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Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0056, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

4.9

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Baixe Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0056 e outras Exercícios em PDF para Fisioterapia, somente na Docsity!

CAPÍTULO 17 Ombro e Cintura Escapular 549 Fatores Impacto potencial na reabilitação * Surgimento de instabilidade « Redundância capsular e maior risco de luxação recorrente mais frequentemente associados com inslabilidade atraumática, o que requer uma reabilitação pós-operatória mais conservadora do que a estabilização de instabilidades recidivantes de origem traumática. e Gravidade das lesões associadas e Quanto mais grave a doença subjacente, lenta a progressão da reabilitação. * Falha de uma cirurgia prévia = Progressão mais lenta após falha de um procedimento cirúrgico de estabilização prévio. + Direção da irscabilidade insta * Estabilização de inslebilidade anterior: avanço mais rápido do que após estabilização de ilidades posteriores ou multidirecionais. é Tiao de acesso cirúrgico * Menos dor pó a velocida! operaLória nos procedimentos artroscópicas, porém a taxa de progressão é essencialmente 2 mesmo após procedimentos de estabilização abertos e artroscá de cicatrização dos tecidos reparados é a mesma nos dois procedimentos. picos porque = Tipo de procedimento = Capsulorrafia assistida eletrotermicamente: progressão mais lenta do que no gjuste capsular co uu aberto sem aplicação térmica: Reconstrução óssea: progressão mais lenta do que após uma reconstrução de lecidos moles. * Variáveis do paciente « Integridade du Lecido « Estado pré-operatória dos estabilizadores dinâmi « Frauxidão articular generalizada e À progressão da reabilitação pós-opera forga pré-operatória dos estabilizadores din; ória é conservadora para o paciente inativo com instabilidade atraumárica multidirecional que tem frouxidão articular generalizada e pouca icos (muscuiares), de estabilização posterior, o ombro pode ficar continua- mente imobilizado e a ADM pode ser protelada por até 6 se- manas do pós-operatório." Os tempos de imobilização variam com base em outros fatores que influenciam todos os aspectos da reabilitação pós-operatória (ver lab. 17.5). Por exemplo, a duração da imobilização geralmente é mais curta no paciente idoso do que no paciente jovem, porque o paciente idoso tem mais possibilidade de desenvolver rigidez pós-operatória do que o paciente jovem. Em contraste, um paciente com hiperelas ticidade generalizada ou um paciente mais jovem envolvido em atividades de alta demanda, com maior probabilidade de colocar cargas excessivas sobre os tecidos em cicatrização, requer um período mais longo de imobilização para reduzir o risco de nova luxação.!º Exercício Do mesma moda que ocorre com a posição e a duração da imobilização, as decisões sobre quando o braço poderá ser temporariamente removido do imobilizador (tipóia ou lala) para começar os exercícios de ombro e com que exten- são os movimentos específicos de ombro serão permitidos ou precisarão ser limitados tamhém se haseiam em vários dos fatores já citados (ver Tab. 17.5). NOTA: Durante as primeiras semanas de reabilitação após um procedimento de estabilização cirúrgica, a determinação de quais amplitudes ficam dentro de limites de movimento “seguros” baseia-se na extensão da ADM intra-operatória que foi possível sem tensionar excessivamente os tecidos re- parados, ajustados ou reconstruídos. Essa informação pode estar oisponível no relatório da cirurgia ou deve ser comuni- cada pelo cirurgião ao fisioterapeuta antes do início dos exercicios pós-operatórios. A meta geral dos exercícios pós-operalórios é desenvol- ver força, estabilidade e mobilidade do ombro de forma coe- rente com as necessidades funcionais, ao mesmo tempo pre- veninda a recidiva da instabilidade. Um manguito rotador competente é uma necessidade fundamental para a estabili. dade e a mobilidade funcional do ombro. A educação do pa- ciente e, quando possível, a instrução supervisionada de » São Os meios pelos quais as metas de cada fase da reabilitação são alcançadas. A reabilitação após a estabilização anterior (ajuste cap- sular anterior ou reparo de Bankart) é similar após procedi- mentos abertos e artroscópicos. Nos dois casos, há precau- ções que precisam ser tomadas, particularmente durante as primeiras 6 semanas após a cirnrgia, enquanto os tecidos moles estão cicatrizando. Durante esse período de tempo após um procedimento aberto, a cápsula anterior e o subes- capular desinserido e reparado precisam ser protegidos de sobrecargas excessivas. Com uma estabilização artroscópica anterior, embora o subescapular permaneça intacto, tam- bém é necessário proteger a cápsula anterior durante a fase inicial da reabilitação porque a fixação dos tecidos moles pode não ser tão segura quanto a fixação usada em um pro- cedimento aberto. O) Enfoque nas evidências Em um estudo de 4 anos de acompanhamento feito por Sachs et al! de 30 pacientes que sofreram luxação anterior