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A fisiopatologia da aterosclerose, detalhando o processo de formação de placas e sua progressão, desde a lesão endotelial inicial até a formação de trombos e oclusão vascular. Explica os fatores de risco, como hipercolesterolemia, hipertensão e tabagismo, e como eles contribuem para a inflamação e o acúmulo de lipídios na parede dos vasos. Além disso, descreve as diferentes fases da aterosclerose, desde as lesões iniciais até as complicações como infarto agudo do miocárdio e morte súbita. O documento também aborda a síndrome coronariana aguda (sca) e a importância do diagnóstico e tratamento para diminuir a demanda de oxigênio do miocárdio e aumentar o aporte de oxigênio.
Tipologia: Esquemas
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Fisiopatologia PLACA ROMPIDA, atrai plaquetas que causa a formação do TROMBO, que pode obstruir o fluxo sanguíneo, originando a SINDROME CORONARIANA AGUDA (SCA) Resultando em IAM ATEROMA ou PLACAS DE ATEROMA Depende do grau de inflamação e da espessura do revestimento fibroso Instável Estável Se for fino e o processo de inflamação ainda estiver no inicio. A lesão se tornará LESÃO VULNÉRAVÉL, pois pode se desprender. Neste ponto, o centro lipídico pode crescer, causando a ruptura da placa fibrosa Se for ESPESSO, vai resistir ao stress e do fluxo sanguíneo no vaso, sem se desprender
Estudos laboratoriais:
Estudos laboratoriais:
Patogénese da aterosclerose:
1. Parte: Inicialmente, os fatores de risco, principalmente a hipercolesterolemia , levam a uma lesão endotelial e à disjunção das células dessa região, gerando alguns efeitos:
A aterosclerose evolui do tipo I ao tipo VI. Tipo I: Chamada lesão inicial; nela ocorre o acúmulo de LDL nos macrófagos, gerando um processo inflamatório. Tipo II: Chamada lesão de estria gordurosa; nela ocorrem acúmulos intracelulares de lipídios. As lesões tipo I e II têm início na primeira década de vida. Tipo III: Chamada lesão intermediária; ela é muito parecida com a lesão tipo II, mas começam a haver depósitos externos de lipídeos. Até esse momento a lesão é “silenciosa”, não apresentando sintomas. Tipo IV: Chamada ateroma; aqui começam a se formar núcleos de lipídios extracelulares, iniciando-se a oclusão parcial da coronária.As lesões tipo III e IV costumam ter início na terceira década de vida. Tipo V: Chamada fibroateroma; possui um ou mais núcleos de lipídios, mais uma camada fibrótica que pode conter calcificações. Essa lesão pode ser formada a partir da lesão tipo IV ou tipo VI. Tipo VI: Chamada lesão complicada; nela ocorrem úlceras ou fissuras na placa, onde o sangue se acumula e pode formar um trombo. Se o trombo se desprender da placa pode ocluir a coronária, provocando um infarto agudo do miocárdio ou morte súbita. Pode se formar a partir da lesão tipo IV ou V. As lesões tipo V e VI costumam ocorrer a partir da quarta década de vida.