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PROPOSTA TÉCNICA PARA IDENTIFICAÇÃO DE ÁRVORES MATRIZES, COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS DA FLORA REGIONAL
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!













Introdução
Ambiente e desenvolvimento
De acordo com as atuais tendências de produtividade e aumento populacional, o Produto Geográfico Bruto (PGB) dos países em desenvolvimento aumentará em cerca de 4% a 5% ano entre 1990 e 2030 aumentando, até o final deste período cinco vezes o atual, enquanto que nos países industrializados o crescimento será mais lento, cerca de 3,5 vezes o atual (CONAMA, 1994). Entretanto, se a contaminação e a degradação ambiental aumentar no mesmo ritmo, o resultado será insustentável para o meio ambiente. No ano 2000 foi completando três décadas que marcaram as primeiras conferências, reuniões e encontros sobre o meio ambiente quando, já era detectado um agravamento dos problemas ambientais tanto globais, como regionais ou locais, sendo então cobradas, a partir desta época, a necessidade de que a variável ambiental fosse considerada como um fator de garantia do progresso. Foi dessa maneira que surgiu o conceito de desenvolvimento sustentável, que ressalta a necessidade de incorporar as variáveis ambientais dentro de uma concepção global, postulando que o progresso sólido e estável não deve estar desvinculado da preocupação da sociedade em seu conjunto pela conservação ambiental. Deduz-se então, que o crescimento econômico e a proteção ambiental são aspectos complementares, eliminando assim a idéia de que esta última constitua um dilema frente ao desenvolvimento, ao contrário, surja como um de seus elementos. Os efeitos adversos que o ambiente já vêm sofrendo, bem como aqueles preditos para períodos futuros, poderão ser atenuados de forma significativa se as políticas ambientais e as instituições quer sejam de caráter privado ou não, tornarem- se eficazes quanto a sensibilidade e destinação de recursos para a implantação e implementação das medidas de recomposição e compensação ambiental previstas nos respectivos EIA/RIMAS. Neste sentido, a ALCOA tem demonstrado considerável preocupação, envidando esforços que visam a elaboração e implantação de projetos, muitos dos quais, voltados à reconstituição paisagística e compensação ambiental.
A implantação do presente Proposta está prevista para setembro do ano 2005, desde que todos os ajustes estejam em conformidade com os interesses da Empresa contratante e da contratada. Desta maneira, será inicialmente apresentado os escopos dos projetos de prestação de serviços: 1 - matrizes de árvores nativas e projeto 2 - produção de mudas de espécies nativas da flora regional.
Avaliação semestral dos resultados obtidos nas áreas experimentais Além da apresentação de relatórios mensais sobre a identificação, seleção, catalogação, estudo fenológico, coleta de sementes, beneficiamento e armazenamento destas e os a resultados da produção de mudas. Pretende-se viabilizar junto a Empresa à realização de seminários semestrais, com apresentações circunstanciadas dos resultados obtidos nos projetos de prestação de serviços em andamento. Esta prática, não só possibilitará à Empresa um melhor acompanhamento das fases seqüenciais da proposta técnica apresentada, como permitirá a manutenção organizada das análise parciais dos resultados, com vistas às conclusões, no Relatório final da Proposta técnica dos serviços prestados.
LOCALIZAÇÃO : Planalto de Poços de Caldas
TÍTULO : Matrizes de árvores nativas
TÉCNICO RESPONSÁVEL :
Paulo Roberto Moreira – Engenheiro Florestal Doutor em Biologia vegetal com ênfase em recuperação de áreas degradadas.
Retornar à área minerada as suas formas de utilização segundo a capacidade de uso do solo, a sua biodiversidade
DURAÇÃO: 4 anos
INÍCIO : Setembro/
A área de abrangência do projeto é a região de Poços de Caldas, dividida em duas sub-regiões ecológicas: Serra e Planalto de Poços de Caldas, com base no clima, geologia topografia, solos, hidrologia, fitogeografia e paisagem em geral, conforme Girodo, 2000. Com a estratégia para fomentar as características desejadas na produção de sementes e mudas, a equipe de prestação de serviços da Tecplant utilizará levantamentos florísticos, fitossociológicos regionais e informações da própria Alcoa, realizados nas diferentes formações florestais das sub-regiões ecológicas para efetuar a marcação das matrizes nos fragmentos, remanescentes de vegetação e RPPN regionais. As matrizes marcadas terão sua posição georeferênciada e mapa de localização no campo e serão identificadas por estacas coloridas e colocação de plaquetas de identificação. Para facilitar a coleta e composição de lotes de sementes com qualidade fisiológica e genética a ficha de campo de marcação para matrizes possibilitara a tomada de varias informações relacionadas com a fenologia e a procedência do individuo. Estes dados primários sobre os indivíduos marcados em campo formam reunidos com os dados secundários sobre as características botânicas/ecológicas, de tecnologia de sementes e produção de mudas um extenso banco de dados das espécies das árvores matrizes.
2.1 Fenologia Para obtenção dos dados será utilizado o método quantitativo para medição das características fenológicas em árvores de acordo com Fournier (1974). O quadro 1 inclui a lista das características fenológicas mais importantes que serão avaliadas, assim como as abreviações que serão usadas no decorrer do trabalho.
Quadro - 1 Características Fenológicas das árvores.
Características Abreviatura Floração Fl Floração com botão Bot Frutos F Frutos verdes Fr Frutos maduros Fm Caída de folhas C Sementes S
Cada uma destas características será avaliada individualmente mediante o exemplo de uma escala que varia entre 0 e 4 e a numeração apresentam os seguintes significados:
0 Ausência do fenômeno observado
1 Presença do fenômeno com uma magnitude entre 1 e 25 por cento
2 Presença do fenômeno com uma magnitude entre 26 e 50 por cento
3 Presença do fenômeno com uma magnitude entre 51 e 75 por cento
4 Presença do fenômeno com uma magnitude entre 76 e 100 por cento
Esta escala permite medir o estado fenológico de cada um dos indivíduos que compõem uma amostra. Em cada uma das observações, a soma dos valores correspondentes do total da amostra de cada espécie, facilitara a análise do progresso das características que se estuda.
2.2. Coleta de sementes Uma vez que a Alcoa objetiva um reflorestamento auto-renovável, as qualidades fisiológica e genética das semente são fundamentais e devem ser asseguradas através dos procedimentos de coleta, beneficiamento e armazenamento. A coleta será feita ma região de Poços de caldas como mencionado no item 2, ao longo de todos os anos de vigência do contrato, mas será mais intensa no período de julho a outubro, quando ocorre a produção de sementes de mais de 50% das espécies solicitadas pela contratante. Para cada coleta realizada será preenchida um ficha com dados básicos acerca da população coletada (Anexo 1). Para proceder a coleta sistemática, deve-se ter em mãos um cronograma (anexo 2), orientando para cada espécie, um monitoramento, de modo que a coleta seja feita com a semente no ponto ideal. O cronograma, será elaborado a partir de dados das fichas de coleta, que começará a ser preenchido no inicio dos trabalhos e com auxilio de estudos da flora regional
2.4.2. Frutos secos indeiscentes Frutos secos indeiscentes (que não se abrem), também são secos a pleno solo, no período da manhã por um período de 2 a 4 dias. Após a secagem, é feita a abertura mecânica por impacto (martelo ou soquete) ou por incisão (canivete e/ou tesoura de poda). O processo para estas espécies consiste, principalmente, na quebra das asas dos frutos, o caso da Myroxylum peruiferum (Cabreúva). Pode-se também remover as sépalas aderentes através de maceração a seco, com o auxílio de peneiras como instrumento abrasivo como a Canela guaritá. Outro processo importante para as espécies de frutos secos indeiscentes é a cura, que consiste na pré-secagem à sombra para os frutos que apresentam alto teor de umidade por ocasião da coleta (SILVA et al., 1993). Exemplos de espécies que exigem a cura são Peroba-rosa, os Ipês, Guaritá entre outras.
2.3. Frutos Carnosos Para espécies de frutos carnosos é exigido o processo de despolpamento, seno que algumas espécies requerem cuidados específicos. Por exemplo, os frutos Trema micrantha (Pau-pólvora) e Triplaris brasiliana (Pau-formiga) são colocados em sacos plásticos, lacrados por um período em torno de 48 horas, pra que o despolpamento seja facilitado pela fermentação do pericarpo, tomando-se o cuidado de não permitir que a temperatura eleve- se em demasia para evitar danos a semente. Outras espécies como Abio , não devem ficar expostas ao sol, evitando danos como rachadura do tegumento e conseqüente desidratação.
2.4. Armazenamento de Sementes O viveiro da Tecplant, busca adotar procedimentos simples de armazenamento, tendo como meta o prazo máximo de um ano. O conceito de sementes ortodoxas e recalcitrantes, estabelecido por Roberts em 1981 apud Carneiro & Aguiar (1993), orientam este procedimento. Segundo este conceito, as sementes que devam ser armazenadas com baixo teor de umidade são denominadas de ortodoxas, e aquelas que demandam alto teor de umidade para sua viabilidade são chamadas recalcitrantes. Dentre as sementes ortodoxas, aquelas que apresentam tegumentos mais resistentes e com permeabilidade restrita são embaladas em sacos plásticos lacrados,
acondicionados em tamboretes de papelão rígido e opaco e mantidos em sala refrigerada, desumificada e com sistema de esterilização contra fungos e ácaros. Sementes com tegumento permeável e de baixa resistência, características comuns em espécies anemocóricas, são armazenadas em geladeira, com temperatura em torno de 7 C°. Tratando-se de espécies recalcitrantes, como o Inga spp, as Lauraceaes e as Myrtaceaes, o armazenamento restringe-se em ate, no máximo 30 dias em geladeira, em sacos plásticos não lacrados, possibilitando troca de umidade entre sementes e o ambiente. O viveiro tecplant possui métodos de armazenamento adotados para cada espécie produzida em seu viveiro de produção de mudas em Rio Claro, SP.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS - Quanto ao número de indivíduos A. No caso de espécies que não apresentarem grandes populações, grandes o bastante para possibilitar uma amostragem genéticamente representativa através da coleta de sementes, todos os indivíduos produtivos encontrados nos remanescentes florestais da região poderão servir, completando o número de, pelo menos, 12 plantas amostradas com intercâmbio com ouros viveiros, inclusive outros viveiros e outras instituições/empresas. B. A coleta deverá ser feita mesmo quando não for possível atingir, em qualquer hipótese, o número mínimo de 12 indivíduos. Nestes casos, as mudas produzidas, enquanto não sejam geneticamente representativas da população, contribuirão para o enriquecimento da diversidade de espécies nos programas de reflorestamento e de reabilitação de minas. - Quanto a definição das espécies A. Às espécies a serem utilizadas nos projetos de reflorestamentos, devem privilegiar aquelas que apresentem produção regular de sementes. Assim, evita-se o risco de não se dispor das mudas, em função de problemas na coleta das sementes
SILVA, A.; FIGLIOLIA. M. B.; AGUIAR, I.B. Maturação e dispersão de sementes , In: AGUIAR, I.B.; PIÑA-RODRIGUES, F. C. .M.; FIGLIOLIA, M; B. (Editores) Sementes de florestas tropicais. Brasília: ABRATES, 1993, p.333-
VENCOVSKI, R. Tamanho efetivo populacional e preservação de germoplasmas de espécies alógamas. IPEF. V.3, p.79-84, 1987.
LOCALIZAÇÃO : Planalto de Poços de Caldas
TÍTULO : Matrizes de árvores nativas
TÉCNICOS RESPONSÁVEIS :
Paulo Fernando Anania – Engenheiro Agrônomo- NBA em Gestão Ambiental Paulo Roberto Moreira – Engenheiro Florestal Doutor em Biologia vegetal com ênfase em recuperação de áreas degradadas.
Produção de mudas de espécies arbóreas de alta qualidade e variabilidade genética para sustentabilidade das futuras áreas revegetadas; Possibilidade não só de uma adequação ambiental da própria região, mas também acrescentar a função de disseminadora de preceitos e atitudes ambientais pela empresa.
DURAÇÃO: 4 anos
INÍCIO : Setembro/
Um viveiro de mudas florestais nativas necessita de uma estrutura adequada que forneça condições ideais de produção e desenvolvimento das mudas, e assim sendo deve-se elaborar um sistema que permita a obtenção de sementes em quantidade, qualidade, diversidade (de espécies e genética ) e regularidade para o abastecimento do viveiro conforme descrito anteriormente no Projeto 1, deste programa de prestação de serviços.
2.1. Informações Técnicas
2.1.1. Substrato O substrato utilizado na produção das mudas será uma associação do produto orgânico, cujo o nome comercial é terra do paraíso, que é composto a base de casca de Eucalyptus ssp, serragem, casca de arroz e esterco de gado (11 partes), terra de textura média peneirada (6 partes), areia de granulométrica média (1 parte) e mais fertilizantes. A dosagem para 1 m³ de substrato é de 150 gr. de (Sulfato de amônia), 700 g de (Superfosfato simples), 100 g de (Cloreto de potássio), 200 gr. de FTE (coquetel de micronutrientes na forma de óxidos silicatados) e 1 kg de calcáreo dolomítico.
2.1.1. Semeadura Quando houver necessidade as sementes de determinadas espécies passam por tratamentos químicos e/ou físicos para a ruptura ou quebra do tegumento, de forma a permitir a germinação. As formas de semeaduras usadas serão: a) Em canteiros de semeadura, também chamados de sementeiras quando as sementes são muito pequenas e com baixa taxa de germinação; b) diretamente em saquinhos quando as sementes são grandes e possuem taxa de germinação conhecida e não muito baixa; c) em germinadores (=sementeiras) no interior da casa de germinação com temperatura e umidade controladas, transplantados no interior da estufa, aclimatados e após transportados para área com cobertura de sombrite. Em virtude das baixas temperaturas que ocorrem na região provavelmente será o método mais utilizado.
Geralmente, as sementeiras são construídas com 1 metro de largura e com comprimento variável. Possuem como substrato areia média com uma camada de aproximadamente 15 cm de altura, e para melhorar a drenagem três camadas de brita de tamanhos pequeno, médio e grande são colocadas abaixo da areia.As sementeira podem ser construídas diretamente no solo ou suspensas sobre mesas ou bancadas.
a). Semeadura em canteiros ou sementeiras Nas sementeiras, a semeadura é feita a lanço e as sementes cobertas com uma fina camada de areia média peneirada ou uma mistura de areia com material orgânico (Ex.: composto). As sementes serão cobertas com uma espessura equivalente ao seu tamanho. Deve-se ficar atento para que as sementes não se descubram durante a irrigação. Os canteiros serão protegidos contra chuvas pesadas ou protegidos de ventos fortes e ataque de pássaros. O material utilizado será o sombrite. Este material será manejado de forma a atender as exigências de luz e calor de cada espécie. Após a germinação as plântulas serão mantidas na sementeiras até atingiram de 5 a 10 cm de altura. Após atingirem este tamanho serão repicadas para os saquinhos. A seqüência das operações na repicagem, apresentada abaixo, será seguida para garantir o pegamento da muda:
b) semeadura direta
2.3.2. Poda do sistema radicular Quando ocorrer algum descontrole no programa de plantio e as mudas permanecerem no viveiro por um período acima do previsto, pode ocorrer o enovelamento do sistema radicular que pode causar dano a qualidade da muda, prejudicando sua sobrevivência no campo.
2.3.3. Dança ou moveção Na época em que as condições meteorológicas aceleram o desenvolvimento das mudas, pode-se diminuir o problema através de “danças” ou moveções que é a retirada e o reencanteiramento das mudas, no mesmo canteiro. Esta operação é mais recomendável do que as podas e produz bons resultados , devendo ser adotada sempre de maneira preventiva. A dança será repetida tantas vezes quantas forem necessárias a fim de aumentar a sua eficiência, deve-se fazer um corte um pequeno corte do fundo do recipiente, logo na primeira “dança”. Desta maneira, a raiz pivotante tende a sair por esta abertura e é automaticamente podada por ocasiões de outras moveções.
2.4. Estrutura do Viveiro da Tecplant Estruturalmente o viveiro tecplant é dividido em 4 setores, são eles:
A.) Setor e apoio – área para armazenamento de sacos plásticos, substratos e insumos; reservatório de água; casa de bombas e área de serviço (enchimento de saquinho, semeadura e administração).
B.) Setor de germinação e transplante – abriga a fase de germinação de sementes e transplante. A área pode ser aberta ou fechada em casa de vegetação com cobertura de plástico ou em estrutura com tela de sombra. As mudas recém transplantadas são concentradas em canteiros cobertos por sombrite ou em casos de baixas temperaturas permanecerão na estufa por alguns dias, até emitirem as primeiras radicelas. O sistema de irrigação será suave nesta fase, com partículas finas e de menor vazão. O controle sobre os fatores ambientais, tais como: luz, umidade relativa, temperatura, ventos, chuvas e fitossanidade das plantas serão mais rigorosos.
C.) Setor de crescimento – esta fase é aberta (plana luz) ou pode ser coberta com tela de sombra. O sistema de irrigação é intermediário em tamanho de partículas e vazão. As fertilizações são periódicas para melhor desenvolvimento das plantas.
D.) Setor de rustificação – é a fase final de formação das mudas, as adubações são reduzidas e a irrigação é com partículas maiores e com menor freqüência. As mudas permanecem a pleno sol, antes de serem expedidas para plantio.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS O objetivo deste projeto é organizar de forma prática as informações necessárias á execução da atividade de produção de mudas de espécies nativas As informações contidas neste é o resultado de mais de 15 anos de pesquisas, produção e adequadas as condições edafo-climáticas da região de Poços de Caldas. Procurando sempre manter os processos de produção dentro do padrão tecplant de qualidade. 4. LITERATURA CONSULTADA
CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS. Piracicaba, 1998. Produção de mudas de espécies florestais exóticas e nativas. Piracicaba: ESALQ; IPEF
GONÇALVES, J. L. M.; SANTARELLI, E. G.; MORAES NETO, S. P.; MANARA, M. P. Produção de mudas de espécies nativas: substrato, nutrição, sombreamento e fertilização. In: GONÇALVES, J. L. M.; BENEDETTI, V. Nutrição e fertilização florestal. Piracicaba: IPEF, 2000. p. 309-350.
MACEDO, A.C. Produção de mudas em viveiros florestais; espécies nativas para florestas ciliares.. In: RODRIGUES, R. R., LEITÃO FILHO, H. F. Mata ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp, 2000.
VILA NOVA, N. A. Principais métodos climáticos de estimativa de aplicação de água de irrigação : Piracicaba: ESALQ, Departamento de física e meteorologia, 1987. 22p.