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Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0047, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

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542 INTERVENÇÕES COM EXERCÍCIOS PARA CADA REGIÃO DO CORPO & Aumentar a força e a resistência e restabelecer a estabili- dade dinâmica da musculatura do ombro. * Continuar ou iniciar exercícios de ADM ativos do ombro por meio de aumento gradual, porém em amplitudes in- dolores. Continue a fazer o paciente realizar clevação ati- va do braço em decúbito dorsal até que o movimento possa ser iniciado sem primeiro erguer o ombro. Quando fizer a transição para posições eretas (sentada ou em pé), reforce a importância de manter o Lronco ereto durante os exercícios. os de fortalecimento isométrico c dinâmico para Labilizadores-chave da região escapulotorá- cica. Use primeiro isométricos alternantes em posições sem apoio de peso. Avance para estabilização rítmica durante atividades leves de apoio de peso para membro superior. Exercícios isométricos submáximos em múltiplos ân gulos da musculatura do manguito rotador e outros músculos GU contra resistência gradualmente cres- cente. + Exercícios de fortalecimento dinâmico e treinamento de resistência da musculatura GU dentro de amplitudes in- dolores contra resistência leve, como um tubo elástico de grau leve ou um peso de 0,5 a 1 kg. liaça os exercícios abaixo do nível do ombro se os movimentos ativos acima do nível do ombro provocarem dor. Ergometria de membro superior no nível do ombro ou abaixo dele, contra resistência leve, para aumentar a re- sistência muscular à fadiga. + Uso do membro superior envolvido (sem carga ou com carga leve) para atividades funcionais leves. NOTA: Como a traqueza e a atrofia do manguito rotador estavam provavelmente presentes antes da lesão, fortaleça os músculos do manguito antes de fortalecer dinamicamente os abdutores e flexores do ombro. Exercício: tase de proteção mínima/retorno à função Essa fase tinal (avançada) normalmente não começa antes de 12 a 16 semanas do pós operatório em pacientes com reparos fortes ou com 16 semanas ou mais nos reparos tênues. Essa fase pode continuar por até 6 meses ou além, dependendo das funções esperadas para o paciente nas ati- vidades ocupacionais ou recreativas. Se a ADM completa ainda não foi restaurada com exercí- cios assistidos e ativos, o alongamento passivo da musculatura GU e a mobilização articular (caso não tenha sido anterior- mente incorporada ao programa de exercícios) são iniciados agora. Faça o paciente realizar atividades com a mobilidade ganha no ombro, por exemplo, balançando suavemente um taco de golfe ou raquete de tênis, se os movimentos forem in- dolores. Atividades de fortalecimento avançadas, específicas para a tarefa, dominam essa fase da reabilitação. Normalmente não é permitido que o paciente retorne às atividades de alta demanda durante 6 meses ou possivel- mente 1 ano do pós-operatório, dependendo do seu nível de conforto, força e flexibilidade, assim. como das demandas das atividades desejadas. Critérios para progressão. Os critérios para Lransição para & fase final da reabilitação e retorno gradual às atividades sem incluem ADM passiva completa indolor, melho progressiva da força do ombro, resistência muscular à fa ga c uma articulação GU estáv Metas e interver pu ções. As metas e as intervenções durante fase final da reabilitação são compalíveis com as previa- mente discutidas para 0 Lratamento conservador nos está- gios avançados de distúrbios do manguilo e para a fase final da reabilitação «pós descompressão subacromial, Contudo, a progressão das atividades é mais gradual e o tempo pe adesão às precauções é mais extenso. Resultados Um número considerável de estudos de resultados do tratamento cirúrgico de lacerações do manguito rotador tem sido relatado na literatura. com o acompanhamento variando de menos de 6 meses até 5 anos ou mais. Os re- sultados comumente medidos, usando uma variedade de instrumentos, são alívio da dor, ADM e força de ombro, função geral e satisfação do paciente. Resultados comparáveis em longo prazo têm sido re- latados após reparos artroscópicos. assistido por artrosco- pia e abertos tradicionais.” Por exemplo, após o reparo completamente artroscópico de rupturas com espessura completa (2 maioria pequenas ou médias, porém algumas grandes ou maciças), os resultados gerais de vários estudos foram relatados como bons a escelentes em Bá e 92%? dos pacientes acompanhados por 2 a 3 anos. Esses resultados são comparáveis aos relatados para reparos abertos!" Contudo, tem sido mostrado que, indepen- dente do tipo de reparo operatório feito, o tamanho da la- ceração do manguito influi nos resultados pós-operatá- rios. Por exemplo, resultados funcionais comparavelmente favoráveis c alívio da dor em longo prazo foram relatados após reparos assistidos por artroscopia c abertos tradici nais de rupturas peguenas a inédias com espessura com- pleta (<: 3 em)”bUl Os resultados são menos favoráveis após reparos de rupturas grandes ou maciças, il Outros fatores, como a agudeza ou a cronicidade da laceração e a idade do paciente, também afetam os resul- tados. Os reparos de rupturas agudas em pacientes jovens têm resultados melhores do que os reparos de rupturas com tamanhos similares associados com síndrome do im- pacto e insuficiência crônica do manguito em pacientes idosos (> 65 anos).” A presença de menos doenças asso. ciadas, como uma laceração do tendão do biceps ou uma artropatia do manguito rotador, também está associada a melhores resuliados pós-operatórios."" Alívio da dor. imbora os resultados de estudos indivi- duais variem. uma revisão sistemática da literatura indi- cou que uma média de 85% dos pacientes que foram sub- metidos ao reparo operatório do manguito rotador (artroscópico, assistido por artroscopia ou aberto) relata- ram alívio satisfatório da dor. O alívio da dor após repa- ros artroscópicos e assistido por artrascopia varia entre