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Leucemia Mieloide Crônica: Características, Fisiopatologia e Sintomas, Resumos de Hematologia

Uma descrição detalhada da leucemia mieloide crônica (lmc), incluindo suas principais características, fisiopatologia e sintomas. A lmc é uma doença cancerosa que afeta as células sangüíneas, especificamente as células brancas, e é caracterizada por clones de blastos iguais, hiperplasia mieloide, leucocitose e esplenomegalia, entre outros sintomas. A fisiopatologia da lmc é causada por uma translocação cromossómica t(9,22), que resulta na produção de uma proteína com alta atividade tirosinocinase, impedindo a apoptose. Os sintomas da lmc variam de acordo com a fase da doença, sendo que na fase crônica podem incluir fadiga, perda de sono, sudorese, palidez e febrículas repetidas, entre outros. Na fase acelerada, a resistência à terapêutica aumenta e há um progressivo aumento de blastos no sangue periférico.

Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 05/03/2022

vitorya-emilly
vitorya-emilly 🇧🇷

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Leucemia mieloide crônica
Não tem padrão celular diferente, na maioria das vezes clones de
blastos todos iguais
Tem que dizer quem é quem
Apresentam:
Hiperplasia mieloide
Leucocitose
Neutrofilia
Basofilia
Esplenomegalia
Plaquetose- aumento de plaquetas
Desvio a esquerda escalonado- quando tem desde os
segmentados até os mieloblastos.
Tem diferenciação celular
Única leucemia que tem basofilia e neutrofilia
Precursores
Mieloblastos
Pró mielocito
Mielocito
Metablasto
Bastão
Segmentado
Fisiologia
Perda de apoptose
A célula amadurece, mas perde a capacidade de morrer
Como a medula está sobrecarregada manda as células para a periferia,
porem elas também não morrem e por isso apresenta leucometria muito
alta.
Cromossomo Filadélfia é característico dessa leucemia, sendo causado
pela translocação t(9,22) (q34;p11), resultando na fusão do gene ABL e
BCR
Com essa translocação é gerada uma proteína com elevada ação
tirosinocinase (proteína que impede a apoptose) que tem papel central
na patogenia da LMC.
RESUMINDO FISIOPATOLOGIA: translocação do cromossomo
t(9,22), gerando uma proteína com elevada ação tirosinocinase
que impede a apoptose.
Sintomas
Depende da fase que o paciente se encontra
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Leucemia mieloide crônica  Não tem padrão celular diferente, na maioria das vezes clones de blastos todos iguais  Tem que dizer quem é quem  Apresentam:  Hiperplasia mieloide  Leucocitose  Neutrofilia  Basofilia  Esplenomegalia  Plaquetose- aumento de plaquetas  Desvio a esquerda escalonado- quando tem desde os segmentados até os mieloblastos.  Tem diferenciação celular  Única leucemia que tem basofilia e neutrofilia Precursores  Mieloblastos  Pró mielocito  Mielocito  Metablasto  Bastão  Segmentado Fisiologia  Perda de apoptose  A célula amadurece, mas perde a capacidade de morrer  Como a medula está sobrecarregada manda as células para a periferia, porem elas também não morrem e por isso apresenta leucometria muito alta.  Cromossomo Filadélfia é característico dessa leucemia, sendo causado pela translocação t(9,22) (q34;p11), resultando na fusão do gene ABL e BCR  Com essa translocação é gerada uma proteína com elevada ação tirosinocinase (proteína que impede a apoptose) que tem papel central na patogenia da LMC.  RESUMINDO FISIOPATOLOGIA : translocação do cromossomo t(9,22), gerando uma proteína com elevada ação tirosinocinase que impede a apoptose. Sintomas  Depende da fase que o paciente se encontra

 Fase crônica:  Fadiga  Perda de sono  Sudorese  Palidez  Febrículas de repetição  Discretos sangramentos  Sensação de saciedade constante  Pode ser assintomático por meses a anos Fase acelerada  Progressiva resistência a terapêutica  Aumento da esplenomegalia  Basofilia  Blastos  Trombocitose ou trombocitopenia Fase blástica  É considerada quando se acha mais de 20% de blastos no sangue periférico  Aumento progressivo de blastos