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Desigualdade Social no Brasil: Análise de Marx sobre Exploração do Trabalhador, Trabalhos de Filosofia

Neste texto, marx discute a desigualdade social no brasil, enfatizando a exploração do trabalhador no sistema capitalista. Ele argumenta que as condições econômicas influenciam as escolhas individuais e que o trabalho assalariado pode ocorrer em condições desumanas. O autor também critica a ideologia capitalista que justifica a desigualdade social, dividindo a sociedade em burguesia e proletariado.

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 26/10/2021

eliza-simone
eliza-simone 🇧🇷

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Ainda hoje, século XXI é perceptível tamanho desigualdade no Brasil, seja ela
de raça, religião, sexo, cultural e o socioeconômico, sendo esta a que mais afeta as
pessoas de todas as regiões, principalmente no cenário que estamos vivenciando, com
muitas pessoas desempregadas e sem nenhuma perspectiva, passando por necessidades
básicas enquanto que existem vários outros que são bilionários, usando a mínima de
força possível.
Através do trabalho o homem constrói sua identidade e se diferencia dos outros
animais, pois consegue criar, colocar em prática sua imaginação. Para Marx o indivíduo
pode fazer suas escolhas, porém, estas são influenciadas pelas condições econômicas,
ou seja, quase sempre é feita sem ter outra opção. O trabalho assalariado muitas vezes
acontece em condições desumanas.
Para Karl Marx a desigualdade social está ligada ao modo de produção
capitalista que nunca foi justa, após a Revolução Industrial, que a classe dominante
sempre lucrou em cima da exploração do trabalhador que muitas vezes nem condições
descentes tem para exercer determinado trabalho. Uma vez que para estes não seria
suficiente que o valor do produto final seja apenas o que foi investido. Sendo que o
trabalhador espera obter o seu salário baseado nas horas empregadas para realizar
determinado mercadoria.
Portanto, para que o empregador consiga obter seus lucros, ele cobra do
empregado uma maior quantidade de horas no trabalho, para que consiga uma maior
quantidade de mercadorias, mas pagando apenas determinadas horas, como o
trabalhador não tem outra opção, realiza o que lhe és imposto, para que no final consiga
obter seu salário, e assim, ter o básico para sua sobrevivência. que muitas vezes o
mesmo não consegue adquirir o que produziu.
A mais-valia está relacionada ao tempo necessário para realizar um trabalho e
sua renumeração. Mas, na realidade capitalista o valor do trabalho e o salário recebido
pelo trabalhador está desigual, ou seja, o esforço do trabalhador não é transformado em
dinheiro, e assim desvalorizando seu trabalho. Portanto, percebe-se a exploração do
sistema capitalista ao trabalhador.
Trazendo para a realidade, a mais-valia está presente em nosso meio, a partir do
momento em que o indivíduo é contratado para realizar determinada função, mas o
patrão lhe pede/manda para realizar outras, ele não irá lhe pagar por estas, pois na visão
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Ainda hoje, século XXI é perceptível tamanho desigualdade no Brasil, seja ela de raça, religião, sexo, cultural e o socioeconômico, sendo esta a que mais afeta as pessoas de todas as regiões, principalmente no cenário que estamos vivenciando, com muitas pessoas desempregadas e sem nenhuma perspectiva, passando por necessidades básicas enquanto que existem vários outros que são bilionários, usando a mínima de força possível. Através do trabalho o homem constrói sua identidade e se diferencia dos outros animais, pois consegue criar, colocar em prática sua imaginação. Para Marx o indivíduo pode fazer suas escolhas, porém, estas são influenciadas pelas condições econômicas, ou seja, quase sempre é feita sem ter outra opção. O trabalho assalariado muitas vezes acontece em condições desumanas. Para Karl Marx a desigualdade social está ligada ao modo de produção capitalista que nunca foi justa, após a Revolução Industrial, já que a classe dominante sempre lucrou em cima da exploração do trabalhador que muitas vezes nem condições descentes tem para exercer determinado trabalho. Uma vez que para estes não seria suficiente que o valor do produto final seja apenas o que foi investido. Sendo que o trabalhador espera obter o seu salário baseado nas horas empregadas para realizar determinado mercadoria. Portanto, para que o empregador consiga obter seus lucros, ele cobra do empregado uma maior quantidade de horas no trabalho, para que consiga uma maior quantidade de mercadorias, mas pagando apenas determinadas horas, como o trabalhador não tem outra opção, realiza o que lhe és imposto, para que no final consiga obter seu salário, e assim, ter o básico para sua sobrevivência. Já que muitas vezes o mesmo não consegue adquirir o que produziu. A mais-valia está relacionada ao tempo necessário para realizar um trabalho e sua renumeração. Mas, na realidade capitalista o valor do trabalho e o salário recebido pelo trabalhador está desigual, ou seja, o esforço do trabalhador não é transformado em dinheiro, e assim desvalorizando seu trabalho. Portanto, percebe-se a exploração do sistema capitalista ao trabalhador. Trazendo para a realidade, a mais-valia está presente em nosso meio, a partir do momento em que o indivíduo é contratado para realizar determinada função, mas o patrão lhe pede/manda para realizar outras, ele não irá lhe pagar por estas, pois na visão

do capitalismo ele sairá perdendo, ao invés do patrão contratar diversas pessoas e atribuir uma função especifica para cada, o contratado desenvolve todas possíveis, ganhando apenas por uma, e ele lucrando. “Na verdade, quem cria a riqueza é o “trabalho” do operário! Quem produz a riqueza é o trabalhador, mas quem se apropria dela é o capitalista. ” (SELL, 2001, p.101). Marx vê o capitalismo de forma inversa em que o trabalhador, proletariado, quem produz, mas é excluído de usufruir da educação, saúde e segurança. Já a burguesia apenas recebe seus lucros e consegue gozar de tudo aquilo que é privado ao proletariado. Logo é notório uma alienação do trabalho, ou seja, o trabalhador não consegue ter acesso ao que ele mesmo produziu, não tem o direito de dá o preço final. Apenas produz e entrega ao dono das máquinas, patrão. Assim, como os meios de produção, máquinas, produto final, os lucros, são de posse da burguesia, em certos momentos o trabalhador se encontra como propriedade desta também, uma vez que só tem a força do trabalho para chamar de seu, pois o mesmo nem o seu preço pode dá, já que há uma necessidade de ter um “emprego”, faz com que o indivíduo aceite qualquer que seja a proposta, sem ao menos poder lutar por condições melhores no trabalho ou até mesmo um aumento, pois, se não está satisfeito com o que tem, existe pessoas que querem aquela vaga. E para isso a classe dominante utiliza sua ideologia para que os operários aceitam a vender sua mão de obra sem questionar, Segundo Sell; Para Marx, as ideias da sociedade são as ideias da classe dominante. Isto quer dizer que, quando uma classe se torna dominante (do ponto de vista econômico e político), ela também consegue difundir a sua “visão de mundo” e os seus valores. As outras classes acabam adotando esta visão e, portanto, não percebem que são exploradas. A ideologia, portanto, é um conjunto de falsas representações da realidade, que servem para legitimar e consolidar o poder das classes dominantes. (SELL,2001, p.81) A ideologia é resultado do modelo econômico, ou seja, o trabalho é divido em intelectual e manual, sendo o primeiro pertencente à burguesia e o segundo ao proletariado, então a elite cria as ideologias e os operários apenas acreditam, e aceitam serem explorados. Conforme Marx, os donos dos meios de produção, formavam uma classe dominante que utiliza de sua ideologia para manipular os dominados, o proletariado, e que possuíam apenas sua força de trabalho.