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maias - décimo terceiro capitulo, Resumos de Português (Gramática - Literatura)

Resumo detalhado 13 capitulo maias

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 20/03/2021

Edu__arda
Edu__arda 🇵🇹

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Carlos que tinha almoçado mais cedo, estava já preparado para sair quando
Batista o informou que Ega precisava de falar com ele urgentemente e por isso
era pedido por parte de Ega que Carlos esperasse. Carlos achou que Ega queria
falar de Raquel, uma vez que esta tinha chegado a lisboa à duas semanas.
Carlos que estava impaciente preparava-se para ir ao quarto de Ega, mas, nesse
momento o correio chegava com uma carta da condessa gouvarinho .
Quando Carlos acabou de ler a carta, Ega apareceu. E Carlos pediu-lhe que antes
de contar o que tinha para contar que lesse a carta que gouvarinho lhe enviara.
A carta era uma queixa da condessa pela falta de comparência por parte de
Carlos aos compromissos marcados com ela na casa da tia da condessa sem
sequer ter dito nada à propria. E por isso, a condessa pedia que Carlos se
encontrasse com ela na rua de S. Marçal para que este pudesse explicar-se
antes que gouvarinho partir-se para Sintra. Ega afirmara que esta era a altura
perfeita para meter fim à relação deles e Carlos concordou.
Finalmente, Ega disse a Carlos o que tinha para lhe dizer.
Dâmaso, andava a falar mal de Carlos e Maria Eduarda a toda gente possível,
corriam boatos sobre eles, fazendo o “casal” passar figura, um dos boatos
era o facto de que a Madame estava com Carlos apenas por dinheiro. Carlos fica
furioso, querendo ir a casa de Dâmaso fazer justiça. No entanto eram 11
horas e Carlos tinha que ir aos olivais. No dia a seguir, sábado, Maria Eduarda ia
ver finalmente a quinta do Craft, ele deveria ter a casa em condições, pois tinha
pedido aos criados para a limparem e darem uma arrumação.
Carlos e Maria Eduarda iriam ficar naquela quinta durante o verão todo e depois
iriam partir para Itália.
Maria Eduarda foi a Belém com Rosa e deixou um bilhete a Carlos a pedir-lhe
para vir à noite. Quando Carlos estava a sair de casa encontrou Alencar, o Poeta
ultrarromântico, amigo de Pedro da Maia, que não via desde as corridas.
Alencar e Carlos estiveram a conversar e surgiu a conversa de Dâmaso sobre o
romance entre Carlos e a amante. No entanto Carlos disse que não se passava
nada referindo que não via Dâmaso fazia tempo.
Carlos e Alencar estavam na rua quando se depararam com Ega. Alencar e Ega
não se viam desde o encontro com os Cohen. Alencar odiava Ega por causa da
relação de Raquel com o fiel amigo de Carlos, Ega.
Ambos cumprimentaram-se, estabelecendo-se um clima estranho entre Carlos,
Alencar e Ega.
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Carlos que tinha almoçado mais cedo, estava já preparado para sair quando Batista o informou que Ega precisava de falar com ele urgentemente e por isso era pedido por parte de Ega que Carlos esperasse. Carlos achou que Ega queria falar de Raquel, uma vez que esta tinha chegado a lisboa à duas semanas. Carlos que estava impaciente preparava-se para ir ao quarto de Ega, mas, nesse momento o correio chegava com uma carta da condessa gouvarinho. Quando Carlos acabou de ler a carta, Ega apareceu. E Carlos pediu-lhe que antes de contar o que tinha para contar que lesse a carta que gouvarinho lhe enviara. A carta era uma queixa da condessa pela falta de comparência por parte de Carlos aos compromissos marcados com ela na casa da tia da condessa sem sequer ter dito nada à propria. E por isso, a condessa pedia que Carlos se encontrasse com ela na rua de S. Marçal para que este pudesse explicar-se antes que gouvarinho partir-se para Sintra. Ega afirmara que esta era a altura perfeita para meter fim à relação deles e Carlos concordou. Finalmente, Ega disse a Carlos o que tinha para lhe dizer. Dâmaso, andava a falar mal de Carlos e Maria Eduarda a toda gente possível, corriam boatos sobre eles, fazendo o “casal” passar má figura, um dos boatos era o facto de que a Madame estava com Carlos apenas por dinheiro. Carlos fica furioso, querendo ir a casa de Dâmaso fazer justiça. No entanto já eram 11 horas e Carlos tinha que ir aos olivais. No dia a seguir, sábado, Maria Eduarda ia ver finalmente a quinta do Craft, ele deveria ter a casa em condições, pois tinha pedido aos criados para a limparem e darem uma arrumação. Carlos e Maria Eduarda iriam ficar naquela quinta durante o verão todo e depois iriam partir para Itália. Maria Eduarda foi a Belém com Rosa e deixou um bilhete a Carlos a pedir-lhe para vir à noite. Quando Carlos estava a sair de casa encontrou Alencar, o Poeta ultrarromântico, amigo de Pedro da Maia, que não via desde as corridas. Alencar e Carlos estiveram a conversar e surgiu a conversa de Dâmaso sobre o romance entre Carlos e a amante. No entanto Carlos disse que não se passava nada referindo que não via Dâmaso fazia tempo. Carlos e Alencar estavam na rua quando se depararam com Ega. Alencar e Ega não se viam desde o encontro com os Cohen. Alencar odiava Ega por causa da relação de Raquel com o fiel amigo de Carlos, Ega. Ambos cumprimentaram-se, estabelecendo-se um clima estranho entre Carlos, Alencar e Ega.

Estavam os 3 à conversa quando vêem Dâmaso do outro lado do passeio com o Cohen e o conde de Gouvarinho, e vendo Dâmaso a ostentar-se e a rir alto, Carlos não conseguiu controlar-se e teve mesmo que dizer a Dâmaso para parar com todas as mentiras ou então teria de tomar medidas mais graves recorrendo à violência. Depois de avisar Dâmaso para parar com os boatos, Carlos voltou para junto dos seus amigos um pouco pálido, mas mais perturbado estava o seu fiel amigo Ega porque julgava ter visto no olhar do Cohen uma provocação. Em contrapartida, Alencar estava normal continuando a discursar. Carlos estava arrependido de não ter humilhado mais Dâmaso e Ega estava convicto que um dia teria que esbofetear o Cohen. Já em casa, Carlos preparava-se para sair e Batista disse-lhe que Teles da Gama queria falar com ele urgentemente. Teles da Gama pergunta a Carlos se quando falou com Dâmaso tinha a intenção apenas de o amedrontar ou de fazer mesmo o que tinha dito (cortar as orelhas). De uma forma irónica Carlos diz “ o quê!? Se tinha intenção de ofender o Dâmaso de quando o ameacei de lhe arrancar as orelhas? De modo nenhum: Tinha só a intenção de lhe arrancar as orelhas.” Gama afirma que tinha dito isso a Dâmaso quando este o questionou, no entanto só ao perguntar a Carlos é que a sua missão estava completa. No dia seguir, era o dia em que a amante de Carlos iria conhecer a casa de verão, por voltas das 10 horas. Depois de Maria Eduarda chegar e depois de uma visita pormenorizada pela casa de Craft, (um diletante inglês, rico e amigo de Carlos), decidem que a única coisa que falta é dar o nome à casa. Depois de pensar Carlos sugeriu o nome “Toca” e Maria Eduarda adorou achando o nome original. A toca é um cenário marcado pela excentricidade e pelo luxo é o refugio amoroso dos amantes, no entanto anuncia desde logo através da sua decoração o final trágico “onde desmaiavam, na trama da lã, os amores de Vénus e Marte”. Carlos e Maria Eduarda, envolvem-se dando-se o incesto inconsciente. No dia seguinte, num domingo, Afonso da Maia fazia anos e os amigos estavam presentes na casa. Afonso anunciou que estava apensar ir visitar a quinta de Santa olavia acompanhado Craft e Sequeira. Ega anuncia ao marquês que o relacionamento com a cohen tinha terminado. E por causa disso o cohen baixa a cabeça sentindo se de certa forma rebaixado, descobre-se que Dâmaso estava a namorar com cohen. Batista informa Carlos que uma mulher quer falar com ele e este automaticamente pensou que se trataria de Maria Eduarda.