma forma de sensacionalismo da imprensa e, por isso, gerou conflitos políticos. Assinale a alternativa correta. a. Todas as afirmativas são corretas. b. II e III são corretas. c. I e II são corretas. d. Apenas a afirmativa III é correta. e. Nenhuma afirmativa é correta. PERGUNTA 9 Leia os quadrinhos e o texto do sociólogo Zygmunt Bauman. “A ‘sociedade de consumidores’ é um tipo de sociedade (recordando um termo, que já foi popular, cunhado por Althusser) que ‘interpela’ seus membros (ou seja, dirige-se a eles, saúda-os, apela a eles, questiona-os, mas também os interrompe e ‘irrompe sobre’ eles) basicamente na condição de consumidores. [...] Ela avalia – recompensa e penaliza – seus membros segundo a

Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as asserções. I. As facilidades de propagação de informações na sociedade em rede possibilitam a divulgação de textos sem a correta referência, o que invalida a internet como forma de obtenção de conhecimento. PORQUE II. As redes sociais permitem o compartilhamento de textos sem a checagem de fontes, o que provoca, muitas vezes, a disseminação de informações incorretas. Assinale a alternativa correta. a. As duas asserções são verdadeiras e a segunda justifica a primeira. b. As duas asserções são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira. c. A asserção I é verdadeira e a II é falsa. d. A asserção I é falsa e a II é verdadeira. e. As duas asserções são falsas.