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Guias e Dicas
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Livro Fonta - Cap6, Manuais, Projetos, Pesquisas de Agronomia

Livro Fonta - Cap6

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2015

Compartilhado em 02/01/2015

mateus-valdir-muller-6
mateus-valdir-muller-6 🇧🇷

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121
6
Capítulo
Valor Nutritivo de Cereais de
Inverno de Duplo Propósito
Roberto Serena Fontaneli, João Walter Dürr, Renato
Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos, Nara
Barbieri, Aislam Celso Pazinato e Geórgia Maldaner
Valor nutritivo refere-se a composição dos nutrientes da for-
ragem e a sua digestibilidade. O valor nutritivo é um impor-
tante componente da qualidade da forragem.
Qualidade de forragem é definida de diferentes formas, mas
muitas vezes, é pouco compreendida. Um simples conceito
é acompanhado de muita complexidade. Embora, muito im-
portante, qualidade de forragem recebe menos atenção do
que deveria. Adequada alimentação e nutrição animal são
essenciais para altas taxas de ganho de peso, produção de
leite, eficiência reprodutiva e lucratividade. Contudo, qualida-
de de forragem varia muito entre e dentro das espécies de
plantas forrageiras e as necessidades nutricionais variam
muito entre e dentro das espécies e categorias animal. Pro-
dução de forragem de qualidade para dada situação necessi-
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Capítulo 6

Valor Nutritivo de Cereais de

Inverno de Duplo Propósito

Roberto Serena Fontaneli, João Walter Dürr, Renato

Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos, Nara

Barbieri, Aislam Celso Pazinato e Geórgia Maldaner

Valor nutritivo refere-se a composição dos nutrientes da for-

ragem e a sua digestibilidade. O valor nutritivo é um impor-

tante componente da qualidade da forragem.

Qualidade de forragem é definida de diferentes formas, mas

muitas vezes, é pouco compreendida. Um simples conceito

é acompanhado de muita complexidade. Embora, muito im-

portante, qualidade de forragem recebe menos atenção do

que deveria. Adequada alimentação e nutrição animal são

essenciais para altas taxas de ganho de peso, produção de

leite, eficiência reprodutiva e lucratividade. Contudo, qualida-

de de forragem varia muito entre e dentro das espécies de

plantas forrageiras e as necessidades nutricionais variam

muito entre e dentro das espécies e categorias animal. Pro-

dução de forragem de qualidade para dada situação necessi-

122 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

ta conhecimento dos fatores que à afetam e então manejá-

los adequadamente. Analisando o conteúdo de nutrientes das

forragens pode-se adequar a suplementação às necessida-

des dos animais e assim, obter desempenho animal deseja-

do. Qualidade de forragem pode ser definida como o potenci-

al da forragem em produzir uma resposta animal desejada

ou a combinação de características biológicas e químicas

que determinam o potencial para a produção de leite e/ou lã

e/ou carne e/ou trabalho ou ainda, pode ser considerada como

a combinação do valor nutritivo com o consumo da forragem.

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos no melhoramen-

to de plantas e animais, a introdução e desenvolvimento de

novos produtos e técnicas gerenciais têm tornado possível

um aumento no desempenho animal. Contudo para que isso

seja possível é preciso estar focado na qualidade da forra-

gem e nas tecnologias que possam ser utilizadas para au-

mentar a lucratividade. As plantas forrageiras, especialmen-

te as gramíneas anuais, exibem uma marcante variação na

qualidade, de acordo com o estádio de desenvolvimento. Com

a maturação, há um decréscimo diário nos valores de prote-

ína bruta e digestibilidade da matéria seca, por exemplo, en-

quanto ocorre um elevado incremento no acúmulo de

biomassa. Além desse fator, em qualquer uma das fases de

desenvolvimento das plantas, há diferenças entre os compo-

nentes da produção, como caules, folhas e inflorescências,

cuja proporção está em constante alteração.

Muitos fatores influenciam a qualidade de forragem. Os mais

importantes são espécie, estágio de maturidade na colheita

(idade) e método de conservação. Fatores secundários in-

cluem fertilidade do solo e fertilizações, temperatura durante

124 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

si. A área experimental foi adubada com 100 a 300 kg/ha da

fórmula 5-25-25. Em todos os cortes foi realizada a avaliação

do rendimento de massa seca dos cereais de inverno. A mas-

sa verde foi colhida e pesada; desta, foi retirada uma sub-

amostra, a qual foi seca em estufa com ar forçado a 60 ºC

até peso constante, para determinação da massa seca. As-

sim, de parte da massa seca moída a 1 mm em moinho tipo

Willey, foram realizadas as avaliações laboratoriais pelo mé-

todo de reflectância do infravermelho proximal (NIRS) para

proteína bruta (PB), fibra insolúvel em detergente neutro (FDN),

fibra insolúvel em detergente ácido (FDA) e digestibilidade

estimada da massa seca (DMS) (FONTANELI, 2005). As va-

riáveis “resposta” foram submetidas à análise de variância,

ao nível de 5% de significância, usando-se o pacote estatísti-

co SAS, versão 8.2 (SAS, 2003).

A cultivar de trigo BRS Umbu apresentou teor de proteína bruta

(PB) mais elevado nas lâminas foliares e colmos (P< 0,05), por

ocasião do primeiro corte da primeira época de semeadura do

que as cultivares de aveia UPF 18, de centeios, de cevadas e o

genótipo de trigo BRS 277 (Tabela 22). As cultivares de centeio

BR 1, de triticale Embrapa 53 e de trigo BRS Figueira e BRS

Umbu mostraram teor de fibra em detergente neutro (FDN)

maior, em relação a maioria dos cereais de inverno. A cultivar de

cevada BRS 224 manifestou teor de fibra em detergente ácido

(FDA) mais elevado, em comparação a grande parte dos cere-

ais estudados. A aveia branca UPF 18 foi superior aos demais

cereais de inverno para teor de digestibilidade da matéria seca

estimada (DMS). Os teores de PB e de DMS foram maiores

com aplicação de 150% da dose indicada de N (N3), em rela-

ção a aplicação de 50% da dose (N1) (Tabela 23). Para os teo-

res de FND e FDA, ocorreu o inverso.

No segundo corte da primeira época, o genótipo e a cultivar

de aveia preta IPFA 99009 e Agro Zebu foram superiores (P<

0,05) às cultivares de cevada BRS 195 e BRS 224, ao triticale

BRS 148 e ao trigo BRS Figueira para o teor de PB (Tabela

23). Por sua vez, a cultivar de trigo BRS Figueira apresentou

teor de FDN mais elevado do que a maioria dos cereais estu-

dados, enquanto para o teor de FDA foi a cultivar de trigo BRS

Umbu. As cultivares de aveias branca UPF 18 e preta mos-

traram teor de DMS maior, em relação aos demais cereais

estudados. Os teores de PB e de DMS foram maiores com

aplicação de 100% e de 150% da dose indicada de N, em

comparação a aplicação de 50% da dose (Tabela 23). Para o

teor FDA, ocorreu o inverso. Não houve diferença significati-

va entre a aplicação de N para o teor FDN.

No corte da segunda época, a cultivar de centeio BRS Serra-

no obteve teor de PB maior do que as cultivares de aveia

branca UPF 18, de centeio BR 1, de cevadas e de triticale

BRS 148 e Embrapa 53 (Tabela 24). As cultivares de centeio

BR 1 e de triticale BRS 148 apresentaram teor de FDN mais

elevado em relação a maioria dos cereais estudados, enquan-

to para FDA foi a cultivar de cevada BRS 224. As aveias bran-

ca e pretas foram superiores a maioria das cultivares e

genótipos estudados para o teor de DMS. No percentual de

PB e de DMS, a aplicação de 150% da dose indicada de N foi

mais elevada do que o de 50% e 100% da dose (Tabela 24).

Para o percentual de FDN, não houve diferença significativa

entre as médias e a aplicação de N. O percentual de FDA, na

aplicação de 50% e de 100% da dose indicada de N foi supe-

rior ao da dose de 150%.

8.2 (SAS, 2003).

As cultivares de aveia preta Agro Zebu, de triticales BRS 148

e Embrapa 53 e de trigo BRS Umbu apresentaram teor de

proteína bruta (PB) nas lâminas foliares e colmos maior do

que as cultivares de cevada BRS 195 e BRS 224 e de trigo

BRS 277 (Tabela 24), no primeiro corte. A cultivar de trigo

BRS Figueira mostrou teor de fibra em detergente neutro

(FDN) mais elevado, em relação as cultivares de aveia bran-

ca UPF 18, de aveia preta Agro Zebu, de cevadas BRS 195 e

BRS 225, de triticales e de trigo BRS 277. Para fibra em de-

tergente ácido (FDA) a cultivar de cevada BRS 224 foi supe-

rior as cultivares de aveia branca UPF 18, de aveia preta Agro

Zebu, de centeio BRS Serrano e de triticales. No segundo

corte, a cultivar de aveia branca UPF 18 e o genótipo de trigo

BRS 277 manifestaram teor de PB mais elevado do que as

cultivares de cevada BRS 195 e BRS 225, de triticale Embrapa

53 e de trigo BRS Figueira e BRS Umbu. As cultivares de

triticale e de trigo foram superiores a grande parte dos cere-

ais de inverno para FDN e FDA. A cultivar de aveia branca

UPF 18 obteve maior teor de digestibilidade de massa seca

estimada (DMS) do que as cultivares de centeio BR 1, de

cevada e de trigo BRS Figueira e BRS 277, no primeiro e

segundo cortes.

A cultivar de centeio BRS Serrano mostrou teor de PB maior

do que as cultivares de cevadas BRS 195 e BRS 225, de

triticale BRS 148 e de trigos, no terceiro corte (Tabela 25).

Por outro lado, o genótipo de trigo BRS 277 foi superior a

maioria dos cereais de inverno para o teor de FDN e de FDA.

A cultivar de aveia branca UPF 18 apresentou teor de DMS

mais elevado do que a maioria dos cereais estudados.

128 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

c) Avaliação de cereais de inverno para rendimen-

to de forragem verde, silagem e grãos

Os tratamentos constaram de diferentes espécies de cere-

ais de inverno: um genótipo de aveia branca (UPF 18), dois

genótipos de aveia-preta (IPFA 99009 e Agro Zebu), dois

genótipos de centeio (BR 1 e BRS Serrano), três genótipos

de cevada (BRS 195, BRS 224 e BRS 225), três genótipos

triticale (BRS 148, BRS 203 e Embrapa 53) e três genótipos

de trigo (BRS Figueira, BRS Umbu e BRS 277). O delinea-

mento experimental foi de blocos ao acaso, com três repeti-

ções. As parcelas experimentais foram constituídas de 5 li-

nhas de 5,0 m de comprimento espaçadas 0,2 m entre si. A

semeadura foi realizada em abril, de 2003 a 2005. Nos dois

cortes foi realizada avaliação do rendimento de massa seca

dos cereais de inverno. O corte de toda área útil da parcela

destinada para forragem verde foi quando as plantas atingi-

ram, aproximadamente, 30 cm de altura. Metade da área de

rebrote foi destinada à confecção de silagem. O corte foi rea-

lizado quando as plantas apresentaram grão em massa mole.

A massa verde foi colhida e pesada; desta foi retirada uma

sub-amostra, a qual foi seca em estufa a 60 ºC, para deter-

minação da massa seca. Assim, de parte da massa seca

moída a 1 mm em moinho tipo Willey, foram realizadas as

avaliações laboratoriais pelo método de reflectância do

infravermelho proximal (NIRS) para proteína bruta (PB), fibra

insolúvel em detergente neutro (FDN), fibra insolúvel em de-

tergente ácido (FDA) e digestibilidade estimada da massa

seca (DMS) (FONTANELI, 2005). As variáveis “resposta” fo-

ram submetidas à análise de variância ao nível de 5% de

130 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

das plantas) para determinar-se a curva de crescimento e

mais nove dos rebrotes (r) de 28, 42 e 56 dias nos tratamen-

tos cortados aos 42, 56 e 70 dias após a emergência (42r28,

42r42 e 42r56; 56r28, 56r42 e 56r56; e 70r28, 70r42 e 70r

dias após a emergência das plantas). O delineamento expe-

rimental foi em blocos ao acaso com parcelas subdivididas

em três repetições. As subparcelas foram constituídas por

cinco fileiras de 5,0 m de comprimento, espaçadas de 0,20. A

semeadura foi realizada no mês de abril nos três anos de

estudo. Quinze dias após a emergência o material foi des-

bastado ajustando-se o número de plantas adequado para

cada tratamento. A área experimental foi adubada com 100 a

300 kg ha-1^ da fórmula 5-25-25. Foi realizada avaliação no

trigo e na aveia preta por ocasião do corte do rendimento de

massa seca. A massa verde foi colhida e pesada, e desta foi

retirada uma sub-amostra, a qual foi seca em estufa com ar

forçado a 60 ºC até peso constante, para ser determinada a

massa seca. Assim, de parte da massa seca moída a 1 mm

em moinho tipo Willey, foram realizadas as avaliações

laboratoriais pelo método de reflectância do infravermelho

proximal (NIRS) para proteína bruta (PB), fibra insolúvel em

detergente neutro (FDN), fibra insolúvel em detergente ácido

(FDA) e digestibilidade estimada da massa seca (DMS)

(FONTANELI, 2005). Os parâmetros em estudo foram sub-

metidos à análise de variância ao nível de 5% de significância,

utilizando-se o pacote estatístico SAS versão 8.2 (SAS, 2003).

O maior percentual de PB de trigo e de aveia preta, no primei-

ro corte ocorreu dos 14 aos 42r56 (r: rebrote) dias após a

emergência das plantas, em relação as demais avaliações

(Tabela 27). O percentual de FDN e de FDA mais elevado de

trigo e de aveia preta manifestaram-se dos 98 aos 168 dias

após a emergência, em comparação as avaliações anterio-

res, exceto aos 126 dias para trigo e 154 dias para aveia pre-

ta e trigo. O percentual de DMS maior de aveia preta e de

trigo ocorreu aos 14 dias após a emergência das plantas ,

em relação as demais avaliações.

No segundo corte (rebrote), o percentual de PB de aveia pre-

ta e de trigo foi mais elevados aos 42r28 dias após emergên-

cia das plantas, em comparação aos 56r56, aos 70r42 e aos

76r56 de aveia preta e aos 42r56, aos 56r56, aos 70r42 e

aos70r56 de trigo (Tabela 27). Para o percentual de DMS, a

aveia preta aos 42r28 após a emergência das plantas, foi

superior a parte dos genótpos de aveia preta e todos os de

trigo, exceto aos 70r42.

Tabela 22.

Continuação.

1ª época de semeadura

Cereais de inverno

1º corte

2º corte

PB

FDN

FDA

DMS

PB

FDN

FDA

DMS

12. Trigo BRS Figueira

25,5 abc

54,4 a

28,8 ab

66,4 ef

24,2 cd

52,6 a

28,2 ab

66,9 d

13. Trigo BRS Umbu

26,1 a

53,3 ab

28,0 bc

67,1 de

25,3 abc

52,1 ab

28,2 a

66,9 d

14. Trigo BRS 277

24,7 bcde

49,9 e

26,3 de

68,4 bc

26,0 ab

50,9 ab

27,2 abc 67,7 bcd

Média

Doses de nitrogênioN

24,2 b

52,3 a

27,7 a

67,3 b

24,7 b

49,9 a

26,9 a

67,9 b

N

24,5 b

51,7 b

27,0 b

67,8 a

25,5 a

49,5 a

26,2 b

N

25,0 a

51,6 b

27,1 b

67,8 a

25,8 a

49,4 a

26,1 b

68,6 a

A: aveia. Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem significativamente pelo teste de Tukey

(P>0,05).

Fonte: Santos e Fontaneli (2006).

134 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Tabela 23. Efeito de doses de nitrogênio em cereais de inverno na con-

centração de proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra
em detergente ácido (FDA) e digestibilidade da matéria seca estimada
(DMS) de forrragem, da segunda época de semeadura, com um corte,
média de 2003 a 2005.
2º época de semeadura
Cereais de inverno PB FDN FDA DMS
1. Aveia branca UPF 18 25,1 cde 49,1 def 24,7 h 69,7 a
2. Aveia preta IPFA 99009 25,9 abcd 48,0 f 24,7 h 69,7 a
3. Aveia preta Agro Zebu 26,9 ab 47,6 f 24,4 h 69,9 a
4. Centeio BR 1 24,8 def 53,8 a 28,9 ab 66,4 gh
5. Centeio BRS Serrano 27,1 a 48,5 ef 25,0 gh 69,4 ab
6. Cevada BRS 195 23,9 ef 49,8 def 27,3 cde 67,6 def
7. Cevada BRS 224 22,2 g 52,3 abc 30,0 a 65,5 h
8. Cevada BRS 225 23,5 fg 50,5cde 28,2 bcd 66,9 efg
9. Triticale BRS 148 23,9 ef 54,2 a 28,6 abc 66,6 fgh
10. Triticale BRS 203 26,3 abc 50,8 bcde 26,4 efg 68,4 bcd
11. Triticale Embrapa 53 25,4 bcd 52,8 ab 27,1 de 67,8 de
12. Trigo BRS Figueira 25,9 abcd 50,8 bcde 26,2 efg 68,5 bcd
13. Trigo BRS Umbu 26,8 ab 49,5 edf 25,5 fgh 69,0 abc
14. Trigo BRS 277 26,0 abcd 51,0 bcd 26,6 ef 68,2 cd
Média 25,3 50,6 26,7 68,
Doses de nitrogênio
N1 24,6 c 50,9 a 27,1 a 67,8 b
N2 25,0 b 50,8 a 26,7 a 68,1 b
N3 26,2 a 50,3 a 26,2 b 68,5 a

Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P>0,05). .Fonte: Santos e Fontaneli (2006).

136 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Tabela 25. Avaliação de cereais de inverno quanto à precocidade no rendimento de forragem para o vazio outonal na concentração de proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e digestibilidade da matéria seca estimada (DMS), do terceiro corte, média de 2003 a 2005.

3º corte Cereais de inverno PB FDN FDA DMS (%) (%) (%) (%)

  1. Aveia branca UPF 18 21,4 abcd 46,5 e 24,6 h 69,8 a
  2. Aveia preta IPFA 99009 22,2 abc 50,2 cd 26,9 efg 68,0 bcd
  3. Aveia preta Agro Zebu 21,0 abcd 50,4 cd 27,0 defg 67,8 bcde
  4. Centeio BR 1 21,3 abcd 53,8 ab 29,0 bcd 66,3 efg
  5. Centeio BRS Serrano 23,3 a 49,6 d 26,1 gh 68,6 ab
  6. Cevada BRS 195 19,9 cde 50,3 cd 26,5 fgh 68,2 abc
  7. Cevada BRS 224 21,0 abcd 50,6 cd 27,3 cdefg 67,6 bcdef
  8. Cevada BRS 225 19,4 def 51,3 bcd 28,9 bcde 66,4 defg
  9. Triticale BRS 148 20,5 bcd 53,6 ab 29,4 ab 66,0 gh
  10. Triticale BRS 203 22,6 ab 52,0 bcd 28,4 bcdef 66,8 cdefg
  11. Triticale Embrapa 53 21,2 abcd 53,9 ab 29,3 abc 66,0 fgh
  12. Trigo BRS Figueira 17,7 ef 53,5 ab 29,6 ab 65,8 gh
  13. Trigo BRS Umbu 19,1 d8ef 52,8 bc 29,7 ab 65,8 gh
  14. Trigo BRS 277 17,2 f 55,9 a 31,1 a 64,7 h Média 20,5 51,7 28,1 67, Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem significativamente pelo teste de Tukey (P>0,05). Fonte: Santos e Fontaneli (2006).
Tabela 26.
Avaliação de cereais de inverno para rendimento de forragem verde, silagem e grãos na concentração de
proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e digestibilidade da matéria secaestimada (DMS), do primeiro (forragem) e segundo (silagem) cortes, média de 2003 a 2005.
Forragem verde
Silagem
Cereais de inverno
PB
FDN
FDA
DMS
PB
FDN
FDA
DMS
1. A. branca UPF 18
21,5 efg
50,0 e
23,0 gh
71,0 ab
9,5 abc
58,3 h
64,0 ab
2. A. preta IPFA 99009
24,0 abc
52,1 bcde
24,9 cdef
69,5 cdef
10,9 a
65,1 bcd
37,1 ab
60,0 de
3. A. preta Agro Zebu
25,0 a
50,6 de
23,6 fgh
70,5 abc
10,2 ab
67,3 ab
39,4 a
58,2 e
4. Centeio BR 1
23,3 bcd
52,9 abcd
24,7 defg
69,7 bcde
8,3 cd
69,2 a
39,0 a
58,5 e
5. Centeio BRS Serrano
22,5 cdef
52,3 bcde
25,2 bcdef
69,3 cdefg
9,0 bcd
66,7 abc
37,3 ab
59,8 de
6. Cevada BRS 195
21,0 fg
50,7 cde
26,6 abc
68,2 fgh
8,3 cd
59,3 gh
31,9 e
64,1 a
7. Cevada BRS 224
20,8 g
52,9 abcd
27,7 a
67,3 h
7,8 d
61,4 fg
31,8 e
64,1 a
8. Cevada BRS 225
22,5 cdef
53,2 abc
26,4 abcd
68,3 efgh
8,9 bcd
61,0 fgh
33,0 de
63,2 ab
9. Triticale BRS 148
22,8 bcde
53,8 ab
24,3 efgh
70,0 abcd
8,1 cd
66,1 abcd
35,6 bc
61,2 cd
10. Triticale BRS 203
24,2 ab
52,9 abcd
25,8 bcde
68,8 defg
8,3 cd
64,7 bcde
36,4 bc
60,5 cd
11. Triticale Embrapa 53
23,2 bcd
53,9 ab
22,7 h
71,2 a
9,3 bcd
63,4 def
33,9 cde
62,5 abc
12. Trigo BRS Figueira
23,7 abc
55,2 a
27,9 a
67,2 h
8,8 bcd
61,6 efg
34,5 bc
62,1 bc
13. Trigo BRS Umbu
23,4 abcd
53,6 ab
26,8 ab
68,1 gh
8,0 cd
64,6 bcde
35,6 bc
61,2 cd
14. Trigo BRS 277
21,8 defg
49,9 e
25,6 bcde
69,0 defg
9,0 bcd
63,9 cdef
35,5 bc
61,2 cd
Média

A: aveia. Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem significativamente pelo teste de Tukey

(P>0,05).

Fonte: Santos e Fontaneli (2006).

Tabela 27.

Continuação.

1º corte

2º corte

Cereais de inverno

PB
FDN
FDA
DMS
PB
FDN
FDA
DMS

56r56: aveia preta

22,7 ghij

49,0 jklmno

26,7 jklmnopq

68,1 bcdefghi

18,7 defg

51,6 cdef

27,3 cdef

67,7 bcde

trigo

22,6 hij

52,2 fghijkl

29,5 efghijk

65,9 hijklmn

14,8 g

56,5 ab

31,8 ab

64,2 fg

70: aveia preta

22,4 hij

53,7 defghijk

28,0 ghijklm

67,1 fghijkl

-^
-^
-^

trigo

20,9 ijkl

55,1 cdefghi

30,6 defgh

65,1 klmno

-^
-^
-^

70r28: aveia preta

22,3 hij

53,2 efghijk

27,9 ghijklmn

67,1 efghijkl

23,9 ab

47,1 hi

24,7 efg

69,6 abc

trigo

21,4 hijkl

55,3 bcdefgh

30,5 defghi

65,1 jklmno

22,7 abcd

50,6 defgh

27,4 cde

67,6 cde

70r42: aveia preta

22,5 hij

51,7 ghijklm

26,5 jklmnopq

68,2 bcdefghi

20,0 bcdef

48,5 fghi

25,4 efg

69,1 abc

trigo

21,9 hij

55,3 bcdefgh

30,5 defghi

65,1 jklmno

17,2 efg

49,5 efghi

26,8 defg

68,0 abcd

70r56: aveia preta

23,2 fghij

52,0 ghijkl

26,9 ijklmnop

68,0 cdefghij

16,2 fg

51,1 cdefg

27,8 cde

67,3 def

trigo

21,6 hijk

54,1 cdefghij

29,8 efghij

65,7 ijklmn

15,7 g

52,2 cdef

29,3 bcd

66,1 def

84: aveia preta

20,7 jkl

53,2 efghijk

28,3 ghijklm

66,8 fghijkl

-^
-^
-^

trigo

18,9 kl

55,8 bcdefg

31,4 cdefg

64,5 lmnop

-^
-^
-^

98: aveia preta

18,6 lm

58,6 abcd

32,2 bcdef

63,8 mnopq

-^
-^
-^

trigo

15,3 n

58,8 abcd

34,3 abc

62,2 pqr

-^
-^
-^

112: aveia preta

15,8 mn

57,9 bcde

32,3 bcdef

63,7 mnopq

-^
-^
-^

trigo

10,7 p

59,1 abc

35,4 ab

61,3 qr

-^
-^
-^

126: aveia preta

14,7 n

59,0 abc

33,7 abcd

62,6 opqr

-^
-^
-^

trigo

10,3 op

57,4 bcdef

33,9 abcd

62,5 opqr

-^
-^
-^

-^ Continua...

140 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-FlorestaILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

Tabela 27.

Continuação.

1º corte

2º corte

Cereais de inverno

PB
FDN
FDA
DMS
PB
FDN
FDA
DMS

140: aveia preta

13,4 no

63,7 a

37,0 a

60,1 r

-^
-^
-^

trigo

8,9 pq

60,3 ab

34,9 abc

61,7 pqr

-^
-^
-^

154: aveia preta

11,4 op

58,6 abcd

33,1 bcde

63,1 npoq

-^
-^
-^

trigo

6,8 qr

55,3 bcdefgh

32,8 bcde

63,3 nopq

-^
-^
-^

168: aveia preta

10,3 p

60,4 ab

34,1 abcd

62,3 opqr

-^
-^
-^

trigo

5,7 r

51,7 ghijklm

30,5 defghi

65,1 jklmno

-^
-^
-^

Média

r: repetição. Médias seguidas da mesma letra, na coluna, não diferem significativamente pelo teste de Tukey

(P>0,05).

Fonte: Santos e Fontaneli (2006).