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[Labview] Introdução ao LabView, Notas de estudo de Cultura

- - -

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 19/02/2009

luiz-santanna-9
luiz-santanna-9 🇧🇷

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bg1
DEI-ESTG 2002/2003 Pág. 1
I
NSTITUTO
P
OLITÉCNICO DE
L
EIRIA
E
SCOLA
S
UPERIOR DE
T
ECNOLOGIA E
G
ESTÃO
D
EPARTAMENTO DE
E
NGENHARIA
I
NFORMÁTICA
1. Introdução ao LabVIEW
LabVIEW constitui uma ferramenta computacional que permite construir
programas direccionados para a aquisição, geração e tratamento de dados
provenientes de placas de aquisição de dados
Os programas do LabVIEW chamam-se VI (Virtual Instruments)
Instrumentos Virtuais
Os VI’s têm três componentes principais:
- painel frontal
- diagrama de blocos
- ícone/conector
Painel Frontal
- Interface para o utilizador fixar os parâmetros de entrada e
visualizar os valores de saída do diagrama de blocos
- O painel frontal é análogo ao painel de um instrumento de
medida real
- As entradas de dados denominam-se controlos (Controls) e as
saídas indicadores (Indicators)
- Existe uma grande variedade de controlos e indicadores tais
como botões, gráficos, switches, etc…
- Na figura 1 está representado um painel frontal
Ficha 1
Objectivos
Introdução ao LabView:
- para que serve o LabVIEW
- o que é um VI (Virtual Instrument)
- diagrama de Blocos e Painel Frontal de VI
- caixa de ferramentas
- caixa de funções
Exercícios de Aplicação
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INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA

1. Introdução ao LabVIEW

 LabVIEW constitui uma ferramenta computacional que permite construir programas direccionados para a aquisição, geração e tratamento de dados provenientes de placas de aquisição de dados

 Os programas do LabVIEW chamam-se VI (Virtual Instruments) – Instrumentos Virtuais

 Os VI’s têm três componentes principais:

  • painel frontal
  • diagrama de blocos
  • ícone/conector

 Painel Frontal

  • Interface para o utilizador fixar os parâmetros de entrada e visualizar os valores de saída do diagrama de blocos
  • O painel frontal é análogo ao painel de um instrumento de medida real
  • As entradas de dados denominam-se controlos (Controls) e as saídas indicadores (Indicators)
  • Existe uma grande variedade de controlos e indicadores tais como botões, gráficos, switches, etc…
  • Na figura 1 está representado um painel frontal

Ficha 1

Objectivos

Introdução ao LabView:

  • para que serve o LabVIEW
  • o que é um VI ( Virtual Instrument )
  • diagrama de Blocos e Painel Frontal de VI
  • caixa de ferramentas
  • caixa de funções Exercícios de Aplicação

Figura 1 – Painel frontal

 Diagrama de Blocos

  • Associado ao painel frontal está o diagrama de blocos, que é o local onde se faz a programação do VI
  • É construído utilizando a programação gráfica (linguagem G)
  • Corresponde ao código fonte
  • Alguns componentes incluem funções aritméticas, ciclos for, estruturas case e outras ...
  • Os componentes estão ligados entre si por meio de “fios” de modo a definir o fluxo de dados dentro do diagrama de blocos
  • Na figura 2 está representado o diagrama de blocos do painel frontal que está ilustrado na figura 1

 O LabVIEW possui um conjunto de caixas de ferramentas que ajudam bastante o utilizador na tarefa de construir, programar e testar os VI’s

 Barra de Ferramentas do Painel Frontal

  • Permite controlar os VI’s

Figura 4 – Barra de ferramentas do painel frontal

  • Da esquerda para a direita, o significado de cada um destes botões é o seguinte:  Executar  Executar continuamente  Parar  Pausa  Tipo de fonte  Alinhamento de objectos  Distribuição de objectos  Reordenação

 Barra de Ferramentas do Diagrama de Blocos

  • Permite controlar os VI’s (ver figura 5)

Figura 5 – Barra de ferramentas do diagrama de blocos

  • Da esquerda para a direita, o significado de cada um destes botões é o seguinte:  Executar  Executar continuamente  Parar  Pausa  Executar em modo debug  Step Over  Step Into  Step Out  Tipo de Fonte  Alinhamento de objectos  Distribuição de objectos  Reordenação

 Caixa de Ferramentas

  • Permite criar, modificar e testar os VI’s (Windows+Show Tools Palette)

Figura 6 – Caixa de ferramentas

  • Da esquerda para a direita e de cima para baixo, o significado de cada um destes botões é o seguinte:  Ferramenta de Operação. Permite manipular os controlos e os indicadores do painel frontal.  Ferramenta de Posicionamento. Permite seleccionar, mover ou mudar o tamanho de objectos.  Ferramenta de Etiquetagem. Permite a introdução de texto.  Ferramenta de Ligação de Objectos.  Ferramenta de Menu pop-up.  Ferramenta de Scrolling.  Ferramenta de Ponto de Quebra. Permite estabelecer pontos de quebra na execução de VI’s.  Ferramenta de Ponta da Prova. Permite criar pontas de prova nos fios do diagrama de blocos  Ferramenta de Cópia de Cor  Ferramenta de Aplicação de Cor

 Caixa de Controlos

  • Contém indicadores e controlos que podem ser utilizados no painel frontal (Windows+Show Controls Palette)

Figura 7 – Caixa de controlos

  • Significado de alguns destes botões:

 Sub caixa Estruturas. Contém estruturas de controlo de programas (ciclos)  Sub caixa Numerica. Contém funções que permitem realizar operações aritméticas  Sub caixa Booleana. Contém funções que permitem realizar operações lógicas  Sub caixa String. Contém funções que permitem manipular conjuntos de caracteres  Sub caixa Array. Contém funções que permitem processar arrays  Sub caixa Cluster. Contém funções que permitem processar clusters  Sub caixa Comparação. Contém funções que permitem comparar números e caracteres  Sub caixa Tempo e Caixa de Diálogo. Contém funções que permitem a manipulação do tempo e a visualização de caixas de diálogo  Sub caixa Ficheiros E/S. Contém funções que permitem a manipulação de ficheiros  Sub caixa Instrument I/O. Contém funções que permitem a comunicação com instrumentos usando o GPIB, VISA e a comunicação série  Sub caixa Biblioteca de Drivers de Instrumentos. Contém um conjunto de VI’s para instrumentos GPIB, VISA  Sub caixa Aquisição de Dados. Contém funções que permitem a aquisição e a geração em tempo real de dados analógicos e digitais  Sub caixa Processamento de Sinal  Sub caixa Matemática. Contém funções que permitem a manipulação de fórmulas matemáticas  Sub caixa Gráficos e Som. Contém funções que permitem a visualização de imagens complexas  Sub caixa Comunicação. Contém VI’s para TCP/IP, UDP, DDE  Sub caixa Controlo da Aplicação. Contém funções de ajuda e de menu  Sub caixa Funções Avançadas  Sub caixa Geração de Relatórios  Sub caixa Tutorial  Sub caixa Bibliotecas do Utilizador  Sub caixa Seleccionar um VI

Aquisição de Dados por Computador Aulas Práticas

Exercício 1

Testar o exemplo Bouncing cube.vi. Este VI simula os movimentos de rotação e translação de um cubo 3D. O VI permite controlar a rotação em torno dos planos de x, y e z; a altura do salto; a profundidade do salto do cubo; e a perspectiva.

  1. Abra o LabVIEW
  2. Seleccione sequencialmente as opções: menu Help > Search Examples… > Fundamentals > Graphs and Charts > Graph Examples > Bouncing Cube
  3. Corra o VI carregando no botão executar.
  4. Utilizando a Ferramenta de Operação pode alterar os parâmetros de funcionamento do Bouncing cube.vi.

Figura 9

Exercício 2

Criar um programa no LabVIEW que faça a soma e a subtração de dois valores introduzidos pelo utilizador. O programa deve apresentar os seguintes painel de controlo e diagrama de blocos:

A b o u t X A b o u t Y A b o u t Z P o s itiv e

N e u tra l

N e g a tiv e

H e ig h t T ra n s la tio n D e p th M a x

M in

P e rs p e c tiv e

D is p la y

S T O P

Aquisição de Dados por Computador Aulas Práticas

  1. Utilizando a Ferramenta de Operação pode manipular os valores das variáveis controlos.

Exercício 6

  1. Abra o LabVIEW
  2. Seleccione sequencialmente as opções: menu Help > Search Examples… > Demonstrations > Process control > “Tank Simulation”
  3. Corra o VI carregando no botão executar.
  4. Utilizando a Ferramenta de Operação pode manipular os valores das variáveis controlos.

Exercício 7

  1. Abra o LabVIEW
  2. Seleccione sequencialmente as opções: menu Help > Search Examples… > Avanced > Sound Control > “Acquire Sound Data and Calculate Power Spectrum”
  3. Utilize um microfone e corra o VI carregando no botão executar.
  4. Grave o ficheiro com outro nome.
  5. Faça as alterações necessárias para que o VI possa acender um indicador visual (LED) quando a potência do sinal áudio for superior a um determinado nível fixado pelo utilizador. Nota: deverá utilizar o componente “Add Array elements” para avaliar a potência total do sinal áudio adquirido.

Solução: