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Comprometimentos comuns £ Dor localizada na articulação ou no ligamento envolvido. £ Arco doloroso durante a elevação do ombro. £ Dor com a adução ou abdução horizontal do ombro. ilipermobilidade nas articulações quando há trauma ou uso excessivo. Ilipomobilidade nas articulações quando há postura mantida ou imobilidade. Sintomas neurológicos ou vasculares quando há síndro- me do desfiladeiro torácico. e e e Limitações funcionais c incapacidades comuns £ Habilidade limitada para manter movimentos repetidos com carga relacionados aos movimentos do braço para a frente c para trás, como ao girar uma manivela, embalar ou montar objetos e no serviço de construção.” Inabilidade para alcançar acima da cabeça sem dor. Inabilidade para um saque efetivo no tênis ou bloqueio no vôlei. Ver também limitações c incapacidades decorrentes da síndrome do desfiladeiro torácico se esta estiver presente (ver Cap. 13). es e Tratamento não-cirúrgico de distensão ou hipermobilidade das articulações AC ou EC *? Descanse a articulação colocando à braço em uma tipóia para suportar seu peso. * Faça massagem transversa na cápsula ou nos ligamentos. * Faça exercícios de ADM de ombro e tração e deslizamen- tos grau 1 na articulação glenoumeral para prevenir res- trições. * Fomecer instruções sobre auto-aplicação de massagem Lransversa caso ocorram sintomas articulares após uma alividade excessiva. Tratamento não-cirúrgico de hipomobilidade das articulações AC au EC leste contexto, são usadas técnicas de mobilização ar- ticular (ver Figs. 5.22 a 5 GS CIRURGIA DA ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL E TRATAMENTO PÓS-OPERATÓRIO Casos de deterioração grave de uma ou ambas as super fícies da articulação GU, causando dor significativa e perda de função do membro superior, ou uma fratura aguda ou não-consolidada da região proximal do úmero, normal- mente precisam ser abordados com intervenção cirúrgica. As doenças subjacentes, causando destruição articular avan- cada, incluem osteoartrite (OA), artrite reumatóide (AR), aririte traumática, artropatias com laccração do manguito e osteonecrose (necrose avascular) da cabeça do úmero, de- corrente de uma fratura do colo anatômico do úmero ou do uso prolongado de esteróides para doenças sislêmicas. CAPÍTULO 17 Omoroe Cintura Escapular O procedimento cirúrgico mais comum usado p: tar uma patologia de ombro avançada é a ariroplast: noumeral, em geral chamada simplesmente de ar: de embro.% Em raras situações, a artrodese (am quilose gica) da articulação GU precisa ser escolhida como Liva à artroplastia ou procedimento de salvamento.” Às metas desses procedimentos cirúrgicos e da reabi! lação pós-operatória são: (1) aliviar a dor, (2) melhorar = «mobilidade ou estabilidade do ombro e (3) restaurar ou m lhorar a força e o uso funcional do membro superio tensão com que essas metas são alcançadas deper p ticipação do paciente na reabilitação pós-operatória, as características próprias e da gravidade da doença subjace te, do modelo de prótese e das técnicas cirúrgicas, da inte- gridade do mecanismo do manguito rotador e dos out tecidos moles, da idade, do estado de saúde geral e do 1 de atividade esperado para o paciente 8193165.6% Artroplastia glenoumeral A artroplastia da articulação GU cai em várias rias; a mais comum delas é a artroplastia de substitui tal do ombro, ºº19ebiet na qual são substituídas as supera- cies da glenóide e do úmero (Fig. 17.14), c a ariroplasti substituição parcial (hemiartroplastia), em que uma su; cie, a cabeça do úmero, é substituída 251092416: Outras gorias de artroplastia de ombro incluem artroplastias d. terposição e recapeamento, envolvendo remoção men extensiva de 0550./0%6--68.8 Indicações para cirurgia Os seguintes comprometimentos associados com patologias são indicações amplamente aceitas pa plastia de GU.* & A indicação primária é dor persistente e incapacir (em repouso ou atividade), secundária à destruição d ticulação GU. € As indicações secundárias incluem perda de mobil ou estabilidade do ombro e perda dz força do membro perior, levando à inabilidade para realizar tarefas fon: nais com o membro envolvido. Procedimentos Contexto Modelos, maieriuis e fixação dos implantes. Des lho pioneiro de Neer durante as décadas de 1960 e de muitos outros pesquisadores, os modelos do tes e as técnicas cirúrgicas para substituição d: do ombro vêm evoluindo. Os E das dal de polietileno de alta densidade ( (em n get plástico) e um componente umeral modular feito é metal inerte, aproximam-se bastante das caracteristi mecânicas do ombro humano.” “vor referências 6, 36, £7, 108: 109, 119, 21, 161, 168, 173,1