Funcional
Tempo
Definição Alta prevalência;
Mais comum em homem e idoso;
Sobrevida de 5 anos para pessoas com IC
A Classificação da American Heart Association (AHA) categoriza a insuficiência
cardíaca:
•Com base no estágio e na progressão da doença, ou seja é uma classificação
evolutiva.
•A Insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica neuro-hormonal
caracterizada pela incapacidade do coração de fornecer débito cardíaco
suficiente. Isso ocorre para atender a demanda metabólica tecidual ou pela
realização deste à custa de elevadas pressões de enchimento (pré-carga).
•No estágio inicial o paciente não tem a doença estabelecida, apenas o alto
risco, depois o paciente possui uma doença estrutural assintomática, depois
desenvolve sintomas, e culmina numa doença sintomática refratária.
Insuficiência cardíaca
Causas:
Suas causas mais comuns são doença cardíaca coronariana e hipertensão, as
quais constituem cerca de 3\4 dos casos. Entretanto, quase todas as outras formas
de doença cardíaca (defeitos valvares, cardiomiopatias;
Bem como algumas doenças extra cardíacas, podem resultar em IC.
Síndrome que ocorre quando o coração não consegue bombear sangue suficiente
para satisfazer as necessidades metabólicas do corpo
►Resulta em sobrecarga de volume intravascular e intersticial, bem como má
perfusão tecidual
►Pode ser classificada de acordo com o lado acometido do coração (como
esquerda ou direita) ou o ciclo cardíaco envolvido (disfunção sistólica ou diastólica).
3º causa de internação no SUS;
1º causa de morte
Fração de ejeção (FE)
Tem como epidemiologia
representa
Classificação:
Estágios de IC crônica com fração de ejeção reduzida, segundo a AHA – colégio americano de cardiologia
A – Risco em desenvolver IC, sem doença estrutural
ou sintomas
Controle dos fatores de risco (Tabagismo, dislipidemia,
HAS, etilismo, DM obesidade)
B – Doença estrutural cardíaca presente, sem
sintomas de IC
Considerar IECA, betabloqueador e antagonista
mineralocorticoides.
C – Doença estrutural cardíaca presente. Sintomas
prévios ou atuais da IC
Tratamento clinico otimizado, medidas adicionais,
considerar TRC, CDI e tratamento cirúrgico.
D - IC refrataria ao tratamento clinico. Requer
intervenção especializada
Todas as medidas acima, considerar transplante
A Classificação da AHA ajuda os profissionais de saúde a identificar as estratégias de tratamento e intervenções
adequadas em cada estágio
Estágios/progressão da
doença
Classe funcional segundo o NYHA
Classe Definição Descrição geral
IAusência de sintomas Assintomático
II Atividades físicas habituais Sintomas leves
II Atividades físicas menos intensas, causam sintomas.
Limitação importante, porém, confortável no repouso.
Sintomas moderados
IV Incapacidade para realizar qualquer atividade sem
apresentar desconforto. Sintomas em repouso.
Sintomas graves
Na classificação da NYHA, o paciente pode transitar entre as classes mediante o controle dos sintomas e
melhora do status funcional atual do paciente.
Aguda ou crônica
Quadro clinico
Fisiopatologia
Esquerda: Direita:
Congestão venosa:
Veia jugular
distendida, refluxo
hepatojugular
positivo e
hepatomegalia
Ingurgitamento
hepático:
Dor no quadrante
superior direito
Congestão
hepática e
intestinal:
Anorexia, sensação
de plenitude e
náusea
Redistribuição e
reabsorção
noturna de liquido
Excesso de
volume de liquido
Retenção de liquido
Congestão pulmonar:
Dispneia, ortopneia, dispneia
paroxística noturna, tosse
improdutiva, estertores
Impossibilidade de aumentar o
debito cardíaco em resposta a
atividade física
Hipertrofia ventricular
esquerda:
Ponto de impulso máximo
deslocado na direção da linha
axilar anterior esquerda
Estimulação simpática:
Taquicardia
Enchimento ventricular rápido:
B3
Contração atrial contra um
ventrículo não complacente:
B4
Vasoconstricção periférica:
Pele fria e pálida