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Kisner - Ombro e Escápula - 19, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

4.9

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QUADRO 17.5 | Decúbito dorsal » Braço imobilizado em uma tipóia, que é usada continuamente. * Cotovelo flexionado em VU, « Antebraço é mão apoiados no abdome. º Apoio do braço sobre 0 cotovelo, acomodado em cima de um cobertor dobrado ou travesseiro, levemente alas- tado lateral e anteriormente à linha mediana do tronco. * Flexão anterior (10º a 20"), leve abdução c rotação in- terna do ombro. * Cabeceira da cama clevada em cerca de 30º. Sentado * Braço sustentado por uma tipóia ou apoiado em um travesseiro no cala da paciente ou no apoio de braço de uma cadeira. Com um reparo frágil do manguito rotador * Em alguns casos, se uma tipóia não oferecer proteção adequada ao manguito reparado, poderá 715 Os critérios dessas fontes estão identificados para as fases de reabilitação após artroplastia de ombro descri- as abaixo. É importante observar que os critérios e os perío- dos sugeridos para progressão dos exercícios e atividades fun- cionais são tipicamente ajustados para cada paciente com base s avaliações periódicas do estado do paciente e na comuni- cação constante entre o fisioterapeuta e o cirurgião. NOTA: As diretrizes para os exercícios desta seção são para pacientes sem deficiência do manguito rotador pré-operató- ria e que não fizeram reparo do manguito durante a artro- plastia total ou hemiartroplastia. Para completar o quadro, as modificações nas diretrizes para pacientes com um mecanis- mo do manguito rotador de má qualidade são comentadas ao longo desta seção. Lembre-se de que o alívio da dor é a meta primária da artroplastia de ombro, e a melhora na mobilida- *Ver referências 37,43, 47,91, 92,95, 109, 174; 195. CAPÍTULO 17 Ombro e Cintura Escapular 521) de funcional é uma meta secundária. Embora as melhoras nas técnicas cirúrgicas e na tecnologia dos implantes atualmen- te permitam uma progressão mais acelerada da reabilitação pós-operatória que há algumas décadas, ainda é importante proceder de forma criteriosa durante cada fase da reabilita- ção para evilar fadiga muscular excessiva, irritação ou qual- cuer dano aos tecidos moles em cicatrização. Exercício: fase de proteção máxima A fase de proteção máxima da reabilitação começa no primeiro dia pós-operatório e se estende por até 6 semanas. À ênfase da primeira fase é na educação do paciente, no con- trole da dor e no início dos exercícios de ADM para preve- nir aderências e restaurar a mobilidade para as amplitudes obtidas durante a cirurgia o mais cedo possível. A mobiliza- ção precoce é permitida após a artroplastia de ombro não- cimentada e cimentada. Enquanto o paciente está hospitalizado (geralmente por 3 a 4 dias após a cirurgia), a educação do paciente inclui a revisão das precauções pós-operatórias iniciais e o ensino dos exercícios iniciais do programa domiciliar do paciente. As precauções durante as primeiras 6 semanas após a cirur- gia, quando é crucial a proteção dos tecidos moles enquan- to cicatrizam, estão resumidas no Quadro 17.6. À adesão do paciente a essas precauções é de vital importância durante essa fase da reabilitação. Metas e intervenções. A primeira fasc da re: as etapas a seguir. 24574547 a801ezusaza silitação inclui € Controlar a dor e a influmução. * Usar uma tipóia ou tala para conforto. * Usar medicamentos analgésicos c anliinflamatórios prescritos. + Usar crioterapia, especialmente após os exercícios. € Manter a mobilidade das articulações adjacentes. * Movimentos ativos do pescoço e da escápula (enquanto estiver usando o imobilizador de ombro e depois de ele poder ser removido para o exercício), para manter à mobilidade normal e minimizar a defesa muscular e o espasmo. Incorporar “rolamentos de ombro” elevando, aduzindo e relaxando a escápula para reforçar uma pos- tura ereta do tronco. Enfatizar a retração escapular ativa e a extensão da coluna vertebral. * Exercícios de ADM ativa da mão, do punho e do co- tovelo quando o braço puder ser removido da tipóia. & Restaurar a mobilidade do ombro. * Movimentos de ombro passivos ou assistidos pelo fi- siotcrapeuta dentro dos limites seguros determinados du- runte à cirurgia. Com o paciente em decúbito dorsal, o braço levemente afastado do lado do tronco sobre uma toalha dobrada c o cotovelo Mlexionado, faça clevação do braço para a frente no plano da escápula conforme a to- lerância, rotação externa de no máximo 30º a 45º e ro- tação interna até apoiar o antebraço no tórax, « Exercícios pendulares (de Codman) com o cotovelo flexiona- do ípara um braço de momento mais curto). Encoraje o pa ciente a remover periodicamente a tipóia e balançar suave mente o braço durante a deambulação em casa.