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Insuficiência Cardíaca: Definição, Causas, Classificação e Tratamento, Esquemas de Cardiologia

Uma visão geral concisa da insuficiência cardíaca (ic), abordando sua definição, causas comuns como doença cardíaca coronariana e hipertensão, e a classificação da american heart association (aha) que categoriza a ic com base no estágio e progressão da doença. Explora a fisiopatologia da ic, incluindo disfunção sistólica e diastólica, e os critérios de framingham para diagnóstico. Além disso, detalha as opções de tratamento, como inibidores da eca, betabloqueadores e antagonistas da aldosterona, destacando a importância de um tratamento clínico otimizado para melhorar a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. O documento também aborda a classificação da nyha, que avalia a capacidade funcional dos pacientes com ic, e as manifestações clínicas da ic aguda e crônica.

Tipologia: Esquemas

2025

À venda por 29/08/2025

jose-luis-hip
jose-luis-hip 🇧🇷

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bg1
Funcional
Tempo
Definição Alta prevalência;
Mais comum em homem e idoso;
Sobrevida de 5 anos para pessoas com IC
A Classificação da American Heart Association (AHA) categoriza a insuficiência
cardíaca:
Com base no estágio e na progressão da doença, ou seja é uma classificação
evolutiva.
A Insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica neuro-hormonal
caracterizada pela incapacidade do coração de fornecer débito cardíaco
suficiente. Isso ocorre para atender a demanda metabólica tecidual ou pela
realização deste à custa de elevadas pressões de enchimento (pré-carga).
No estágio inicial o paciente não tem a doença estabelecida, apenas o alto
risco, depois o paciente possui uma doença estrutural assintomática, depois
desenvolve sintomas, e culmina numa doença sintomática refratária.
Insuficiência cardíaca
Causas:
Suas causas mais comuns são doença cardíaca coronariana e hipertensão, as
quais constituem cerca de 3\4 dos casos. Entretanto, quase todas as outras formas
de doença cardíaca (defeitos valvares, cardiomiopatias;
Bem como algumas doenças extra cardíacas, podem resultar em IC.
Síndrome que ocorre quando o coração não consegue bombear sangue suficiente
para satisfazer as necessidades metabólicas do corpo
Resulta em sobrecarga de volume intravascular e intersticial, bem como má
perfusão tecidual
Pode ser classificada de acordo com o lado acometido do coração (como
esquerda ou direita) ou o ciclo cardíaco envolvido (disfunção sistólica ou diastólica).
3º causa de internação no SUS;
1º causa de morte
Fração de ejeção (FE)
Tem como epidemiologia
representa
Classificação:
Estágios de IC crônica com fração de ejeção reduzida, segundo a AHA colégio americano de cardiologia
A Risco em desenvolver IC, sem doença estrutural
ou sintomas
Controle dos fatores de risco (Tabagismo, dislipidemia,
HAS, etilismo, DM obesidade)
B Doença estrutural cardíaca presente, sem
sintomas de IC
Considerar IECA, betabloqueador e antagonista
mineralocorticoides.
C Doença estrutural cardíaca presente. Sintomas
prévios ou atuais da IC
Tratamento clinico otimizado, medidas adicionais,
considerar TRC, CDI e tratamento cirúrgico.
D - IC refrataria ao tratamento clinico. Requer
intervenção especializada
Todas as medidas acima, considerar transplante
A Classificação da AHA ajuda os profissionais de saúde a identificar as estratégias de tratamento e intervenções
adequadas em cada estágio
Estágios/progressão da
doença
Classe funcional segundo o NYHA
Classe Definição Descrição geral
IAusência de sintomas Assintomático
II Atividades físicas habituais Sintomas leves
II Atividades físicas menos intensas, causam sintomas.
Limitação importante, porém, confortável no repouso.
Sintomas moderados
IV Incapacidade para realizar qualquer atividade sem
apresentar desconforto. Sintomas em repouso.
Sintomas graves
Na classificação da NYHA, o paciente pode transitar entre as classes mediante o controle dos sintomas e
melhora do status funcional atual do paciente.
Aguda ou crônica
Quadro clinico
Fisiopatologia
Esquerda: Direita:
Congestão venosa:
Veia jugular
distendida, refluxo
hepatojugular
positivo e
hepatomegalia
Ingurgitamento
hepático:
Dor no quadrante
superior direito
Congestão
hepática e
intestinal:
Anorexia, sensação
de plenitude e
náusea
Redistribuição e
reabsorção
noturna de liquido
Excesso de
volume de liquido
Retenção de liquido
Congestão pulmonar:
Dispneia, ortopneia, dispneia
paroxística noturna, tosse
improdutiva, estertores
Impossibilidade de aumentar o
debito cardíaco em resposta a
atividade física
Hipertrofia ventricular
esquerda:
Ponto de impulso máximo
deslocado na direção da linha
axilar anterior esquerda
Estimulação simpática:
Taquicardia
Enchimento ventricular rápido:
B3
Contração atrial contra um
ventrículo não complacente:
B4
Vasoconstricção periférica:
Pele fria e pálida
pf3
pf4
pf5

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Funcional Tempo Definição Alta prevalência; Mais comum em homem e idoso; Sobrevida de 5 anos para pessoas com IC A Classificação da American Heart Association (AHA) categoriza a insuficiência cardíaca:

  • Com base no estágio e na progressão da doença, ou seja é uma classificação evolutiva.
  • A Insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome clínica neuro-hormonal caracterizada pela incapacidade do coração de fornecer débito cardíaco suficiente. Isso ocorre para atender a demanda metabólica tecidual ou pela realização deste à custa de elevadas pressões de enchimento (pré-carga).
  • No estágio inicial o paciente não tem a doença estabelecida, apenas o alto risco, depois o paciente possui uma doença estrutural assintomática, depois desenvolve sintomas, e culmina numa doença sintomática refratária. Insuficiência cardíaca Causas: Suas causas mais comuns são doença cardíaca coronariana e hipertensão, as quais constituem cerca de 3\4 dos casos. Entretanto, quase todas as outras formas de doença cardíaca (defeitos valvares, cardiomiopatias; Bem como algumas doenças extra cardíacas, podem resultar em IC. Síndrome que ocorre quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades metabólicas do corpo ►Resulta em sobrecarga de volume intravascular e intersticial, bem como má perfusão tecidual ►Pode ser classificada de acordo com o lado acometido do coração (como esquerda ou direita) ou o ciclo cardíaco envolvido (disfunção sistólica ou diastólica). 3º causa de internação no SUS; 1º causa de morte Fração de ejeção (FE) Tem como epidemiologia representa Classificação: Estágios de IC crônica com fração de ejeção reduzida, segundo a AHA – colégio americano de cardiologia A – Risco em desenvolver IC, sem doença estrutural ou sintomas Controle dos fatores de risco (Tabagismo, dislipidemia, HAS, etilismo, DM obesidade) B – Doença estrutural cardíaca presente, sem sintomas de IC Considerar IECA, betabloqueador e antagonista mineralocorticoides. C – Doença estrutural cardíaca presente. Sintomas prévios ou atuais da IC Tratamento clinico otimizado, medidas adicionais, considerar TRC, CDI e tratamento cirúrgico. D - IC refrataria ao tratamento clinico. Requer intervenção especializada Todas as medidas acima, considerar transplante A Classificação da AHA ajuda os profissionais de saúde a identificar as estratégias de tratamento e intervenções adequadas em cada estágio Estágios/progressão da doença Classe funcional segundo o NYHA Classe Definição Descrição geral I Ausência de sintomas Assintomático II Atividades físicas habituais Sintomas leves II Atividades físicas menos intensas, causam sintomas. Limitação importante, porém, confortável no repouso. Sintomas moderados IV Incapacidade para realizar qualquer atividade sem apresentar desconforto. Sintomas em repouso. Sintomas graves Na classificação da NYHA, o paciente pode transitar entre as classes mediante o controle dos sintomas e melhora do status funcional atual do paciente. Aguda ou crônica Quadro clinico Fisiopatologia Esquerda: Direita: Congestão venosa: Veia jugular distendida, refluxo hepatojugular positivo e hepatomegalia Ingurgitamento hepático: Dor no quadrante superior direito Congestão hepática e intestinal: Anorexia, sensação de plenitude e náusea Redistribuição e reabsorção noturna de liquido Excesso de volume de liquido Retenção de liquido Congestão pulmonar: Dispneia, ortopneia, dispneia paroxística noturna, tosse improdutiva, estertores Impossibilidade de aumentar o debito cardíaco em resposta a atividade física Hipertrofia ventricular esquerda: Ponto de impulso máximo deslocado na direção da linha axilar anterior esquerda Estimulação simpática: Taquicardia Enchimento ventricular rápido: B Contração atrial contra um ventrículo não complacente: B Vasoconstricção periférica: Pele fria e pálida