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Relatórios. Laboratório de Circuítos Eletrónicos, engenharia de computação. 2025
Tipologia: Provas
1 / 10
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Univ. da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Instituto de Engenharias e Desenvolvimento Sustentável
Engenharia da Computação
Disciplina: Lab. de Circuitos Eletrônicos
Professor: Humberto Ícaro Pinto Fontinele
Discente:
Adolfo Cossa
Curso: ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Professor:
Semestre:
Para essa prática, é relevante ter uma noção sobre configuração de transistor como
chave. No caso, nessa situação observa-se a aplicação fundamental do transistor na
comutação entre os estados ligado e desligado. Destacando a versatilidade do transistor,
que, ao operar como interruptor, controla eficientemente a passagem ou bloqueio de
corrente em circuitos eletrônicos. Outro ponto chave é o acionamento indireto do
transistor como chave, sendo a complexidade do circuito é ampliada com a introdução de
componentes adicionais, como relé, diodo e transistores específicos, que proporcionam
uma visão mais abrangente do comportamento do transistor em situações mais
elaboradas. Estes procedimentos destacam a aplicação prática do transistor em cenários
de controle mais complexos, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada de
suas funcionalidades.
A prática em questão teve como principal objetivo explorar e compreender o
comportamento do transistor quando utilizado como uma chave para controlar o
acionamento de um LED. Esta experiência proporcionou uma abordagem prática sobre
como o transistor opera nos estados de condução e corte, desempenhando um papel
crucial como interruptor em circuitos eletrônicos. Durante a prática, foram empregados
componentes fundamentais para a construção do circuito. O transistor BC546B, por
exemplo, é um componente semicondutor amplamente utilizado em aplicações de
chaveamento. Sua escolha considerou características como a tensão base-emissor (VBE)
de 0,7V, tornando-o adequado para atuar como uma chave controlada. Resistores, cujos
valores foram dimensionados para otimizar o funcionamento do LED, são essenciais para
controlar a corrente no circuito.
A escolha de resistores comerciais mais próximos dos valores calculados é uma
prática comum para garantir uma implementação prática eficiente. Já no segundo
procedimento, a introdução de componentes adicionais, como o relé JQC 3F(T73), que é
um interruptor eletromecânico controlado eletricamente, utilizado para acionar cargas de
maior potência foi de extrema importância. Outro componente relevante é o diodo
1N4148, que desempenha um papel crucial como retificador, evitando danos ao transistor
devido à tensão reversa induzida durante o desligamento do relé. Este relatório visa
consolidar os conhecimentos adquiridos durante a prática, não apenas documentando as
etapas e resultados, mas também fornecendo uma compreensão mais profunda sobre o
papel e a escolha criteriosa dos componentes. Ao explorar o transistor e outros elementos
do circuito, os participantes desta prática estão sendo preparados não apenas para
situações padrão, mas também para desafios mais avançados no campo da eletrônica.
O objetivo principal desta prática é observar e compreender o comportamento do
transistor ao ser utilizado como uma chave para controlar o acionamento de um LED. Isso
envolve entender como o transistor pode alternar entre os estados ligado e desligado,
desempenhando o papel de interruptor em circuitos eletrônicos. Essa aplicação prática
destaca a capacidade do transistor em controlar o fluxo de corrente, sendo essencial para
o entendimento de seu papel em situações de chaveamento, como é o caso do LED neste
experimento.
o 1 multímetro
o 1 transistores BC546, TIP
o 1 diodo 1N
o 1 relé
o 2 resistores ( 1kΩ, 470Ω )
o 1 LED
o 1 protoboard
o Cabos de conexão
5.1 PROCEDIMENTOS 1: Transistor como chave
Para essa prática, inicialmente precisou-se montar o circuito demonstrado na
Figura 1, com o dimensionamento dos resistores RB e RC para que o LED seja ativado
quando a chave estiver na posição ON e desativado quando a chave estiver na posição
OFF, adotando valores comerciais dos resistores mais próximos dos valores calculados.
De acordo com o professor no momento da prática, o RB deve ser 500 Ω e RC 4.7 kΩ.
Para atingir RB foi utilizado dois de 1 kΩ em paralelo e o RC foi o valor especificado
realmente. Durante a montagem as cores dos jumpers representaram as seguintes funções,
vermelho(positivo), roxo(negativo), verde(chave). Sendo a Figura 2 e 3, circuito com
Tabela 1 – Dados obtidos em ambas as posições
Chave I B
Posição 1 2,4352mA 19,724mA 22,1025mA 0,77268V 43,550mV 0,72807V
Posição 2 0mA 0mA 0mA 0,006mV 10,3916V 10,4009V
A prática até aqui, proporcionou uma compreensão prática da operação do
transistor como chave. Ao dimensionar os resistores RB e RC para atender aos requisitos
de ativação e desativação do LED nas posições ON e OFF da chave, respectivamente, o
circuito demonstrou claramente a capacidade do transistor BC546B de alternar entre os
estados de condução e corte. As medições registradas na Tabela 1, relacionadas aos
parâmetros como corrente de base (IB), corrente de coletor (IC), corrente de emissor (IE),
tensão base-emissor (VBE), tensão coletor- emissor (VCE) e tensão coletor-base (VCB),
ofereceram uma análise detalhada do comportamento do transistor em ambas as posições
da chave. E a comparação entre os resultados práticos e os valores teóricos contribuiu
para uma compreensão mais aprofundada do desempenho do transistor operando como
chave no contexto do acionamento do LED.
5.2 PROCEDIMENTOS 2: Transistor como chave, acionamento indireto.
Já nessa parte final dos procedimentos, que realmente houve um aumento na
complexidade do circuito montado demostrado na Figura 4, pode-se notar a utilização de
alguns componentes novos, como relé JQC 3F(T73), diodo 1N4148, transistor TIP41,
sendo os componentes disponíveis mais próximos dos que a prática requisitava. O restante
dos componentes desse circuito foram os mesmos do procedimento anterior, que é o RB
e um resistor 1k para o LED. Fora isso, as cores dos jumpers representam as seguintes
definições, vermelho(positivo), roxo(negativo), verde(continuidade da conexão),
branco(chave).Desta forma foi possível realizar a montagem do circuito visualizado na
Figura 5 e 6:
Figura 4 – Circuito com transistor como chave e acionamento indireto
Figura 5 – circuito de acionamento indireto 0
Figura 6 – circuito de acionamento indireto
Figura-7: Simulação de circuito com chave OFF/ON
A prática "Operação do Transistor como Chave" proporcionou uma imersão na
aplicação do transistor em circuitos de chaveamento, destacando sua versatilidade e papel
crucial na comutação entre os estados ligado e desligado. O primeiro procedimento, onde
o transistor BC546B foi configurado como chave para acionar um LED, permitiu uma
compreensão aprofundada do funcionamento do transistor em situações de condução e
corte. E a análise dos dados que evidenciou a eficiência do transistor ao alternar entre
esses estados, conforme esperado. A complexidade do segundo procedimento, que
envolveu o acionamento indireto do transistor como chave, culminou em uma montagem
bem-sucedida do circuito e a coleta de dados que proporcionaram uma visão abrangente
do comportamento do transistor em condições mais elaboradas. Os resultados indicaram
a capacidade do transistor como interruptor fechado na posição de saturação e seu efetivo
bloqueio de corrente na posição de corte, demonstrando sua aplicação prática em circuitos
complexos de comutação. Concluindo, a prática consolidou conhecimentos sobre a
operação do transistor como chave, preparando os participantes para desafios mais
avançados no campo da eletrônica. A experiência prática, a análise de dados e a
compreensão detalhada dos componentes utilizados enriqueceram a compreensão do
papel do transistor em contextos de chaveamento, contribuindo para a formação de uma
base sólida no campo da eletrônica.
Boylestad, R. L. 2013. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 11ª ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall.
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Transistor: Princípios de Funcionamento e Aplicações – Portal Eletricista. Disponível em:
. Acesso em: 9
jun. 2023.