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520 icas da glenoumeral a-operatórias nto insuficiente da unidade músculo-tendão de iscnlo subescapular encurtado. intra-operatório do nervo axilar ou supra ar, afetando os músculos deltóide e supra- al/infra-espinal, respectivamente. tura do úmero. plicações pós-operatórias ligadas aos tecidos ples re laceração de um mecanismo do manguito rutador que foi reparado. * Perturbação pós-operatória do subescapular reparado (desinserido do tubérculo menor para o acesso cirúrgico reinserido medialmente na superfície cortada do colo do úmero). * Instabilidade crônica da articulação GU. * Erosão progressiva da superfície articular da cavidade glenoidal (após hemiartroplastia). Complicações pós-operatórias ligadas ao implante * Após uma artroplaslia total, afrouxamento mecânico (asséprico), desgaste prematuro ou fratura do implante lenoidal de polietileno. * Vistos mais frequentemente em um ombro com man- guito rotador deficiente. e Em razão da sobrecarga na interface osso-prótese. * Buixo índice nos modelos sem estabilidade inerente, porém incidência mais alta nos modelos completamente estáveis de primeira geração. * Afrouxamento da prótese umeral após hemiartrplasiia. Considerações especiais egridade do manguilo rotador. Independente da causa 'Djacente de uma artrite glenoumeral avançada, as metas, 08 mponentes e a velocidade de progressão de um programa reabilitação após artroplastia total ou hemiartroplastia são influenciados pela integridade pré e pós-operatória do mec: nismo do manguito rotador, Um manguito rotador deficieu te compromete a estabilidade dinâmica e a cinemática da ar- riculação GU, como demonstrado pelo deslocamento da eça do úmero para cima, levando ao aumento das forças de cisalhamento na articulação durante a elevação ativa do O programa de reabilitação para um paciente com o = progredir mais rapidamente do que o programa para ciente com uma deficiência cocxistente do manguito r requerendo um reparo concomitante do manguito > no momento da cirurgia. O programa pós-operatório um paciente com manguito rotador irreparável ou um o frágil em razão da má qualidade do tendão precisa ser edido ainda mais cuidadosamente.*4752109,161,195 » manguito rotador estava intacto antes da cirurgia, se da reabilitação pós-operatória é na restauração da INTERVENÇÕES COM EXERCÍCIOS PARA CADA REGIÃO DO CORPO mobilidade do ombro e no uso funcional do braço o mais cedo possivel, ao mesmo tempo protegendo os tecidos mo- les enquanto cicatrizam. Em contraste, quando o manguito rotador não pode ser reparado, o reparo é trágil ou há uma história recorrente de luxação GU, a reabilitação precisa aplicar uma ênfase maior na melhora ou na manutenção da estabilidade articular para o nso funcional do braço em vez de aumentar a mobilidade do ombro 32.00 ADM intra-operatória. Na sala cirúrgica, antes do fecha- mento da incisão, o cirurgião determina a extensão da ADM do ombro disponível, particularmente da elevação e da ro- tação externa, de modo a não tensionar indevidamente os tecidos periarticulares vu comprometer a estabilidade da ar- ticulação GU. As metas subsequentes para uma ADM pós- operatória segura e estável basciam-se nessas medidas. Para um paciente com uma arlroplastia total cujo implante não possua estabilidade inerente e que tenha estabilidade pós- operatória de ombro (estática e dinâmica) suficiente, a meta na conclusão da reabilitação é alcançar uma ADM ativa igual à ADM intra-operatória — idealmente, 140º a 150º de elevação de ombro e 45º a 50º de rotação externa *º Em um paciente com uma artroplaslia Lotal inerentemente mais estável, um mecanismo do manguito rotador deficiente, ou frouxidão cápsulo-ligamentar, a ADM intra-operatória é ti- picamente menor e as metas pós-opcratórias focam mais o desenvolvimento de estabilidade dinâmica e menos a mobi- lidade do ombro. Postura. Muitos pacientes que fazem artroplastia de ombro são idosos. Portanto, as alterações posturais associadas com o envelhecimento” (aumento da cifuse torácica e protração escapular) causam mau alinhamento (rotação excessiva para baixo) da cavidade glenoidal, o que predispõe o pacien te à compressão no ombro e dor, particularmente durante movimentos de ombro com a mão acima da cabeça. De acordo com isso, é importante enfatizar uma postura ereta. sentada ou em pé, durante a elevação do braço, é incorporar ao programa pós-operatório exercícios de extensão da colu- na vertebral « retração escapular. Imobilização e posicionamento pós-operatório No fechamento do procedimento cirúrgico, o braço operado é posicionado em algum tipo de imobilizador de ombro, geralmente uma tipóia ou às vezes uma lala, para proteger os lecidos moles reinseridos e reparados c para à contorto.º*0-IH () posicionamento pós-operatório inicial para proteger o ombro operado está detalhado no Quadro 17.5. Inicialmente, a Lipóia ou tala é removida apenas para os exercícios e o banho. Um paciente que não precisou ler o manguito rotador reparado deixa de usar a tipóia durante o dia o mais rápido possível para prevenir a ocorrência de rigi- dez pós-operatória. Contudo, um paciente que foi subimcti- do a reparo do manguito ou a outra reconstrução de tecido mole pode precisar usar uma tipóia ou tala quando esti em locais cheios de gente ou durante o sono por aproxima- damente 4 a 6 semanas para proteger os tecidos reparados até que tenham cicatrizado o suficiente.?3263645474892109,.74